Blog Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio Artigos e notícias de interesse permanente selecionadas à luz da verdade e da fé Católica. Thu, 18 Sep 2014 19:36:16 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.6 * Luca. Do mundo gay e do desejo de suicidar-se, à constituição de uma família. http://blog.comshalom.org/carmadelio/43000-luca-mundo-gay-e-desejo-de-suicidar-se-constituicao-de-uma-familia http://blog.comshalom.org/carmadelio/43000-luca-mundo-gay-e-desejo-de-suicidar-se-constituicao-de-uma-familia#comments Thu, 18 Sep 2014 19:34:01 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=43000 12529_luca_di_tolve_con_terry__su_mujer_

Luca cresceu sem o pai, recebeu apenas cuidados femininos e da mãe absorveu o jeito feminino que o levou à clássica consideração: “rapaz afeminado”. Quando sentiu as primeiras atrações por um rapaz, os médicos disseram à sua mãe: “Senhora, seu filho é gay”. Pronto, capítulo fechado. 

Diante disso, Luca, ainda adolescente, conheceu um homem mais velho que o aproximou do ambiente gay, o qual logo começou a frequentar e, aos dezessete anos, foi morar sozinho. 

Cheio de coisas materiais, mas constantemente próximo ao precipício. De duas coisas Luca se deu conta quase imediatamente: o estado de solidão no qual vivia e a distância das lógicas naturais da vida, que impera o mundo das várias associações gays.

Quando tinha 24 anos, Luca se tornou soro positivo. Não tinha nenhuma estabilidade nos relacionamentos sentimentais, muitos companheiros haviam morrido por causa do HIV/AIDS. Tinha como único alívio as coisas materiais, sensação que se alternava à constante depressão, que o levava periodicamente a pensar no suicídio. 

O mágico mundo GLBT, no qual era amplamente introduzido, não o ajudava, pois reduzia as pessoas a coisas, baseando tudo no sexo e centralizando as energias não tanto sobre a ajuda das pessoas homossexuais, mas sobre a capacidade econômica e as especulações.

No meio da escuridão, Luca se encontrava com um terço na mão – um terço velho, empoeirado, de família - e repetiu aparentemente sem significado aquilo que quando criança via fazer sua mãe e sua avó. Começou a rezar, sem reconhecer as várias estações, sem seguir a ordem precisa, mas rezava. E logo se sentiu preenchido por uma sensação de serenidade que o levava a querer buscar a fonte. 

A “cereja do bolo” – como ele mesmo define – foi o encontro com uma jovem durante uma peregrinação. Uma que não se interessava pelo que Luca era antes, mas era firmemente convencida de querer dividir com ele a vida. Assim chegou ao matrimônio e depois a uma filha.

Esta é uma história que não é apenas autobiográfica, mas sobretudo o testemunho de um modo de entender a vida. Por esse motivo, Luca decidiu criar uma associação que se ocupa dos distúrbios afetivos das pessoas que se sentem homossexuais, grupos de ajuda com profissionais e psicoterapeutas, mas também lugares de busca íntima de si mesmo. Criou a Casa da Espiritualidade em Vancamonica, onde ex-gays, casais de namorados ou casados e pessoas que têm necessidade de ir a um retiro espiritual possam encontrar acolhida.

Fonte: Notizie Pro Vita  Via Aleteia

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* Eleições 2014: Arquidiocese de São Paulo divulga orientações para as Comunidades Católicas. http://blog.comshalom.org/carmadelio/42983-orientacoes-para-comunidades-catolicas-da-arquidiocese-de-sao-paulo http://blog.comshalom.org/carmadelio/42983-orientacoes-para-comunidades-catolicas-da-arquidiocese-de-sao-paulo#comments Thu, 18 Sep 2014 18:50:15 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=42983 eleicoes-2014-urna

CÚRIA METROPOLITANA

DE SÃO PAULO

Eleições de 2014

Orientações para as Comunidades Católicas

da Arquidiocese de São Paulo

 

1. Nas eleições de 2014 estão em jogo os cargos de Presidente e Vice Presidente da

República; de 1 Senador por Estado; Deputados Federais; Governador e Vice

Governador do Estado; Deputados Estaduais.

 

2. A eleição é uma oportunidade para confirmar os políticos e os partidos que estão nos

cargos públicos e o modo como estão governando e legislando; ou para mudar os

mandatários e os rumos da política do País e do Estado. Os cristãos são chamados a

participar ativamente na edificação do bem comum, escolhendo bons governantes e

legisladores e acompanhando com atenção o exercício de seus mandatos.

 

3. É importante conhecer bem as propostas dos candidatos e dos partidos aos quais

estão filiados. Voto consciente é dado com conhecimento. O voto tem consequências

e revela a vontade do povo e suas aspirações.

 

4. Atenção à corrupção eleitoral. A Lei 9840, de 1999, veio para moralizar a vida política

do Brasil; ela condena o abuso do poder econômico nas campanhas eleitorais e a

compra de votos. Os candidatos denunciados e condenados em força dessa lei podem

ter seu registro negado ou diploma cassado, além de receber multas. Os fatos de

corrupção eleitoral devem ser denunciados à Justiça eleitoral.

 

5. Candidato precisa ter ficha limpa. Desde 2010, está em vigor a Lei complementar 135

(“Lei da ficha limpa”). Por ela, políticos já condenados por crimes eleitorais ou outros,

previstos nessa lei, tornam-se inelegíveis pelo tempo previsto na sua condenação. A

aprovação dessa lei, de iniciativa popular, contou com expressiva participação das

comunidades e organizações da nossa Igreja. É preciso ter credibilidade para

representar o povo, legislar, governar e administrar o patrimônio e o dinheiro

públicos.

 

6. Dar o voto a políticos comprometidos com o bem comum e não, apenas, com

interesses privados ou de grupos restritos. O exercício do poder político é um serviço

ao povo e ao País; por isso, ele deve estar voltado para as grandes questões, como a

promoção do bem estar, condições de educação, saúde, moradia digna e trabalho com

justa remuneração para todos, saneamento básico, respeito pela vida e a dignidade

humana, superação da violência, proteção e promoção da família e do casamento,

justiça e solidariedade social, respeito à natureza e ao ambiente da vida.

 

7. Não votar em candidatos comprovadamente corruptos, envolvidos em escândalos,

que promovam discriminação ou intolerâncias, ou tenham como parte de seu

programa e partido a aprovação de leis contrárias à justiça, aos direitos humanos, ao

pleno respeito pela vida humana, à família e aos princípios da própria fé e moral.

 

8. Religião e política: quem tem fé religiosa é cidadão com direitos e deveres iguais a

qualquer outro cidadão; por isso, as pessoas de fé são chamadas a se empenharem na

política, cumprindo conscienciosamente seus deveres cívicos, exercendo cargos

públicos com dignidade, competência, honestidade e generosidade.

 

9. É orientação da Igreja Católica Apostólica Romana que os membros do clero, em vista da sua

missão religiosa, se abstenham de exercer cargos políticos ou de militar nos partidos. A política

partidária é espaço de atuação dos cristãos leigos, que neles podem exercer melhor seu direito

e dever de cidadania, orientados pelos princípios da fé e da moral cristã, e contribuir para a

edificação do bem comum.

 

10. Os templos e lugares de culto, bem como os eventos religiosos, não devem ser

usados para a propaganda eleitoral partidária (cf Lei 9504, art. 37 §4º). A Igreja

Católica Apostólica Romana valoriza a liberdade de consciência e as escolhas

autônomas dos cidadãos. A religião não deve ser usada como “cabresto político” e as

comunidades da Igreja não devem ser transformadas em “currais eleitorais”.

 

11. No entanto, os católicos são convidados a se reunirem civicamente para fazer o

discernimento sobre as propostas dos partidos e sobre os candidatos, dando seu

voto a quem, em consciência, julgarem mais idôneo e merecedor de sua confiança.

 

12. A participação política deve levar ao engajamento em ações permanentes para a

melhoria da vida política local e nacional, através:

a) do acompanhamento crítico das ações dos governantes e legisladores e dos

gestores públicos do Executivo, Legislativo e Judiciário;

b) da participação em organizações comunitárias locais, como os Conselhos Paritários,

Associações e diversos serviços voltados para o bem comum;

c) de ações voltadas a promover leis importantes “de iniciativa popular”, como prevê

a Constituição Brasileira de 1988 (cf art. 14);

d) do apoio a decisões e ações políticas acertadas e importantes; ou da desaprovação

de decisões e ações políticas equivocadas ou inaceitáveis.

Secretariado de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo

***

Palavra do Papa

Sobre o papel do Estado e da Política:

“A justa ordem da sociedade e do Estado é dever central da Política. Um Estado, que

não se regesse pela ordem justa, reduzir-se-ia ao um bando de ladrões, como disse

Santo Agostinho (cf. Cidade de Deus, IV,4)… A justiça é o objetivo e, por conseqüência,

também a medida intrínseca de toda política. A política é mais que uma simples

técnica para a definição dos ordenamentos públicos: a sua origem e seu objetivo estão

precisamente na justiça e esta é de natureza ética” (Bento XVI, Deus caritas est, 2005,

n. 28).

 

Sobre a relação entre Igreja e a Política:

É dever da Igreja “contribuir para a purificação da razão e para o despertar das forças

morais, sem as quais não se constroem estruturas justas, nem estas permanecem

operativas por muito tempo. Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma

ordem justa na sociedade é próprio dos fieis leigos, os quais, como cidadãos do Estado,

são chamados a participar pessoalmente na vida pública. Não podem, pois, abdicar da

múltipla e variada ação econômica, social, legislativa, administrativa e cultural,

destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum (Bento XVI, Deus

caritas est, n.29).

 

Sobre a relação entre fé cristã e vida social e política:

“Ninguém pode nos exigir que releguemos a religião para a intimidade secreta das

pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a

saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos

que interessam aos cidadãos” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 2013 n. 183).

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* Papa visitará a Albânia: ‘o que dizia ser primeiro estado ateu do mundo’. http://blog.comshalom.org/carmadelio/42989-papa-visitara-albania-o-primeiro-estado-ateu-mundo http://blog.comshalom.org/carmadelio/42989-papa-visitara-albania-o-primeiro-estado-ateu-mundo#comments Thu, 18 Sep 2014 18:42:54 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=42989 aleu
Entre os estados comunistas que desde 1917 perseguiram sistematicamente as instituições religiosas, a Albânia foi o único país que conseguiu institucionalizar-se como “o primeiro estado ateu do mundo”. Através de uma ditadura que durou 40 anos, Enver Hoxha (1908-1985) se esforçou com todos os meios e com indescritível violência para erradicar a própria consciência religiosa das pessoas com a intenção de privar os albaneses da possibilidade de fazer a pergunta sobre Deus. Em um livro com um titulo eloquente – Hanno voluto uscidere Dio (Quiseram matar a Deus) - Didier Rance explica como o projeto ateísta tem sido aplicado de forma sistemática contra a Igreja Católica “da forma mais radical e cruel, em particular contra o seu clero e os seus religiosos”. Em preparação para a visita do Papa na Albânia, quisemos dar voz a uma testemunha que viveu pessoalmente a ditadura ateia da Albânia. Irmã Mira Koleci é uma cidadã albanesa que viveu 17 anos sob a ditadura. Agora ela gosta de se apresentar como a “primeira consagrada albanesa das Irmã da Sagrada Família”. Dedicou a sua Dissertatio Baccalaureatum (TCC, ndt) para a vida da Igreja, e em particular de sua comunidade religiosa na Albânia pós-comunista. * Você vem de um país com uma história desconhecida de perseguição e martírio que durou 40 anos. Você pode descrever-nos brevemente o ambiente em que cresceu? Irmã Mira: Eu nasci e cresci sob a ditadura comunista. Convém, no entanto, lançar um rápido olhar para a história para entender o que aconteceu na Albânia durante o último século. Albânia sempre foi um país invadido por várias potências por causa de sua posição estratégica importante. Por último, mas não menos importante, foi a invasão turca, que foi o período mais negro da história do meu país. Aquela invasão foi marcada por uma maciça fuga de cérebros e uma grande onda de islamização forçada. A situação continuou até a independência em 1912. Após o protetorado de Mussolini, foi estabelecida a ditadura comunista em 1944. O comunismo foi o fechamento mais hermético da Albânia: cerca de 50 anos de isolamento de todo o mundo, sob Enver Hoxha. Na sua longa ditadura, a liberdade religiosa e a livre atividade cultural e política eram praticamente inexistentes. Desde o início, se envolveu em uma perseguição metódica do clero e dos intelectuais. Em seguida Hoxha formou uma aliança com a China. Durante o período “chinês” (1961-1978) a Albânia se deixou levar por uma habilidade asiática ao afirmar uma comum ideologia e fraternidade marxista-leninista. A separação da China, que começou em 1975, levou a Albânia ao total isolamento do mundo. O ditador colocou o nacionalismo como componente essencial do regime. O deus da Albânia era a nação. Hoxha isolou a Albânia formando o único estado completamente ateu, com a intenção declarada de libertar o homem das cadeias da opressão e da religião é o ópio do povo. Porque a Igreja Católica era o inimigo número um? Irmã Mira: A Igreja Católica foi perseguida porque trabalhou pelo despertar das consciências e pela reintegração da Albânia no mais amplo circuito cultural europeu. Bater a Igreja Católica também significava anular a tradição para dar lugar à “nova ideologia”. A Albânia comunista tornou-se para seus habitantes um grande campo de concentração. Todo esforço cultural e intelectual foi posto a serviço do socialismo e do Estado. Qualquer ideia alternativa era condenada como inimiga do Partido e, portanto, das pessoas. O preço mínimo a ser pago era a prisão. Você teve alguma educação religiosa “clandestina”? Irmã Mira: No segredo da vida familiar algumas tradições religiosas eram mantidas, mas sempre com muito cuidado. Sempre se corria perigo porque o regime mantinha um forte controle também dentro dos lares. Os filhos, especialmente nas escolas, eram convidadas a denunciar as atividades anti-socialistas e religiosas dos próprios pais. Não raro, os espiões eram os próprios parentes porque, quem denunciava, conseguia ter privilégios e um pouco de pão a mais para manter os próprios filhos. Por isso os pais não ousavam transmitir a fé aos seus filhos. O Catecismo fala do homem ‘capax Dei’, de um desejo “natural” no homem que aponta para Deus e o busca. Havia o sentido (ou o sentido da falta) de Deus naquele ambiente ateu? Irmã Mira: Vivendo durante 17 anos em um contexto social onde a vida não tinha nenhum sentido, a vida era simplesmente terrível… e para todos. Era difícil para os avós que cresceram com uma educação religiosa. Era difícil para os pais que não podiam falar nem mesmo aos seus filhos que existe um Outro além do ditador. Mas era difícil também para nós adolescentes. Não à toa a taxa de suicídios era altíssima. A tentação de tirar-se a vida estava ao meu redor, mas também dentro de mim. Brilhava muitas vezes no coração a pergunta: por que vivo? Sou fruto do acaso? E então não é melhor acabar logo com isso e não prolongar a história de sofrimento e especialmente do sem sentido? Uma compatriota de vocês era a madre Teresa, famosa em todo o mundo. Vocês tinham alguma notícia dela? Irmã Mira: O ditador chamava Madre Teresa “a bruxa dos Balcãs”, por isso não era realmente conhecida durante a ditadura. Pode parecer estranho, mas os meios de comunicação eram totalmente controlados pelo regime e era impossível saber o que estava acontecendo fora da Albânia. Sabíamos pelos livros escolares que Deus não existia, que a Igreja é uma fraude para os pobres. Nunca conhecemos os grandes personagens. O único personagem grande era o ditador. Como foi então a primeira experiência de iniciação cristã, depois da queda da ditadura? Irmã Mira: O ano de 1991 foi uma história de ressurreição para a Albânia e também para mim. O Senhor não permitiu que eu chegasse ao suicídio, mas esteve no meio de nós através dos muitos missionários/testemunhas que corajosamente vieram para nos falar de Deus. Refiro-me especialmente aos sacerdotes que permaneceram vivos nas prisões da ditadura, mas, também aos missionários que vieram de fora. Foi o momento do despertar da fé de tantos avós e adultos que mantiveram dentro do sentido de Deus, um senso indecifrável ​​para nós adolescentes. Alguns dos meus amigos na escola faziam o sinal da cruz no chão como sinal de magia para pedir para ganhar um jogo ou para tirar boas notas na escola. Aquele sinal permaneceu na minha memória, mas sem saber o significado. Por que decidiu conscientemente se tornar um cristão? Irmã Mira: Eu venho de origens cristãs. Além disso, tive curiosidade pelo desconhecido e pela novidade, o desejo de vida e de vida sensata. Descobri isso no desconhecido que me dirigia uma mensagem de amor: “Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16). Diante dessa verdade, não podemos ficar indiferentes. Pelo menos eu não podia, e comecei a ler a Bíblia, não apenas por curiosidade, mas porque me dava fôlego e vida. E assim, tudo ganhou sentido. O que significa a visita do Papa Francisco na Albânia? Irmã Mira: A visita do Papa Francisco – que vem depois daquela de João Paulo II, em 1993, juntamente com Madre Teresa, um grande presente após a ditadura – é um privilégio significativo para um país de maioria muçulmana (as estatísticas dizem que os muçulmanos são o 70% da população). O significado da visita, foi dito pelo mesmo papa quando afirmou que vem para confirmar-nos na fé e para atestar o seu amor por “um país que sofreu bastante por causa das ideologias do passado” (Angelus 15.06.14). A visita do Papa nos confirma na coragem para testemunhar a fé e confessar que só Jesus Cristo, “o homem novo” (GS 22), nos torna mais humanos (GS 41). Para a Albânia o 21 de setembro de 2014 é Páscoa, porque o Senhor passa para visitar o seu povo com a presença do Papa Francisco, o Pedro de hoje. A presença do Papa Francisco será para cada albanês uma palavra de proximidade, de esperança para o futuro, onde os valores humanos que foram enterrados no passado devem florescer com coragem e com respeito, independentemente das diferenças de religião. Confiamos ao Senhor esta viagem e pedimos que abra os corações dos albaneses para acolher a sua mensagem. Zenit
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* A legalização do aborto: ‘Temos nós o direito de decidir e impedir o nascer de alguém em gestação?’ http://blog.comshalom.org/carmadelio/42985-legalizacao-aborto-temos-nos-o-direito-de-decidir-e-impedir-o-nascer-de-alguem-em-gestacao http://blog.comshalom.org/carmadelio/42985-legalizacao-aborto-temos-nos-o-direito-de-decidir-e-impedir-o-nascer-de-alguem-em-gestacao#comments Wed, 17 Sep 2014 18:46:17 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=42985 Abort2

Sempre que estamos diante do pleito presidencial surge no tablado das campanhas a discussão sobre o aborto. Candidatos tentam esquivar-se de perguntas diretas e ficam tentando agradar a gregos e troianos. O importante é não perder votos. A frase mais emblemática que já li envolvendo o debate sobre a legalização do aborto foi proferida pelo então presidente dos EUA, Ronald Reagan, quando disse: Só é a favor do aborto quem já nasceu. 

Como nasci e estou vivo, posso externar minha opinião acerca de um tema tão sensível para todos nós. De saída,qualifico o gesto agressivo do aborto contra o feto um homicídio disfarçado em que a vítima não pode se defender – o ato mais covarde do ser humano. Infelizmente, na discussão sempre entra o tema religião e os dogmas de todos os matizes são evocados para justificar posições contra e a favor. As paixões são postas acima de tudo, esquecendo o bem maior que é a vida e o direito de nascer.

A querela deve ficar no campo da razão, deixemos de lado as religiões que na sua maioria são contrárias ao aborto. Vamos imaginar cada um de nós no útero de nossa querida mãe e, de repente, vem um veneno e nos extermina sumariamente. Como é esta agonia do indefeso? Ele ainda não existe? Ele não sente dor? Temos este direito de decidir e impedir o nascer de alguém em gestação?!

Sabemos que a vida começa com a fecundação, isto é provado cientificamente, portanto, não se trata de concepção teológica ou argumentos metafísicos. Se a vida existe na fecundação, praticar o aborto é crime. As mulheres que vivem no meio social mais baixo se submetem a cirurgias bárbaras, pois seus algozes usam faca em forma de foice para dilacerar o corpo do feto que é retirado em pedaços.

Infelizmente, algumas destas mulheres, por razões de desespero, buscam meios clandestinos e arrancam de seus úteros o nascituro – talvez o drama mais amargo a carregar para sempre na existência. 

Walter Filho

walterfilhop@hotmail.com 
Promotor de Justiça

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* Aplicativo para smartphones indica onde estão sendo celebradas missas na cidade. http://blog.comshalom.org/carmadelio/42980-aplicativo-para-smartphones-indica-onde-estao-sendo-celebradas-missas-na-cidade http://blog.comshalom.org/carmadelio/42980-aplicativo-para-smartphones-indica-onde-estao-sendo-celebradas-missas-na-cidade#comments Tue, 16 Sep 2014 18:43:41 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=42980 view

Não existem limites para as iniciativas através das novas tecnologias da informação, e a Igreja Católica sabe de suas vantagens tirando delas o maior proveito. Isto o demonstram dois aplicativos para smartphones que foram apresentados recentemente e chegam para acrescentar a Fé dos fiéis católicos.

Além de ajudar a encontrar as igrejas mais próximas ao ponto de localização, este aplicativo mostra os horários de Missa e recomenda de maneira automática a qual lugar ir de acordo com a distância e o mais próximo em tempo que se encontre no início da Missa.

A informação que ali se inclui é criada e mantida por uma comunidade de usuários, o que permite ter os horários verificados e atualizados.

Um deles é o “Vamos à Missa”, desenvolvido por um grupo de jovens uruguaios, o qual tem como finalidade ajudar aos usuários encontrar as paróquias ou templos mais próximos para ir à Missa. “Não deixes mais de viver a Santa Missa por não saber onde há uma paróquia próxima! Ideal para quando visitas um lugar que não conheces, de viagem ou de mudança”, descreve o ‘app’.

“Isto surgiu pela inquietação que tivemos no verão passado estando de férias. Estávamos em uma comunidade que não era a nossa e não sabíamos onde ir participar da Missa. E assim nos ocorreu que seria bom que se temos um celular à mão, poder detectar que paróquia está próxima e assim não deixar de participar da Missa”, comentou Pablo Sánchez, jovem engenheiro de 24 anos e um dos criadores, que foi citado pela EFE.

A única coisa que se requer para o aplicativo é fazer parte da comunidade de colaboradores do “Vamos à Missa”, dispôr de uma conta no Google ou no Facebook, para assim recomendar novos lugares e horários. “A ideia é que funcione como a Wikipedia, que qualquer usuário possa acrescentar e manter os horários e os lugares da Missa, já que quanto mais tenha, mais problemático será atualizar o sistema”, acrescentou o jovem engenheiro.

Inicialmente este ‘app’ vem funcionando só para Montevidéu, mas a ideia é que se expanda por todo o Uruguai e, porque não, ao mundo. Também se prevê em um futuro poder informar sobre as atividades que se realizam em cada paróquia, seus dias festivos, solenidades, jornadas de oração, procissões, entre outros.

O ‘app’ dos Santos

Outro ‘app’ é “Santoral”, que permite consultar os santos de um dia específico, assim como o nome dos amigos ou familiares para enviar-lhes uma felicitação com o santo de seu dia.

Além disso, o aplicativo contêm um buscador onde se pode consultar o dia dos santos mais familiares, conhecer sua história e legado; oferecer por sua vez um calendário onde aparecem todos os santos do ano. (GPE/EPC)

Com informações da EFE e Rome Reports. Via Gaudim Press

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