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O nome de Janusz Korczak não é bem conhecido fora da Polônia e Europa, mas este homem é um verdadeiro herói! Janusz Korczak era um escritor infantil, pedagogo e pediatra judeu-polonês. Ele escreveu mais de 15 livros, dois deles foram traduzidos para o inglês.

Em 1911, ele se tornou diretor de um orfanato em Varsóvia, Polônia. Esta instituição foi criada como projeto dele mesmo e tinha o intuito de dar amparo a crianças judaicas.

Quando a Segunda Guerra Mundial começou, Korczak queria servir o exército polonês, mas ele era muito velho para tal atividade.

Quando Varsóvia foi tomada pelos nazistas, ele estava na cidade. Em 1940, quando o Gueto de Varsóvia foi criado, seu orfanato se mudou para lá e Korczak não abandonou seu projeto.

Em 5 de agosto de 1942, os soldados nazistas chegaram ao orfanato para levar as crianças para o campo de concentração de Treblinka. A Korczak havia sido oferecida a opção de ficar no “lado ariano” de Varsóvia, mas ele recusou a oferta — ele não podia deixar seus “filhos” — e disse que iria com as crianças.

As crianças estavam vestidas com suas melhores roupas e cada uma levou um brinquedo ou livro favorito. Ele embarcou no trem com seus órfãos e ninguém o tinha visto desde então.

Korczak morreu com seus “filhos” em uma câmara de gás em Treblinka. Ele não traiu seus princípios mesmo diante da morte. Este homem maravilhoso escolheu morrer, mas não abandonar seus órfãos.

Devemos sempre nos lembrar de seu grande coração!

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Bombeiro americano que foi vítima no atentado contra as Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001 e sua vida de fé, transmitida à Família

No último dia 11 transcorreram 15 anos do maior atentado terrorista já perpetrado no mundo. O ataque às Torres Gêmeas, em Nova York, marcou o fim de uma era. Desde então, o mundo não foi mais o mesmo. A insegurança reinou por toda parte. Das mais de três mil vítimas desse atentado, cada uma tem sua história.
A cadeia americana de televisão CNN é uma das mais poderosas do mundo. Evidentemente, como toda a mídia, ela só traz matérias que interessem aos seus telespectadores e rendam dividendos.Por isso, surpreende uma longa reportagem “não politicamente correta” e contra seus hábitos, publicada por ela no dia 6 de setembro, sobre uma família numerosa e genuinamente católica, atingida pelo infortúnio. Tinha como título: “Os 10 Palombo: como perdendo o pai em 11 de setembro, e em seguida a mãe, transformaram o sofrimento em força” .(1)

Trata-se da família de Frank Anthony Palombo, bombeiro em Nova York, que perdeu a vida no atentado às Torres Gêmeas em 11 de setembro. Lídimo católico, por ocasião de sua morte aos 46 anos de idade, era pai de dez filhos, oito homens e duas mulheres, na idade de 11 meses a 15 anos. [foto abaixo]

FAMÍLIA NUMEROSA E FELIZ

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Frank e sua esposa Joana se conheciam praticamente desde criança. No entanto, ele entrou para o seminário pensando ser sacerdote. Saiu algum tempo depois, convencido de que sua vocação era o matrimônio. Em 1979 entrou para o corpo de bombeiros de Nova York, e em 1982 casava-se com Joana, que era professora.

No início houve alguns problemas a superar. Enquanto Frank era profundamente religioso, Joana “não queria saber de religião”. Ele queria ter muitos filhos, e ela não queria ter nenhum.

Foi só em 1985 que as coisas mudaram. Um dia Frank viu em sua paróquia o anúncio de uma série de palestras com o título: “Qual o sentido de sua vida?”. E convenceu sua esposa a delas participar. Joana foi a contragosto, mas as palestras a impressionaram profundamente. As palavras do sacerdote: “Por que você não deixa Deus entrar em sua vida?” foram-lhe diretamente ao coração. Rendeu-se. “Saber que Deus a amava, deu-lhe a força para levar a vida adiante, sem se assustar com o sofrimento”, diz sua filha Maria.

Casualmente ela encontrou na igreja um casal italiano com quatro filhos, que parecia ser muito feliz. “Por que não hei de fazer o mesmo?”, pensou. Isso a reconciliou com o pensamento da maternidade.

A partir de então os filhos começaram a chegar, um após outro. E o casal os recebia com alegria, como um dom de Deus. Não lhes importava ficar ricos, mas sim amar os filhos que Deus lhes dava. Desse modo, o que não podiam dar financeiramente aos filhos, eles compensavam com o carinho e a disponibilidade.

Mais tarde Frank se emocionava quando via à mesa seus numerosos filhos, e agradecia a Deus por tê-los dado.

Frank, com seu bom temperamento, era a alma da ruidosa família. Em tudo os filhos recorriam ao pai, que os ajudava nas tarefas escolares ou nos jogos, e os encorajava a se esforçarem muito no estudo. “Se vocês tirarem nota baixa por não se terem esforçado, eu ficarei muito bravo”, dizia-lhes.

De seu lado, Joana era uma mãe amorosa, que tratava os filhos com muita delicadeza. Muito ativa, ela os levava e buscava na escola, assistia-os nos estudos e nos jogos, e, sobretudo, instilava neles uma profunda piedade.

O zelo apostólico de Frank levava-o a se interessar também pelos jovens da paróquia. A cada três anos, conduzia um grupo deles para fazer missões no ultramar.

Certa vez comentavam o gosto que ele teria salvando muitos das chamas nos incêndios. Com espírito sobrenatural, ele respondeu que antes “era mais satisfatório salvar uma alma das chamas eternas”.

Nas horas vagas em sua corporação, Frank lia a Sagrada Escritura. A quem lhe dizia que, em vez disso, deveria empregar seu tempo estudando para ser promovido a tenente, ele respondia: “Você nunca irá ao Céu só lendo a apostilha para ser tenente”.

Frank poderia aposentar-se em 1999. Não o fez, mas começou a fazer trabalhos extras, julgando que necessitava de mais alguns anos para ter seu próprio negócio. A esposa terminara seu mestrado, e esperava poder lecionar de novo para ajudar nas despesas.

A PRIMEIRA TRAGÉDIA: O 11 DE SETEMBRO

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Foi então que, em setembro de 2001, sobreveio a tragédia. Frank e mais seis colegas foram esmagados pelas ruínas em chamas do prédio das Torres Gêmeas, no qual trabalhavam.

O trágico acontecimento provocou uma como que devastação não só na família, privada de seu mais firme suporte, mas em toda a paróquia que Frank frequentava e em muitos de seus amigos.

Sozinha, às voltas com dez filhos — o mais velho dos quais tinha apenas 15 anos e o mais novo seis meses —, Joana, com sua fé em Deus, enfrentou com coragem a nova situação.

Naturalmente, o choque dos filhos foi tremendo. Eles se perguntavam: “Como pôde Deus permitir isso? Como pôde Deus deixar-nos sem um pai?” A mãe procurava explicar-lhes que os desígnios de Deus são insondáveis, mas que, permitindo essa desgraça, Ele não os desamparava; pelo contrário, continuava a assisti-los.

O temor de Joana era de que o Estado pusesse em dúvida sua capacidade de criar tantos filhos sem o marido, e que, portanto, os separassem dela. Felizmente isso não ocorreu. Mulher enérgica, ela queria a todo custo manter unida a família, baseada no que o esposo sempre lhe dizia: “Deus proverá”.

Do ponto de vista financeiro, eles contavam com a pensão do pai, mais uma compensação extra por sua morte em serviço, além de doações de parentes e amigos.

TODOS AJUDAM A FAMÍLIA ENLUTADA

E as ajudas vinham de todos os lados, a começar pelos bombeiros da unidade de Frank. Eles já se tinham familiarizado com os meninos quando o pai os levava para a corporação, e começaram a ajudar de vários modos, executando pequenos reparos e outros serviços na casa, dando-lhes carona nos seus carros de serviço, e jogando com eles em frente da casa.

Além disso, estranhos começaram a lhes dar alguma ajuda, em espécie ou em dinheiro. Por exemplo, Jim Fassel, técnico do famoso clube de futebol americano New York Giants, ficou tão comovido com a notícia de que um bombeiro tinha morrido deixando 10 filhos, que procurou ajudá-los como pôde. Concedia-lhes ingresso grátis para os treinos e jogos do seu clube, e até os convidava para entrar no campo com seus jogadores nos dias de jogo. Um pequeno episódio ocorreu num desses dias, durante a execução do hino nacional. Um dos filhos de Frank, o adolescente Tom, ouvia um tanto displicentemente o hino. Então um dos mais conhecidos jogadores do clube, Michael Strahan, deu-lhe um tapinha na cabeça dizendo: “Ponha as mãos juntas”.

A SEGUNDA TRAGÉDIA: A MORTE DA MÃE

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A vida para eles seguia com relativa normalidade quando, em 2008, Joana foi diagnosticada com câncer no cólon. Cirurgias, quimioterapias, tratamentos diversos se seguiram enquanto ela lutava desesperadamente pela vida.

Mas sentia que era preciso preparar os filhos para o pior. Quando sentiu que o fim se aproximava, recomendou-lhes que permanecessem sempre unidos e que não se preocupassem com os irmãos mais novos, “porque agora eles teriam uma Mãe melhor. Amem a vida, e façam o melhor que possam”.

No dia 8 de agosto de 2013, rodeada pelos filhos, irmãos, e por muitos de sua paróquia, Joana entregou sua alma a Deus, enquanto os presentes cantavam o Credo. O primogênito tinha 27 anos e o caçula, 12.

A VIDA SEM OS PAIS
Já vimos num artigo anterior que a união existente entre os membros das famílias numerosas é muito maior. Isso se deu com os Palombo: seguindo o desejo da mãe, todos os irmãos resolveram permanecer juntos em sua casa de Nova Jersey, para se ajudarem mutuamente.

Antonio, o mais velho, está agora no seminário para ser sacerdote. Frank Jr., o segundo, é o único casado e já tem três filhos. Joe, o terceiro, é o contador que controla o orçamento da família. Maria, a quarta, é enfermeira especializada em oncologia. Tornou-se a “mãe” e a dona da casa. O quinto filho, Tom, seguiu a profissão do pai. João, o sexto, foi admitido na academia dos bombeiros. Patrick, o “chefe” da casa, está trabalhando como cozinheiro num restaurante italiano. Daniel, o seguinte, está no colégio, e a última, Margarete, está no ginásio.

Joe afirma: “Tendo esse vínculo [de união entre si] apesar da diferença de cada um e da diferença de personalidades, eu penso que isso nos mantem unidos”. E Patrick acrescenta: “Nossos pais instilaram em nós a importância de estarmos juntos, comermos juntos, e rezarmos juntos”.

Como o domingo é o dia em que todos estão em casa, os 10 se reúnem para fazer a oração da manhã em conjunto, como os pais lhes ensinara.(2)

As considerações sobre essa família tão religiosa e tão unida diante de tanto sofrimento nos mostram a importância da Religião Católica e do afeto na formação dos filhos. E como Deus socorre e abençoa os que são d’Ele, mesmo em meio às piores tragédias.

Plinio Maria Solimeo
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[1] http://edition.cnn.com/2016/09/06/us/palombo-10-siblings-from-9-11/index.html. É nessa fonte que baseamos o presente artigo.

[1] Ver também: http://www.religionenlibertad.com/padre-murio-11s-madre-cancer–51947.htm
https://www.aciprensa.com/noticias/quedaron-huerfanos-tras-atentado-del-11s-y-dios-bendijo-a-estos-10-hermanos-por-su-fe-63424/

Postado por Paulo Roberto Campos

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Martina Purdy era uma conhecida jornalista da seção política da rede de notícias BBC, entretanto, em outubro de 2014 fez um anúncio que surpreendeu seus colegas de trabalho e líderes políticos: deixaria sua carreira para entrar no convento e ser religiosa contemplativa. Agora, Irmã Martina conta como foi a história da sua conversão.

“Não é uma vida que tivesse escolhido por mim mesma. O Senhor a escolheu para mim. É uma vida bastante satisfatória. Estou alegre”, afirmou a então religiosa em uma entrevista com a imprensa local, através da qual confessou que reza por todos os políticos.

Em um artigo publicado por Belfast Telegraph, Irmã Martina – membro das Irmãs da Adoração – indicou que sua transição foi um processo lento e que logo após seu anúncio teve um encontro privado com o Primeiro-ministro da Irlanda do Norte, Peter Robinson; e o Primeiro Vice-ministro Martin McGuinness. Os líderes políticos “queriam entender como foi o meu chamado”.

Além disso, um político o qual não revelou o nome, mas descrito como um bom contato, enviou-lhe uma mensagem de texto que dizia “não compreendo”.

A conversão de Martina Purdy não foi brusca. No programa radiofônico The Talkback, da BBC Radio Ulster, recordou que embora tenha tido uma “sólida formação católica”, dizia que não queria “absolutamente” ser religiosa. Entretanto, pouco a pouco começou a sentir que o jornalismo já não era para ela.

“Não digo que era infeliz”, indicou, mas “surpreendentemente estava ficando mais alegre, mas era uma alegria que vinha da oração”.

Além disso, confessou que sua vida passada, dedicada às compras e a sair com os amigos, era cada vez menos satisfatória, e cada vez que entrevistava os políticos “sentia que queria rezar por eles mais do que fazer-lhes perguntas”.

Deste modo, foi experimentando uma transformação lenta, mas tão intensa que a desafiava a optar pela vida religiosa. “Eu ainda negociava com o Senhor”, assinalou.

Entretanto, um dia, caminhando por Drumalis Retreat, perto de Larne, deparou-se em frente a uma pequena árvore que estava sem folhas, mas era linda. Martina começou a perguntar-se como esta árvore estaria cheia de folhas e frutas. “Percebi que me haviam oferecido uma transformação”, expressou.

Posteriormente, a então jornalista deu de presente todos seus pertences, inclusive as suas roupas –muitas destas para a obra de caridade –, e vendeu seu automóvel. “Não quero nada. Não preciso de nada… Vivo como uma filha de Deus”, afirmou. Além disso, assinalou que as pessoas a conheciam bem, não ficaram impressionadas pela decisão que havia tomado em ser religiosa.

Agora, como religiosa, continua ligada ao mundo das comunicações, pois escreve no jornal do convento e twiteia o Evangelho. Há uma “fome espiritual” do lado de fora, afirmou.

Steve Ray é um católico convertido, vindo do protestantismo batista. Ele é uma das grandes vozes católicas nos EUA. Desde sua conversão, Steve entrou no discurso entre denominações para responder à questões sobre o catolicismo, sobretudo de protestantes.

Ric Elias estava em uma poltrona da primeira fila no voo 1549, o avião que fez um pouso forçado no Rio Husdon, em Nova Iorque, em Janeiro de 2009. O que passou na cabeça dele quando o avião condenado começou a cair?

No TED, ele conta sua história publicamente pela primeira vez.

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Sir Alec Guinness é um dos atores mais reconhecidos do século 20. Embora tenha atuado em muitos filmes ao longo de sua vida e ter ganho muitos prêmios, é conhecido mundialmente por ter interpretado o personagem Obi-Wan Kenobi na trilogia original de Star Wars. O que muita gente não sabe é que à idade de 42 se converteu ao catolicismo, em parte devido a um fato milagroso.

Guinness nasceu em 1914 em Londres em uma família com problemas. Nunca conheceu seu pai e se criou na pobreza. Apesar de ter recebido a Confirmação na Igreja anglicana aos 16 anos, não estava seguro do que realmente pensava sobre a religião. Logo trocou a fé anglicana pelo presbiterianismo, o ateísmo, o marxismo, o budismo. E, como um típico inglês de princípios do século 20, o catolicismo não lhe inspirava interesse algum.

Enquanto ensaiava para a obra Hamlet, um sacerdote anglicano se aproximou dele e explicou que fazia mal o sinal da cruz e mostrou-lhe o modo correto. Este encontro teve um impacto espiritual no ator que recuperou certo interesse no anglicanismo.

Sentiu-se mais atraído à fé anglicana durante o turbilhão da Segunda Guerra Mundial, mas em 1954 aos 40 anos de idade outra experiência o levou a considerar o catolicismo.

Estava na França trabalhando no filme “O Padre Brown”, baseado no famoso sacerdote que resolvia crimes, criado pelo escritor católico britânico GK Chesterton. Ele era o protagonista e andava vestido como sacerdote católico. Enquanto caminhava pela rua, um menino do lugar o confundiu com um verdadeiro sacerdote. O menino correu, tomou sua mão com confiança, e caminhou com ele.

A confiança e o afeto do menino para com os sacerdotes católicos tiveram um profundo impacto nele e começou a pensar seriamente no catolicismo.

Sobre esta experiência alguma vez disse: “Enquanto continuava minha caminhada, pensei que uma Igreja que podia inspirar tanta confiança em um menino, fazendo que os sacerdotes, embora desconhecidos, fossem de tão fácil acesso, não podia ser tão intrigante ou horripilante como tantas vezes era apresentada. Comecei a me desprender de meus antigos preconceitos que foram aprendidos e absorvidos”.

Pouco depois, seu filho Mateo contraiu poliomielite e parecia estar perto da morte. Desesperado e procurando ajuda divina, Guinness começou a visitar uma igreja católica local para orar.

Então fez um trato com Deus: se Mateo se curava, ele se converteria ao catolicismo.

Contra todas as expectativas, seu filho se recuperou. Foi então que Guinness e sua esposa o inscreveram em um colégio jesuíta. Uns anos mais tarde, Guinness, sua esposa e seu filho se converteram ao catolicismo.

Guinness seguiu sendo um católico fiel o resto de sua vida até sua morte no ano 2000.

Fonte: Churchpop.com

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A Via da Beleza foi proposta em várias oportunidades como um dos caminhos mais importantes da Nova Evangelização, por sua faculdade de chegar ao espírito de pessoas que não tiveram contato com a Fé e prepará-las para a contemplação dos mistérios de Deus. Um caso muito característico desta via de evangelização é o de Osamu Tanimoto, um artista japonês que chegou ao conhecimento da Fé e a conversão pessoal através da porta de entrada da arte sacra católica, em particular a obra do Beato Angélico.

“Escolhi Florença (como lugar de estudo da arte) porque estava atraído pela harmonia que tem as pinturas do Renascimento”, explicou. “Depois de que copiei pinturas de Rafael e Fra Angélico, cheguei a entender que não era na realidade a técnica o que fazia essas pinturas belas, mas a espiritualidade por trás dessas obras”. Esta conclusão, fruto da admiração das obras mestras da arte sacra que estudava, lhe motivou a indagar sobre a doutrina da Igreja Católica.

Tanimoto relatou sua experiência a Regina Magazine, uma revista católica de língua inglesa, e descreveu como a arte lhe deu a conhecer uma realidade que havia estado ausente por completo em sua vida. “Era totalmente alheio ao cristianismo”, assegurou. “A cristandade não é algo grande no Japão. Acima de tudo a sociedade é muito secularizada. A gente simplesmente não ouve falar de Jesus em Tóquio”. Para o artista, sua ignorância completa da Fé lhe fazia completamente indiferente à religião, ainda que descreveu que ajudou em seu caminho não ter tido prejuízos.

O que o artista descobriu, literalmente mudou sua vida. “O que era extraordinário e me manteve aceso foi o mistério da Ressurreição. Qualquer sofrimento vale a pena ser suportado e não deveria fazer perder a esperança se tenho Fé nEle (Jesus Cristo)”, declarou. “Para mim, isto virou o mundo ao revés”. Tanimoto descobriu que várias doutrinas da Igreja eram contrárias aos critérios dominantes do mundo, mas “no profundo do coração, sabia que eram corretas”, indicou.

“A arte cristã foi minha entrada aos mistérios. Tocou meu coração e elevou minha alma com sua harmonia”, relatou. “Aos poucos vi as imagens do Evangelho primeiro e então entendi a história. Depois li a passagem”. A experiência de Fé de Osamu Tanimoto se expressa em suas próprias obras após viver seis anos de seu caminho de descobrimento da Igreja. Obras como “O retorno do Filho Pródigo”, a “Ressurreição da filha de Jairo” e “A Procissão do Domingo de Ramos 2015”, se exibirão no Claustro de La Santissima Annunziata em Florença, no mês de novembro, coincidindo com a visita programada do Papa Francisco à cidade italiana. (GPE/EPC)

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Repercutiu em sites de todo o planeta, recentemente, o testemunho de Sarah Salviander, pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern. A incrível história da sua conversão a Cristo começa com os seus estudos científicos e culmina com a morte da filha. Vale a pena investir cinco minutos em ler o depoimento dela.

“Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância”.

“O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais”.

Aos 25 anos, quando abraçava a filosofia racionalista de Ayn Rand, Sarah entrou em uma universidade dos EUA: “Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos? Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem focados em desfrutar a vida, os objetivistas racionalistas não pareciam sentir alegria alguma. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa”.

A atenção da jovem se voltou completamente ao estudo da física e da matemática.

“Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a me influenciar e eu me via cada vez menos hostil ao cristianismo. No verão, depois do meu segundo ano, participei de um estágio de pesquisa na Universidade da Califórnia, num grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo me fez pensar na observação de Einstein de que a coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’”.

Depois desse insight, a razão de Sarah foi gradualmente se abrindo ao Mistério:

“Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós nos apaixonamos e nos casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante me casar com um cristão. Terminei a minha formação em física e matemática naquele mesmo ano e, pouco tempo depois, comecei a dar aulas de astrofísica na Universidade do Texas em Austin”.

A penúltima etapa da jornada de Sarah foi a descoberta, também casual, de um livro de Gerald Schroeder:

The Science of God” [“A Ciência de Deus”]. “Fiquei intrigada com o título e alguma coisa me levou a lê-lo, talvez o anseio por uma conexão mais profunda com Deus. Tudo o que sei é que aquilo que eu li mudou a minha vida para sempre. O Dr. Schroeder é físico do MIT e teólogo. Eu notei então que, incrivelmente, por trás da linguagem metafórica, a Bíblia e a ciência estão em completo acordo. Também li os Evangelhos e achei a pessoa de Jesus Cristo extremamente convincente; me senti como quando Einstein disse que ficou ‘fascinado com a figura luminosa do Nazareno’. Mesmo com tudo isso, apesar de reconhecer a verdade e de estar intelectualmente segura quanto a ela, eu ainda não estava convencida de coração”.

O encontro decisivo com o cristianismo aconteceu há apenas dois anos, depois de um acontecimento dramático: “Eu fui diagnosticada com câncer. Não muito tempo depois, meu marido teve meningite e encefalite; ele se curou, felizmente, mas levou certo tempo. A nossa filhinha Ellinor tinha cerca de seis meses quando descobrimos que ela sofria de trissomia 18, uma anomalia cromossômica fatal. Ellinor morreu pouco depois. Foi a perda mais devastadora da nossa vida. Eu caí nas mãos do desespero até que tive, lucidamente, uma visão da nossa filha nos braços amorosos do Pai celestial: foi só então que eu encontrei a paz. Depois de todas essas provações, o meu marido e eu não só ficamos ainda mais unidos, como também mais próximos de Deus. A minha fé já era real. Eu não sei como teria passado por essas provações se tivesse continuado ateia. Quando você tem 20 anos, boa saúde e a família por perto, você se sente imortal. Mas chega um momento em que a sensação de imortalidade evapora e você se vê forçada a enfrentar a inevitabilidade da própria morte e da morte das pessoas mais queridas”.

“Eu amo a minha carreira de astrofísica. Não consigo pensar em nada melhor do que estudar o funcionamento do universo e me dou conta, agora, de que a atração que eu sempre senti pelo espaço não era nada mais do que um intenso desejo de me conectar com Deus. Eu nunca vou me esquecer de um estudante que, pouco tempo depois da minha conversão, me perguntou se era possível ser cientista e acreditar em Deus. Eu disse que sim, claro que sim. Vi que ele ficou visivelmente aliviado. Ele me contou que outro professor tinha respondido que não. Eu me perguntei quantos outros jovens estavam diante de questões semelhantes e decidi, naquela hora, que iria ajudar os que estivessem lutando com esses questionamentos. Eu sei que vai ser uma jornada difícil, mas o significado do sacrifício de Jesus não deixa dúvidas quanto ao que eu tenho que fazer”.

Unione Cristiani Cattolici Razionali via Aleteia

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Um policial foi o grande herói do dia na China ao se jogar embaixo de um homem que havia acabado de se jogar de um prédio em obras. Por conta da atitude, a vida do cidadão acabou sendo salva.

Tudo começou quando moradores alertaram policiais e bombeiros de que o homem estava na obra e ameaçando se matar. Enquanto se organizavam para tentar o resgate, o homem pulou e ficou preso em uma parte da obra, demorando mais para cair.

Único presente no local, o policial Liang Xiao não pensou duas vezes antes de se jogar no local onde o homem iria cair. Com a atitude heroica, amorteceu a queda e salvou a vida do cidadão.

Pouco depois, os dois foram levados a um hospital da região para que fossem examinados. Apesar de não morrer, o homem se machucou bastante, enquanto o policial sofreu ferimentos leves e ficou apenas meio atordoado com o impacto do choque.

Fonte: Yahoo Notícias

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Andrzej Duda, presidente da Polônia, esteve presente na Missa do dia de Ação de Graças celebrada pelo Cardeal Kazimierz Nycz, arcebispo de Varsóvia. Num dado momento, já depois da consagração, o vento forte fez com que uma Hóstia consagrada voasse do altar e fosse parar ao chão. Nesse momento, o presidente polaco levantou-se, genuflectiu e apanhou a Hóstia.

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De todas as autoridades presentes nos primeiros bancos, o presidente polaco foi o único a reagir. Os seus guarda-costas, que no princípio não entenderam o que se passava, aproximaram-se para ver o que fazia o presidente.

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Além de apanhar a Hóstia do chão, tapou-a com as mãos e entregou-a ao Cardeal Nycz, que A recebeu com a reverência devida a Jesus sacramentado.

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Aos 42 anos de idade, Andrzej Duda acabou de ganhar as eleições na Polónia, defendendo uma política de apoio à família e à natalidade, através de medidas sociais. Isto enquanto declara guerra aos contraceptivos, ao aborto e à fecundação in vitro.

ana-flavia-01-625x625Ana Flávia Bezerra é repórter e apresentadora do Sistema Jangadeiro de Comunicação.

Os plantões de fim de semana fazem parte da vida profissional de todo jornalista, seja ele assessor de  comunicação,  repórter de jornal impresso ou de televisão. E comigo, claro nunca foi diferente. Sempre que tinha eventos da Comunidade Católica Shalom, em Fortaleza, bem comuns nos finais de semana eu era escalada.

Por ser católica, então até achava bom. Já cobri Festival Halelluya, Festa da Misericórdia, Exponatal, Missa pelos enfermos  e muitos outros.Mas para mim, essas nunca foram pautas comuns. Daquelas que fazemos as entrevistas, e saímos com a sensação de dever cumprido. Nas matérias do Shalom sempre algo de diferente acontecia, na época eu não sabia identificar o que era. Mas a sensação era de paz, e de  uma alegria tão intensa de estar lá naquele momento e naquele lugar, de ver  uma multidão adorando e louvando a Deus. E sempre que concluía meu trabalho a vontade era de ficar. Mas tinha que seguir para a próxima pauta.

Até que em fevereiro de 2014 soube do Shalom Parquelândia  e surgiu dentro de mim uma vontade enorme de conhecê-lo. Meu marido, eu e meu filho de 11 anos passamos  a frequentar a missa dos domingos. Mas ainda era pouco, eu queria me sentir parte da comunidade. O tempo passou e mais uma vez minha profissão me aproximava do Shalom.

IMG-20150426-WA0014-1-625x468Ana Flávia e equipe de reportagem na cobertura do Festival Halleluya.

Fui escalada para fazer uma matéria na Casa São Francisco, albergue para moradores de rua mantido pelo Shalom no Centro de Fortaleza. Entrevistei o coordenador da Promoção Humana, que me convidou para fazer um Seminário de Vida no Espirito Santo. O que mais me tocou, foi que justamente naquele momento eu estava passando por uma séria crise no meu casamento. O entendimento que eu tive , foi que ele foi usado por Deus para me ajudar quando eu mais precisei. Como ele ia saber que eu estava triste e prestes a acabar com um casamento de 10 anos.

Claro que eu fiz o seminário e hoje sou do grupo de oração São Miguel Arcanjo do Projeto Mundo Novo, onde ganhei uma nova família. Minha vida hoje é outra, meu casamento foi restaurado, nos sentimos muito mais fortes para superar as  dificuldades da vida, e o principal, sei que não estou só. Eu tenho Deus como centro da minha vida.

O reflexo da minha mudança hoje é percebido pela minha família, pelos amigos do trabalho, e onde quer que eu vá busco evangelizar e levar o nome de Cristo e convido as pessoas a participarem da Comunidade Católica shalom.

 Sou Ana Flávia Bezerra, apresentadora e repórter do Sistema Jangadeiro de Comunicação.

Fonte: Blog Ancoradouro.