charlie

A “justiça” da Inglaterra, entre aspas e com minúsculas por questão de Justiça, autorizou o assassinato forçado de um bebê de 8 meses de idade, atropelando monstruosamente até mesmo a vontade dos próprios pais da criança condenada à morte.

O pequeno Charlie Gard sofre de uma doença mitocondrial rara, que provoca o enfraquecimento dos seus músculos e sérios danos cerebrais. Ele recebe suporte vital no Hospital Great Ormond Street, de Londres, mas os médicos “decidiram”, contra a vontade dos pais do bebê, que os aparelhos deverão ser desconectados para “evitar um sofrimento inútil”.

Os pais de Charlie, Chris Gard e Connie Yates, pretendiam levar o filho aos Estados Unidos para um tratamento experimental e, decididos a dar a ele todas as chances possíveis de vida e cura, por mínimas que fossem, rejeitaram terminantemente a “sugestão” assassina dos médicos.

O caso foi parar na “justiça”, entre aspas e com minúscula. Muito, muito minúscula.

Durante o processo, uma das médicas declarou que a criança já não ouve nem se mexe e está “sofrendo desnecessariamente”.

Charlie tinha nascido saudável, em agosto de 2016, mas, aos dois meses, foi internado com pneumonia por aspiração e seu quadro piorou muito rapidamente. Os pais iniciaram uma campanha de arrecadação de donativos para levar o bebê aos Estados Unidos. Graças à solidariedade concreta de mais de 80.000 pessoas, eles angariaram 1,2 milhão de libras (mais de 4,5 milhões de reais).

Mas a “justiça” inglesa, entre aspas e com minúscula, arrancou deles até o direito de tentar.

Foi digna de uma ditadura absolutista a cena tétrica no Alto Tribunal da Inglaterra em que a família de Charlie recebeu com gritos de “Não!” a odiosa decisão do juiz Nicholas Francis, que teve o desplante de declarar que batia o seu martelo homicida “com a maior das tristezas”, mas, ao mesmo tempo, com “a absoluta convicção” de estar fazendo “o melhor para o bebê“. Nas palavras indignantes do representante dessa minúscula “justiça”, o pequeno sentenciado ao extermínio merece “uma morte digna”! No parecer do juiz, porém, essa “dignidade” não consistiria em lutar pela vida mediante um tratamento novo, mas sim em ser forçado à eutanásia, sem qualquer respeito sequer pela vontade dos pais de garantir ao filho até a mínima das chances de vida.

Pode haver algum indicativo mais gritante de ditadura assassina do que a intromissão do Estado na decisão de uma família que quer a VIDA do próprio bebê?

É nojenta, abominável, a hipocrisia com que se tentam disfarçar com termos “doces” e “empáticos” as formas monstruosas de pensar, falar e agir dos escravos da cultura de morte e descarte que rege o mundo “civilizado” em nossa época. Essa cultura, que pervade cada vez mais corrosivamente o âmago de todos os segmentos da vida social, acadêmica, política e econômica da nossa sociedade suicida tem sido denunciada inúmeras vezes e com força pelo Papa Francisco, o máximo expoente atual da cultura da vida e do encontro que caracteriza o autêntico cristianismo.

A estarrecedora metástase do câncer moral que apodrece por dentro e por fora a “sociedade civilizada” fede nas palavras do juiz, que teve a coragem de se dirigir da seguinte forma aos pais do bebê cujo assassinato ele acabava, impavidamente, de decretar:

“Quero agradecer aos pais de Charlie pela sua campanha valente e digna em nome dele, mas, principalmente, prestar homenagem à sua total dedicação ao seu filho maravilhoso desde o dia em que nasceu”.

Não consigo enxergar nenhuma possibilidade de ouvir uma declaração como esta, nesse contexto, sem sentir a força de um soco na cara e os ecos de uma gargalhada de deboche em cada sílaba dessa condenação.

Que grau de monstruosidade é necessário, consciente ou já subconscientemente, para sentenciar um bebê à morte e se dirigir com tamanha hipocrisia aos pais da sua vítima indefesa? Uma vítima que ainda tem uma chance a seu alcance!

A advogada da família de Charlie, Laura Hobey-Hamsher, resumiu os efeitos dessa sentença ditatorial e assassina declarando que os pais do bebê ficaram simplesmente “arrasados”.

O filho deles tem uma chance de vida! Mínima, ínfima, não importa: é uma chance e eles querem e têm o direito de abraçá-la com toda a força da sua esperança e do seu amor de pais!

QUEM pode se arrogar o “direito” de lhes negar essa chance? QUEM?

Devastadoramente, esta não foi primeira vez que um juiz da “civilizada” Inglaterra determinou o desligamento do suporte vital a um bebê apesar da expressa vontade dos seus pais de continuar lutando pela vida. Em 2015, a “justiça” inglesa, minúscula e entre aspas, se fez cúmplice do assassinato de uma menina que tinha sofrido danos cerebrais irreversíveis devido à falta de oxigênio durante o parto, ocorrido dentro de um automóvel.

Se a “justiça” realmente acredita que está fazendo “o bem” ao tomar esse tipo de decisão homicida, a situação, já abominável em si mesma, consegue se tornar ainda mais sombria, preocupante e assustadora. “Cega” nunca foi melhor adjetivo para descrevê-la.

Qualquer ser humano que tenha um pingo de sincero desejo de defender a vida tem a obrigação moral de se manifestar em alto e bom som diante dos ataques cada vez mais abertos das hordas da morte e do descarte. Por enquanto, o direito de protesto ainda não nos foi proibido. Por enquanto.

Aleteia

view

O templo de São Patrício no centro de Londres, Inglaterra, realizou no dia 17 de setembro a Vigília ‘Nightfever’. A vigília, em seu segundo ano na capital inglesa, ocorreu no templo localizado no ‘Soho Square’ e os jovens convidaram aos transeuntes a ingressar para fazer um pouco de Adoração Eucarística.

“Todos estão convidados a unir-se a nós”, comentaram os organizadores em sua apresentação oficial. “Os transeuntes são convidados no templo belamente adornado à luz das velas para acender uma, oferecer pedidos e estar um tempo na presença do Senhor”. Durante a vigília, vários sacerdotes estiveram disponíveis, de forma que os adoradores também tiveram a oportunidade de aproximar-se do sacramento da Penitência e passar pela Porta Santa do Templo para ganhar a indulgência do Ano da Misericórdia.
A vigília ‘Nightfever’ começa com uma Missa às 18h, após a qual começa a Adoração Eucarística que se estende até às 22h30. Nesse momento os presentes entoam a oração litúrgica de Completas (que é a oração antes do descanso noturno) e recebem a bênção com o Santíssimo Sacramento. Em seu segundo ano em Londres, se celebraram neste mesmo templo vigílias em cada um dos meses de verão.

As ‘Nightfever’ começaram em 2005 após a Jornada Mundial da Juventude em Colônia, Alemanha e se estenderam a mais de 90 cidades na Europa e América do Norte.

As catedrais de Chicago e Nova York, nos Estados Unidos, as celebram com certa regularidade e são coordenadas por diversos departamentos de pastoral juvenil nos Estados Unidos. “A ideia por trás da ‘Nightfever’ é simples: Abrir a Igreja, convidar as pessoas e entrar e deixar a Cristo trabalhar”, comentaram os organizadores da ‘Nightfever Chicago’. “E o efeito é notável”. (GPE/EPC)

Um anúncio com a oração Pai Nosso (Lord’s Prayer), produzido pela igreja anglicana, foi proibido pela maioria dos cinemas do Reino Unido com alegação de que “poderia ofender” pessoas com um pensamento distinto.

O vídeo, que dura aproximadamente um minuto, seria apresentado minutos antes da estreia do novo filme Star Wars: Episódio VII – O despertar da força. Faz parte da campanha “Just Pray” (“Somente reza”), que tem como lema “a oração é para todos”.

Apesar de ter sido aprovado pela Autoridade de Publicidade do Cinema e a Junta Britânica para Classificação de Cinema, a agência Digital Cinema Medeia (DCM) – a qual organiza a publicidade de 80 por cento de salas de cinema do país – se recusou a difundir o vídeo da igreja anglicana porque “corre o risco ofender o público”.

A medida causou profunda indignação na opinião pública britânica, até que o famoso cientista ateu Richard Dawkins assinalou ao jornal ‘The Guardian’: “Me oponho fortemente a suprimir os anúncios com o argumento de que poderiam ‘ofender’ as pessoas”.

“Se alguém se ‘ofender’ por algo tão banal como uma oração, merece ser ofendido”, assegurou.

A imprensa britânica reportou ainda que o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, acha que a proibição do vídeo Pai Nosso é “ridícula”.

Através de sua conta no Twitter, o prefeito de Londres, Brian Johnson, qualificou a proibição da oração do Pai Nosso como “revoltante”.

Johnson assinalou que “esta é uma oração que existe há mais de dois mil anos e informa (sic) toda nossa cultura. Esperaria que todos os cinemas voltassem atrás na sua decisão”.

A igreja anglicana se manifestou “desconcertada” devido a proibição dos cinemas e advertiu em um comunicado que “a decisão ‘simplesmente boba’ (dos cinemas) poderia ter um ‘efeito revoltante’ na liberdade de expressão”.

ACI

primeiro-ministro-britanico-david-cameron

” Os britânicos acordaram neste domingo de Páscoa com uma mensagem (polêmica para alguns ateus) do seu primeiro-ministro com votos de uma boa Páscoa. Este vídeo ilustra a diferença entre líderes conservadores, que se preocupam com toda a base de sustentação histórica e filosófica por detrás da construção de sua cultura, em comparação com os líderes progressistas que gostam de relativizar sempre qualquer assunto ligado à religião.

Na verdade essa relativização tem um propósito muito definido na cartilha esquerdista, e quem se informa tem a percepção que seu objetivo no ocidente é simples: destruir a cultura judaico-cristã.

A destruição desses moldes culturais facilita a penetração de novas idéias, e com isso em mente, qualquer tipo de religião predominante deve ser ridicularizada, atacada, e jarretada da vida pública para dar espaço a outras formas de cultura que visam criar confusão, divisão, e por fim a sufocação de qualquer fé existente. Tudo se resume no conhecido jargão “dividir para conquistar”. No entanto os líderes conservadores estimulam a prática da vida religiosa, principalmente por saberem que esta é a base de uma sociedade ordeira, de princípios sólidos, e organizada. Talvez o Brasil esteja sentindo falta de um líder que possa ser a voz real de todos os brasileiros na hora de defender seus valores ao invés de solapa-los.

A descrição do vídeo original simplesmente usa as seguintes palavras para o descrever:

“Uma muito boa Páscoa para ti e tua família. Minha mensagem em vídeo sobre a importância do cristianismo na nossa vida nacional.”

Fonte: Facebook

68-01-england-bishop-mark-davies
Dom Mark Davies, bispo de Shrewsbury, (foto) afirma que projeto do Lord Falconer sobre a morte assistida que passará pela segunda avaliação na Câmara dos Lordes em 18 de julho, vai diminuir a proteção legal para alguns membros mais fracos da sociedade.
 O Bispo, que irá alertar os fiéis sobre as implicações do projeto de lei em uma carta pastoral.
carta será lida nas missas da Diocese de Shrewsbury no fim de semana do domingo 29 de junho, festa dos Apóstolos Pedro e Paulo.

***

Carta Pastoral
O grande desafio para a nossa geração

Para ser lido na missa em todas as igrejas e capelas da Diocese na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, em 29 de junho de 2014

Caros irmãos e irmãs,

Escrevo na festa dos Apóstolos Pedro e Paulo, quando ouvimos no Evangelho a grande promessa de Nosso Senhor a Simão Pedro: 
“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. E as portas do inferno não prevalecerão sobre ela “(Mt 16:18).

O século passado foi marcado pelo surgimento de ideologias desumanas e tal derramamento de sangue sem precedentes e destruição fez, muitas vezes, parecer que “as portas do inferno” tinham prevalecido. No entanto, os sucessores de São Pedro, na Santa Sé de Roma, estiveram na vanguarda da defesa da vida humana, na defesa do valor de cada pessoa humana. Eles proclamam o Evangelho da Vida, em face do que São João Paulo II descreveu como “a cultura da morte”. Hoje, essa cultura de morte se manifesta na destruição escondida do nascituro em escala industrial, e na ameaça do assassinato de doentes e idosos, que seus defensores perversamente chamam de “misericórdia”.

O Papa Francisco dá prosseguimento a esse testemunho inabalável no nosso tempo, com suas palavras e gestos, afirmando o valor eterno de cada ser humano, especialmente os mais fracos e os mais frágeis. Em sua Exortação mais recente, o Santo Padre nos convida a estar atentos às novas formas de pobreza e vulnerabilidade. Papa Francisco fala especificamente dos idosos.

“Cada vez mais sós e abandonados” e dos filhos que ainda não nasceram “os mais inermes e inocentes de todos ” (Evangelii Gaudium n. 210, 213).

Não preciso lembrá-los da preocupação generalizada sobre os maus-tratos dos idosos e daqueles que estão no fim da vida em alguns dos nossos asilos e hospitais – apesar das pessoas dedicadas que trabalham nestas áreas da saúde. Parece ainda mais incompreensível, considerar uma mudança na lei para diminuir a proteção dada aos mais vulneráveis.

No mês que vem um projeto de lei para legalizar o “suicídio assistido” àqueles que estão no fim da vida começa a tramitar no Parlamento. A legislação será apresentada como uma medida “compassiva”, cujo único objetivo é aliviar o sofrimento dos doentes e os idosos. No entanto, está longe de ser compassivo retirar as proteções legais previstas para os membros mais vulneráveis da sociedade. A proposta de alteração nas leis visa licenciar os médicos para fornecer drogas letais que ajudem nas mortes daqueles cuja expectativa de vida é de seis meses ou menos. Se o Parlamento permite exceções às leis que protegem a própria santidade da vida humana, seria impossível prever onde isso acabará. Em 1967, os políticos que legalizaram o assassinato de crianças não nascidas em circunstâncias limitadas e excepcionais não previram que violar a santidade da vida humana levaria à destruição gratuita de milhões de vidas. Não é de surpreender que muitas pessoas vulneráveis, incluindo pessoas com deficiência, sejam hoje levadas em consideração por Lord Falconer no projeto “suicídio assistido”. Pode parecer razoável falar de “opção pelo fim da vida” – como os ativistas de eutanásia fazem – mas que escolha será deixada para muitos?

As recentes comemorações do Dia D nos fez recordar que a geração anterior estava pronta para enfrentar a morte em defesa da vida e da dignidade humana, o que no período da guerra o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, descreveu como uma batalha pela sobrevivência da “Civilização cristã” (House of Commons, 18 de junho de 1940). Foi a fé cristã, que nos levou a reconhecer a santidade de cada vida humana, o valor de cada pessoa humana. Na busca pela definição indescritível dos “valores britânicos”, os nossos líderes políticos precisam olhar mais para os fundamentos da nossa sociedade. E enquanto recordamos o heroísmo de gerações anteriores, não devemos deixar de reconhecer o grande desafio para a nossa geração. Somos chamados agora a defender a santidade da vida humana em meio às crescentes ameaças contra ela.

Defendender o valor da vida e da dignidade de cada pessoa humana, desde a sua concepção até a sua morte natural, representa a grande batalha da nossa vida, uma batalha que deve lutar com as armas da paz. Juntos com o Papa Francisco, o Sucessor do Apóstolo Pedro, possamos finalmente repetir as palavras do apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (2 Tim 4:7)

Que assim seja, para cada um de nós. Com a minha bênção, 
+ Mark
Bispo de Shrewsbury

topic
Laboratórios do Reino Unido e dos EUA estão pesquisando possíveis tratamentos de fertilização para obter embriões geneticamente modificados a partir de material genético de duas mulheres e um homem, na tentativa de evitar doenças mitocondriais.
 
A chamada transferência mitocondrial busca utilizar a transferência nuclear (clonagem) entre ovócitos, extraindo o núcleo do ovócito de uma mulher com mitocôndrias alteradas, transferindo-o a outro ovócito, de uma mulher saudável, cujo núcleo foi extraído previamente.
 
Este novo ovócito com mitocôndrias do ovócito da mulher saudável (doadora) e o núcleo do da mulher doente poderia ser fecundado com esperma de um doador saudável, de maneira que se obteria um blastócito não afetado pela doença mitocondrial da mulher doente. Tal blastócito, ao crescer, se tornaria uma criança com duas mães e um pai biológicos.
 
“Ainda que a aplicação técnica deste método pareça distante (já que até agora não se conseguiu a clonagem humana), ela já é proposta por diversos pesquisadores envolvidos na procriação assistida”, explica um artigo do Observatório de Bioética da Universidade Católica de Valência.
 
De fato, neste mês de junho, uma comissão de especialistas do Reino Unido deu seu respaldo a técnicas de fecundação in vitro (FIV) desse tipo, e cientistas afirmaram em coletiva de imprensa que os experimentos poderiam dar resultados dentro de dois anos, segundo informou a Reuters.
 
O governo já aprovou, em junho de 2012, um projeto para legalizar esta técnica, e está esperando que se comprove sua segurança e efetividade para autorizá-la.
 
Nos EUA, a Administração de Alimentos e Medicamentos está estudando se os problemas de segurança apresentados por este tipo de tratamento permitem iniciar testes clínicos em seres humanos.
 
Até agora, as conclusões sobre esta técnica se baseiam em testes de laboratório e em alguns testes com animais.
 
O objetivo desta técnica seria evitar problemas cardíacos, atraso mental, insuficiência hepática, cegueira e distrofia nos embriões, que herdariam o núcleo do DNA dos seus pais, mas o DNS mitocondrial seria da doadora saudável.
 
Os cientistas que apresentaram esta informação garantem que a mãe doadora representaria menos de 1% dos genes do embrião, mas as modificações genéticas seriam transmitidas às futuras gerações.
 
Além disso, o Centro de Genética e Sociedade dos EUA advertiu que os embriões criados dessa maneira poderiam levar a uma situação complicada, e tentar cientistas e pais a usar estas técnicas para planejar bebês com certas características específicas, afirmou Infonews.O Observatório de Bioética da Universidade Católica de Valência adverte que “não se pode esquecer das grandes dificuldades éticas que esta técnica traz, pois, além das relativas à clonagem humana, haveria outras derivadas da produção de embriões – algo que, se for viável (o que é pouco provável) – com duas mães e um pai”.

 Patricia Navas

modelo-aborto-mudou-de-ideiaA aspirante a celebridade, Josie Cunningham,da Inglaterra, disse que ia fazer um aborto para entrar para o BBB. Com apenas 24 anos á ela já mãe de dois filhos, mas queria abortar o terceiro bebê que ela pudesse aparecer no Big Brother.

“Desta vez, no próximo ano eu não vou ter um bebê. Eu vou ser famosa em vez disso”.

“Agora, depois de ver um ultra-som, ela rejeitou um aborto.”Eu senti bebê chutar e não podia ir até o fim”, disse ela. O bebê chutou muito quando ela entrou em uma clínica para fazer o aborto.

 “Eu simplesmente não poderia fazê-lo”, soluçou Josie. “Eu realmente pensei que eu seria capaz mas eu não podia. Eu senti o bebê chutar pela primeira vez 24 horas antes e eu não poderia ter essa sensação da minha cabeça.”Eu tinha me esquecido como era. Foi mágico. Era como se o bebê estivesse me dizendo para não ir até o fim.”Eu estava no táxi de condução para a clínica e me senti fisicamente doente. Eu estava tremendo. Quando o motorista falou que estávamos a um minuto comecei a chorar. Eu queria me jogar para fora do carro em movimento para fugir. Eu tinha minhas mãos em minha barriga e eu tinha a sensação mais forte que eu não podia deixar ninguém tirar meu bebê “.

Cunningham também falou sobre o desprezo do público e da crítica que ela enfrentou ao longo da história internacional que ela causou e fez com que parecesse um golpe publicitário.

“Centenas de pessoas que nunca me conheceram me disseram que eu era um ser humano vil, mau, mas eu não me importei. Alguns disseram que eu merecia ser assassinada e outros ameaçou jogar ácido no meu rosto. Algumas das coisas que eles me disseram eram muito mais doente do que a minha escolha para ter um término (sic). “”Mas eu continuei dizendo a mim mesma, devo estar fazendo algo certo, porque, pelo menos, todo mundo sabia o meu nome. Eu tinha 13 mil seguidores no Twitter! – Eu não me importava se eles me odiavam. (…) As pessoas vão me odiar, então pelo menos eu estava ficando famosa no processo. “

Mas Josie, que agora espera dar à luz no início de outubro, esqueceu tudo sobre seus sonhos de fama. Ela diz:

“Eu estava no caminho de volta da escola e corria com meus filhos e quando me sentei no carro de repente, senti um grande pontapé na minha barriga. Fiquei totalmente de surpresa. Eu nunca imaginei o quão difícil seria ter um aborto depois disso. Uma coisa é tomar uma pílula e terminar as coisas no início, mas quando você vê um cotovelo ou um pé em movimento através de sua colisão isso é outra coisa. Era mais poderoso do que qualquer coisa que os outros puderam me dizer. “

Fonte: Life News via “Vc sabia? Católico.

ponte-elevadica-em-londres-inglaterra-wallpaper-16338

Parece brincadeira, mas um estudo realizado pela Sociedade Bíblica Britânica revelou que 25% dos britânicos acredita que o Super-Homem, um dos heróis mais famosos dos quadrinhos é mencionado pela Bíblia.

Criado pelo desenhista judeu Jerry Siegel (em parceria com Joe Shuster), o personagem tem influências bíblicas na sua história, incluindo referências claras a Moisés, Jesus e à história de Israel. 

Contudo, uma pesquisa realizada pela Sociedade Bíblica no Reino Unido mostra que os britânicos confundem personagens de ficção com personagens bíblicos. Um terço da população não sabia dizer o que era o Jardim do Éden, enquanto outro terço acredita que a história de Harry Potter é baseado em algum relato religioso.

Ao mesmo tempo, cerca de 30% não sabia dizer onde na Bíblia aparecem as figuras de Adão e Eva, 50% não sabiam que a Arca de Noé é uma história bíblica, 60% nunca ouviu falar do milagre da multiplicação de pães e 90% não conhece o rei Salomão.

Baseado nesses dados, a Sociedade Bíblica está defendendo que é necessário difundir mais o conhecimento das Escrituras entre os cidadãos do país, onde a maioria pertence nominalmente à Igreja Anglicana. Segundo seu presidente, Richard Chartres, “o conhecimento das histórias bíblicas faz parte de nossa cultura”.

 informações Acontecer Cristiano.

14032444

É domingo, 11h. Cerca de 300 pessoas estão num anfiteatro no centro de Londres. Não sobra uma poltrona vazia. Todos cantam músicas, silenciam o ambiente em reflexão, e alguns relatam histórias de vida.

A sacolinha do dinheiro aparece rapidinho. “Sugerimos doações de 3 a 5 libras (R$ 12 a R$ 20), algo assim, ou o que você puder. Obrigado pela generosidade”, diz Sanderson Jones, 32. A maioria contribui. “Nossa missão é tentar ajudar as pessoas, celebrar o fato de estarmos vivos”, lembra Jones.

Todos aplaudem.

Uma banda está no palco. Palmas introduzem “I’m So Excited”, da banda pop Pointer Sisters, sucesso nos anos 70 e 80. Jovens, casais, idosos e crianças levantam da poltrona e cantam em coro. Depois, euforia com o hit do ano, “Get Lucky” (Daft Punk).

Agora, silêncio geral. Um neurocientista então explica o poder da mente, o fenômeno da sinapse, como controlar sensações, sentimentos. Cabe a uma jovem contar seu drama de superação após um dano cerebral.

Sanderson Jones retorna ao microfone: “Pessoal, é o momento de refletir a sorte que temos em ter uma mente em funcionamento”. Todos quietos, olhos fechados, cabeça baixa, por dois minutos.

Agora, a banda no palco levanta os fiéis com “Always on my Mind”, clássico eternizado por Elvis Presley. Uma hora se passa, fim de culto, todos comungam biscoitos, leite, café e chá.
Ninguém arrisca saudar o colega ao lado com “amém”, “glória a Deus”, “fique com Deus”, algo parecido. Ali, praticamente todos são ateus frequentando a Sunday Assembly (assembleia de domingo).

É uma espécie de igreja ateísta criada há um ano em Londres e que já virou um pequeno fenômeno com ao menos 30 “filiais” nos Estados Unidos, Austrália e Canadá –o Brasil pode ganhar uma em breve. Segundo o site oficial, trata-se de “uma congregação sem Deus que celebra a vida”. Em Londres, tem a fama de “igreja dos ateus”.

Folha acompanhou um culto da “matriz”, em um auditório do Conway Hall, espaço de debates em Londres. O tema era “cérebro”.

CABELUDO

Além de pregador oficial, Sanderson Jones, um homem de cabelos e barbas compridos, é também o fundador da Sunday Assembly.

Oficialmente, sua profissão é de comediante. Nascido em família religiosa, diz que perdeu a crença em Deus aos 10 anos, quando a mãe morreu de câncer.

Questionado se ainda tem alguma crença, faz um trocadilho em inglês: “I don’t believe in God, but in good” (não acredito em Deus, mas no bem). A ideia de um culto ateísta (expressão de que não gosta muito), conta, surgiu há seis anos, durante o Natal. “Tudo aquilo era fantástico, as músicas, a comunidade, o fato de melhorar a si mesmo. Nós devemos celebrar a vida, é o nosso foco, o sentimento de comunidade”, diz.

Em seu site, a Sunday Assembly dá suas diretrizes: é um lugar para quem quer viver melhor, ajudar, discutir o mundo e 100% de celebração só da vida. A meta de Jones é atingir mil igrejas em uma década. Alguns brasileiros já o procuraram para abrir filial no país, diz. “Devo ir ao Brasil em setembro, mas estamos em fase de montagem, não posso dar detalhes.”

Não há, em tese, requisito para que os frequentadores sejam ateus, desde que entendam que ali não haverá menção a Deus –mas também não há pregação contra, ao menos no culto presenciado pela Folha.

“Ninguém aqui pergunta sua religião”, diz o engenheiro Gerard Carlin, 31, que atua como voluntário. Foi católico e hoje se declara “fortemente ateu”.

Ele é um dos que ajudam a contar as doações, cujo valor não revela. “É pouca coisa que arrecadamos, só para pagar os custos, como locação, o piquenique depois, a banda”, afirma.

“E aí, gostou?”, pergunta a jornalista alemã Gabi Thesing, 21, frequentadora há quatro meses dos cultos. “Já fui católica, mas hoje não acredito em Deus, religiões. Acredito no poder das pessoas, da energia”, diz.

O VELHO E O NOVO

Estudiosos em teologia no Reino Unido, como Nick Spencer, do centro de estudos Theos, tem dito que a Sunday Assembly não chega a ser um fenômeno necessariamente novo e se parece com movimentos antigos de pessoas que não creem em Deus, mas usam ritos tradicionais religiosos em seus encontros privados.

O empresário britânico Andrews Wett, 47, se diz um “adepto não praticante do budismo”. Foi levado pela namorada ao culto. Opina sobre a grande quantidade de jovens: “Isso mostra um pouco como as igrejas tradicionais têm perdido fiéis”.

Antes de a reportagem deixar o local, alguns entrevistados se despediram com um “vejo você da próxima vez”. Não deu para responder “se Deus quiser”. 

Fonte: Folha de São Paulo

Jorge Mario Bergoglio, Pope Francis

O Papa Francisco inspirou um aumento na participação e nas confissões na Igreja católica, uma tendência oposta em relação às décadas de declínio registradas até agora. É o que escreve o “Sunday Times”, referindo os resultados de uma pesquisa realizada entre os católicos da Inglaterra e Gales.

Em oito meses, desde o início do novo Pontificado, as catedrais na Grã-Bretanha contam um aumento de 20% de pessoas nas missas, que têm atraído muitos que se haviam afastado. Segundo o Sunday Times, mais da metade dos sacerdotes interpelados afirmaram poder constatar um crescente apoio à Igreja.

Tais dados não se limitam à Grã-Bretanha: também na Espanha, registra-se uma inversão de tendência em relação à queda da frequência das Igrejas na última década; e líderes católicos nos Estados Unidos, França e América Latina referem um aumento de fiéis.

Na Argentina, país natal do Papa Bergoglio, 12% a mais do que antes de sua eleição se definem hoje católicos.

Como ressalta ainda o Sunday Times, os resultados sugerem que a chegada de Francisco emitiu uma seiva nova na Igreja Católica.

Fonte: Rádio Vaticano

juramento1

Durante séculos, réus e testemunhas nos tribunais britânicos juravam dizer a verdade colocando uma das mãos sobre a Bíblia. Agora, os juízes da Inglaterra estão pedindo que as pessoas não façam mais esse tipo de juramento. O argumento é que na maioria das vezes as pessoas não levam isso a sério.

A principal alegação é que um novo juramento seria mais justo para todos, sem precisar envolver a religião e sem que os acusados esqueçam que podem ser presos caso mintam. Alguns líderes cristãos se manifestaram contrários. Eles lembram que membros de outras religiões têm a opção de fazer o juramento sem qualquer referência à Bíblia. Mesmo assim, essa mudança iria prejudicar ainda mais a herança cristã da Grã-Bretanha.

A decisão histórica será debatida este mês pela Associação dos Magistrados e, caso for aprovada, será enviada para o Ministério da Justiça.

Um dos principais defensores da mudança é Ian Abrahams, um magistrado da cidade de Bristol. Ele reconhece que parece drástico acabar com séculos de tradição envolvendo o juramento religioso. Durante entrevista, ele explicou: “Cada vez mais vejo as pessoas encolhendo os ombros quando pedimos para colocar a mão sobre a Bíblia. Outras testemunhas acham errado jurar sobre um livro sagrado, e podem optar por fazer uma simples afirmação… As pessoas precisam apenas demonstrar que entendem que poderão ir para a cadeia se não disserem a verdade”.

Abrahams conta que foi criado na fé judaica, mas hoje se considera um ateu. “Nosso movimento pretende apenas abolir comentários sobre a religião no tribunal, mas não é algo antirreligioso”, justifica.

O bispo Michael Nazir-Ali, da Igreja Anglicana, religião oficial da Inglaterra, lamenta: “Isso é uma prova da crescente secularização da sociedade. Onde isso vai acabar? A Bíblia está ligada à Constituição, às instituições e à história deste país… Estamos sendo obrigados, em nome da tolerância e da secularização, abrir mão disso”.

Arun Arora, diretor de comunicações da Igreja da Inglaterra, acrescentou: “Levando em conta o último censo, que mostrou quase 60% dos cidadãos se identificando como cristãos, esta proposta parece ignorar a realidade de que continuamos a ser um povo de fé”.

John Glen, representando do primeiro-ministro em Salisbury e juiz aposentado, foi enfático: “Isso cheira a outra ideia louca em nome do politicamente correto”.

Durante centenas de anos, as testemunhas diziam nos tribunais, enquanto colocavam a mão sobre a Bíblia: “Juro por Deus Todo-Poderoso que irei dizer a verdade, toda a verdade e nada além da verdade”. Posteriormente, seguidores de outras religiões podiam optar por fazer juramentos com outros livros sagrados. Os muçulmanos juram sobre o Alcorão e os judeus sobre a Torá, por exemplo. Já existia a opção de as pessoas dizerem ‘solenemente e verdadeiramente’ apenas o que viram, sabendo das consequências legais caso mentissem.

A proposta de Abrahams e seu grupo é que se diga apenas: “Prometo sinceramente dizer a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade. Entendo que se eu não fizer isso estarei cometendo um delito pelo qual posso ser punido e enviado para a prisão”. 

Fonte:  Daily Mail

Dr Raj Mohan flagrando falsificando causal para aborto

A hipocrisia das causas para o aborto admitidas pela lei inglesa veio à luz quando agentes da polícia interrogaram clínicas e médicos do sistema de saúde credenciados a autorizar a morte do inocente não-nascido.

Munida de uma câmara digital escondida, uma jovem jornalista grávida apresentou-se nessas clínicas arguindo que queria abortar porque seu exame pré-natal revelara que ela teria uma menina, o que não desejava.

O jornal londrino “The Telegraph”  revelou o conteúdo de algumas dessas consultas médicas gravadas. (Ver video anexo).

Numa clínica de Edgbaston, Birmingham, o Dr. Raj Mohan apenas observou, sorridente, que eliminar a criança por razão de sexo era ilegal, e propôs um falso argumento no formulário para proceder ao aborto.

O jornal “The Telegraph” vinha denunciando o fato de clínicas da morte da Grã-Bretanha se oferecerem para matar o feto quando este não fosse do sexo desejado pelos pais.

Jornalistas desse órgão acompanharam a mencionada jovem a nove clínicas da morte por diversas localidades representativas de todo o país. Três clínicas se ofereceram para arranjar os papéis a fim acabar com a criança “legalmente”.

Clinica Calthorpe em Birmingham,é  pioneira na matança de inocentes

Na clínica Calthorpe, a jovem grávida disse:

– “Não quero uma menina”. E o Dr. Raj Mohan respondeu:

– “Essa é a razão? Isso não está bem. Parece com infanticídio feminino, não é?”.

Ante a insistência da mulher, o doutor deu a saída criminosa:

– “Tudo bem, em qualquer caso não é uma boa razão… Eu porei que você é jovem demais para engravidar, está bem?”.

A mulher concordou, tendo o Dr. Raj Mohan acrescentado cinicamente:

– “No Terceiro Mundo é comum haver infanticídio feminino”.

No final, ele marcou o aborto para a semana seguinte.

Uma enfermeira da clínica foi informada da razão do aborto e não apresentou nenhuma objeção. Nenhum aconselhamento, conforme o previsto pela lei, foi oferecido à grávida.

A clínica Calthorpe Clinic é uma das mais antigas “clínicas da morte”. Começou seu sinistro trabalho no fim dos anos 60, mas agora foi indiciada pela “simplificação” com que procede aos abortos.

Médicos do Pall Mall Medical de Manchester e do Chelsea and Westminster Hospital de Londres também foram flagrados com câmaras oferecendo abortos igualmente ilegais.

Dr Raj Mohan falsificando causal para aborto

O Secretário de Saúde inglês, Andrew Lansley, passou aos detetives da polícia britânica um arquivo contendo as denúncias de práticas “criminosas” em clínicas do aborto.

Anthony Ozimic, porta-voz da Sociedade para a Proteção das Crianças Não-nascidas, comentou: “Esta investigação confirma a realidade da eugenia na medicina moderna britânica. Nela, inocentes seres humanos são considerados inconvenientes demais para viver.

“O aborto por razões de sexo é uma consequência inevitável do fácil acesso ao aborto, uma situação para a qual o lobby pró-aborto não tem respostas convincentes”.

Darinka Aleksic, coordenadora da campanha Direito de Abortar, defendeu que as práticas criminosas de uma minoria não deveriam ser usadas para impor maiores restrições.

O fato moral permanece: quando o assassinato de inocentes fica liberado em determinadas condições, quem será capaz de segurar o crime nos seus limites “legais”?

Clínicas britânicas estão fazendo abortos quando mulheres rejeitam o bebê por não ter o sexo que desejavam.

A chocante notícia foi divulgada pelo Daily Telegraph na semana passada, e mostrou que a rejeição se dá principalmente no caso do sexo feminino.

O ministro da Saúde da Inglaterra, o conservador Andrew Lansley, manifestou preocupação com essa denúncia e disse que irá iniciar uma investigação profunda sobre o assunto, segundo a agência Efe.

A publicação realizou a reportagem por meio de câmaras escondidas e descobriu que alguns médicos de hospitais particulares consentem no aborto em virtude do sexo do bebê, prática totalmente ilegal na Inglaterra.

Grávidas em consultas ginecológicas foram acompanhadas por repórteres em centros de saúde particulares no Reino Unido. Nas ocasiões, mulheres que não estavam satisfeitas com o sexo do bebê marcavam cirurgias de abortos.

O preço cobrado pelo procedimento variava entre 240 e 270 euros, em uma das clínicas foi oferecida ainda a falsificação dos papéis para realização da cirurgia.

Em uma da consultas presenciada pelo repórter, uma mulher, grávida de oito semanas, explicou a uma médica de uma clínica de Manchester, no norte da Inglaterra, que queria interromper sua gravidez porque ia ter uma menina. A especialista consentiu em realizar o procedimento.

Outro aborto foi marcado quando uma mulher grávida de um feto masculino de 18 semanas conseguiu revelou ao médico que queria uma menina, pois já tinha um menino.

Segundo um estudo da Universidade de Oxford, foram realizados na Grã-Bretanha 189.574 operações de aborto somente em 2010, 8% a mais do que há dez anos.

O levantamento ainda revelou que entre 1969 e 2005 aumentaram os casos de escolha do sexo do bebê por meio de abortos. Isso ocorreu particularmente nos nascimentos de meninas entre a comunidade hindu que vive na Grã-Bretanha.

Fonte: Christian Post