O artigo abaixo explica os mecanismos envolvidos na união sexual humana e não entra no mérito da moralidade dessa união.Trata-se de uma explicação não religiosa ( Nota do Blogueiro)

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Desejo sexual

A atividade sexual pode ser dividida em 3 fases: desejo, excitação e orgasmo. O desejo sexual do ser humano não é uma simples pulsão fisiológica, como é o caso da fome ou da sede ou como funciona nos animais.

O Desejo Sexual é um fenômeno subjetivo e comportamental extremamente complexo. Trata-se de uma atitude psíquica formada por três componentes principais; a biologia, a psicologia e a socialização. Todos três interagindo continuamente uns com os outros.

 
Desejo, impulso sexual e excitação são coisas distintas

O desejo sexual que se experimenta no corpo e que estimula a atividade sexual é o resultado da ativação das redes neurais do sistema nervoso central e será percebido pela pessoa como Impulso Sexual. (Trata-se de um aspecto predominantemente biológico do desejo sexual. De um modo geral o Impulso Sexual é a resposta corporal, neuro-psico-biológica da Excitação Sexual)

Esse Impulso Sexual corpóreo é fruto de processos neuro-endócrinos envolvendo hormônios e neurotransmissores, o qual permite à pessoa reconhecer essa pulsão.

A força e freqüência das manifestações desse Impulso Sexual aumentam muito após a puberdade e, em muitos casos, surge um certo desconforto na falta de oportunidade de ter a atividade sexual satisfeita. Esse Impulso Sexual tem força de atuação muito pessoal e diferente entre as pessoas.

A fase de excitação sexual é, basicamente, o preparo do organismo para o ato sexual.

Tanto o corpo da mulher, quanto do homem, passam por modificações fisiológicas durante a excitação sexual.

A diminuição ou falta desses fatores fisiológicos pode significar alguma dificuldade para a sexualidade.

Como acontece neurologicamente o Desejo Sexual 

O Desejo Sexual é um “apetite” produzido pela estimulação de um sistema neurológico específico, o qual produz sensações específicas e suficientes para levar a pessoa à busca de experiência sexual ou a mostrar-se receptiva a ela. Tudo isso depende da ativação de um centro cerebral específico e constituído por dois setores distintos. Esses dois setores cerebrais são vinculados a dois importantes sistemas de neurotransmissores: um deles ativador do desejo e o outro, inibidor do mesmo.

Essa região sexual cerebral está interconectada a outros múltiplos centros neurais, fazendo com que o impulso sexual se integre à totalidade da experiência vivencial da pessoa. Esta “região sexual” do cérebro se localiza fundamentalmente no hipotálamo e se compõe de 2 grandes subgrupos de centros: os núcleos posteriores, que são os centros ativadores, e os núcleos ventro-mediais, que são os inibidores. Estes últimos teriam a função de frear a ação dos primeiros.

Quando este sistema sexual se ativa, surge na pessoa um estado de tensão que leva à necessidade sexual. Todo esse sistema sexual é de configuração arcaica no mundo animal, existindo também em outros vertebrados, e é responsável por um tipo de comportamento que assegura sobrevivência da espécie.

Os centros hipotalâmicos da sexualidade guardam estreita relação com os centros do prazer e da dor. Assim sendo quando o centro do desejo é estimulado, também se ativa o centro do prazer, e a pessoa experimenta sensações prazerosas. De forma contrária, em situações dolorosas, quando estaria ativado o centro da dor, haveria uma inibição do centro do desejo. Tal priorização é fundamental para que o indivíduo concentre toda sua energia para afastar-se da situação dolorosa, ao invés de distrair-se em atitudes sexuais.

Como acontece quimicamente o Desejo Sexual 

Nos neurônios do centro do prazer existem receptores (neuroreceptores) específicos para compostos químicos produzidos pelas células cerebrais chamadas de endorfinas. Estas endorfinas têm uma composição química similar à da morfina e provocam, como a morfina, uma sensação de euforia, bem estar e alívio da dor.

Para se ter uma ideia, a ação analgésica das endorfinas é, aproximadamente, 200 vezes mais potente que a ação da própria morfina. Naturalmente, como se deduz, a liberação das endorfinas no Sistema Nervoso Central (SNC) estimula o centro do prazer e, ao mesmo tempo, inibe o centro da dor. Contrariamente, a estimulação do centro da dor inibe a produção de endorfinas.

Além do sistema de endorfinas, os hormônios também estão envolvidos na questão do desejo sexual. Nas mulheres a atração sexual e a receptividade dependem dos estrógenosmas, é a testosterona que estimula desejo sexual, tanto nos homens como nas mulheres. Este hormônio tem um papel fundamental no funcionamento dos centros sexuais. Há também uma substância liberada pelo hipotálamo, denominada “fator de liberação de LH”, (LH = hormônio luteinizante) que estimula o desejo sexual nas mulheres, mesmo na ausência de testosterona.

Além das endorfinas e dos hormônios, também estão envolvidos com o desejo sexual os neurotransmissores. Todos estes hormônios supracitados atuariam sobre substâncias cerebrais que promovem a transmissão dos estímulos nervosos, os chamados neurotransmissores. Entre eles os mais estudados são a dopamina, a qual exerce um efeito estimulante nos centros sexuais do cérebro, e a serotonina, que exerce um efeito contrário, ou seja, inibidor.

Nos homens, há um grande aumento do Desejo Sexual durante a puberdade, conseqüente ao expressivo aumento da concentração de testosterona (hormônio masculino).

Na idade adulta, de forma extremamente variável entre as diferentes pessoas, esse Desejo Sexual começa a declinar.

No amadurecimento do sexo masculino o Desejo Sexual vai, progressivamente, perdendo sua natureza impulsiva e instintiva e adquirindo, também progressivamente, um caráter afetivo, ou seja, vai deixando de ser uma atividade sensitiva para tornar-se uma atividade sentimental.

Essa sexualidade sentimental é, de fato, uma sexualidade diferenciada. Nesta situação o Desejo Sexual passa a ser comandado muito mais pela Motivação Sexual (afetiva) do que pelo Impulso Sexual (biológico) e, sendo assim, as circunstâncias capazes de influir na Motivação Sexual terão uma repercussão muito maior na sexualidade.

Com o envelhecimento há diminuição do Impulso Sexual, através do componente biológico do desejo sexual, mas também pode estar comprometido a Motivação e a Aspiração sexuais. Esta perda pode refletir um processo orgânico geral ou, muito comumente, uma perda na capacidade de sentir prazer (anedonia), sintoma habitual das depressões.

Causas Orgânicas para o Desejo Sexual Hipoativo ou seja, quando a libido diminui ou mesmo desaparece 
 

Função hipotalâmica-hipofisária anormal. Isso resulta na diminuição do Fator de Liberação de LH (hormônio luteinizante), com conseqüente diminuição de seu nível sérico e simultâneo aumento de prolactina. Este último um hormônio muito relacionado ao desinteresse sexual.
Anomalias testiculares capazes de produzir uma diminuição de testosterona.
Diminuição de testosterona ovariana e/ou supra-renal na mulher.
Enfermidades sistêmicas, tais como a insuficiência renal crônica com conseqüente diminuição de gonadotrofinas, a cirrose hepática com a conseqüente atrofia testicular e transformação de androgênios em estrogênios, a Síndrome de Cushing, com a conseqüente diminuição de testosterona plasmática, a insuficiência supra-renal, o hipotiroidismo e as enfermidades debilitantes.
Medicamentos e drogas. Nessa categoria dos agravantes da hipofunção sexual está o álcool, em primeiro lugar, os tranqüilizantes, os anti-hipertensivos, tais como a metildopa (Aldomet), reserpina, clortiazidas, clonidina, espironolactona, beta bloqueadores como o propranolol; os anti-depressivos, principalmente os tricíclicos, os inibidores da MAO e o carbonato de lítio, também a cimetidina (Tagamet), sulpirida, metoclopramida (Plasil), metronidazol (Flagil), a maconha, as anfetaminas (anorexígenos usados em regimes alimentares), a cocaína e o craque.
 

Causas Psicopatológicas para o Desejo Sexual Hipoativo

– Transtornos de Estresse
– Depressão
– Transtornos de Ansiedade (incluindo Pânico, Fobias, etc.)
A relação entre Depressão e alterações sexuais é conhecida há tempos, e entre essas alterações a mais comum é a diminuição do desejo sexual. Essa relação fica clara quando se percebe haver uma melhora do quadro sexual ao se tratar a depressão. Entre os pacientes deprimidos passa de 70% aqueles que se queixam de diminuição da libido.

Causas Psicológicas para o Desejo Sexual Hipoativo

– Valorização dos aspectos negativos da sexualidade
– Temor da intimidade
– Temor do compromisso ou gravidez
– Temor de obter um prazer “proibido e pecaminoso” ( O prazer sexual é uma linguagem, dom de Deus a serviço do fim último da união conjugal, no matrimônio, que aponta para a união do casal e a geração de vida!  nota do Blogueiro )
– Temor de alguma represália pelo ato sexual

Causas Psicossociaiss para o Desejo Sexual Hipoativo

– Parceiro sexual insatisfatório
– Atividade sexual insatisfatória
– Excesso de preocupações com a vida em geral
– Excesso de preocupações em proporcionar prazer a(o) companheira(a)
 

Ballone GJ – Desejo Sexual – in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br 

Na catequese da audiência geral  em que retomou a reflexão sobre o sexto mandamento, o Papa Francisco afirmou:

“A criatura humana, em sua inseparável unidade de espírito e corpo, na sua polaridade masculina e feminina, é uma realidade muito boa destinada a amar e ser amada. O mandamento ‘não cometerás adultério’ nos orienta ao nosso chamado originário, ao amor pleno e fiel, que Jesus Cristo nos revelou e doou. O amor fiel de Cristo é a luz para vivermos a beleza da afetividade humana. Na verdade, a nossa dimensão afetiva é um chamado ao amor que se manifesta na fidelidade, na acolhida e na misericórdia”.

O Papa observou ainda que o sexto mandamento vale para todos. Juntamos a seguir várias das suas afirmações na catequese de hoje a este respeito:

“Este mandamento de fidelidade, a quem é destinado? Apenas aos esposos? Na verdade, este mandamento é para todos. É uma palavra paternal de Deus dirigida a cada homem e a cada mulher. Recordemos que o caminho da maturidade humana é o próprio percurso do amor, que vai de receber cuidado até a capacidade de oferecer cuidados; de receber a vida à capacidade de dar a vida. Tornar-se homens e mulheres adultos significa chegar a viver a atitude esponsal e paternal que se manifesta em diferentes situações da vida, com a capacidade de assumir o peso de outro e amá-lo sem ambiguidade. Quem é, então, o adúltero, o lascivo, o infiel? É a pessoa imatura que tem para si a própria vida e interpreta as situações com base no seu próprio bem-estar e na sua própria satisfação. Para se casar, não basta celebrar o matrimônio: é preciso percorrer um caminho do ‘eu’ até o ‘nós’. Quando conseguimos nos descentralizar, todo ato é esponsal. Toda vocação cristã é esponsal, porque é fruto do laço de amor com Cristo, por meio do qual nós fomos regenerados. A partir da sua fidelidade, da sua ternura, da sua generosidade, nós olhamos com fé para o matrimônio e para cada vocação e compreendemos o sentido pleno da sexualidade”.

Fonte: Aleteia

Quantas vezes já ouvimos dizer que é antinatural e inclusive perigoso “reprimir os impulsos sexuais “?

S. Lewis, homem de mente excepcional, esclareceu algo que é importante entender:

Quando você diz “não” e coloca limites a outros e a si mesmo; quando, por um conjunto de princípios, você escolhe rejeitar alguns dos desejos ou impulsos da sua própria natureza, não está em perigo de criar uma repressão, como se você fosse uma panela de pressão que está prestes a explodir.

O autor explica que você está apenas aprendendo a controlar sua “natureza” (no sentido do desejo natural), para poder orientar e dirigir todas as suas forças e energias a um só objetivo: amar e ser amado de verdade e para sempre.
 
O que Lewis diz sobre essa ideia de “repressão” que as pessoas repetem por aí?
 
“As pessoas muitas vezes não entendem o que a psicologia quer dizer com ‘repressão’.  Ela nos ensinou que o sexo ‘reprimido’ é perigoso. Nesse caso, porém, ‘reprimido’ é um termo técnico: não significa ‘suprimido’ no sentido de ‘negado’ ou ‘proibido’. Um desejo ou pensamento reprimido é o que foi jogado para o fundo do subconsciente (em geral na infância) e só pode surgir na mente de forma disfarçada ou irreconhecível. Ao paciente, a sexualidade reprimida não parece nem mesmo ter relação com a sexualidade.
 
Quando um adolescente ou um adulto se empenha em resistir a um desejo consciente, não está lidando com a repressão nem corre o risco de a estar criando. Pelo contrário, os que tentam seriamente ser castos têm mais consciência de sua sexualidade e logo passam a conhecê-la melhor que qualquer outra pessoa.
 
A virtude – mesmo o esforço para alcançá-la – traz a luz; a libertinagem traz apenas brumas.” (“Cristianismo puro e simples”, Livro III, 5)
 
Dizer “não”, estabelecer limites claros, aprender a dominar seus impulsos, não é repressão, em absoluto.
 
Um exemplo pode nos ajudar a entender melhor todo este tema.
 
Seria “repressão” dominar um cavalo selvagem, colocar-lhe rédeas, para fazer dele um campeão nas corridas, saltos, e um fiel companheiro? Seria repressão colocar rédeas em sua própria natureza quando ela lhe pede para seguir seus impulsos?
 
Não dominar seus impulsos só o levará a arruinar sua vida e a de outros. O domínio pessoal, no entanto, levará você às grandes vitórias. Não vemos isso em tantos atletas que “se reprimem” para alcançar seus objetivos mais nobres?

Fonte: Opcion V

Um novo estudo científico encontrou diferenças significativas na maneira como os cérebros masculinos e femininos funcionam no útero durante a gravidez.

O artigo intitulado “Diferenças sexuais na conectividade funcional durante o desenvolvimento do cérebro fetal” foi publicado em abril de 2019 na Elsevier, a maior editora de livros sobre medicina e literatura científica do mundo.

Os pesquisadores realizaram pesquisas com tecnologia avançada de ressonância magnética (RM) em 118 fetos humanos dentro do útero. Estudou-se a conectividade funcional (FC, na sigla em inglês) ou conexões neurológicas entre diferentes áreas do cérebro, tanto para homens como para mulheres, e encontraram conexões entre partes do cérebro feminino que eram quase inexistentes em cérebros masculinos.

“Este estudo demonstra pela primeira vez que o desenvolvimento da conectividade funcional do cérebro fetal varia com o sexo”, escreveram os pesquisadores e concluíram que as redes cerebrais fetais que observaram provavelmente constituem os “blocos de construção” para o desenvolvimento do cérebro durante o resto da vida do bebê.

Dr. Leonard Sax, médico de família e autor do livro de 2005 “Por que o gênero importa”, disse a CNA – agência em inglês do Grupo ACI – que o fato de haver uma diferença na função cerebral, em um estágio de desenvolvimento no qual um bebê ainda não tenha sido exposto a qualquer tipo de influência social, é significativo em si mesmo.

“Acho que a importância desta pesquisa é que mostra que o cérebro de uma menina no útero é significativamente diferente do cérebro de um menino no útero, no mesmo estágio antes do nascimento”, disse Sax.

Sax escreveu um artigo em 27 de março para Psychology Today, que resume as conclusões do estudo, no qual se pergunta por que a pesquisa recebeu relativamente pouca cobertura dos meios de comunicação.

Além disso, o especialista alertou que ainda não está claro para os neurocientistas exatamente o que as diferenças sexuais significam na função cerebral, em termos de como a atividade cerebral se relaciona com a emoção e a experiência humana.

“Como o pensamento acontece? Como o cérebro exerce mediação no processo do pensamento ou sentimento? Não sabemos as respostas para essas perguntas. No meu artigo, não tento afirmar o que significa a diferença (função cerebral), porque os neurocientistas não sabem”, disse Sax.

Em seguida, acrescentou que, embora existam interpretações “plausíveis” que possam ser feitas com base nos dados, os próprios pesquisadores “não tentam adivinhar o significado de suas próprias descobertas”.

“A afirmação que estou fazendo é que meninas e meninos são diferentes, essa imagem apoia fortemente essa afirmação”, acrescentou.

Sax assinalou em seu artigo que acadêmicos como a feminista Judith Butler foram os pioneiros nas populares teorias com base na ideologia de gênero, que consideram que “masculino” e “feminino” são construções meramente sociais e não uma realidade biológica.

“A categoria de ‘menina’ e ‘menino’ são categorias significativas, não são uma mera atuação ou construção social como Judith Butler nos faria acreditar. E são claramente significativos e reais antes do nascimento”, disse.

Sax também observou que The New York Times publicou um artigo de opinião em 1º de abril, no qual a Dra. Carol Hay, professora de filosofia na Universidade de Massachusetts-Lowell, respalda a compreensão de Butler sobre o “gênero” e o qualifica como sendo “fundamentalmente um desempenho” baseado em e aprendido nos sistemas sociais.

No entanto, o médico postulou que a autora não tem conhecimento de que “as pesquisas mostram que ‘homem e mulher’ estão presentes no cérebro humano antes do nascimento”.

“Eu não diria que ela está mentindo, eu diria que ela não está ciente da pesquisa relevante”, esclareceu.

CNA entrevistou Hay para obter uma resposta e ela destacou que, quando se trata de “gênero”, ela tende a “ser bastante crítica em relação à ciência”.

“Porque eu acho que isso geralmente é motivado por uma agenda política particular, já que toda a ciência é motivada por uma agenda política particular”, expressou.

Apesar disso, Hay disse que, em sua opinião, mesmo que a ciência possa provar que existem diferenças biológicas inatas no cérebro masculino e feminino, “não tenho certeza se isso nos diz algo sobre por que meninos e meninas acabam agindo de forma completamente diferente”.

“A pergunta é se essas diferenças cerebrais, se existem, como se traduzem no tipo de diferenças de gênero que estamos acostumados a associar a homens e mulheres e a meninos e meninas”, argumentou.

Sax, no entanto, argumentou que os dados são significativos e mostram uma diferença específica na função cerebral entre homens e mulheres, mesmo que ainda não esteja claro o que isso significa.

“Essa afirmação de que gênero não faz sentido, ou gênero simplesmente como um ‘desempenho’ não é uma afirmação verdadeira. É uma afirmação falsa”, concluiu.

Fonte ACI Digital

O reencontro entre um militar americano e seu filho está emocionando a internet.

Depois de um ano trabalhando no Kuwait, Rob Cesternino voltou para casa e quis surpreender o filho caçula na aula de Taekwondo

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Posted by Pleno.News on Friday, March 22, 2019