* Testemunho impactante de jovem estuprada e sua resposta cristã à gravidez.

São muitas as mulheres que, em caso de estupro, optam por realizar um aborto, o que, no Brasil, é permitido por lei nesse caso. A equipe de reportagem do ‘Destrave’ conversou com uma jovem que ficou grávida após ser vítima dessa violência [estupro] e, depois de relutar muito, Deus tocou seu coração e ela decidiu levar a gravidez adiante. Para preservá-la a chamaremos de “T.”.

Confira o testemunho da jovem mãe, que deu seu “sim” à vida ao ser orientada por um membro do Instituto Pró-Vida. Em seu depoimento ela destaca que foi a Palavra de Deus que a conduziu a não praticar o aborto.

Destrave.com: Qual foi o seu sentimento ao ser violentada e, no seu desespero, quais foram os meios que encontrou para fazer o aborto?

Testemunho T.: Foi um sentimento de raiva, dor, desprezo, mágoa e culpa. Primeiro tomei alguns chás que as pessoas falavam e, depois de ver que não houve resultado, decidi procurar uma clínica de aborto mesmo.

“Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele”, contou

Como você chegou ao Instituto Pró-Vida? Ligou? Teve esse encontro e decidiu não fazer o aborto?

Testemunho T.: Achei o telefone na internet e liguei achando que era uma clínica de aborto. A moça que conversou comigo falava como se fosse realmente de uma clínica, então marquei um encontro com esta pessoa e pensei assim: “Como o aborto é ilegal este encontro dever ser para disfarçar para que a polícia não fique sabendo”. Nesse encontro a mulher começou a falar da Igreja e de Jesus, mas eu já conhecia porque fui criada na Igreja evangélica. No entanto, depois dessa conversa aquilo ficou dentro de mim. Ela jogou a semente e a semente foi germinando.

Destrave.com: Você tinha noção de que tinha uma vida dentro de você? E qual foi o seu sentimentoao ver o rosto do seu filho na hora do nascimento?

Testemunho T.: Não tinha noção de que era uma vida; e ainda nem pensava que era o meu filho. Para mim, não havia uma vida ainda e eu não estaria errando. O que me fez conseguir entender tudo foi a Palavra de Deus. Na hora do nascimento fiquei muito feliz e grata a Deus.

“Foi a voz de Deus falando comigo e que ia me ajudar e quando vi que ele era parecido comigo fiquei muito feliz”, testemunhou.

Destrave.com: Quais foram as ajudas que você recebeu durante a gravidez, no parto e até hoje?

Testemunho T.: A primeira ajuda que eu recebi foi a espiritual, porque, se eu não a recebesse, a pessoa que me acolheu no Instituto Pró-vida poderia vir falar comigo e oferecer o que fosse que eu não aceitaria. Quando ela falou de Deus aí foi o momento em que eu disse que não iria abortar. Depois precisei de ajuda psicológica, financeira e também recebi todo o tipo de ajuda com roupas, berço e alimentação.

Destrave.com: Gostaria que você deixasse uma mensagem para as pessoas que hoje passam pela mesma situação?

Testemunho T.: É difícil, dificuldade a gente tem mesmo de ter um filho, mas eu acho que mais difícil é quando você aborta e fica com aquela consciência ruim. Não sei como estaria hoje se tivesse cometido o aborto, mas se o realizasse talvez eu teria acabado com a minha vida e a do meu filho. Hoje eu olho para o meu filho e tenho força para lutar pela minha vida e pela vida dele.

One thought on “* Testemunho impactante de jovem estuprada e sua resposta cristã à gravidez.

  1. Sou cristã mas achei um absurda uma matéria tão curta ser tão religiosa assim, em vez de oferecerem conforto, a começar pelo estupro sofrido, pois ainda que as vítimas não engravidem, sendo abusadas, por vezes diariamente por pessoas dentro de sua própria casa, buscam conforto na fé, buscam esperança, palavras de apoio para buscarem forças espiritualmente, e se deparam com lições sobre o porquê não abortar, isso é sim importante, mas poderiam ter sido mais empáticos com as vítimas de tal ato em pensarem nelas também, pois antes de se importarem com a vida que ainda está para nascer, se preocupem em serem usados por Deus para resgatarem uma vida que já possa estar destruída, pois ainda que a pessoa, sob pressão psicológica, receio e para evitar peso na consciência decida ter o filho, se ela não estiver bem psicologicamente, pode até desenvolver depressão pós-parto, até ser pior, e perder o juízo. Veja bem, não sou a favor do aborto e não estou justificando o ato, mas estou falando sobre a importância de prestar assistência não apenas à gravidez, como à vítima, que não deixa de ser uma vítima e como tal, necessita de cuidados, aconselhamento antes de mais nada para que consiga ter estabilidade emocional para superar essa etapa da vida e se preparar para a experiência de ser mãe, ou podem ser dois traumas na mente da pessoa.

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