Após meses de preparação, finalmente chega o grande dia. É um monte de coisas para checar. E, geralmente, no topo da lista, está a escolha do profissional que vai fotografar o seu casamento.

Representando uma parte bastante pesada do orçamento, o fotógrafo tem a importante missão de capturar as emoções desse dia, para que você compartilhá-lo com seus entes queridos nas próximas décadas. E se você der a sorte de encontrar um fotógrafo realmente bom, ele poderá ir muito além do registro da beleza física para mostrar a verdadeira essência desse dia: a beleza bruta, que é o amor. E o casamento não é sobre isso?

Recentemente, o fotógrafo James Day nos fez lembrar disso com suas imagens emocionantes do casal australiano Adrian e Roslyn. A atitude do fotógrafo levou os noivos às lágrimas no dia do casamento. Ele queria fazer fotos do casal na frente de um lindíssimo pôr do sol. Porém, enquanto ele preparava a câmera, a luz e o enquadramento, ele sentiu que tudo aquilo “não era o suficiente”. No Facebook, James explicou: “Quando a luz ficou incrível, eu abandonei tudo o que eu sabia, fui até eles e disse: ‘Pessoal, pare de posar. Apenas aproveite seu primeiro pôr do sol juntos, como marido e mulher.”

É verdade! No dia do casamento os noivos ficam tão estressados com tanta coisa para organizar que, às vezes, se esquecem de que esse dia marca o início da vida a dois. Por isso, faz sentido que os novos cônjuges demorem algum tempo para admirar a Mãe Natureza.

Mas o fotógrafo foi ainda mais longe e fez uma pergunta ao noivo. Uma pergunta que todas as noivas e todos os noivos deveriam se fazer ao assumir o compromisso do Matrimônio: “Com bilhões de pessoas no planeta, você escolheu passar o resto da sua vida com Roslyn. Você pode dizer-lhe o motivo?”

James conta que fez o noivo sussurrar a resposta no ouvido da noiva “porque aquilo só interessava aos dois. Eu queria que eles compartilhassem aquele momento privativamente.”

E enquanto Adrian contava para que sua noiva o que o fez escolhê-la, Day se afastou e conseguiu o registrar o lindo momento em que as lágrimas escorriam pelo rosto de Roslyn.

Embora nunca saibamos o motivo pelo qual ela foi a escolhida entre bilhões de outras mulheres, a foto demonstra o amor puro que uniu estes dois em matrimônio.

Enfim, a pergunta de Day é propícia para o início da vida do casal. Mas também pode ser feita por todos os maridos e mulheres ao longo da vida conjugal. Imagine acordar no dia de seu aniversário de casamento com um pequeno bilhete, explicando o motivo pelo qual você foi o escolhido ou a escolhida entre bilhões de pessoas. Ao longo dos anos, as razões podem mudar do superficial “porque você faz o melhor café” para o mais significativo “porque você acende meu dia, mesmo quando está escuro lá fora”.

#FicaAdica

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Quando as pessoas se casam, elas juram se amar na saúde e na doença. Jon Newman não passa um dia que seja sem honrar esses votos do matrimônio.

Sua mulher, Marci, foi diagnosticada com um câncer de tireoide. Depois dos tratamentos, a esposa não podia sair do quarto… então, ele resolveu fazer algo maravilhoso!

Esposa não podia sair do quarto

A família americana ficou de coração partido quando soube que Marci estava doente. A mulher teve que passar por vários tratamentos agressivos, incluindo a radiação. Um dia, a filha do casal viu seu pai sentado à porta do quarto da mãe, e resolveu captar uma foto e contar no Twitter a razão de Jon estar lá.

“Minha mãe tem que ficar em isolamento no quarto para realizar a radioterapia contra o câncer. Então, meu pai montou uma mesa em sua porta para lhe fazer companhia… e eu estou chorando”, escreveu a garota de 17 anos.

O marido não sai nem um segundo de perto da sua amada esposa… eles juraram se amar para sempre, no bem e no mal. E Jon está cumprindo a sua promessa, ansioso pela recuperação de Marci. Enquanto ela estiver em tratamentos, ele vai acompanhá-la por todo o processo, que grande homem!

Mas isso não é tudo. O esposo esteve com ela em todas as consultas, todos os exames de sangue, cada operação, cada sessão de radioterapia… ainda dizem que não existe amor verdadeiro? “Se você não pode ficar ao meu lado, chegue o mais perto que puder”, diz Marci para o marido.

Apoio Mundial

Desde sua filha postou a foto no Twitter, o casal tem recebido muitas mensagens de carinho de várias partes do mundo, e todos têm dado os parabéns Jon pelas suas atitudes. E a melhor parte? Ele ficou surpreso por que acha que não está fazendo nada de especial.

Ele simplesmente está dando para sua esposa todo o amor que ela merece nesses tempos difíceis. Esse homem é um exemplo e uma inspiração para todos.

Esperemos que Marci recupere em breve… mas com tanto amor, com certeza ela ficará boa em pouco tempo. Afinal, esse é o sentimento mais poderoso de sempre. Compartilhe se concorda!

 

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Existem temas que não são simples, mas devem ser tratados com serenidade e sem preconceitos. Um deles é certamente o da sexualidade vivida por pessoas com deficiência. Qual é o enfoque cristão?
 
Partimos de uma consideração feita pelo Papa João Paulo II em janeiro de 2004. Naquela ocasião, o Papa polonês (que vivia pessoalmente o sofrimento de um corpo que não respondia aos mandatos da mente) recordou que: “Este é um aspecto muitas vezes enfrentado de maneira superficial, reducionista ou até ideológico. A dimensão sexual é, no entanto, uma das dimensões constitutivas da pessoa, que, enquanto criada à imagem de Deus Amor, está originalmente chamada a ser implementada no encontro e na comunhão. O pressuposto para a educação afetivo-sexual da pessoa com deficiência está na persuasão de que ela tem uma necessidade de afeto igual a qualquer outra pessoa”.
 
Para tratar acertadamente deste tema, pedimos a ajuda da professora Claudia Giorgini, docente de “Metodologia catequética: pessoas diversamente hábeis” no Pontifício Ateneu Salesiano.
 
Como tratar este tema em um contexto ético e médico hoje?
 
Atualmente, vivemos em uma cultura da erotização. Ela está construída sobre a ideia de que “o ser humano é tal porque pratica sexo; a pessoa com deficiência é um ser humano e, portanto, deve praticar sexo”. O sexo é visto como o lugar do prazer individual e o outro é somente um instrumento para alcançá-lo. A sexualidade é reduzida à genitalidade.
 
Devemos afirmar que a sexualidade coincide com uma maneira fundamental de ser quem somos: pertence à experiência do próprio corpo, na relação com os outros e nas formas da cultura. Os gestos do corpo têm sentido enquanto estão dentro de uma relação afetiva e integrados em uma totalidade de sentimentos e emoções.
 
O eros é mais do que a sexualidade e envolve a possibilidade de viver o prazer da vida, de estar juntos, de comer, beber, de fazer qualquer coisa que provoque emoções positivas e agradáveis. Não se trata só do aspecto sexual, mas também de uma correta educação afetiva, para que a vida das pessoas com deficiência seja plena e satisfatória.

Mas que iniciativas devem ser apoiadas e que preconceitos devem ser evitados, neste sentido?
 
É uma experiência que envolve todo o corpo, toca a nossa liberdade e as nossas escolhas, É um jeito de ser, global, que envolve toda a minha pessoa: corpo, sentimentos, relações. Um possível caminho educativo deveria prever estas etapas:
 
– Do eros como necessidade ao eros como experiência da relação, da ternura e do dom de si mesmo;
 
– Do individualismo (do privado) à relação: a família é a primeira forma de experiência do amor. Adquire o sentido de relação de amor, de comunhão total.
 
É necessária uma aprendizagem do controle dos impulsos também.
 
Quanto aos preconceitos a serem evitados, é preciso trabalhar em três aspectos que a maior parte das pessoas considera inamovíveis:
 
– Primeiro, que as pessoas com deficiência são “assexuadas”;
 
– Segundo, que as pessoas com deficiência não são capazes de ter e de viver relações sexuais, que não têm libido;
 
– Terceiro, que as pessoas com deficiência estão excessivamente interessadas no sexo e não são capazes de controlar seu comportamento sexual.
                                                                                     
É necessário acabar com estes mitos e partir do fato de que as pessoas com deficiência são “pessoas” e devem ser consideradas como tal.

Fonte: Aleteia

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Título Original: ‘Marido envia carta para fotógrafa que retocou fotos de esposa’

Somos nossos piores inimigos, e nosso espelho grita repetidamente. Nos comportamos como tiranos diante da nossa imagem, e o que isso reflete no nosso diálogo interno é verdadeiramente aterrorizante.

“Não sou feliz como sou”. “Tenho um corpo que não me agrada”. “Não me vejo bem”. “Odeio meus dentes, meus seios, meu quadril.” “Sou pele e osso, não tenho forma”. “Estou muito acima do peso”. “Desde a gravidez não recuperei a forma”. “Nunca me aproximo dos outros por medo de que me rejeitem”. “Tenho medo de que me julguem”. “Todos os meus amigos estão namorando, menos eu…”

Se cada vez que nos olharmos no espelho nos rejeitarmos pela gordura dos nossos músculos, pelas dobrinhas das nossas costas ou pelas rugas do nosso rosto,estamos criando um espaço interno dedicado à punição e à humilhação em vez de amor e segurança.

Nem imaginamos o que perdemos por não enxergarmos além do espelho. Não podemos ter ideia de como comprometemos nosso bem-estar cada vez que fugimos de nos observar, nos explorar e de nos reconhecer em nossa figura e nossas imperfeições perfeitas.

Algumas história, algumas fotos e o amor

Tudo começou um dia quando a fotógrafa Victoria Caroline foi contratada por uma mulher para participar de uma sessão de fotos, com a intenção de surpreender seu marido.

Tudo saiu conforme o script, a mulher foi arrebatadora, divertida e muito segura de si mesma. De fato, a fotógrafa ficou muito satisfeita com o resultado e finalizou a sessão bastante feliz.

No entanto, uma vez concluída a sessão, a mulher, que usava tamanho 46, olhou fixamente nos olhos da fotógrafa e disse: “Eu quero que você use o Photoshop para eliminar minhas manchas vermelhas, minha gordura, minhas estrias, minhas rugas e toda aquela carne que está onde não deveria estar.”

Victoria fez seu trabalho, retocou as fotos e imprimiu um maravilhoso álbum com o qual sua cliente ficou muito feliz. Mas com o passar do tempo aconteceu algo que abalou a artista e por isso ela decidiu compartilhar essa história no Facebook: o marido da sua cliente enviou o seguinte e-mail para ela.

“Quando minha mulher me deu o álbum e eu o abri, meu coração ficou em pedaços. É possível perceber que as fotografias são um belo trabalho e obra de uma fotógrafa com muito talento, mas… não são da minha esposa.

Você fez com que cada um de seus defeitos desaparecessem e, ainda que eu tenha certeza de que isso é exatamente o que ela pediu que você fizesse, ao apagá-los, também foram embora as marcas que atestam nossa vida juntos.

Quando foram apagadas as estrias, foi levada a prova de vida de nossos filhos. Ao tirar suas rugas, se foram as marcas de expressão de suas risadas e das preocupações que passamos juntos durante essas duas décadas. Quando suas celulites sumiram, deixaram de existir os momentos em que ela cozinhou e cuidou da nossa família.

Foi ao ver essas imagens irreais que me dei conta de que, sinceramente, não digo com frequência o quanto eu a amo e a adoro como ela é, mesmo com todos os seus defeitos. Certamente ela escuta tão pouco isso que acreditou que essas imagens com Photoshop são realmente o que eu queria e precisava ver.

Honestamente, eu preciso melhorar e celebrar cada imperfeição pelo resto de nossos dias.Obrigado pela lembrança.”

Essa história nos convida a fazer as pazes com nosso corpo e esquecer a guerra por estética que travamos com nosso peso e nossas medidas. Nosso valor depende de nós mesmos, não de nosso corpo. Se desejamos mudar algo, que seja por nossa saúde e não por pressão social.

A chave da beleza está dentro dos olhos com os quais se enxerga, e apenas você pode se sentir linda por dentro e por fora.

Fonte: Mente Maravilhosa

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Os maridos têm má reputação por sua incapacidade de expressarem-se, especialmente quando se trata de dizer aquelas três palavras simples: “Eu te amo.” Seu marido pode dizer que a ama saindo para trabalhar todos os dias ou antes de dizer boa noite, mas declarações abruptas de sentimentos românticos mais interiores no impulso do momento não são algo que um homem faça regularmente. Acredite ou não, essa partilha de emoções delicadas simplesmente não é uma característica comum do homem médio.

Esposas, não deixem que a falta de palavras por parte de seus maridos as desanime.

Embora as palavras sejam muito importantes, expressões de amor não são sempre verbalizadas. Quando os lábios de seu esposo estão em silêncio, ele grita “eu te amo” através das coisas que ele faz para você. Algumas de suas ações são fáceis de descartar, porque são pequenas e simples, mas quando você as olha da perspectiva de seu marido, você vai ver o sacrifício que ele está realmente fazendo. Aqui estão oito maneiras que seu marido está gritando que ele a ama – e você pode não estar ouvindo.

1. Ele permite que você escolha

Se vocês vão ao cinema e seu marido lhe permite escolher o filme, ele está permitindo que você saiba que o que você quer é importante para ele. Da mesma forma, se ele permite que você escolha o jantar, a cor do seu próximo carro, o destino das suas próximas férias… Ele está dizendo a você – bem alto – que ele a ama e que você é importante para ele.

2. Ele contribui com o trabalho doméstico

Quando meu marido chega em casa depois de um longo dia de trabalho e me ajuda a terminar o jantar e lavar os pratos, eu sei que ele está dizendo “eu te amo.” Eu já o vi esfregar o chão, esfregar o banheiro, organizar a despensa, dobrar minha roupa pessoal e preencher uma longa lista de tarefas – tudo em nome do amor. Se o seu marido ajuda em casa, ele não o faz por dever ou para mostrar aos seus amigos. Ele faz isso porque sabe que vai diminuir a sua carga.

3. Ele pede seu conselho

Quando seu marido pede seu conselho, não só ele está dizendo que a ama, mas também que ele confia em você para lhe dar orientação. É difícil para muitos homens se abrir e pedir ajuda aos outros, por isso, se o seu tem vindo a você procurar aconselhamento, sinta-se honrada, confiável e muito amada. Ele a colocou em um círculo muito pequeno de pessoas para quem ele sente que pode se abrir. Em essência, ele está dizendo: “Eu a amo, e sei que posso me abrir com você, sem medo de julgamento.”

4. Ele segura a sua mão

Seja em público ou sozinhos, quando o homem segura a sua mão, ele está dizendo “eu te amo.” Segurar as mãos é uma simples expressão de amor genuíno. É o toque físico, sem insinuações sexuais. É o amor na sua forma mais simples. É a ação mais rápida e fácil que seu marido pode fazer para expressar os sentimentos que ele tem em seu coração.

5. Ele ajuda com as compras

Se ele está comprando ao seu lado ou traz algo no caminho de volta para casa, se seu marido está disposto a fazer as compras sem reclamar ele quer dizer “eu te amo.” Eu costumava sempre pedir ao meu marido para parar em um comércio a caminho de casa, e como ele estava sempre disposto a fazê-lo, eu realmente nunca pensei sobre o sacrifício que ele estava fazendo. Só recentemente eu descobri que meu marido não gosta de fazer compras em supermercado, que ele só faz isso porque me ama e sabe que eu não gosto de supermercados também. Se o seu marido está disposto a ajudá-la a fazer aquelas coisas que você não gosta de fazer (especialmente quando ele não gosta muito dessas coisas também), ele está praticamente gritando o seu afeto.

6. Ele ouve suas frustrações

A maioria das mulheres tem muitas coisas das quais gosta de reclamar (eu incluído). Se o seu marido está disposto a ouvir suas frustrações – e até mesmo oferecer incentivo – ele está realmente dizendo “eu te amo.” Um homem que está disposto a sentar e ouvir, especialmente quando ele ouviu a mesma queixa antes, certamente deve ser reconhecido.

7. Ele sorri para você

Um sorriso, assim como as mãos dadas, é um gesto tão simples, mas que fala muito. Um simples sorriso sincero tem o poder de tirar o fôlego de uma mulher. Lembra quando você conheceu o seu marido – como seu sorriso afetou você. Mantenha essa lembrança, porque, cada vez que seu marido sorri para você, ele reafirma cada palavra de amor que ele já disse a você. Esse sorriso sincero não apenas diz “eu te amo”, ele também diz: “Você me faz feliz.”

8. Ele lhe dá um pedaço de si mesmo

Quer se trate de um elogio, um presente comprado ou um olhar amoroso, quando seu marido leva um tempo para dar-lhe algo que veio diretamente dele, ele está dizendo “eu te amo.” Mesmo quando ele lhe dá um presente completamente equivocado, o ato de dar mostra que você está em sua mente

As palavras não podem ser sempre ditas, mas se você ouvir com os seus olhos, você verá que o seu marido está gritando: “Eu te amo.”

Traduzido e adaptado por Stael F. Pedrosa Metzger do original 8 silent ways your hubby is screaming ‘I love you!’

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Muitas vezes algumas pessoas –inclusive de Igreja – lidam com o sexo como se ele não existisse. Todo cara pensa sobre sexo e tem suas questões, mas quem está falando sobre sexo? Alguns de nós podemos ter profundas feridas por causa do sexo desregrado, mas quem está se preocupando em sarar essas feridas com a graça de Deus?

Eu quero falar francamente sobre sexo com você. Sem papo-furado. Vamos falar de coisas reais. Eu não vou deixar você ficar aí sentado lutando sozinho com suas tentações sexuais. Leia a próxima frase algumas vezes até você acreditar nela:

Você não está sozinho

Se você está lutando contra a luxúria, ou está apenas muito curioso com relação a sexo, você não está sozinho. A maioria das pessoas pensa em sexo. Você já se viu surfando na Internet, e vendo coisas que não devia? Infelizmente, muitos rapazes fazem isso. “Sexo” é a palavra mais freqüente no Google. Você está tendo relações sexuais com garotas da sua idade? Você também não é o único.

Só não deixe que essas informações sejam uma desculpa para seu pecado, isso pode ter efeitos indesejáveis e de longa duração. Saiba que também existem muitas pessoas que chegam aos 18 anos virgens. Se você é um deles, não fique se achando a última pessoa virgem do mundo – nesse caso você também não está sozinho.

Há uma batalha entre amor e luxúria em nossos corações. O inimigo de Deus alimenta o monstro da luxúria através da solidão. Em pouco tempo, o pecado e a vergonha podem nos afastar da família, dos amigos e de Deus. Aconteceu comigo.

Se você entender que não está sozinho, você terá a coragem de buscar ajuda. A confissão é o lugar da cura. O outro pode te ajudar a ver o perdão de Deus. Não se engane, só Deus perdoa, você precisa do sacramento da confissão, mas podemos também pedir ajuda a alguém mais sábio e mais velho, que seja de confiança. Agora, sabendo que você não está sozinho, é hora de esclarecer algumas coisas.

Muitos jovens cristãos não entendem a sexualidade e o sexo – e acabam usando de maneira errada esse fantástico dom de Deus. Alguns jovens dizem: “Por que esperar?”. O mundo nos diz: “Vai ser bom, não podemos perder”. Ou então: “Todo mundo está fazendo, porque não?”. Estamos rodeados por essas mensagens. Às vezes é difícil encontrar um bom motivo para esperar.

Vamos nos aprofundar. Qual a definição de sexo, de acordo com a Palavra de Deus?

Há tanta coisa que distorce essa verdade, que alguém pode se confundir. Mas vamos pedir que Deus nos dê sabedoria para entender.

Uma aliança com Deus

Para entender o sexo, você deve entender o conceito de aliança. Você sabe o que é uma aliança? Não é um contrato, nem um acordo. Sempre que Deus faz algo significante na Bíblia, faz através de uma aliança, em que nós recebemos as bênçãos e a graça de Deus. O sexo também é uma aliança. Se o utilizarmos de acordo com o plano de Deus, receberemos graças específicas:

Dom nº 1: A sexualidade é uma realidade espiritual que aumenta a intimidade.

O sexo não é só físico. É muito emocional, muito espiritual. Quando duas pessoas que nunca tiveram sexo entram na aliança do casamento… ninguém pode ir mais além. Nenhuma pessoa pode conhecer outra tão bem, não apenas fisicamente, mas emocionalmente e espiritualmente. O resultado é uma intimidade que vai muito além do físico.

Efésios 5, 31-32 diz, “Por essa razão um homem deixa seu pai e sua mãe e se une à sua esposa, e os dois se tornam uma só carne. Isso é um profundo mistério – e estou falando de Cristo e de sua Igreja”.

Uau! Em uma hora São Paulo está falando sobre sexo, e no momento seguinte sobre o grande mistério entre Cristo e a Igreja? Sim!

A intimidade do sexo é tão intensa que é comparada com o inefável amor de Cristo pela sua Igreja. Isso é significante. Veja, para cada verdade espiritual, a Palavra de Deus nos dá um exemplo físico na terra. Adivinhe! O sexo é o maior exemplo físico do intenso amor de Cristo por nós!

Que motivação satanás tem para distorcer essa verdade na sua vida! Como o inimigo de Deus quer distorcer o sexo para que você não possa compreender o amor que Cristo tem por você! Como ele deseja arruinar esse presente, esse dom para você. Não deixe que ele faça isso. Seja forte. Proteja a verdade.

Você deve estar dizendo, Ok, toda essa história celestial é verdade, abre os nossos olhos, e é um pouco motivante, mas eu tenho que viver com esses desejos físicos aqui na terra. Espere aí. Deus tem tudo sob controle.

Dom nº 2 – A sexualidade traz a vida

Gênesis 1, 28 traz um primeiro mandamento para a frutuosidade… fazer bebês! Imagine, Deus não somente permite e cria o sexo, Ele manda que os casados tenham sexo. Uau! Essa é a primeira bênção da sexualidade que a Escritura traz.

O incrível dom da criação é a coisa mais próxima de um ato divino que podemos fazer. Certamente, tem sido feito fora do casamento muitas vezes. Mas o dom é tão grande, que merece ser resguardado. Se esperamos para fazer sexo no casamento, então os bebês serão uma grande celebração à vida. Estamos querendo dizer que é para ter quinhentos filhos? Não. Mas também não é para usar o anticoncepcional, pois ele aniquila o dom gratuito de um para o outro. Com ele deixamos de ser sinal do amor frutuoso de Cristo, e passamos a ser objetos que só existem para o prazer egoísta do outro. Você receberia a Eucaristia dentro de um pedaço de borracha, para evitar que ela venha trazer vida para você? Acho que não. O que fazer, então? Existe o planejamento familiar natural, ou seja, a abstinência periódica, ou regulação natural da procriação. É tão ‘seguro’ quanto a pílula, e não precisa alterar o corpo da mulher.

Dom nº 3 – A sexualidade é prazerosa

É por causa disso que é tão difícil esperar, pois temos a ideia de como pode ser bom e fantástico. Mas se o sexo é tão fantástico, porque parece que Deus o afasta de nós?

No livro de Deteronômio, Deus diz basicamente que Ele sabe que vamos estranhar essas orientações dele, então Ele diz que a finalidade delas é nos fazer “prosperar”. Ele não pede que esperemos e que não façamos sexo antes da hora certa só para nos torturar. Ele sabe que se nós esperarmos, será muito mais fantástico.

A sociologia prova isso hoje em dia. No estudo denominado “Sex in America”, os autores concluíram que “foram os pares casados que reportaram maior satisfação emocional e corporal”. A mesma pesquisa concluiu que os menos satisfeitos eram os que não estavam casados – os grupos que todo mundo pensava estar se “dando bem”.

O desejo que Deus tem que você seja puro não quer dizer que você não pode ter sexo. Quer dizer que é melhor você esperar para a hora certa. E com o sentimento certo, vendo ali a glória de Deus, não um objeto. Então o amor será livre, total, frutuoso e fiel. Não pode ser melhor do que isso.

Por Bob Gresh

Adaptado do artigo: “The Truth About Sex – How’s a Guy Supposed to be Sexually Pure?”

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Por que a epidemia de disfunção sexual? Porque nós perdemos o sentido da vida sexual…Fico constantemente espantada com os tipos de anúncios que eu vejo na TV.

Na época que eu era criança, não se podia imaginar que um dia iria haver anúncios de medicamentos. Quem iria querer? As drogas não eram assim muito interessantes.

Nossa, como a televisão mudou.

Nos últimos anos, a propaganda de medicamentos tomou conta da televisão. Para ser mais exata, temos visto um grande número de anúncios de Viagra e outros produtos “para a performance masculina”.

O que há de errado nisso tudo?

Nós enquanto cultura parecemos acreditar que a atividade sexual desenfreada é apenas um divertimento bom e limpo. Mas quem imaginaria, há 30 anos, que hoje iríamos necessitar de tanta ajuda farmacológica para isso?

Sério. Quando esses anúncios apareceram pela primeira vez, todos nós pensávamos que o “público-alvo” era formado por homens mais velhos, que estavam avançando na idade e, portanto, precisavam de um pouco de ajuda, bem, “para ficar ligado”. Naturalmente, a maioria dos anúncios destacava homens bonitos com cabelos grisalhos passeando na praia com mulheres de meia idade “bem-preservadas”.

Mas, aparentemente, hoje a propaganda não é só para os caras mais velhos.

De tudo o que eu estou lendo e ouvindo, parece que temos uma epidemia de impotência parcial e total entre os homens de todas as idades, bem como uma epidemia “correspondente” de diminuição do prazer sexual entre as mulheres.

Nada mais é “sujo”. Lojas pornográficas, anteriormente encontradas somente em bairros decadentes, foram rebatizadas de “lojas de presentes para adultos” e abertas em todos os locais da cidade. Capas de revistas mostrando fotos provocantes, anteriormente escondidas debaixo das caixas das lojas, hoje são orgulhosamente exibidas em bancas, bares e mercearias.

Mas há ainda um pequeno segredo sujo em nossa sociedade. As pessoas podem estar realizando muito mais relações sexuais (ou pelo menos tentando). Mas elas estão gostando muito menos. E ninguém quer admitir isso.

Qual é o problema aqui?

Eu conheço há anos estudos sobre a satisfação sexual que consistentemente revelam os mesmos resultados. As pessoas mais satisfeitas sexualmente na América – as que aparentemente têm melhores e mais freqüentes relações sexuais – são pessoas casadas altamente religiosas, que esperaram para ter relação sexual só no casamento. Eu sempre vi esses estudos como prova de que a relação sexual é melhor quando é feita segundo a vontade de Deus. Ele fez a relação sexual para que ela falasse uma linguagem – a linguagem do amor que é doação de si mesmo. E assim é lógico que ela será mais prazerosa quando acontecer nesse contexto.

Há um elemento de grande vulnerabilidade na expressão sexual. O coração está dizendo “Eu me entrego a você para sempre.” Hormônios como a ocitocina estão inundando o cérebro e trabalhando para criar uma forte ligação emocional entre essas duas pessoas. No contexto de um casamento de amor, esses parceiros sabem que essa ligação está acontecendo, e eles estão consentindo e se rendendo totalmente a essa ligação. Existe uma verdadeira segurança e liberdade em saber que essa pessoa está planejando ficar por perto – para sempre.

Mas a atividade sexual entre pessoas “não comprometidas” é diferente. Esse elemento de ligação não é bem-vindo. Tem que ser combatido. Não há liberdade para render-se, nem segurança, nem há garantia de que essa pessoa estará por perto próximo ano ou no próximo mês ou até amanhã.

Aparentemente, isso torna mais difícil desfrutar da atividade sexual.

Este fenômeno, infelizmente, não é específico dos relacionamentos. Não é que uma mulher pode ter relações sexuais insatisfatórias durante os anos de namoro, e depois acontecer facilmente uma transição para uma vida sexual feliz e plena no casamento. Ou que o comportamento promíscuo de um homem, induzido por questões de desempenho, de repente possa ser curado pelo amor da mulher certa. Há uma razão para que os americanos mais sexualmente satisfeitos tenham guardado a relação sexual para o casamento. Hábitos sexuais se formam facilmente. E a disfunção sexual provocada pela promiscuidade antes do casamento muito provavelmente irá acompanhar os jovens homens e mulheres em seus casamentos.

Os americanos parecem não entender isso. Continuamos a desenvolver novos medicamentos, novos suplementos. Nós devoramos livros e artigos de revistas destinadas a “apimentar a vida sexual.” Abrimos mais e mais lojas pornô. Toda a gente está tentando trazer de volta o prazer da atividade sexual.

Eu não vejo como essas coisas poderão ajudar. A única maneira pela qual vamos recuperar o prazer sexual é recuperando o sentido da relação sexual. O ato conjugal e o seu sentido andam sempre juntos. O verdadeiro prazer vem quando nós respeitamos a linguagem do sexo, quando a falamos honestamente, no contexto à qual ela pertence.

Em outras palavras, a doença não está em nossas terminações nervosas. Está em nossas almas.
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Traduzido e adaptado de: http://www.reallove.net/articlesContent.asp?AID=51

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Foram mais de 50 anos juntos, considero-me afortunado e me lembrarei dela enquanto eu viver. Entre muitas coisas, sentirei falta das suas exigências para que eu fosse uma pessoa melhor, pois ela sempre teve expectativas muito superiores às que eu tinha sobre mim mesmo. Isso sem falar do seu esforço pela sua própria superação.
 
Estas exigências já me fizeram reclamar muito, mas hoje sinto falta delas, preciso delas.
 
Meus filhos sentem pena de mim e me visitam frequentemente, passam fins de semana comigo ou eu passo na casa deles. Às vezes, eu os pego olhando-me com ternura e posso adivinhar seus pensamentos: “Pobre papai! Vai sentir muita falta dela!”.
 
Já os ouvi recebendo condolências dos seus amigos, em diálogos com benevolentes comentários sobre o que eles consideravam como uma descrição belíssima do nosso amor: quanto tempo estivemos juntos; como parecíamos felizes convivendo; como nos comunicávamos bem; como compartilhávamos interesses e tantas outras coisas.
 
Sim, todos esses comentários refletem uma realidade, mas só uma parte dela. Não a mais profunda e total realidade do nosso amor, que estava muito acima de tudo isso. Descobri isso no final do caminho, no processo da sua doença.
 
Minha esposa sofreu de Alzheimer. Chegou um momento em que ela não sabia quem era eu, mas o importante era que eu sabia quem era ela. Tive o dom de poder ver sua parte angelical por trás do seu rosto inexpressivo.
 
Assim, podia evocar seu intenso sorriso, a agudeza das suas intuições ao me compreender e atender, suas broncas amorosas, sua alegria de viver, sua exigência por sermos melhores.
 
Ela era como uma pequena ave nas minhas mãos; não podia me oferecer uma companhia dialogante, nem ajuda nas circunstâncias da minha vida. Muito alheia às suas possibilidades, restava a menor das minhas necessidades, que ela costumava atender assim que a percebia enquanto tinha pleno uso de suas faculdades. Esta nova fase era, para mim, a oportunidade de fazer o sacrifício por amor, de ser abnegado.
 
Eu a atendia pessoalmente da melhor maneira possível, e todo o meu ser era para ela. Todo o meu ser para ela! Foi assim que pude compreender uma dimensão do amor conjugal que sempre havia estado presente e que ela com certeza já conhecia. Uma dimensão que iluminava com raios de sol nossa relação, tornando-a mais íntima que nunca. Uma dimensão na qual havíamos construído e reconstruído nosso amor cada dia.
 
Assim, todas as manhãs, eu enfeitava o quarto com os crisântemos de que ela tanto gostava, lia poemas de amor compostos por mim, cantava para ela, fazia cafuné, dançava e lhe contava histórias. Com lições bem aprendidas, eu a amava com um amor que me fazia ser melhor, até o último instante, em que Deus a levou.
 
Entendo que os casais jovens conhecem pouco do amor nesta dimensão. Esta é uma disciplina que terão de cursar, pois o casamento é uma relação de perfeição recíproca dos cônjuges em todos os âmbitos da vida, do mundo cotidiano ao mundo da intimidade mais estrita.
 
É assim que vai se dando o desvelamento da realidade pessoal de cada um, um desvelamento que permite a correção dos defeitos e o desenvolvimento das virtudes, contando com a ajuda e o apoio amoroso do cônjuge.
 
Por isso, são um bem um para o outro.
 
Minhas foi e será o maior bem da minha vida, vindo das mãos de Deus, e sou imensamente grato por isso.

Fonte: Aleteia

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Em tempos onde os divórcios crescem, aumentam os ataques contra a família e a pressão para modificar o casamento entre homem e mulher, aquece o coração descobrir que a lista do Guinness Book of Records apresenta um casal que viveu 87 anos de matrimônio.

Trata-se de Zelmyra e Herbert Fisher, da Carolina do Norte (EUA). Eles se casaram em 1924, Herbert nasceu em 1905 e Zelmyra em 1907. Eles voltaram para a casa do Senhor, com a idade de 105 anos, ele, em 2010, ela em 2013.

Em 87 anos de casamento a família cresceu: 5 filhos, 10 netos, nove bisnetos e uma bisneta. Sobre a história, vale a pena repetir a publicação do site em espanhol Religion en Libertad, que escreveu: “Certa ideologia predominante no mundo moderno gostaria de demonstrar que ficar juntos em um casamento por tantos anos é chato e uma verdadeira bobeira. No entanto, se perguntarmos a quem está experimentando verifica-se que o casamento entre duas pessoas, apesar das dificuldades, é objeto de consolação, alegria, amor. E sofre muito mais aquele que por algum motivo ou desgraça perde a família”.

No curso de suas vidas, Herbert e Zelmyra passaram por crises dramáticas, uma guerra mundial, muitas guerras travadas por seu país. Eles tiveram que lidar com os problemas, dificuldades e sofrimentos diários, mas juntos para sempre, encontrando na união e na fé cristã a força para enfrentar tudo da melhor maneira.

O casal descreveu sua experiência em uma entrevista difundida “nas redes”. Quando perguntaram qual era o motivo que convenceu Herbert a gastar sua vida junto a Zelmyra, ele disse: “O que me assegura é que cada dia que passo com Zelmyra, nossa relação fica mais sólida e segura. O divórcio – acrescentou – nunca foi uma opção, e nem mesmo um possível pensamento”.

“Como você descobriu que Zelmyra era a esposa ideal para você?”.  Ele responde: “Nós crescemos juntos, éramos grandes amigos antes de nos casarmos. A amizade é para a vida toda. Nosso matrimônio durou a vida toda”.

E nesta vida não há arrependimento. Na verdade, quando o repórter perguntou a Herbert se havia algo que ele queria que tivesse sido diferente nesses 87 anos de matrimônio, ele nem pensou um pouco: “Eu não mudaria nada do que aconteceu. Não tem um segredo especial que explica o nosso casamento. Nós fizemos o que era necessário, um pelo outro e pelas necessidades da nossa família”.

“O casamento – acrescentou – me ensinou o respeito, o apoio e a boa comunicação com o outro. E me encorajou a ser confiante, honesto e verdadeiro. A regra é amar um ao outro e mantê-lo no coração”.

Doce, apaixonada, mas ao mesmo tempo segura e decidida, também Zelmyra quando quetsionada sobre as qualidades mais importantes de seu marido, ela responde prontamente: “É um grande trabalhador e um bom homem. Nos anos 20, a situação era muito difícil, mas Herbert trabalhou para garantir que tivéssemos o melhor. Casei-me com um grande homem”.

Ela também conta sobre o “melhor Dia dos Namorados”: eu cozinhava todos os dias, mas um dia Herbert pediu uma folga no trabalho e me surpreendeu, ele cozinhou para mim. Eu descobri que ele é um cozinheiro muito bom”. “Eu disse a ele que eu poderia cozinhar, mas eu vi que ele estava feliz. Vê-lo feliz me encheu de alegria”.

Uma vida repleta de pequenas e simples alegrias, mas também de preocupações e sacrifícios. Como quando – lembra Herbert – “Eu tive que ficar dois meses longe dela. Ela estava no hospital por complicações em relação ao nosso quinto filho.  Foi o momento mais difícil da minha vida. A mãe de Zelmyra me ajudou a cuidar da casa e dos outros quatro filhos, caso contrário, eu teria entrado em pânico”.

“O que além do amor humano ajuda a enfrentar as dificuldades?” – foi a última pergunta para o casal – . “O casamento não é um jogo para obter uma pontuação”, respondem em uníssono. “Deus coloca duas pessoas juntas para superarem as dificuldades. Nós dois somos cristãos e acreditamos em Deus. Casamento é um compromisso conjunto diante de Deus. Nós rezamos, e rezamos juntos e um pelo outro, todos os dias”.

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Maxine e Don Simpson são verdadeiramente um exemplo de amor eterno. Aquela promessa feita em cada casamento foi para o casal californiano uma realidade vivida durante 62 anos. “Até que a morte nos separe”, e foi exatamente assim: eles morreram de mãos dadas. Como foram na vida, da mesma forma foram no leito de morte: inseparáveis. Ela tinha câncer, e ele tinha fraturado o quadril. Don tinha consciência de que a mulher morreria. Foram juntos, como gostariam, e de mãos dadas, com a distância de poucas horas um do outro (Caffeina Magazine, 4 de agosto).

Tudo começou na metade do último mês de julho, quando Don Simpscon, ex-engenheiro civil, natural do Norte de Dakota, quebrou o quadril caindo em casa. Os dias passavam, mas ao invés de melhorar, sua saúde só piorou. Ao mesmo tempo as condições da mulher, Maxine, complicaram-se devido ao câncer.

A família decidiu colocá-los juntos em recuperação, mas não em um triste e asséptico quarto de hospital, e sim em um quarto de um parente. “Suas camas estavam uma ao lado da outra”, explicou a neta Melissa Sloan. “Em um certo momento minha avó acordou e viu que ao seu lado estava meu avô. Pegou na sua mão e deu o último suspiro”.

Após a retirada do corpo de Maxine, a neta entrou para ver como estava o avô, foi quando percebeu que também ele havia parado de respirar. Naquele momento faziam apenas quatro horas que a avó tinha falecido.

Don Simpson tinha conhecido Maxine em um boliche quando estava por um tempo em Bakersfield (Califórnia), onde o casal depois viveu toda a vida. Após o casamento, que aconteceu em 1952, adotaram dois filhos. “Faziam sempre tudo juntos”, disseram entre lágrimas os parentes. “Nunca se separaram e nem mesmo a morte os separou. Foi realmente uma grande história de amor” 

Veja reportagem em Inglês

https://www.youtube.com/watch?v=5mSjG7Fqawo#t=92

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Jokin da Irala, Pesquisador Principal do Projeto de Pesquisa Educação da Afetividade e Sexualidade Humana, do Instituto de Cultura e Sociedade da Universidade de Navarra (Espanha), assegurou que é responsabilidade dos pais e não dos governos preparar os filhos para uma reta sexualidade, chegando a serem adultos “capazes de amar”.

Em declarações ao Grupo ACI, o também catedrático de Medicina Preventiva e Saúde Pública, que participou do VI Congresso Internacional Pró-vida Equador 2013, que reuniu mais de 1300 participantes da América e Europa de 8 a 10 de novembro em Guayaquil, advertiu que “muitos governos o que fazem é: ‘vamos converter os pais em um bed and breakfast’, quer dizer: ‘você faz filhos, você lhes da uma cama, um café da manhã e o resto nós o fazemos’”.

“Não senhor, os pais têm a grande responsabilidade de preparar os nossos filhos para que possam ser adultos capazes de amar, e isso quem melhor pode fazer somos nós”.

De Irala indicou que “costumo dizer às vezes que em alguns países os governos estão se metendo nas camas dos casais, em vez ter duas pessoas há três. O governo está fazendo algo que os pais deveriam fazer”.

O perito assinalou que embora “seja verdade que há muitos pais que não sabem como fazê-lo, que não se sentem preparados, isso não significa que terei que substitui-los”.

O catedrático da Universidade de Navarra disse que a polêmica sobre a educação sexual se origina porque “há governos que basicamente estão dizendo que a educação sexual é necessária e que, portanto, eles são os que têm que dar”.

O problema com a educação sexual, explicou, é “que não é como as matemáticas, que é decidir aplicar, ensiná-lo e que todo mundo vai ensinar igual. O problema é que há diferentes enfoques de educação sexual”.

“Há uma educação sexual que é eminentemente biológica, que eu costumo chamar de educação sexual veterinária, zoológica, que se centra apenas no como da sexualidade, e que basicamente a mensagem destes programas é que os jovens se deixem levar pelos seus desejos, que façam o que queiram, quando o quiserem, com tal de que o façam com preservativos”.

De Irala assinalou que “evidentemente, isto é o que defendem as grandes organizações internacionais, e estão inclusive tentando praticamente obrigar a que diferentes países adotem este enfoque da educação sexual”.

Entretanto, disse, “há outro enfoque da educação sexual”, o qual “chamamos educação afetivo-sexual, que concebe a sexualidade como uma boa notícia, mas que concebe que o lugar apropriado para a sexualidade é um lugar onde haja uma garantia total de amor maduro e que é mais uma preparação para amar”.

O enfoque de educação sexual está empapado da ideologia de gênero, dos lobbies de gays e lésbicas, dos lobbies pró-abortistas”.

Além disso, denunciou, “há interesses econômicos, não é apenas uma ideologia, sabe-se que um jovem que não desenvolveu bem seu caráter vai ser um jovem consumista, um jovem sem disciplina, vai ser um grande consumidor”.

“E não cabe dúvida que também há boa fé, no sentido de que tem pessoas que realmente acreditam que a solução é o outro enfoque”.

Ante os casos de pais que não estão preparados para dar uma reta educação sexual a seus filhos, assinalou o perito, “o papel do governo então seria facilitar as associações civis que se dedicam a preparar pais e mães para fazer melhor seu trabalho, não substituir os pais”.

O pesquisador da Universidade de Navarra preveniu contra a denominada “educação sexual integral”, pois apresenta o problema de que o que a caracteriza “é que dá o mesmo valor a todas as opções, dá o mesmo valor a ter relações sexuais ou a não tê-las, como se fossem duas opções igualmente sadias para o jovem e isto está fora do que estão dizendo os estudos científicos”.

“O que melhor podemos recomendar a um jovem é que não tenha relações sexuais, é o que lhe permite evitar problemas tanto físicos como psicológicos”, assegurou.

De Irala assinalou que os promotores desta educação sexual “zoológica” utilizam diversos eufemismos, como ao falar “de ‘óvulo fecundado’. Isto é como chamar a televisão de ‘caixa com componentes eletrônicos’. A televisão se chama televisão, o que eles chamam ‘óvulo fecundado’ seria um embrião, quer dizer um ser humano em sua etapa inicial de desenvolvimento”.

“Há muitos eufemismos assim que deseducam invés de educar”, criticou.

Outro termo que utilizam, advertiu é o de “sexo seguro”, que “em alguns países não se utiliza, porque se poderia catalogar de publicidade enganosa e poderia levar ao julgamento de quem utiliza esse termo”.

“Isto não é nem sequer uma questão de moral, é simplesmente e rotundamente falso do ponto de vista científico”.

Jokin de Irala lamentou que atualmente “há jovens que pensam que se usarem preservativos não terão riscos de infecção, por exemplo, ou de gravidez”.

“Estes jovens estão sendo desinformados. Como estão desinformados, não são livres na hora de escolher ter ou não relações sexuais”.

De Irala assinalou que a mensagem “de sexo seguro o que acaba dando é a ideia de que não há nenhum problema em ter relações sexuais, e estes jovens acabam encontrando-se com a surpresa às vezes, por exemplo, acabam com herpes para o resto de sua vida”.

O perito destacou, ademais, o “grande paradoxo” de que na Espanha uma menor de 18 anos pode “ir a uma farmácia para comprar a pílula do dia seguinte. Ninguém pergunta nada, não se registram seus dados”.

“O que quer dizer isto, que talvez seja a quinta vez no mês que está pedindo isso. Nenhum controle, e isto pode ser um problema sério”.

Entretanto, apontou, “nessa mesma farmácia não poderia comprar um Nolotil, para tirar a dor de cabeça que te ocasionou essa pílula sem receita. Isto é um paradoxo”.

Da mesma forma na Espanha, um jovem “não pode dirigir um carro até que faça 18 anos, que é algo que tem muito menos consequências”.

“Há umas contradições que são absurdas”, criticou, e assegurou que estas entram no marco “de tirar a potestade dos pais, tirar dos pais alguns dos nossos deveres, algumas das nossas responsabilidades”.

A solução para este problema, indicou, “passa pelas associações de pais e mães, que temos que nos mobilizar e exigir que não nos tirem estas questões que nos correspondem”.

ACI

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Por que a sexualidade humana está se tornando um problema? Especialistas falam sobre os riscos da desinformação e sobre o que pode nos realizar como pessoas, no campo da afetividade.

O corpo é amor que se encarna e se exprime, uma espécie de sacramento primordial – dizia o beato João Paulo II  – que revela a vocação da criatura humana à reciprocidade, ao recíproco dom de si. Mas, atualmente, a sexualidade, essa misteriosa dimensão do ser na qual se exercita esse dom, está se tornando um problema.

Passados mais de 30 anos da chamada “liberação sexual”, os “radares” sociológicos são unânimes: a sexualidade está deixando de ser impulso em direção ao outro para se transformar em território secreto do individualismo. A incapacidade de se relacionar gera conflitos de todos os tipos que corroem a base dos casamentos.

Apresentamos aqui uma síntese da reflexão feita em conjunto com alguns especialistas, iniciada com essa pergunta: Que explicação pode ser dada para esse problema?

Rino Ventriglia (neuropsiquiatra): “As dificuldades sexuais são quase sempre dificuldades de comunicação. Tratei alguns casos de casamentos não consumados por causa de aparentes dificuldades físicas. Na realidade, essas dificuldades são derivadas de distorções de comunicação entre os dois, ou de pontos obscuros que não foram esclarecidos. É por isso que não podemos nos deter apenas na esfera sexual. Quase sempre se consegue resolver os problemas enfrentando essas dificuldades de comunicação. Além disso, é muito importante o diálogo do corpo, que tem mil maneiras de exprimir o amor”.

Carlos Conversa (andrologista): “Existe uma estreita interdependência entre o amor e o corpo. Às vezes sou procurado por casais que não conseguem ter filhos. Fazemos os exames e não encontramos nenhum problema físico. Estimulando o diálogo entre os dois, entendemos que, no fundo, o marido não ama a mulher ou, por exemplo, a rejeita por um complexo de Édipo não resolvido. Praticamente, é o sub-consciente deles que não quer o filho. O egoísmo narcisista bloqueia até mesmo o caminho dos espermatozoides  Na minha opinião, a preparação para o casamento que existe hoje em dia é insuficiente. Achar que tudo vai dar certo e não sentir a necessidade de aprofundar o valor da sexualidade pode conduzir a uma experiência conjugal difícil, que transmitirá sérios problemas às novas gerações”.

Graça Ventura (pediatra): “Há dois dias atendi um menino de 8 anos com tendências homossexuais. Em uma conversa que tive com a mão da criança, revelaram-se tensões muito graves entre ela e o marido. Em pediatria, comprovamos diariamente os efeitos que essas tensões produzem nos filhos. O verdadeiro problema é a divisão entre o físico e o espiritual, entre o sexo e o amor. Muitos chegam ao casamento com uma absoluta incapacidade de dialogar, muitas vezes porque o namoro se reduziu à descoberta prematura da genitalidade. Conseqüentemente, os dois se encontram depois sem nenhuma experiência de comunicação recíproca. É a sexualidade traída, reduzida a repetições mecânicas de gestos sem conteúdo”.

Por que não conseguimos oferecer aos jovens um humanismo integral, no qual o homem se desenvolve harmonicamente em todas as suas potencialidades? Caminhamos de excesso em excesso: antes, uma embriaguez de ideais massificados; agora, a idolatria da sexualidade individualista… o que é que nos torna tão fragmentários nas propostas?

Rita Della Valle (ginecologista): “A primeira fragmentação que existe é entre o homem e a mulher. Acho que a libertação da mulher deu-se pela metade, no sentido que ela se liberou de certos esquemas, mas ainda não encontrou pontos de referência seguros. O conflito do homem se revela em pequenos indícios. Por exemplo: o pai que está mais próximo do recém-nascido que a mãe; a mãe que não aguenta a dor do parto natural, suportada pelas mulheres durante milênios. Basta analisar as estatísticas de cesarianas. Tanto o homem como a mulher devem ainda encontrar a própria identidade e o equilíbrio nos seus papéis, que estão mudando”.

Graça Ventura: “Existe um forte condicionamento no tecido social, que não oferece as opções responsáveis. Há vinte anos, quando eu iniciava o meu trabalho no hospital e fazia às pacientes uma pergunta obrigatória: “Já teve abortos?”, todas me respondiam “não”, mesmo se tivessem tido. Agora, a grande maioria declara tranquilamente “sim”. Só porque existe uma lei permitindo o aborto em certos casos, caíram por terra todos os filtros críticos, tudo fica justificado, não se tem mais nenhuma dúvida ética. São os condicionamentos de uma sociedade confusa e fragmentada. Para quem ama, tudo é certo. Numa mentalidade desse tipo, que se difunde rapidamente, é difícil intervir. Somente uma sociedade de tendência oposta, que vive valores “contracorrente”, será capaz de influenciar positivamente em alguma coisa”.

Antonio Mancini (andrologista): “Além do conflito entre as funções próprias do homem e da mulher, penso que existe um problema mais geral: o conflito dentro da própria pessoa, que gera também essa conflitualidade entre os vários níveis da sexualidade. Falamos até agora de sexualidade relacional, mas não é esse o conceito mais difundido. Fala-se, em geral, de uma sexualidade hedonista, que busca a satisfação do próprio instinto ou que se serve do outro, mas não vai ao encontro do outro. Penso que o ponto principal seja justamente este: procurar entender de que modo vários níveis da sexualidade podem se integrar, não apenas o físico ou o fisiológico, mas também o psicológico, o da autoconsciência, o espiritual. A verdadeira fenomenologia sexual integrada não é conflitual”.

Raimundo Scotto (clínico): “A linguagem do marketing é em grande parte responsável pelo imaginário de massa. Para uma certa cultura comercial, o corpo é uma espécie de reservatório de desejos que devem ser satisfeitos. Isso desencadeia uma série de patologias que levam à desintegração da pessoa, considerada não na sua unidade mas do ponto de vista dos seus desejos. A supervalorização do sexo feita pela publicidade tem efeitos desastrosos, porque os casais são levados inadvertidamente a comparar a própria vida sexual com aquela da propaganda e da novela, que vendem a ideia do prazer fácil, proporcionado pelo fato de se usar um certo desodorante ou uma determinada técnica. Esconde-se assim a verdade, ou seja, que a gratificação é fruto da comunhão das pessoas. Na realidade, cada casal deve descobrir sozinho o seu modo de se relacionar. Só se poderá fazer aos jovens uma proposta de humanismo integral apresentando-lhes uma vida vivida na dimensão do amor”.

Elena Giacchi (ginecologista): “Penso que na raiz dessa problemática encontra-se um “ambiente cultural” que prega a afirmação do indivíduo: tudo o que vem do ambiente externo e do relacionamento com as pessoas é apresentado como algo que deve contribuir para a minha realização pessoal. Até mesmo a vida conjugal é condicionada pela expectativa de gratificação por parte de cada um. Ora, é lógico que a gratificação é sempre inferior a expectativa e, assim, inconscientemente, cada um se coloca na posição de usar o outro, de instrumentalizar o companheiro, tolhendo-lhe a liberdade de exprimir o melhor de si.

Não é tão simples entender que a verdadeira gratificação não depende de uma satisfação fisiológica que, no final, terminará em si mesma, mas é fruto de uma experiência de doação feita num contexto de amor recíproco. Quando se consegue entender essa diferença, se aprende o verdadeiro significado do corpo, que é expressão de amor, de gratuidade”.

Fonte:  Revista Cidade Nova nº 11 – Ano XXXVIII/ Nedo Pozzi