Pode haver um conflito entre a má ciência e a boa teologia, ou entre a má teologia e a boa ciência, mas é impossível haver um conflito entre a boa ciência e a boa teologia, pela simples razão de que Deus é o autor de ambas.

Uma pesquisa genética extremamente importante confirmou que o melhor da ciência é perfeitamente coerente com o melhor da teologia. Amas tem sua origem no criador.

Neste artigo do site http://www.phys.org, uma pesquisa genética abrangente revela novos aspectos da evolução, relata o autor Marlowe Hood sobre um estudo de cinco milhões de imagens instantâneas de genes — chamados de “códigos de barras do DNA” — que estão depositados no banco de dados do GenBank, que é gerenciado pelo governo dos EUA.

Esses códigos de barras de DNA foram retirados de cerca de 100.000 espécies de animais por pesquisadores de todo o mundo. Os resultados foram publicados na semana passada por Mark Stoeckle, da Universidade Rockefeller, em Nova Iorque, e David Thaler, da Universidade de Basel, na Suíça. 

Praticamente todos os seres vivos vieram a existir mais ou menos ao mesmo tempo“O resultado mais surpreendente do estudo, talvez, é que nove entre dez espécies na Terra hoje, inclusive os seres humanos, vieram a existir entre 100.000 e 200.000 anos atrás. Essa conclusão é muito surpreendente, e eu lutei contra ela o mais que pude,” disse Thaler à AFP.

Essa reação é compreensível: Como alguém explica o fato de que 90% da vida animal, geneticamente falando, é mais ou menos da mesma idade?

“Surpreendente,” realmente. Mais como vulcanicamente explosivo. E a questão é absolutamente profunda: como a evolução pode ser verdadeira quando a evidência científica, baseada nas melhores pesquisas genéticas, revela que todos os seres vivos vieram à existência mais ou menos ao mesmo tempo?

Se esse estudo é válido, a evolução não pode ser verdade, porque a evolução procura nos convencer de que todos os seres vivos vieram a existir através de um processo tedioso que levou milhões e milhões de anos e consistiu de pequenos avanços incrementais na vida animal produzidos por mutações genéticas benéficas que são praticamente desconhecidas no mundo natural.

Os pesquisadores estão aos tropeços tentando encontrar uma explicação evolucionária remotamente plausível para o surpreendente fato de que todos os seres vivos têm a mesma idade. Os vírus, as eras glaciais, os novos competidores e a perda de fontes de alimentos são todos apresentados, de modo hábil, mas pouco convincente, para dar uma cobertura darwiniana a uma teoria que é, de modo óbvio, fatalmente falha.

Eis está a citação de proporções sísmicas: “Ao analisar os códigos de barras em 100.000 espécies, os pesquisadores descobriram um sinal revelador de que quase todos os animais surgiram mais ou menos na mesma época que os seres humanos.”

Como realmente explicamos o fato de que toda vida animal é da mesma idade?

O estudo revela outra descoberta chocante, que também é fatal para a teoria da evolução. Embora a evolução darwinista exija um número incontável de formas transicionais, formas que estão em algum lugar entre uma forma de vida e outra, o registro fóssil não possui fósseis transicionais para os quais uma posição confiável possa ser justificada, nem um só.

O próprio Darwin reconheceu o problema dos elos perdidos em sua própria época, e acreditava otimistamente que o tempo resolveria esse problema — ele imaginou que, à medida que mais e mais fósseis fossem descobertos, finalmente seriam encontrados elos perdidos. Infelizmente para Darwin, a verdade é que temos menos elos hoje do que na época dele, já que os avanços da ciência têm revelado que as formas outrora consideradas de transição não são de forma alguma formas de transição.

Como Stephen Jay Gould, um dos mais proeminentes paleontólogos do mundo, disse: “A extrema raridade das formas de transição no registro fóssil persiste como o segredo comercial da paleontologia.”

Isso prepara o terreno para a segunda citação absolutamente revolucionária do artigo. “E ainda — outra descoberta inesperada do estudo — espécies têm limites genéticos muito claros, e não há nada de interessante no espaço intermediário.” Em outras palavras, a razão pela qual nenhuma forma de transição foi encontrada é bem simples: não há nenhuma.

Existem limites genéticos fixos entre uma forma de vida e outra e entre uma espécie e outra, e absolutamente nenhuma evidência genética de quaisquer supostos “elos perdidos.”

 

Julio Severo , via  BarbWire: The Truth Prevails: Science Confirms Genesis AGAIN

Os jovens que não creem em Deus nem praticam qualquer religião chegaram, em 2017, a 53,5%, superando pela primeira vez o número daqueles que creem. E em relação ao conjunto da população, um de cada quatro espanhóis não é religioso, segundo o estudo ‘Laicismo em números 2017’, da Fundação Ferrer i Guàrdia.

Este ano, no entanto, o percentual de não crentes caiu 0,8%, mesmo que, de acordo com a diretora da Fundação, Sílvia Luque, isso “não represente propriamente uma mudança de tendência”, segundo declarou à agência Efe, mas um aspecto estatístico, uma vez que de 1980 para cá, a população não religiosa aumentou de forma constante.

Segundo Luque, a diminuição do número de pessoas crentes ocorreu de maneira “marcada” entre 1980 e 2010, uma tendência que teria dado lugar agora a uma “estagnação”, porque “são mudanças lentas”.

“A não religiosidade entre os jovens, sim, continua crescendo, mas seu peso populacional é menor e, portanto, tem menos impacto na estatística geral”, disse Luque.

Jovens se afastam da religião

Atualmente, a idade é um dos fatores que mais incide sobre a probabilidade de professar uma religião: enquanto 53,5% dos com menos de 25 anos não creem, essa proporção diminui para cada faixa etária, até chegar a 6,7% nos maiores de 65 anos.

O relatório também inclui “grandes diferenças” territoriais, já que enquanto 39% dos catalães se declaram não religiosos, apenas 9% de murcianos compartilham essa característica.

A Catalunha é seguida, com maior número de não religiosos, pelo País Basco, as Ilhas Baleares e Navarra, enquanto que seguindo Múrcia, com menor número de não religiosos, estão Aragão, Castela-La Mancha e Extremadura.

“Os territórios mais urbanizados e industrializados mais cedo mostram uma secularização mais avançada, porque as áreas rurais mantiveram mais as tradições, incluindo aquelas de natureza religiosa”, explicou Luque.

Outro dado que se destaca no relatório é o declínio sustentado da importância da religião na vida, que, pela primeira vez em 2014, foi ultrapassada pela política, tendência que perdura até hoje.

No ofício dos ritos de passagem (batismo, casamento e exéquias) também há uma tendência de secularização acentuada, já que a proporção de casamentos civis e religiosos “inverteu-se completamente” em 20 anos: se em 1996, 76,7 % das uniões eram confessionais, agora elas representam apenas 27,5%.

Outra tendência das últimas décadas é o aumento das crianças nascidas de pais não casados, que em 1990 representavam 9,6% e hoje chegam a 44,4%.

Uma faceta que o relatório também analisa é o impacto da religião na educação, e destaca que 18% dos estudantes espanhóis estão matriculados em um centro privado de confissão religiosa, em comparação com 68% dos alunos matriculados em escolas públicas e 14% em uma escola privada laica.

Quanto à opinião sobre o aborto, 79% dos ateus e 72% dos não crentes mostram-se a favor, em comparação com 40% dos católicos e 26% dos crentes de outras religiões, porcentagens que se repetem de maneira similar na avaliação da igualdade do direito de adoção para casais homossexuais.

Os sociólogos Hungría Panadero e Josep Mañé são os autores do relatório, que é publicado anualmente há sete anos para “fazer um Raio-X do laicismo em um sentido amplo”, segundo Luque, incluindo a profissão de fé da população, mas também a análise das relações entre Igreja e Estado.

Fonte: Religión Digital