À exemplo do Google, Yahoo favorece grupos pró-aborto e veta anúncios pró-vida.

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O portal relata que os anúncios violam sua política de publicidade.

Depois do Google retirar anúncios pró-vida de resultados de pesquisas do termo “abortion clinic” (clínica de aborto) nos EUA, sob pressão de grupos pró-aborto, o portal Yahoo acompanhou o exemplo e tomou a mesma iniciativa, a pedido dos grupos NARAL Pro-Choice America e UltraViolet.

De acordo com um porta-voz da Yahoo em conversa com o site CNET, o portal está revisando as campanhas que veicula e alguns dos anúncios estão fora de conformidade com sua política. Segundo o NARAL e o UltraViolet, ao buscarem clínicas de aborto, as pessoas tinham respostas de anúncios “disfarçados” financiados por grupos pró-vida.

“Estamos satisfeitos que o Yahoo tenha confirmado que alguns desses anúncios enganosos violem suas políticas de publicidade, além de declarar que irá removê-los para que as mulheres possam continuar a confiar na busca de informações precisas [do portal]”, ressaltou Ilyse Hogue, presidente do NARAL.

À Nita Chaudhary, co-fundadora do UltraViolet alertou que mulheres em posições vulneráveis tem sido atraídas para falsas clínicas de aborto, que na verdade se tratam de centros de crise de gravidez que repassam “informações imprecisas” sobre a prática, como é o caso do grupo pró-vida Online for Life.

A remoção de material na internet por pontos de vista conservadores cristãos já vinha ocorrendo. Como exemplo, em 2013, a loja virtual Apple Store removeu um aplicativo por supostamente causar “danos terríveis para lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais”.

Em 2012, os grupos cristãos NRB e John Milton Project criaram uma Carta de Livre Expressão para a Internet, convidando empresas de mídia a adotarem normas de liberdade de expressão mais robustas.

No entanto, no início deste ano, a Câmara dos Deputados dos EUA passou a estudar um projeto de lei que visa investigar qualquer material que “incentive” o ódio ou crimes. Grupos cristãos consideram que se ela for aprovada seria algo perigoso para a liberdade de expressão.

 

Fonte: http://portugues.christianpost.com/

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