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Uma comovente batalha judicial dos pais de um bebê britânico em estado terminal acabou envolvendo o presidente dos EUA, Donald Trump, e o papa Francisco.

Charlie sofre de síndrome de miopatia mitocondrial, uma síndrome genética raríssima e incurável que provoca a perda da força muscular e danos cerebrais. Ele nasceu em agosto de 2016 e, dois meses depois, precisou ser internado, onde permanece desde então, no Hospital Great Ormond Street, em Londres.

O serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS) explicou que Charlie tem danos cerebrais irreversíveis, não se move, escuta ou enxerga, além de ter problemas no coração, fígado e rins. Seus pulmões apenas funcionam por aparelhos.

O NHS disse que os médicos chegaram a tentar um tratamento experimental trazido dos EUA, mas Charlie não apresentou melhora. Por isso, defende o desligamento dos aparelhos que o mantêm vivo.

Mas seus pais, Chris Gard e Connie Yates – e uma comunidade de apoiadores -, lutam contra a decisão do hospital e pedem permissão para levar o bebê aos Estados Unidos para receber o tratamento experimental diretamente.

Determinação da Justiça

No dia 27 de junho, entretanto, eles perderam a última instância do pedido na Justiça britânica, que avaliou que a busca pelo tratamento nos EUA apenas prolongaria o sofrimento do bebê sem oferecer possibilidade de cura. A Corte Europeia de Direitos Humanos também concluiu que o tratamento “causaria danos significativos a Charlie”, seguindo a opinião dos especialistas do hospital, e orientou pelo desligamento dos aparelhos.

Nesse mesmo dia, um grupo de britânicos se reuniu em protesto em frente ao Palácio de Buckingham, em Londres, em favor da família de Charlie.

No domingo, após a decisão, o papa Francisco pediu que os pais de Charlie possam “tratar de seu filho até o fim”. O Vaticano disse que o papa estava acompanhando o caso “com carinho e tristeza”.

Num comunicado divulgado pela instituição, o papa expressou condolências aos pais de Charlie, dizendo que reza por eles, “na esperança de que seu desejo de acompanhar e cuidar de seu próprio filho até o fim não seja ignorado”.

O hospital pediátrico do Vaticano inclusive se ofereceu para assumir o tratamento do bebê, mas segundo o secretário de Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, razões legais impedem a transferência.

A presidente do hospital chegou a conversar por telefone com a mãe de Charlie e comentou que ela “é uma pessoa muito determinada e decidida e não quer ser parada por nada”.

Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se manifestou sobre o caso pelo Twitter, dizendo que gostaria de ajudar Charlie a receber tratamento.

“Se pudermos ajudar o pequeno #CharlieGard, como nossos amigos no Reino Unido e o papa, ficaríamos felizes de fazê-lo”, escreveu Trump.

Uma porta-voz da Casa Branca disse que Trump não chegou a falar diretamente com a família, mas que membros da administração o fizeram. “O presidente está tentando ser prestativo se isto for possível”, ela afirmou. Não está claro, porém, que tipo de ajuda seria oferecida pelo governo dos EUA.

A repercussão internacional do caso fez com que a premiê britânica, Theresa May, se manifestasse nesta quarta-feira. Ela disse confiar que o hospital onde Charlie está internado “levará em consideração quaisquer ofertas ou novas informações” que possam beneficiar o bebê.

Sem autonomia

Já Chris Gard e Connie Yates se disseram “decepcionados” com o resultado da longa batalha judicial. Eles chegaram a arrecadar 1,3 milhão de libras (R$ 5,5 milhões) num site de financiamento coletivo para custear o tratamento nos Estados Unidos e disseram que iriam doar o dinheiro a uma ONG voltada para a síndrome de miopatia mitocondrial se Charlie não se beneficiar do dinheiro.

Em um vídeo publicado no YouTube, eles afirmaram: “Estamos com o coração totalmente partido, passando nossas últimas horas preciosas com nosso bebê”.

“Não podemos escolher se nosso filho vive e não podemos escolher quando ou onde ele morre”, continuaram, lembrando que foram negados os pedidos para que Charlie fosse levado para casa para morrer.

O tratamento experimental não seria capaz de curar o bebê, mas traria esperanças de amenizar os efeitos da doença. Os médicos americanos afirmaram, no entanto, não terem observado melhora em casos tão avançados como o de Charlie.

De acordo com o NHS, quando os pais não concordam com a condução do tratamento de seu filho, o hospital pode recorrer à Justiça para tomar uma decisão, como ocorreu nesse caso. O processo se estendeu por três instâncias até a Suprema Corte britânica, além da corte europeia, todas em favor da unidade de saúde.

Nesse caso, a Justiça baseia sua decisão, diz o NHS, no que é melhor para Charlie. Por isso, mesmo que os pais queiram custear a viagem aos Estados Unidos com o dinheiro arrecado, eles não têm autonomia para isso, uma vez que a Justiça determinou que o tratamento não trará benefícios ao bebê.

BBC Brasil

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Dois dias depois de o papa Francisco ter feito um apelo em defesa da vida no Twitter, o porta-voz do Vaticano, Greg Burke, afirmou neste domingo (2) que o líder católico acompanha “com afeto e comoção” o caso do bebê britânico Charlie Gard.   

O menino de apenas 10 meses sofre de miopatia mitocondrial, doença rara e incurável que provoca perda progressiva da força muscular, e terá os aparelhos que o mantêm vivo desligados por decisão da Corte Europeia dos Direitos Humanos, contra a vontade dos pais.   

“O Santo Padre acompanha com afeto e comoção o caso do pequeno Charlie Gard e expressa sua proximidade aos pais. Ele reza por eles, desejando que não se negligencie seu desejo de acompanhar e tratar o próprio bebê até o fim”, declarou Burke.   

Na sexta-feira passada (30), Francisco já havia escrito no Twitter, sem citar Charlie, que “defender a vida humana quando ela está ferida pela doença é um compromisso de amor que Deus confia a cada homem”.   

Os genitores de Charlie, Connie Yates e Chris Gard, pretendiam submetê-lo a um tratamento experimental nos Estados Unidos e conseguiram até arrecadar 1,4 milhão de libras esterlinas em doações. No entanto a Justiça do Reino Unido ordenou que os aparelhos do menino fossem desligados, atendendo a um pedido de seus médicos, que alegam que não há cura para a doença e que a criança tem o direito de morrer com dignidade.   

O casal ainda tentou recorrer à Corte Europeia dos Direitos Humanos, mas sem sucesso. Charlie nasceu saudável, em agosto de 2016, porém logo começou a perder peso e força. Hoje o bebê só sobrevive com a ajuda de aparelhos. (ANSA)

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Mônica Santos é abraçada pela filha Paolla (Foto: Márcio Rodrigues)

O sucesso na esgrima depende de escolhas precisas: o momento exato de atacar, a hora de se defender, onde desferir o golpe. Para Mônica Santos, este exercício de tomar decisões difíceis, sob pressão, começou muito antes da busca por uma medalha na Rio 2016. Principal atleta feminina do Brasil no esporte, a gaúcha tornou-se paraplégica “por opção”. Parece um mau uso das palavras, mas foi a realidade de quem preferiu encarar o desafio de aprender a viver enquanto cadeirante a abortar na primeira gravidez. Na Paralimpíada, enquanto Mônica tentará surpreender as favoritas ao título do florete na categoria A, Paolla, hoje com 13 anos, estará na torcida gritando pela mãe.

Mônica tinha 18 anos quando soube que estava grávida. Em meio à alegria pela maternidade, veio o susto. Uma fraqueza até então inexplicável nas pernas foi atribuída à descoberta de um angioma medular. Ouviu dos médicos que o aconselhável seria interromper a gestação para evitar que a lesão pressionasse ainda mais a medula, o que poderia causar até tetraplegia. A gaúcha contrariou a recomendação e assumiu o risco. Deu à luz Paolla, e posteriormente se submeteu à cirurgia para a retirada do angioma. Perdeu o movimento das pernas, mas pôde carregar a filha nos braços.

– Me tornei cadeirante em 2002 por opção. Eu estava com dois meses de gestação quando tive um angioma medular e optei por ter a neném e ficar paraplégica. Não foi uma questão religiosa. Foi uma questão humana. Acho que, se cada um tivesse um pouquinho mais de humanização, o país estaria bem melhor. No momento eu nem pensava em ser contra aborto ou a favor. O fato é que eu queria ter um bebê, ali era uma vida, e eu não queria tirar aquela vida. Acho que era um ser humano desde o momento que estava ali batendo o coraçãozinho – disse Mônica.

Ela, que à época jogava futebol, não perdeu o ímpeto competitivo com a maternidade. Pelo contrário. Procurou esportes adaptados e fez vários testes. Se arriscou na natação, no tênis de mesa e no tiro esportivo. A bola da vez era o basquete em cadeira de rodas quando conheceu Jovane Guissone, que usava a modalidade para aprimorar a forma física. Ele, na verdade, era um expoente da esgrima em cadeira de rodas e em 2012 se tornaria o primeiro campeão paralímpico do Brasil no esporte, mais precisamente na espada, categoria B.

Apresentada às armas brancas, Mônica descobriu um caminho a trilhar como atleta profissional. Em um ano foi convocada para a seleção brasileira permanente e logo firmou-se como principal atleta feminina do país. Nas competições nacionais, como a Copa Brasil, é um dos trunfos do Rio Grande do Sul – as disputas são por representação dos estados da federação. Em torneios internacionais, ela também deixou sua marca. Sagrou-se bicampeã do Regional das Américas, garantindo a vaga para a Paralimpíada do Rio. Atualmente é a 19ª do ranking mundial do florete categoria A.

Mônica seria a única mulher da equipe verde-amarela, mas a saída da Rússia abriu espaço para que o Brasil competisse também na prova por equipes no feminino. Assim, Karina Maia e Suelen Rodolpho foram convidadas para integrar a delegação. Como Vanderson Chaves já havia herdado uma vaga no masculino, o país passou a ter oito representantes no esporte.

– Depois de 2012 a medalha do Jovane fez com que a gente ganhasse mais visibilidade e o esporte crescesse. Em Londres tínhamos um atleta, agora aumentou bastante. Isso é muito bom porque cresce a modalidade, e as pessoas veem que não é um bicho de sete cabeças. Não é o Zorro jogando, são atletas mesmo que estão buscando resultados para poder representar bem o Brasil – completou Mônica.

Eduardo Nunes, um dos três técnicos do Brasil na Paralimpíada, cita China, Ucrânia, Itália e França como principais potências na briga por medalhas. Com a saída da Rússia, ele vê um cenário mais favorável para os atletas da casa, tanto pelo aumento da delegação quanto pela saída de adversários de peso.

Durante a preparação, a equipe técnica cuidou para que Mônica e companhia tivessem a melhor estrutura de treinos possível. Fernando Scavasin e Guilherme Melaragno, esgrimistas que disputaram a Olimpíada pelo Brasil, serviram de sparrings para os colegas paralímpicos no Centro de Treinamento de São Paulo. Passaram impressões e dicas valiosas para serem usadas durante a Paralimpíada.

– Falaram como agir, para focar dentro da pista mas trazer a torcida para a gente. Acho que a grande diferença vai ser a torcida, vai empolgar muito a gente e passar energia boa. Está na sua casa, tu que manda, então vamos incomodar. Cada um luta com as armas que tem. Acho muito importante essa energia passada para a gente – disse a esgrimista.

Nas arquibancadas, dentre tantos torcedores, estará Paolla apoiando a mãe. A esgrima em cadeira de rodas terá competição de 12 a 16 de setembro, sempre na Arena Carioca 3.

Fonte Globo Esporte

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No mundo existem autênticos heróis, pessoas que não aparecem nas capas das revistas e não são milionárias, mas que com o seu exemplo de vida fazem do mundo um lugar para se sentir orgulhoso de viver.

Um desses heróis anônimos é Tong Phuoc Phuc, um vietnamita católico que decidiu fazer sua contribuição e com isso tem salvado a vida de dezenas de bebês. Ele é pai de mais de cem crianças que, sem ele, nunca teriam nascido.

Tudo começou em 2001, sua esposa estava grávida e teve muitas complicações. O parto foi difícil e Phuc conta que enquanto aguardava no hospital sua esposa se recuperar, viu que muitas mulheres entravam grávidas na sala de parto mas saiam sem nenhum bebê. A princípio ele não entendeu, mas quando viu os médicos jogando os fetos no lixo, se deu conta do que estava acontecendo. Ele se compadeceu e então pediu para levar esses corpos.

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Com todas as economias que tinha de seu trabalho como construtor, comprou um pequeno campo para poder enterrar os restos dos bebês que eram jogados. No começo, sua esposa pensou que ele tivesse enlouquecido, mas ele continuou fazendo isso e atualmente já são mais de 10.000 fetos abortados que aí descansam.

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Desde que ele começou a enterrar os corpos, mães pós-abortivas começaram a vir até o cemitério para rezar pelos filhos aí sepultados, e grávidas em risco de aborto começaram a procurar por ele para pedir ajuda. Phuc abriu as portas da própria casa para que essas gestantes tivessem onde ficar e se ofereceu a adotar os bebês que elas não quisessem. Desde então, ele adotou mais de cem bebês que seriam abortados e conseguiu que, com o tempo, muitas dessas mães voltassem para buscar os filhos quando se encontrassem em melhores condições.

Todos os bebês que Phuc adota, se são meninos, tem o nome de Vihn (que significa “Honra”), e se são meninas, são chamadas de Tam (que é “Coração”); o segundo nome é sempre o da mãe ou da cidade de origem dela – caso a mãe retorne; e o sobrenome é Phuc, que é o dele, pois ele considera todos como seus próprios filhos. Ele diz que “essas crianças agora têm um lar seguro. Eu estou disposto a ajudar e a ensiná-las a serem boas pessoas”.

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Apesar de parecer cansativo, Phuc não pensa em parar. Ele declarou que “continuarei a fazer esse trabalho até meu último suspiro de vida, e encorajo meus filhos a continuarem ajudando outras pessoas desprivilegiadas.”

Confira algumas fotos da página oficial de Phuc no Facebook

Fonte: Sempre Família 

Assustador. Essa palavra define o aplicativo Baby Shaker.

O jogo consiste em acalmar um bebê que aparece chorando na tela do smartphone. O problema? O objetivo do game é que a criança morra, pois só assim o choro é cessado. O app foi retirado das lojas de  distribuição na internet, felizmente.

O Demônio não se cansa nunca de inspirar pessoas a terem ideias surgidas das profundezas do inferno onde ele vive.

Vade retro.

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A pequena Hope Lee sofria de anencefalia, seus pais decidiram não abortá-la e depois de uma breve vida de apenas 74 minutos, ela se transformou na doadora de órgãos mais jovem do Reino Unido.

Os pais de Hope conceberam gêmeos, um menino e uma menina. Na 13ª semana de gestação, souberam que a menina nasceria com uma má formação letal no cérebro e no crânio. Os médicos advertiram que teria pouco tempo de vida e lhes propuseram abortar.

Emma e Andrew Lee não aceitaram a proposta e decidiram que doariam os rins de Hope. Os gêmeos nasceram na semana passada e a pequena Hope viveu durante 74 minutos.

“Tivemos tempo para planejar tudo o que queríamos fazer e o hospital pôde preparar o transplante de rim e retirar algumas células do fígado”, explicou Andrew e recordou que “justo antes de morrer, segurou meu dedo com os seus e comecei a chorar”.

Para a mãe, a decisão do transplante “foi muito difícil”, mas “sabemos que fez algo bom em seu pouco tempo de vida. Estamos orgulhosos de que ela tenha conseguido tanto em tão pouco tempo”.

Os pais de Hope expressaram que não abortar foi sua melhor decisão, porque puderam passar um tempo muito valioso com sua pequena e sua filha mais velha Maddie, com apenas 5 anos, pôde conhecer e carregar a sua irmãzinha.

No hospital, prepararam uma caixa de lembranças de Hope com suas impressões digitais e lindas fotos.

“Hope estava linda, como uma bonequinha, apesar da doença que tinha. Agora, sentimos que nossa pequena foi uma heroína”, adicionou seu pai.

Fonte: ACI

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Abigail é um bebê que tem causado comoção em toda a internet. Com 18 semanas de gestação o casal descobriu que a bebê tinha Síndrome de Down, foi um susto, mas não encaram isso como um bicho de sete cabeças. 
“Nós estávamos empolgados e honrados de ter uma criança com necessidades especiais“, Erika escreve em seu blog.
Mas na 30ª semana, os médicos disseram que a bebê era portadora de um câncer raro no cérebro e que ela não teria muito tempo de vida. 
“O neurocirurgião recomendou que nós levássemos Abigail para casa e a cobríssemos de amor”, comentou os pais. 
Foi então que os pais tiveram a brilhante ideia de realizar um ensaio fotográfico para que pudessem de lembrar de Abigail e levá-la sempre em seus corações. Mas o que há por trás disso tudo é muito mais poderoso e emocionante do que o impacto causado pelas imagens.
 
“Nós enchemos essa pequena com amor e beijos e continuaremos fazendo isso em todos os momentos que tivermos. Nós não queremos perder nossa filha. Nós queremos vê-la rindo, dançando, brigando com sua irmã, andando de bicicleta, indo para a escola. Nós queremos ver a vida dela. Mas provavelmente sua vida será de semanas ou meses, não anos. Nossos corações estão quebrados com dor pelo tempo que não temos”, disse o casal.
Confira algumas fotos do ensaio abaixo: 
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Atualizando a notícia:
Você se lembra do caso da bebê Abigail, que tem síndrome de Down e nasceu com um tumor aparentemente inoperável no cérebro? Seus pais, Erika e Stephen Jones, fizeram até um ensaio para registrar seu tempo com a pequena, já que, segundo os médicos, ele não seria muito longo…

Mas hoje, com 2 meses de vida, a bebê contrariou todas as expectativas e segue feliz e risonha, com muita vida pela frente.

Seus pais souberam que a filha tinha um tumor fatal quando Erika ainda estava grávida. Por isso, desde que Abigail nasceu, eles se programaram para curtir ao máximo os momentos que teriam com ela. Mas os dias foram passando e o casal começou a perceber que a bebê estava se desenvolvendo a crescendo forte a cada dia. “Ela comia, ganhava peso e parecia ótima”, contou Erika à WCVB, de Boston. “Definitivamente, não parecia estar morrendo de forma alguma”.

Por isso, o casal, que vive no estado da Flórida, decidiu procurar por uma segunda opinião e encontrou, em Boston, o neurocirurgião Alan Cohen, do Boston Children’s Hospital. “Há alguns tumores que, às vezes, parecem malignos mas não são”, explicou o médico. Cohen acreditou que não havia evidências suficientes para crer que Abigail teria tão pouco tempo de vida. “Eu disse (aos pais): ‘Por que vocês não vêm até aqui, nós damos uma olhada e talvez possamos tirar isso daí”.

Dito e feito.

Abigail foi submetida a uma operação para retirar o tumor. E tudo correu bem: “Quando o Dr. Jones saiu da cirurgia e disse que tinha removido todo o tumor, foi como se Abigail tivesse nascido de novo!”, declarou Erika.

Vida longa à pequena Abigail!

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Curiosidades/noticia/2015/10/bebe-com-tumor-dito-inoperavel-e-curada.html

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Com apenas doze anos, Ángel Ariel Escalante Pérez tomou uma decisão que acabou sendo, literalmente, de vida ou morte. Os membros de uma gangue ameaçaram o menino de morte, caso não matasse o motorista de um ônibus. Ángel negou-se a assassiná-lo, então foi jogado do alto de uma ponte, ficando gravemente ferido e depois de 15 dias de agonia, finalmente faleceu. Essa é a sua história.

No dia 18 de junho aproximadamente às 13 horas, um grupo de vizinhos do assentamento Jesus da Boa Esperança, localizado sob a ponte Belice, na zona 6 da Cidade de Guatemala, encontraram o menino gravemente ferido.

Membros de uma gangue o lançaram da ponte. Os paramédicos assinalaram aos meios locais: “ O menino contou que queriam que matasse um motorista e como se negou, o atiraram da ponte”.

O porta-voz dos Bombeiros Municipais, Javier Soto, comentou que os ramos das árvores e o matagal da área amorteceram a queda de Ángel e foi encontrado com as duas pernas fraturadas.

“A queda foi de aproximadamente uns 125 metros. Normalmente, as pessoas que caem ou se jogam desta ponte não sobrevivem”, disse Soto.

Nas redes sociais está sendo difundida uma foto na qual o menino abraça o seu pai, logo depois do seu resgate.

Depois de permanecer durante 15 dias em cuidados intermediários, Ángel Ariel faleceu no Hospital Geral San Juan de Dios.

Ángel Ariel Escalante Pérez estava na sexta série do ensino fundamental na escola Carlos Benjamim Paíz Ayala, próximo ao lugar onde foi jogado. Gostava de desenhar, de escutar música e de futebol.

Logo depois do seu velório na Guatemala, foi levado a Managua (Nicarágua), lugar no qual foi enterrado, na mesma tumba que seu tio, assassinado em 2007.

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Fonte: ACI

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Ángela Morales é um “bebê milagre” para sua mãe. Antes de dar à luz, Sonia soube que sua filha nasceria com anencefalia, uma condição que a condenava à morte. Contra todo prognóstico, a menina completou um ano e três meses e continua surpreendendo a todos.

Sonia e Rony Morales moram em Providence, localizada no estado de Rhode Island (Estados Unidos). Quando souberam que Ángela nasceria com anencefalia, decidiram tê-la mesmo assim.

A anencefalia é caracterizada pela ausência parcial do cérebro ou do crânio. Os bebês que nascem com esta doença normalmente vivem pouquíssimo tempo.

Em seu blog, Sonia escreveu: “A vida de Ángela é uma prova de que a ciência ainda tem muito que aprender sobre esta doença e que os médicos somente sabem o que está nos livros. Ainda não podemos acreditar quão longe ela chegou, o quanto é feliz e saudável”.

“Ela é uma guerreira maravilhosa e tem uma grande missão a ser realizada”, declarou sua mãe.

Sonia Morales e seu esposo não cuidam de Ángela sozinhos, sua filha mais velha Elizabeth, também ajuda a cuida-la.

A mãe recorda ainda o dia no qual recebeu o diagnóstico: “Eu estava sozinha em um quarto frio e escuro. Sentia o meu coração apertado. Tiraram mais de 40 imagens para saber o que estava acontecendo, quando o doutor me deu a terrível noticia: ‘Sinto muito, mas seu bebê tem uma abertura da sobrancelha até a parte de trás. Não tem cérebro nem crânio, nascerá com anencefalia’ ”.

Nada poderia ter preparado esta mãe para tão terrível notícia. Sonia chorou muito, mas teve a consciência clara e respondeu rapidamente à proposta de fazer o aborto: “Ela não é uma opção, é a minha menina linda. Rejeitei duas vezes a possibilidade de abortar”.

Sonia recordou que quando Rony, seu esposo, soube desta situação disse-lhe: “Nosso bebê nascerá e será amada por nós até seu último suspiro”. Pouco depois Ángela nasceu.

“Não podemos acreditar no que vimos. Vimos muitos milagres. Ángela nasceu há 15 meses (…) Ela continua surpreendendo os médicos e faz coisas que disseram nunca seria capaz”.

“Angela respira sozinha, subiu de peso, mexe suas pernas e braços, normalmente come frutas e vegetais: Seus preferidos são a batata-doce, a banana, o abacate e a melancia. Adora o que eu cozinho”, disse Sonia.

“Nosso bebê-milagre completou 15 meses. Ela é a prova vivente e amorosa de que os milagres acontecem todos os dias, quando acreditamos em Deus. Isso significa confiar n’Ele inclusive quando não conhecemos os seus planos. (…) Ela veio ao mundo perfeita e Deus a confiou aos nossos cuidados”.

“Este caminho começou com uma espada transpassada no coração, não entendíamos por que tanto sofrimento. Por que tanta dor? Por que nós? Por que nossa querida filha? Por que? Por que? Agora entendo que teve que ser assim para receber esta recompensa. Estamos felizes e nossas vidas estão realizadas”.

“Não desista, pois, os milagres acontecem”, afirmam os pais da menina.

Fonte: ACI

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Durante uma controvertida reportagem sobre o drama do aborto em menores, o jornalista argentino Adrián Pallares compartilhou seu testemunho: “Meus pais me conceberam quando eram adolescentes, e apesar das dificuldades tiveram a coragem de seguir adiante com a gravidez.

Na edição do programa ‘Café da manhã Americano’ do canal argentino América TV, apresentado no dia 1º de maio, Pallares participava deste programa no qual debatiam sobre a confissão de Nadia Terazzolo, mulher de 31 anos que participou na edição do programa ‘Big Brother Argentina’ e confessou que quando ficou grávida, ainda adolescente, seu namorado a obrigou a abortar.

“Fiquei grávida do meu primeiro namorado e ele não quis saber de nada. Ele me convidou para uma viagem, paramos em Bolívar e despertei em Mar del Plata, toda enfaixada. Tinham realizado um aborto em mim”, relatou recentemente Terazzolo.

Enquanto debatiam sobre o caso, Adrián Pallares interrompeu o programa com seu testemunho: “Minha mamãe ficou grávida quando tinha 16 anos. E meus pais se amavam, ainda se amam muito. Ainda sendo adolescentes decidiram trazer-me ao mundo”, confessou.

Pallares afirmou: “Isso acontece com muitas pessoas, muitas que se amam, mas se assustam, não sabem o que fazer, temem não ser compreendidas nem apoiadas pelos seus pais. Então, decidem fazer algo que pode prejudicar a mulher, inclusive matar a criança”.

E testemunhou: “Sem querer parecer fanático, quero declarar que sou fruto de alguém que teve coragem, pois sendo adolescentes com 16 e 17 anos decidiram seguir com a gravidez apesar das dificuldades”.

A apresentadora do programa, comovida pelo testemunho, aproximou-se de Pallares após seu testemunho e deu-lhe um forte abraço.

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Quem já se recuperou de uma experiência de quase-morte ou esteve em coma e conseguiu revertê-lo poderá confirmar: o sentido da audição é o último a se perder.

E o que foi ouvido por uma mulher britânica na unidade de terapia intensiva foi ao mesmo tempo aterrorizante e reconfortante.

Jenny Bone, de 40 anos de idade, estava em coma quando ouviu um médico perguntar ao seu marido o que ele achava de desligar os aparelhos que a mantinham viva.

O terror sentido por ela foi tranquilizado quando o esposo, John Bone, descartou a hipótese. O homem, de 58 anos, decidiu em favor da vida apesar de uma conversa que o casal tinha tido já fazia certo tempo, na qual a esposa declarara que gostaria de morrer caso ficasse incapacitada de forma permanente.

A equipe médica temia que Jenny tivesse sofrido danos cerebrais graves depois uma parada cardíaca. Mas ela se recuperou e hoje se declara aliviada porque o marido foi contra a sua vontade. Ela contou sua história ao jornal inglês The Daily Mail:

“Eu estava consciente das conversas que aconteciam do meu lado. A mais frequente delas era dos enfermeiros: ‘pronto, vamos virá-la’”, em referência a posicioná-la na cama. “E a mais alarmante foi entre um médico e o meu marido, sobre o meu desejo de ser mantida viva ou não e sobre a incerteza deles quanto às minhas faculdades mentais terem sido comprometidas pela falta de oxigênio durante a parada cardíaca. O consenso foi me manter em vida, ajudada pelos aparelhos, e fazer uma ressonância magnética para conferir as minhas funções cerebrais. Eu não estava respondendo nem aos testes básicos de reflexos; foi por isso que o médico achou que eu não tinha mais chances de recuperação. Estou muito feliz de que o meu marido tenha me dado esse ‘tempo extra’!”.

Jenny não respondia aos testes de estímulo devido à paralisia, explicou ela própria ao jornal.

Após um desmaio em março passado, Jenny procurou um médico e ele suspeitou que a paciente tivesse a síndrome de Guillain-Barre, doença em que o sistema imunológico ataca o sistema nervoso periférico e deixa o cérebro incapaz de controlar os músculos.

Pouco tempo depois, ela sentiu uma dor no peito, parou de respirar e sofreu a parada cardíaca, prossegue o relato do Daily Mail. “Jenny passou por uma traqueotomia para poder respirar e foi colocada em coma induzido. Ela estava na unidade de terapia intensiva quando um médico falou em encerrar sua vida, alguns dias depois”, detalha o jornal.

O marido comenta: “O médico disse que não sabia quanto tempo ela tinha ficado sem oxigênio e falou que talvez tivesse chegado a hora de desligar os aparelhos. Eu respondi que era cedo demais”.

Durante os cuidados intensivos, foi confirmada a síndrome de Guillain-Barré. “Os médicos perceberam que ela tinha chances de sobreviver se fosse mantida em coma para que corpo se recuperasse”, conta o Daily Mail.

Um porta-voz do hospital declarou: “Estamos contentes de que a Sra. Bone esteja se recuperando. No entanto, lamentamos que ela não tenha tido uma experiência positiva como paciente. Estamos investigando todas as preocupações que foram levantadas”.

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 “Um amontoado de células”; “Tecido”; “Apenas um feto”. Estas são expressões comuns que as pessoas favoráveis ao aborto utilizam para descrever o nascituro, a fim de diminuir a humanidade dessas novas vidas. Porém, aquilo que as pessoas falam para rotular os nascituros não é o que os define, e isso está comprovado pela vida de uma criança pequena. No verão de 2013, Walter Joshua Fretz nasceu com apenas 19 semanas de gestação. Ele viveu somente durante alguns momentos, mas sua vida tem tido um impacto duradouro.

Fotografia: Bebê Walter aconchegado à sua mãe.

Fotografia: Bebê Walter aconchegado à sua mãe.

Os pais de Walter, Lexi e Joshua Fretz, pais de duas meninas (que acolheram sua terceira filha, Mia, em setembro passado), aguardavam ansiosamente a chegada do seu novo bebê, quando, de acordo com o blog de Lexi, ela começou a ter sangramento. Isso não era algo incomum para ela durante a gestação, mas, quando o sangramento ficou rosado ela ficou mais preocupada e telefonou para sua parteira, que a aconselhou a ir para uma Unidade de Emergência.

Na sala de emergência, várias gestantes que chegaram depois dela foram levadas imediatamente para a maternidade. Porém, uma vez que Lexi ainda não completara 20 semanas – ela estava com 19 semanas e 6 dias – as regras do hospital determinavam que ela permanecesse na Sala de Emergência. Cerca de uma hora mais tarde, Lexi conseguiu ouvir as batidas do coração de seu bebê e sentiu-se aliviada, mas, enquanto aguardava um ultrassom, Lexi começou a sentir as típicas dores de parto. Quase cinco horas depois de ter chegado ao hospital, Lexi deu à luz seu filho, Walter Josué Fretz. Ela escreve:

Eu estava chorando copiosamente naquele momento, mas ele era perfeito. Ele estava completamente formado e tudo estava no lugar; eu podia ver o seu coração batendo em seu pequenino peito. Joshua e eu o seguramos e choramos por ele e olhamos para o nosso filho perfeito e pequenino.

Bebê Walter

Bebê Walter

A próxima decisão de Joshua parecia sem importância e natural, mas acabaria se tornando um divisor de águas e até mesmo um salva-vidas para muitas pessoas. Ele foi para o carro pegar a câmera de Lexi para tirar fotos de seu filho. A princípio, isso não era o que Lexi queria, mas as fotos de Walter logo se espalharam por toda a Internet. As fotos alcançaram mães enlutadas, ajudando-as a superar a perda de seus próprios bebês, e elas foram usadas para ajudar mulheres a optarem pela vida de seus filhos nascituros. Lexi recebeu muitas mensagens positivas e compartilhou algumas, incluindo as seguintes:

Acabo de ver as fotos de Walter… Estou grávida e estive em um lugar muito ruim esta semana. Fiz minha primeira ultra na semana passada e ele também é um menino. Mas esta semana comecei a rezar para sofrer um aborto espontâneo ou decidir interromper a gravidez, porque o pai do bebê esquivou-se de toda a responsabilidade. Pedi a Deus que me enviasse um sinal hoje de que ficaremos bem, ou então seguirei adiante e farei um aborto amanhã. Algumas horas mais tarde vi o link no Facebook. Ele me pôs a chorar. Porém, o mais importante é que isso me fez saber, sem sombra de dúvida, que não posso fazer isso com o bebê.

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Walter e seu pai.

Walter e seu pai.

Eu costumava acreditar que havia razões que justificassem alguns abortos. [ …] E agora, vendo Walter deitado sobre o seu peito, sinto vergonha de minhas opiniões anteriores e desgosto por todas as mulheres que decidem abortar sem entender o valor da vida que trazem dentro de si.

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Sempre pensei que coubesse à mulher a escolha de abortar uma gestação! Novamente falta de entendimento, pensando, ou melhor, eu estava sendo levada a crer que nessa fase a mulher estaria abortando um feto (uma massa de células!). Como eu estava equivocada!!! Estou contente por você ter decidido compartilhar a sua história e pelas belas fotos de um momento triste em sua vida, porque você me educou!

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Estou grávida de 8 semanas e há 3 semanas estou sentindo agonia total quanto ao que fazer em relação a manter ou abortar o bebê (esse não é o melhor momento para ter filhos), mas você colocou a minha vida em perspectiva, posso amar esse bebê e “sobreviver”, assim, agora, isso é o que basta pra mim, estou mantendo este bebê que trago dentro de mim e vou valorizá-lo para a eternidade.

Bebê Walter e suas irmãs mais velhas.

Bebê Walter e suas irmãs mais velhas.

Essas fotos de Walter revelam a humanidade da criança nascitura. Elas provam sem sombra de dúvida que se trata de uma pessoa, e não de uma bolha ou um aglomerado de tecido. E suscita a pergunta: Por que então é legal terminar a vida de um ser humano nascituro?

“O fato de não podermos enxergar a criança dentro da barriga da mãe não significa que ela seja uma bolha de células,” escreve Lexi. “Walter estava perfeitamente formado e era muito ativo no útero. Se ele tivesse apenas algumas semanas a mais, ele teria tido uma chance de lutar pela vida. [ …] Em meio a toda nossa dor, sinto-me feliz por que algo de bom pode resultar dessa experiência. Rezo para que o Senhor continue usando as fotos de Walter para impactar a muitos.”

Todas as fotos são cortesia de: F2 Fotografia de Lexi

Fonte:  Fratres in Unum.com

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Após a ampliação da eutanásia para crianças no ano passado na Bélgica, os bispos belgas elevaram a sua voz de alerta diante da frequência com que se ultrapassam os limites da norma. Advertem também que o próximo objetivo dos promotores da lei serão as pessoas com problemas mentais.

Conforme assinala o jornal italiano Avvenire, na legislatura anterior, um senador estendeu a proposta de lei sobre a extensão da eutanásia para quem sofre doenças neurodegenerativas.

Os bispos anunciaram que agora o maior temor é que a lei se dirija aos pacientes esquizofrênicos, onde o critério da “intolerância ao sofrimento” que até agora é usado para sua aplicação, seria substituído pela “perda da capacidade cognitiva”.

“Opomo-nos energicamente a esta tendência, uma perda de autonomia não pode ser uma perda de dignidade”, destacaram os prelados em declarações aos jornais locais Standaard e La libre Belgique.

Em relação à Lei de 2002 sobre a eutanásia, os bispos asseguram que “é necessário levar em consideração que se fez realidade e os limites da lei estão sendo superados constantemente, são transgredidos”.

“O número dos grupos de pacientes que pertencem aos casos admitidos pela lei não deixa de aumentar”, lamentaram.

A falsa compaixão da eutanásia

Em 15 de outubro do ano passado na audiência com a Associação de Médicos Católicos Italianos, o Papa Francisco afirmou que a eutanásia é uma “falsa compaixão” por quem sofre.

Neste sentido o Santo Padre afirmou que “a compaixão evangélica, entretanto, é a que acompanha no momento da necessidade, quer dizer a do Bom Samaritano, que olha, compadece-se, aproxima-se e oferece ajuda concreta”.

“A missão dos médicos os coloca todos os dias em contato com tantas formas de sofrimento: animo vocês a que se encarreguem deles como ‘bons samaritanos’, cuidando de forma especial dos idosos, dos doentes e dos deficientes”, concluiu.