Blog Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio Artigos e Notícias selecionadas à luz da Fé Católica. Sat, 19 Apr 2014 19:20:51 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.6 * Conta oficial do Papa Francisco no Twitter alcança o número de 13 milhões de seguidores. http://blog.comshalom.org/carmadelio/40374-conta-oficial-papa-francisco-twitter-alcanca-o-numero-de-13-milhoes-de-seguidores http://blog.comshalom.org/carmadelio/40374-conta-oficial-papa-francisco-twitter-alcanca-o-numero-de-13-milhoes-de-seguidores#comments Sat, 19 Apr 2014 19:03:13 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=40374 twitter-papaA conta oficial do Papa Francisco no Twitter (@pontifex) alcançou o número de 13 milhões de seguidores. As mensagens, em nove línguas, geralmente são textos espirituais que costumam ser reenviados pelos seguidores.

Ao todo, 13.005.370 usuários seguem o Papa na rede, majoritariamente em espanhol, já que o perfil hispânico (@pontifex_es) é o mais seguido da rede social, reunindo um total de 5.415.627 usuários.

Em seguida, vêm os perfis em inglês (3.914.595 seguidores), em italiano (1.647.119), em português (1.011.390), em francês (259.042), em latim (236.808), em polonês (215.082), em alemão (183.363) e em árabe (122.344), segundo a Agência EFE.
Assim, o Papa Francisco continua sendo uma das personalidades mais seguidas no microblog.

Em janeiro passado, por ocasião do Dia das Comunicações Sociais apresentado no Vaticano, Francisco estimulou os católicos a utilizar as redes sociais de forma construtiva e afirmou que a internet é um “dom de Deus”, que permite “a cultura do encontro”. Ao mesmo tempo, alertou para os ricos da ‘exclusão’ e ‘da manipulação’.

A conta foi inaugurada em dezembro de 2012 pelo Papa Bento XVI.

Em 28 de fevereiro de 2013, quando o Papa Ratzinger anunciou sua renúncia ao pontificado, o número de seguidores era de 3 milhões.
A conta foi suspensa durante a Sé Vacante, o período de tempo entre a renúncia de Bento XVI e a eleição de Francisco (13 de março). Em seguida, foi reabilitada em 17 de março, com o nome do pontífice argentino.

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* Ir. Cristina emocionou os jurados e mundo pela SEGUNDA vez. Sua aventura continua! http://blog.comshalom.org/carmadelio/40366-ir-cristina-emocionou-os-jurados-e-mundo-pela-segunda-vez-sua-aventura-continua http://blog.comshalom.org/carmadelio/40366-ir-cristina-emocionou-os-jurados-e-mundo-pela-segunda-vez-sua-aventura-continua#comments Sat, 19 Apr 2014 11:04:19 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=40366 cnbbcopa

Após a audiência da música de Alicia Keys que a transformou em fenômeno mundial, a Ir. Cristina enfrentou essa semana mais uma etapa no palco do The Voice da Itália. Desta vez ela cantou “Girls just want to have a fun”, de Cindy Lauper.

Um dos jurados, o raper J-Ax, admitiu: “Ir. Cristina tem um dom, ela transmite alegria a quem a escuta”.

Ir. Cristina, esta pequena religiosa siciliana de 25 anos, da congregação das Ursulinas da Sagrada Família, emocionou os jurados e o mundo mais uma vez. Sua aventura continua.

 

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* Geração ‘sexting’: Adolescentes e pornografia, dois universos cada vez mais dramaticamente em contato. http://blog.comshalom.org/carmadelio/40361-geracao-sexting-o-grande-desafio-das-familias-e-dos-educadores http://blog.comshalom.org/carmadelio/40361-geracao-sexting-o-grande-desafio-das-familias-e-dos-educadores#comments Sat, 19 Apr 2014 10:53:16 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=40361 topic (2)

Adolescentes e pornografia: dois universos cada vez mais dramaticamente em contato.
 
Entrevista com a psicóloga e sexóloga Elena Lenzi, e o secretário da União de Juristas Católicos Italianos, Fabio Macioce, professor de Filosofia do Direito e Biojurídica na Lumsa.
 
Diante do crescimento do sexting, que problemas este fenômeno pode causar na psiquê do adolescente: emocionais, de aceitação, de ausência de modelos e valores espirituais?
 
Lenzi: Certamente, a psicologia do adolescente está em formação. Por conseguinte, a prática da sedução ou do envio de imagens próprias dosexting (contração de “sex” e “texting”) leva a que não se permitam viver uma série de emoções.
 
Há um dado preocupante com relação à negação das emoções: as imagens de genitais ou de relações sexuais deixam indiferentes uma porcentagem bastante alta de adolescentes: 16%. Isso mostra como há uma negação da emoção.
 
Também há uma questão de homologação: oferecemos formação nas escolas porque existe o grande problema de que os adolescentes de hoje querem ser como os outros. Chega-se inclusive à primeira experiência sexual só para comportar-se como os outros, e este é um problema enorme, que diz respeito à carência afetiva.
 
No referente à ausência de modelos e valores, precisamos recordar que os adolescentes são o que nós lhes ensinamos. Por isso, os adultos devem dar uma boa educação na sexualidade, na afetividade, no respeito de si mesmo e do outro; a ausência disso certamente os deixa solitários.
 
De fato, o que encontramos são adolescentes que vivem em grande solidão, e que se sentem menos sozinhos graças ao número de “curtidas” que recebem pelo envio de certas imagens. Como sabemos, o sexting também é praticado por meio do Facebook, com aplicativos específicos, e no Facebook aparecem as “curtidas”; logicamente, receber 100 “curtidas” faz a pessoa se sentir importante.
 
Como você explicaria a relação dos adolescentes com seu próprio corpo?
 
Lenzi: Efetivamente, com o uso desproporcionado da internet (e por isso é importante oferecer instruções corretas sobre como utilizar a rede), ocorre a privação sensorial. Por isso, inclusive mostrar o próprio corpo está vinculado ao fato de que não há outra pessoa na frente, nem outros olhares sobre o corpo: o adolescente está sozinho no seu quarto.
 
Portanto, há uma relação parcial também quanto à consciência do que se está mostrando do próprio corpo: mostram o corpo sem ser tão conscientes disso, precisamente porque é um corpo que está se desenvolvendo, e com o qual devem voltar a sentir confiança. Por outro lado, expô-lo por necessidade de autoafirmação ou pela sensação de solidão pode levar a fenômenos graves, como o cyberbullying.
 
O limite entre o legal e o ilegal coincide com o que é licito ou não do ponto de vista moral e educativo? Por exemplo, se dois menores de idade trocam imagens eróticas, de forma consensual, sem divulgá-las, os pais e educadores contam com instrumentos legais para impedir isso?
 
Macioce: Neste caso, depende da idade. Quando superam a idade de consentimento sexual, há pouco a fazer. Mas uma coisa é certa: não podemos pensar que estes problemas podem ser resolvidos pelo Direito.
 
Não se pode pedir ao legislador que faça o que as famílias não conseguem fazer, porque, se uma família é tão incapaz de lidar com a relação com seus filhos, a ponto de não impedir que uma filha se prostitua, por exemplo, certamente será difícil que a autoridade judicial ou a polícia resolvam isso, a não ser que se cometam graves delitos.
 
O Direito com certeza é muito mais fraco, partindo deste ponto de vista: não podemos pedir ao Direito que impeça que esses adolescentes de 13, 14 anos compartilhem mensagens eróticas, se os pais não conseguiram fazê-lo.
 
O Direito não pode resolver o que a consciência comum decidiu que não pode ser resolvido. O problema é educativo, mais do que jurídico.

Fonte: Aleteia

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* Pesquisa realizada por jornal italiano apresenta garotas de quatorze anos que consideram a virgindade “um peso do qual se livrar”. http://blog.comshalom.org/carmadelio/39840-pesquisa-realizada-por-jornal-italiano-apresenta-garotas-de-quatorze-anos-que-consideram-virgindade-um-peso-qual-se-livrar http://blog.comshalom.org/carmadelio/39840-pesquisa-realizada-por-jornal-italiano-apresenta-garotas-de-quatorze-anos-que-consideram-virgindade-um-peso-qual-se-livrar#comments Sat, 19 Apr 2014 10:44:32 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=39840 topic (1)
“Até que enfim fui aberta!”. Foi com esses termos que uma adolescente saiu gritando pela quadra de vôlei da escola, na Itália, para comunicar, urbi et orbi, que tinha perdido a virgindade. Na pesquisa publicada pelo jornal italiano “Il Fatto Quotidiano”, esta talvez seja uma das frases mais suaves que podem ser lidas.O mundo apresentado na pesquisa é o de jovenzinhas, pouco mais que crianças, muitas delas nem sequer adolescentes ainda, que vivem experiências sexuais com uma leviandade desconcertante, com grande “agressividade” no assédio aos meninos, tudo para se gabarem diante da turma. É um sexo “social”, feito de roteiros predefinidos, que “precisam” ser postos em prática e depois divulgados aos quatro ventos, inclusive com imagens mais ou menos “roubadas”. Mas que tipo de consequências esse turbilhão de hormônios e de emoções acarreta na sensibilidade daquelas jovens meninas?

***

Entrevista com o doutor Federico Bianchi di Castelbianco, psicólogo e psicoterapeuta, um dos principais especialistas da Itália nessa fase do desenvolvimento.

Dr. Bianchi, a pesquisa aponta que a virgindade, para as meninas de quatorze anos, está sendo vista, no geral, como um fardo. É isso mesmo?

Bianchi: Essa pesquisa estudou um ponto que é verdadeiro, mas que é pouco significativo se não levarmos em consideração o quadro completo da situação. Uns doze anos atrás, a virgindade “tinha que” ser perdida até o começo da faculdade. Depois, o “limite” foi baixando até cair, agora, para os 14 anos. Mas a pergunta que nós temos que fazer é: de onde é que vem essa redução na idade da perda da virgindade? Se olharmos para o problema da sexualidade no seu conjunto, nós temos que partir de uma premissa que dá origem a muitas situações. Falando com os pré-adolescentes, e eu estou falando de uma pesquisa que fizemos com milhares e milhares de meninos e meninas, nós percebemos que já faz alguns anos que eles estão separando a sexualidade da afetividade. Essa é a raiz de tudo isso. Por exemplo: uns cinco, seis anos atrás, existia a figura do “sexo amigo”: o menino ou a menina contava com aquela amiga ou com aquele amigo para “se divertir”, sabendo que tudo ia ficar só nisso, só na amizade. Aquilo mostrava que existia uma escolha consciente, clara e forte, de que todas as efusões sexuais tinham que ser isentas de afeto. Quando eu declaro para mim mesmo que o sexo pode ser uma atividade sem afeto, e os outros também acham a mesma coisa, aquilo vira uma ginástica, mais ou menos agradável. Evidentemente, se as coisas chegaram a esse ponto, quanto antes eu me livrar da virgindade, melhor, porque ela não tem nenhum valor para mim. O ato sexual não tem nenhum valor em si. Então, quando uma garota faz sexo com quatro pessoas diferentes em uma semana, é como se ela estivesse saindo para dançar com quatro pessoas diferentes, porque o ato em si não tem mais nenhum valor.

Como são as dinâmicas entre esses adolescentes?

Bianchi: Muitas festas e encontros de amigos viram festas e encontros de tipo sexual, mas sem conotações afetivas, relacionais. Uma das brincadeiras que eles fazem, por exemplo, é assim: alguém se esconde dentro de um armário; o próximo que abrir a porta também entra e o que acontecer lá dentro, aconteceu. Eles se privam até da escolha. Outro jogo é todo mundo beijando todo mundo. Eu gostaria de acrescentar o seguinte: antes, as experiências de brincadeiras com o mesmo sexo eram mais frequentes entre os rapazes, em colégios, no serviço militar, etc., ou seja, em ambientes sem meninas. Hoje, a quantidade de experiências homossexuais entre as mulheres aumentou tanto que ela atinge quase o mesmo nível, mesmo sem aqueles contextos de ausência do sexo oposto. Além disso, a experiência homossexual é vivida não como uma coisa que tem que ser entendida, mas eles simplesmente dizem: “foi bom” ou “não foi grande coisa, não quero repetir isso”. Tudo isso sugere que a experiência homossexual não nasce de uma atração, mas de uma necessidade de “estar na moda”. Esse é o grande drama.

É impactante a linguagem pesada, o fato de que o sexo praticado seja gritado aos quatro ventos, como se ele só fizesse sentido como uma “experiência social”. O que você pensa disso?

Bianchi: Bom, é claro que a linguagem é pesada e crua, porque se eu tirei do ato sexual qualquer aspecto de sentimento, o que me resta é o ato “bruto”, mecânico. A linguagem qualifica esse ato mecânico e só expressa a brutalidade, a força, o poder, o nojo… Eu despojei aquele ato de qualquer sentimento, e, por isso, quando vou falar dele, falo de um jeito que reflete essa falta de sentimentos. Voltando ao assunto da homossexualidade, a grande questão não é se existem ou não existem jovens com tendências homossexuais; o problema é que as mensagens sociais que nós passamos para os jovens são: “o que é gay é bonito e divertido”, e “o casal é uma chatice”. Este é o exemplo que nós estabelecemos. Um filme de alguns anos atrás, com Margherita Buy, mostrava o quê? A mulher e o marido ficavam deprimidos quando estavam juntos, mas quando o marido participava de festas com os gays, ele ficava alegre, sorridente, feliz. Esta é a imagem que nós estamos passando. Uma década atrás, aconteceu o beijo em público de Madonna e Britney Spears, durante um show, um beijo cheio de sensualidade. Centenas de milhares de meninas, só na Itália, seguiram aquele exemplo só no espaço de uma semana.

E que tipo de mensagem os adultos estão passando?

Bianchi: Nós, adultos, lançamos mensagens paradoxais: se você faz sexo com o sexo oposto, o sentimento não é necessário; já a homossexualidade é divertida. Mas para as crianças que ainda estão à procura de uma identidade sexual, não deveria ser sugerido nada. Com a lógica delas, mesmo que essa lógica esteja errada, elas vão crescendo e não devem ser condicionadas pelos adultos. Se pesquisassem o número de rapazes que só tiveram uma única experiência homossexual, descobririam que o número é enorme. E entre as meninas, isso também virou uma “tendência”, incentivada pela moda, não por uma pulsão.

Podemos dizer que foram principalmente as meninas que mudaram de comportamento sexual em comparação com o passado?

Bianchi: Atenção. Antes, a mulher dava um valor sentimental ao sexo. Quando os jovens decidiram que não é mais assim, a linguagem se tornou crua, e não poderia ser diferente. Quando fazer sexo é a mesma coisa que dar dois chutes numa bola de futebol, ou fumar um cigarro, ou um baseado, tudo é enfatizado do mesmo jeito. O problema é que é enfatizado com uma linguagem que vira um ponto de referência, e isso é uma coisa que os adolescentes não entendem, mas que também não foi entendida pela maioria das pessoas que acompanham os adolescentes. Significa que a menina tem que praticar atos sexuais violentos para dizer que ela “fez sexo”. Ela “precisa” fazer sexo com dois ou três rapazes juntos, senão as palavras dela não vão ser tão bombásticas quanto a realidade. Infelizmente, as palavras que os jovens usam levam à prática. Falamos dos 14 anos como a idade em que se perde a virgindade: na realidade, desde antes disso os adolescentes contam para nós, psicólogos, algumas coisas que revelam dois fenômenos. Primeiro, os meninos de 12 anos nos contam que as meninas é que vão tocar neles, e isso mostra uma inversão de tendência. Segundo, as meninas de 14, 15 anos, pedem para os pais trocá-las de escola. Isso porque elas foram extremamente desinibidas e “fáceis” durante o ensino médio e isso leva os rapazes a bater à porta delas, procurando por elas. Elas ficam envergonhadas daquilo que consideram como “uma clássica estupidez juvenil”. Mas isso elas não contam para os pais, e acabam ficando ali e vivendo um desconforto muito forte.

Mas essas meninas, depois de adultas, conseguem voltar a relacionar a sexualidade com a afetividade?
Bianchi: Sim, quando elas notam o vazio existencial dos relacionamentos em que o amigo clássico não é mais suficiente. Elas querem uma relação mais intensa e significativa, e acontece que aí elas “se agarram” ao rapaz por quem se apaixonam. Mas o problema é que, se aquele sentimento não é correspondido, essas meninas aceitam e concordam com tudo o que os rapazes querem. Vou dar um exemplo: eu conversei com meninas que foram agredidas pelos, digamos assim, “namorados”, e elas me diziam que estavam contentes. Quando eu perguntava por quê, elas respondiam: “Se ele me bate, quer dizer que ele se importa comigo”. Estamos saindo completamente dos limites do bom senso. A questão nem é tanto denunciar um fator relacionado com uma idade ou com um evento: o panorama, o conjunto, é que é pesado. Estamos diante de meninas que, aos 13 anos de idade, “precisam” perder a virgindade, que fazem atividades sexuais como se fosse um tipo de ginástica, que se entregam com uma facilidade incrível. Quando aparecem aqueles casos de meninas se prostituindo, eu me pergunto como é que os adultos ainda se espantam. Se o roubo, para mim, não é roubo, é claro eu vou questionar quando me prenderem: “O que foi que eu fiz?”. E as meninas, que são mais sinceras que os meninos, dizem abertamente: “Eu fiz isso porque eu queria dinheiro, porque eu queria uma vida boa”. Ou seja, elas não estavam desesperadas. Muito pelo contrário: aquilo era “normal”.
Emanuele D’Onofrio
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* Conheça a história verdadeira que inspirou o filme que fala da força do amor e da lealdade. http://blog.comshalom.org/carmadelio/39842-historia-real-da-mulher-que-inspirou-o-filme-altas-aventuras http://blog.comshalom.org/carmadelio/39842-historia-real-da-mulher-que-inspirou-o-filme-altas-aventuras#comments Sat, 19 Apr 2014 10:07:32 +0000 Carmadélio http://blog.comshalom.org/carmadelio/?p=39842 1400_Up-Carl-Fredricksen-Ellie1

Filme : Up, altas aventuras”

Ao acabar a 2ª Guerra Mundial, ela permaneceu na Inglaterra, atendendo órfãos de guerra. Tornou-se especialista em ópera e grande fã de Sinatra e Greta Garbo. Sua vida continuava sendo divertida e louca até que, em 1965, sua mãe ficou gravemente doente e ela voltou aos Estados Unidos para acompanhá-la. Sua mãe morava em uma casa de Seattle e lá morreu poucos anos depois. Para conservar sua lembrança, ela decidiu ficar morando lá. Para sempre.

Pensando em sua mãe, em 1994, escreveu e editou com um pseudônimo um romance de 1.138 páginas, intitulado “Where Yesterday Began”. Em sua introdução, dizia: “Esta história é para todos aqueles que alguma  verdadeiramente, profundamente, irremediavelmente, inclusive em meio a um desastre. Para alguns, o amor simplesmente morre e cada um segue o seu caminho. Mas para outros, o amor é tão duradouro quanto o tempo, apesar das impossibilidades, da separação, da solidão segura”.

E aqui começa a nossa história…

No início de 2006, quando ela tinha 85 anos, um homem chamado Barry Martin se incorporou ao seu novo emprego como gerente de construção de um luxuoso centro comercial na cidade de Seattle.

Os promotores haviam conseguido comprar todos os lotes, exceto a casa de Edith. Portanto, a primeira missão de Barry foi convencer a idosa a vendê-la.

Ela imaginou que a via diplomática seria a melhor: “Bom dia, Sra.Macefield – começou Barry. Eu só vim avisá-la que hoje faremos muito barulho na construção. Se a senhora tiver qualquer problema, este é o meu telefone”.

Edith aceitou o cartão e, poucos dias depois telefonou para Barry para pedir-lhe… que a levasse ao cabeleireiro. “Eu já não consigo dirigir meu velho Chevrolet Cavalier”, desculpou-se Edith. E assim começou uma grande amizade.

Quando Barry lhe perguntou por que ela não queria vender sua casa, apesar de terem lhe oferecido um milhão de dólares e uma casa em outro bairro de Seattle, Edith respondeu: “Eu não quero me mudar. Não preciso do dinheiro. O dinheiro não significa nada para mim. Esta é a minha casa. Minha mãe morreu aqui, neste sofá. Eu voltei da Inglaterra para os Estados Unidos para cuidar dela. Ela me fez prometer que eu a deixaria morrer em casa, e não em um asilo. Cumpri minha promessa e é aqui onde quero morrer também, na minha própria casa, neste sofá”.

Edith construcción

Edith terminada

A história de Edith e da sua rejeição à generosa oferta foi divulgada pela imprensa e chegou aos ouvidos dos responsáveis da produtora Pixar.

A consequência foi “Up: altas aventuras“, uma maravilhosa história de amor na qual um homem decide honrar a lembrança de sua esposa salvando a casa em que viveram tantos anos de felicidade.

O filme estreou em 2009, mas Edith não pôde assisti-lo, porque um câncer no pâncreas acabou com a sua vida em 15 de junho de 2008. Barry cuidou dela até o final.

E o que aconteceu com a casa? Quem a herdou foi Barry, que, ao invés de oferecê-la aos seus antigos chefes, decidiu manter a lembrança da sua corajosa amiga e vendê-la a uma pessoa que se comprometeu a conservá-la como Edith a deixou.

E tudo foi feito assim, como você pode ver na foto com os balões de “Up: altas aventuras“.

(Artigo de Juan Jesús Cózar, publicado originalmente no blog Jesucristo en el cine)

 Veja abaixo um vídeo que conta o segredo de um casamento feliz. Impedível

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