Uma professora do ensino médio da Carolina do Sul, EUA, afirma que seus direitos da Primeira Emenda Americana foram violados quando ela foi demitida de seu emprego por compartilhar mensagens pró-aborto em sua conta no Facebook.

A professora Elizabeth Cox diz que já assinou um contrato para ensinar na Bishop England High School, em Charleston, para o próximo ano, quando soube no mês passado que estava sendo demitida por seus posts nas redes sociais.

Documentos judiciais mostram que a escola, administrada pela Diocese de Charleston, encerrou o contrato com a professora em 7 de junho, citando mensagens do Facebook de Cox apoiando publicamente o aborto “em oposição à missão e aos ensinamentos da Igreja Católica Romana”.

As postagens no Facebook violaram os termos do contrato de trabalho de Cox, disse o diretor da escola Bishop England, Patrick Finneran, em uma carta de rescisão.

“Os pais mandam seus filhos para a Bishop England expressamente porque querem um ensinamento e educação católicos”, escreveu Finneran. “Sua expressão pública em desacordo com os valores católicos enfraquece isso”.

A Bishop England é uma escola secundária privada, operada pela Diocese Católica de Charleston. Como tal, os membros da equipe da instituição são funcionários da diocese de Charleston.

Quando aceitam trabalhos na Bishop England High School, os professores assinam contratos declarando que concordam em defender publicamente as crenças e ensinamentos católicos conforme estabelecido nas Escrituras Bíblicas e no Catecismo da Igreja Católica.

A Igreja Católica vê o aborto como um “mal moral” ao qual se opõe veementemente com base no direito absoluto de uma pessoa à vida a partir do momento da concepção. Assim, como instituição privada, a escola além de usar o direito de poder estabelecer princípios a serem seguidos pelos contratados, também fez uso do contrato assinado pela docente, o qual ela disse concordar ao assinar o emprego.

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Pesquisadores identificaram um grupo de neurônios que são ativados pela ocitocina em uma área do cérebro feminino, mas que não estão presentes na mesma área do cérebro de um macho. A atividade alterada desses neurônios pode resultar em depressão pós-parto.

A ocitocina é amplamente referida como o hormônio do amor e desempenha um papel importante na regulação do comportamento social e materno. Nos últimos anos, o sistema de ocitocina no cérebro recebeu uma atenção tremenda como chave para novos tratamentos para muitos transtornos mentais, como ansiedade, transtornos do espectro autista e depressão pós-parto.

Novas pesquisas conduzidas por um biólogo e seus alunos da Louisiana State University (LSU) descobriram um grupo de células que são ativadas pela ocitocina em uma área de cérebros de camundongos fêmeas, mas que não estão presentes na mesma área em cérebros de camundongos machos

“Muitos pesquisadores tentaram investigar a diferença entre o sistema de ocitocina em mulheres em comparação com os homens, mas ninguém conseguiu encontrar evidências conclusivas até o momento. Nossa descoberta foi uma grande surpresa”, disse Ryoichi Teruyama, professor associado do Departamento de Ciências Biológicas da LSU, que liderou este estudo publicado no PLOS ONE.

As células receptoras de ocitocina estão presentes na área do cérebro que se acredita estar envolvida na regulação do comportamento materno. Além disso, a expressão de receptores de ocitocina nessas células só está presente quando o estrogênio também está presente.

Isto significa que estas células estão envolvidas na indução do comportamento materno. Além disso, confirma o que muitos estudos recentes em humanos mostraram: existe uma conexão entre a expressão alterada de receptores de ocitocina e a depressão pós-parto.

A depressão pós-parto contribui para a saúde materna precária e tem efeitos negativos no desenvolvimento da criança. Uma série de estudos descobriu que os filhos de mães deprimidas correm o risco de uma ampla gama de problemas cognitivos, emocionais, comportamentais e médicos.

Portanto, a depressão pós-parto é uma grande preocupação de saúde pública que tem efeitos adversos significativos na mãe e na criança. Cerca de 10 a 20% das mulheres sofrem de depressão pós-parto.

Esta nova descoberta que ocorreu na LSU abre portas para potenciais novos tratamentos e medicamentos para depressão pós-parto visando células receptoras de ocitocina. “Acho que nossa descoberta pode ser universal para todos os mamíferos que exibem comportamento materno, incluindo os humanos”, disse Teruyama.

No dia 11 de julho, Vincent Lambert, uma francês tetraplégico, de 43 anos, faleceu em uma cama de hospital depois que os médicos responsáveis lhe retiraram as máquinas de alimentação e hidratação para deixá-lo morrer.

A eutanásia é ilegal na França. No entanto, uma lei de 2005 permite que os médicos se abstenham de usar tratamentos “desproporcionais”. O que está permitido é colocar o paciente em sedação profunda até a sua morte.

A seguir, todos os detalhes deste fato lamentável.

1. Vincent sofreu um acidente trágico em 2008

Vincent sofreu danos cerebrais graves após um acidente de moto em 2008, na cidade de Chalons-en-Champagne, no nordeste da França. Para os médicos, a sua situação era irreversível.

2. Até em três oportunidades autorizaram desconectar os suportes vitais de Vincent

O Tribunal de Cassação da França, a máxima autoridade judicial do país, autorizou em 28 de junho de 2019 a remoção definitiva do suporte vital de Vincent Lambert.

Antes de maio de 2019, o hospital Chu de Reims já havia aprovado e, em seguida, parado dois procedimentos para interromper os tratamentos. Um foi apresentado pelo Dr. Eric Kariger, em 2013, e o outro por sua sucessora, Dr. Daniela Simon, em 2015.

3. Houve uma disputa familiar para mantê-lo vivo

Em 2013, a esposa de Vincent, Rachel Lambert, e seis dos oito irmãos do doente, pediram aos tribunais a permissão para desconectar os aparelhos que o alimentavam. Diante disso, os pais do paciente – católicos praticantes –, começaram uma batalha judicial para proteger a vida de seu filho, a qual chegou até mesmo ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH).

No dia 1ª de julho de 2019, a mãe de Vincent pediu ajuda ao Conselho de Direitos dos Deficientes das Nações Unidas para evitar a desconexão; no entanto, no dia seguinte, 2 de julho, o chefe da unidade de cuidados paliativos do hospital de Reims, Vincent Sanchez, ordenou a suspensão definitiva de tratamento.

4. A Igreja Católica se pronunciou em várias ocasiões

A Igreja Católica se pronunciou sobre este caso desde o início. Em julho de 2015, por exemplo, os pais de Vincent receberam uma mensagem do Núncio Apostólico, que lhes transmitiu a “profunda compaixão do Santo Padre pela grande provação” que tinham que enfrentar. Também enviou sua bênção e suas orações para que “tenham a coragem de enfrentar as provações que virão”.

Além disso, em 22 de maio de 2019, o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida e a Pontifícia Academia para a Vida assinalaram que a desconexão do suporte vital é uma “expressão de uma cultura do descarte que seleciona as pessoas mais frágeis e indefesas”.

O comunicado sublinha que “a continuidade da assistência é um dever inescapável” e que “a suspensão do tratamento representa uma forma de abandono do doente, fundada em um juízo impiedoso sobre a qualidade da vida”.

Na quinta-feira, 11 de julho de 2019, o Papa Francisco lamentou a morte de Vincent e pediu a Deus que o acolha “em seus braços”. Também pediu que não se construir “uma civilização que elimina as pessoas cujas vidas consideramos não sejam mais dignas de serem vividas: toda vida tem valor, sempre”.

ACI Digital

Coragem, meu irmão. Mesmo nas piores situações, Deus está presente ao teu lado e vai resolver tudo. Ele estava lá quando a tempestade fustigou a barca de apóstolos, a ponto de aqueles experimentados homens do mar acharem que iam morrer. “Mestre, não te importa que pereçamos?”, perguntaram os discípulos a Jesus, que parecia dormir. Mas Ele disse ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” E a tempestade se acalmou.

Assim é na nossa vida. Quando o menino Rhuan foi assassinado pelas mãos da própria mãe e da comparsa, após indescritíveis tormentos, nós também, por alguns instantes, achamos que tudo estava perdido. Senhor, não te importa que pereçamos?

E agora, algumas semanas depois do martírio de Rhuan, eis que militantes esquerdistas vão ao STF pedir a normalização da ideologia de gênero. Tentam, os companheiros, derrubar a lei proposta pelo então vereador (e hoje deputado federal) Filipe Barros, que proíbe a disseminação da ideologia de gênero nas escolas públicas de Londrina. Querem a ideologia de gênero não apenas aqui, mas em todas as escolas brasileiras. Querem a ideologia de gênero — que reduz o sexo biológico a uma fantasia — imposta para o meu filho, para o teu filho, para todas as crianças.

Lembro-me do dia em que a lei contra a ideologia de gênero foi aprovada pelos vereadores. Lembro-me da campanha popular que conseguiu mais de 30 mil assinaturas a favor do projeto de lei. Lembro-me da emoção e da alegria entre os educadores, pais e mães que defenderam a lei. Estávamos livres desse tormento! Foi como se alguém tivesse dito à tempestade: “Silêncio! Cala-te!”

Mas agora a tempestade voltou. A mesma ideologia que provocou o martírio e a morte de Rhuan insiste em atormentar a vida de nossas crianças. A esquerda, como sempre, não aceita nenhuma derrota; pelo contrário, quer transformá-la numa vitória ainda maior e humilhante, nem que seja no tapetão. Em vez da proibição da ideologia de gênero em uma cidade, querem torná-la obrigatória em todo o País!

Porque é disso que se trata: onde quer que seja disseminada, a ideologia de gênero passa a ser uma lei indiscutível e compulsória. Sob o falsíssimo pretexto de proteger minorias, impõe o jugo ideológico sobre a maioria. Enfraquece a base da sociedade humana, que é a família, e corrompe o fundamento moral de toda a civilização. A própria identidade humana — um menino é um menino, uma menina é uma menina — torna-se relativizada no altar da mentira.

Caso a lei de Londrina seja derrubada no STF, o menino Rhuan encontrará a sua segunda morte. O ministro que julgará a causa é conhecido por sua simpatia à agenda ideológica, mas nem tudo está perdido. Dias atrás, ele teve uma crise de choro quando se sentou ao lado de uma menina com anencefalia, que poderia ter sido abortada. Talvez essas duas imagens — a da menina que sobreviveu, a do menino que morreu — venham à sua mente na hora de julgar o caso. Porque, muito acima dos tribunais humanos, existe um Juiz que acalma as tempestades e aumenta a nossa coragem.

Quem é este que até os ventos e o mar obedecem? É Jesus Cristo — e ao seu lado está o menino Rhuan.

Paulo Briguet, Jornalista Folha de Londrina

O cardeal Baltazar Porras, administrador apostólico de Caracas e arcebispo de Mérida, na Venezuela, afirmou em reunião com a Fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) que a Igreja Católica é perseguida pelo regime ditatorial de Nicolás Maduro porque mantém uma postura firme de defesa do povo venezuelano diante dos erros do governo, que geraram e pioram continuamente a crise social, econômica, política e moral que assola o país.

Dom Baltazar denunciou, por exemplo:

  • as restrições impostas pelo regime aos centros educacionais católicos: “Parece que tentam colocar obstáculos para que a própria Igreja feche os seus colégios“;
  • os ataques do regime contra paróquias, mediante os “conselhos comunais e grupos pró-governo chamados ‘coletivos’“, que, nas áreas populares de Caracas, “ficam nas portas das paróquias para ouvir o que o padre diz na homilia: se não gostam, começam as ameaças“;
  • as contínuas pressões “sutis” para que não critique publicamente o governo;
  • as ameaças verbais e perseguição contra obras sociais como a Cáritas, que chegou a sofrer até confisco de medicamentos destinados a doação.
O cardeal destacou também a resistência e resiliência da Igreja perante a perseguição:

“A Igreja é a única instituição que permanece incólume, graças à proximidade com as pessoas e à nossa presença em todos os ambientes. Além disso, a Igreja teve a coragem de apontar os defeitos deste regime, que gerou um conflito social em crescimento”.

Sobre a fuga massiva de venezuelanos da própria terra, ele comenta:

“As pessoas vão embora por causa da situação econômica, dos seus ideais políticos, outros por causa da perseguição que existe no país. O aparato econômico está praticamente destruído. Há carência de emprego e de assistência à saúde. Os especialistas classificam tudo isso como economia de guerra”.

Sobre a situação da Venezuela se a Igreja Católica não estivesse presente no país, o cardeal afirmou:

“A situação seria pior e se agravaria para muitas pessoas. Nós, que ficamos, sentimos falta da companhia e sofremos também, porque muitos que foram embora não estão em boa situação. A Venezuela está se tornando um problema geopolítico que afeta outros países. Já há 4 milhões de venezuelanos fora do país; 1,5 milhão na Colômbia; 700 mil no Peru; 400 mil no Chile; 500 mil na Flórida, e dizem que a metade deles não tem documentação; e muitos outros em outros países da América e da Europa. É muito triste”.

Estima-se que 168.000 venezuelanos estejam refugiados no Brasil.

No relatório divulgado em junho, estimando em 4 milhões o total de refugiados venezuelanos no exterior, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) também informaram que se trata do segundo maior grupo populacional deslocado no planeta, atrás apenas dos refugiados sírios, que somam 5,6 milhões de pessoas. 

Cientistas da Universidade de Basileia (Suíça) identificaram a carta privada cristã mais antiga que se conhece, do início do século III, e nomeada “P.Bas. 2.43”, indica um comunicado divulgado pela instituição.

A carta, datada do ano 230 depois de Cristo, oferece informação sobre o mundo dos primeiros cristãos do Império Romano e é mais antiga do que todos os testemunhos documentais cristãos previamente conhecidos do Egipto-romano.

O texto inscrito em papiro revela que em princípios do século III os cristãos já se encontravam longe das cidades do interior egípcio, onde assumiram funções de liderança política e na sua vida quotidiana não se distinguiam no ambiente pagão.

Desta forma, a informação põe em causa a ideia que normalmente associa os primeiros cristãos do Império Romano a povos excêntricos e perseguidos.

O papiro, há mais de cem anos propriedade da Universidade de Basileia, inclui uma carta de Arrianus enviada ao seu irmão Paulus e “destaca-se”, segundo o comunicado da universidade, de outras cartas oriundas do Egito greco-romano pela sua fórmula de saudação final: “Rezo para que estejas bem, ´no Senhor´”, usando uma ortografia abreviada no final.

O uso desta abreviatura, estamos a falar do chamado ´nomen sacrum´, não deixa dúvidas sobre o sentimento cristão do autor”, disse Sabine Huebner, professora de História Antiga da Universidade de Basileia.

Paulo é um nome muito raro na altura e podemos deduzir que os pais mencionados na carta já eram cristãos e que decidiram dar ao filho o nome do apóstolo, 200 anos depois de Cristo”, explicou Huebner.

A carta proporciona também detalhes sobre as origens sociais desta família cristã primitiva: os dois irmãos eram filhos jovens educados da elite local, terratenentes e funcionários.

Não é surpreendente que os primeiros cristãos também tenham participado na vida quotidiana romana. E também usufruíram dos mesmos prazeres que os seus concidadãos não cristãos”, afirmou à agência Efe Sebastian Ristow, do Instituto Arqueológico da Universidade de Colonia (Alemanha).

O fato de apenas uma parte dos primeiros cristãos ter vivido de uma forma “verdadeiramente ascética” está documentado, acrescentou.

O papiro provém da povoação de Theadelphia (Egito) e pertence ao Heroninos, o maior arquivo de papiro da época romana.

A Universidade de Basileia foi uma das primeiras universidades de língua alemã e a primeira na Suíça alemã a criar uma coleção de papiros própria, no início do século XX.

Na altura, o estudo de textos em papiros era uma disciplina florescente e esperava-se ganhar com ela informações sobre a evolução do cristianismo primitivo.

Fonte: TVi 24