Mulher-MaravilhaSinopse: Antes de ser a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada em uma ilha paradisíaca isolada, ela descobre que um enorme conflito assola o mundo exterior quando um piloto americano cai em suas terras. Diana deixa sua casa, convencida de que pode parar a ameaça. Lutando ao lado de homens em uma guerra para acabar com todas as guerras, Diana descobre a dimensão de seus plenos poderes… e seu verdadeiro destino.

Depois dos criticados filmes “Esquadrão suicida” e “Batman vs Superman“, chega para nós o mais novo filme baseado em super-heróis da DC Comics. Chegou e chegou muito bem.

Já fomos apresentados à heroína no filme em que o Batman encara o o herói kryptoniano, mas, neste novo filme, podemos ver a sua origem e a sua descoberta de um mundo muito diferente daquele que conhecia em sua casa, na ilha de Themyscira.

Embora a Mulher-Maravilha tenha a sua origem relacionada com a mitologia grega, bem como o vilão do filme ser o deus grego Ares, podemos perceber com certa clareza como é a atuação do demônio em nossas vidas.

No filme é posto que a ação de Ares junto aos homens é no sentido de induzi-los à guerra, mas a decisão de se cometer o erro é exclusivo deles, em razão de seu livre-arbítrio. Da mesma forma é a atuação do diabo junto aos homens, em que age como que ficasse “sussurrando em nossos ouvidos” para que pequemos.

Isso já foi muito bem colocado por São João Paulo II na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Reconciliatio et Paenitentia:

“(…)Deus é fiel ao seu desígnio eterno mesmo quando o homem, induzido pelo Maligno e arrastado pelo seu orgulho, abusa da liberdade que lhe foi dada para amar e procurar generosamente o bem, recusando a obediência ao seu Senhor e Pai; (…)

14. Se lermos a página bíblica da cidade e da torre de Babel à luz da novidade evangélica e a confrontarmos com a outra página da queda dos primeiros pais, podemos tirar daí elementos preciosos para uma tomada de consciência do mistério do pecado. Esta expressão, na qual se repercute o que São Paulo escreve acerca do mistério da iniquidade tem em vista fazer-nos perceber o que se esconde de obscuro e de inexplicável no pecado. Este, sem dúvida, é obra da liberdade do homem; mas por dentro da realidade desta experiência humana agem factores, pelos quais ela se situa para além do humano, na zona limite onde a consciência, a vontade e a sensibilidade do homem estão em contacto com forças obscuras que, segundo São Paulo, agem no mundo até ao ponto de quase o senhorearem.”

A influência do demônio na vida do homem nos leva a um duro combate, como descrito no Catecismo da Igreja Católica:

409. Esta dramática situação do mundo, que “está todo sob o poder do Maligno” (1 Jo 5,19), transforma a vida do homem num combate:

“Um duro combate contra os poderes das trevas atravessa toda a história dos homens. Tendo começado nas origens, há de durar – o Senhor no-lo disse – até ao último dia. Empenhado nesta batalha, o homem vê-se na necessidade de lutar sem descanso para aderir ao bem. Só através de grandes esforços é que, com a graça de Deus, consegue realizar a sua unidade interior.”

Ainda que o demônio persista em sua ação junto ao homem, não devemos nos deixar abater, pois isso não acontece sem a permissão de Deus diante de uma plano divino, como bem nos lembra Santo Agostinho:

Deus onipotente, sendo sumamente bom, não deixaria mal algum em sua obra, se não fosse tão poderoso e bom que pudesse tirar até do mal o bem.

Assim como no filme vemos a Princesa Diana e tantos outros tentando combater o bom combate contra seu inimigo, da mesma forma devemos nós nos vestirmos da armadura de Deus como descrito em Efésios 6, 13-18:

13.Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever.
14.Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça,
15.e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz.
16.Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.
17.Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus.
18.Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos.

CONFERIR2

Ficha técnica:

Gênero: Ação
Direção: Michelle MacLaren
Roteiro: Allan Heinberg, Flor Ferraco
Elenco: Ann Ogbomo, Chris Pine, Connie Nielsen, Eleanor Matsuura, Emily Carey, Eugene Brave Rock, Ewen Bremner, Florence Kasumba, Gal Gadot, Lisa Loven Kongsli, Lucy Davis, Madeleine Vall, Mayling Ng, Robin Wright, Roman Green
Produção: Charles Roven, Deborah Snyder, Zack Snyder
Trilha Sonora: Rupert Gregson-Williams
Duração: 140 min.
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Distribuidora: Warner Bros
Estúdio: Atlas Entertainment / Cruel & Unusual Films / DC Entertainment
Classificação: 12 anos

Trailer

E hoje teremos a premiação do Oscar, que para muitos é a Copa do Mundo em termos de cinema. Já vimos muitos filmes serem premiados que na nossa opinião foi uma injustiça, o que para mim aconteceu quando na premiação do ano de 1999 o vencedor foi “Shakespeare Apaixonado” em vez de “O Resgate do Soldado Ryan”, ou então o que ocorreu no ano de 1977, em que “Rocky” saiu com o prêmio de melhor filme, ganhando de grandes obras como “Taxi Driver” ou “Todos os Homens do Presidente”.

Pode ser que alguns dos filmes não sejam “indicáveis” quanto ao aspecto de valores ou religiosos, mas temos que observar as obras também pelo seu lado artístico. Vejam que o Vaticano já fez isso quando lançou uma lista de filmes que indica, separando em três categorias: religiosos, valores e arte.
Por isso, recomendamos que assistam a premiação como sendo um reconhecimento pelo trabalho de vários profissionais, e não como uma valorização de algo que vocês não gostem.
Vale a sua torcida (com cartazes, aplausos, choros, risos, vaias, etc.) para os filmes, artistas, música, ou seja, todas as categorias premiadas.
Prepare a pipoca e o guaraná, ligue a TV e acompanhe a premiação. E não esqueça de depois nos contar como foi a sua experiência.
CONFERIR2
Fonte: Religión en Libertad | Tradução: Ecclesia Una 
Jack Nicholson, na famosa produção
“O Iluminado”, de Stanley Kubrick.
O mítico e influente ator de Hollywood, Jack Nicholson, decidiu entrar de vez no debate sobre o aborto. E de modo contundente, para surpresa de muitos. O ator se declarou a favor da vida e não recuou em contar a história do motivo pelo qual decidiu defender a vida do nascituro. 
Em declarações a diferentes meios dos Estados Unidos, Nicholson contou que sua mãe lhe concebeu quando ainda era uma adolescente. Ela recebeu numerosas pressões para que abortasse; contudo, decidiu seguir em frente e dar à luz o bebê, que mais tarde se chamaria Jack.
Por tudo isso, Nicholson confirmou que está decididamente contra o aborto e que, além disso, não poderia assumir outra postura, porque seria “hipócrita”, já que, se sua mãe tivesse aceitado o aborto, “estaria morto, não existiria”.
“Minha única emoção é a gratidão”
De fato, nascido em 1936, Nicholson cresceu crendo que sua avó era sua mãe, e considerava como sua irmã aquela que, na realidade, era sua mãe. O ator descobriu toda a verdade só em 1974.
Neste sentido, o premiado ator disse que “sou contrário a meu distrito eleitoral no tema do aborto, porque estou positivamente em sentido contrário. Não tenho direito a qualquer outro ponto de vista. Minha única emoção é gratidão, literalmente, por minha vida”.
A história de Andrea Bocelli
Mas Jack Nicholson não é o único personagem que está se manifestando contrário ao crime do aborto. Em um vídeo difundido no YouTube, o tenor italiano Andrea Bocelli revelou a história de seu nascimento e elogiou sua mãe por não abortá-lo, depois de saber que nasceria com uma deficiência.
No vídeo, intitulado “Andrea Bocelli conta uma ‘pequena história’ sobre o aborto”, o tenor contou que sua mãe grávida foi hospitalizada por “um simples ataque de apendicite”, mas os médicos, ao terminar os tratamentos, sugeriram-lhe o aborto porque “o bebê nasceria com alguma deficiência”.
“Esta valente jovem esposa decidiu não abortar, e o menino nasceu. Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu seja suspeito para falar, mas posso dizer que a decisão foi correta”, assegurou Bocelli, que sofre de glaucoma congênito e perdeu a visão aos 12 anos, por um golpe na cabeça, jogando futebol.
A persistência de Caviezel
Jim Caviezel, ator católico que interpretou Jesus em “A Paixão de Cristo”, assegurou ao Catholic Digest, em 2009, que “não amo minha carreira a ponto de dizer que ‘vou me silenciar sobre isto’”, referindo-se ao aborto. “Estou defendendo cada bebê que ainda não nasceu”, assinalou.
O músico adolescente Justin Bieber também manifestou sua resistência ao aborto. Em uma entrevista à revista Rolling Stone, Bieber assegurou que “realmente não creio no aborto”, pois “é matar um bebê”.
A mãe de Justin Bieber, Pattie Mallette, também se comprometeu recentemente com a causa pró-vida ao produzir o curta-metragem “Crescendo”, contra o aborto e a favor da vida. Pattie teve uma adolescência difícil, envolvida no mundo das drogas e do álcool, e tentou suicídio aos 17 anos, antes de converter-se ao cristianismo.
Com seu curta-metragem, disse, busca dar alento às “jovens mulheres de todo o mundo, como eu, para que saibam que têm um lugar para onde ir, pessoas que vão lhes cuidar e um lugar seguro onde viver se engravidam e creem que não há para onde ir”.
Concebida após um estupro
O ator católico veterano Martin Sheen também tem expressado repetidamente sua oposição ao aborto. Em uma entrevista em 2011, Sheen admitiu também que sua esposa, Janet, foi concebida em um estupro, pelo que, assinalou, se sua mãe tivesse abortado ou a jogado em um rio, como chegou a pensar, ele não a teria conhecido.
Se você não conhece nossa seção “rebobinando” sugiro que dê uma olhada no nosso primeiro “Rebobinando para dar Play de novo“. Mas vamos direto ao que interessa por que o mês de Janeiro foi animado.
Tivemos dois filmes que falam de realidades escondidas uma que mostra a beleza do “Grande Milagre” durante a Missa e outro que fala da feiura que alguém veria se pudesse ver a sua alma em estado de pecado, como no caso de Dorian Grey. Mais dois filmes da Lista de filmes indicados pelo Vaticano:  A festa de Babette que fala da beleza e do céu; e Tempos Modernos de Charles Chaplin um grande convite ao animo nos tempos de crise. Mantivemos a tradição de analisar uma série, desta vez foi o caso de Perception da TNT.
Além do roteiro foi Jim Caviezel que deixou o seu recado:
As Aventuras de Pi tiveram destaque esse mês por que também contaram com a análise em vídeo dos nossos colegas Knactados. Ainda nos lançamentos analisamos Os Miseráveis que é excelente e A Viagem que é ruim. Na estréia da nova colaboradora do Blog Tathiane Locatelli tivemos sua analise do filme The Way que fala muito do Caminho de Santiago. Por fim um filme mais light que vale conferir De repende 30.
E ai de qual desses você gostou mais? Você assistiu algum por nossa sugestão? Que tal deixar um comentário sobre ele? 
Noutro dia estava comentando no Twitter que ultimamente o cinema e a tv dos EUA têm investido no viés histórico do país, sob duas vertentes: factual e cômica. Ao mesmo tempo em que lançam um Lincoln pra falar da conquista da libertação dos escravos de lá, vem um Abraham Lincoln, o caçador de vampiros, o que parece meio estranho e até contraditório, sob o foco histórico. Porém, não deixa de ser burlesco.
Também reinventam/recriam as histórias infantis, sob a forma de filme, dando o tom “Teen“, que, além dos clássicos, deixam um tom mais atual e chamativo, próprio de uma boa jogada de marketing: 
João e o Pé de Feijão  Jack – O Caçador de Gigantes
Chapeuzinho Vermelho  A garota da capa vermelha
Branca de neve e os sete anões  Espelho, Espelho meu
A Bela e a Fera  A Fera… 
Por outro lado, outros bons filmes – alguns são continuação de séries e/ou livros – serão lançados neste ano (data de lançamento no Brasil), o que deixa os públicos adolescente, nerd e aventureiro com presença garantida:
Os Miseráveis” 01 de Fevereiro;
Oz: Mágico e Poderoso”  08 de Março; 
Homem de Ferro 3”  03 de Maio; 
Faroeste Caboclo”  30 de Maio; 
O Homem de Aço”  12 de Julho; 
“Wolverine 2”  26 de Julho; 
“Thor: o mundo sombrio”  11 de Agosto;
“Jogos Vorazes: Em Chamas”  22 de Novembro;
“O Hobbit: A Desolação de Smaug”  20 de Dezembro.  
Veja também outros filmes mais esperados para 2013:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=XIfeX8c4dOQ]
É… estaremos bem presentes nos Cinemas neste ano… E, claro, o Projeções de Fé, dentro e fora do país estará com lugar marcado, nas primeiras filas das salas dos cinemas, para trazer sempre uma análise em primeira mão, à luz do Magistério da Igreja.

Coming soon!


Em colaboração com André Brandalise.

O filme é baseado no livro de mesmo nome de autoria de Oscar Wilde, obra que em sua época foi muito criticada por apresentar conteúdo homoerótico entre tantas outras situações. A obra do cinema também apresenta várias cenas com o mesmo conteúdo, que em muitos casos poderiam até mesmo ser mais leves, mas servem para demonstrar que para Dorian Grey não havia limites no mundo hedonista que decidiu abraçar sob a influência de um nobre inglês.
No livro consta o seguinte trecho que mostra a preocupação inicial do personagem:
“Eu irei ficando velho, feio, horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho… Se fosse o contrário! Se eu pudesse ser sempre moço, se o quadro envelhecesse!… Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar em troca. Daria até a alma!”
Atenção! Contém spoilers!
Seu desejo foi atingido e o quadro passou a receber todos os males físicos e da alma que lhe atingiam, a tanto que não mais envelhecia e nem mesmo permanecia ferido (seja no corpo ou na alma). Tudo era absorvido pela pintura, como se fosse o depósito de lixo do personagem.

Quando se dá conta desse fato passa a fazer o que queria, a testar todos os tipos de prazeres (drogas, sexo, violência física) sem se preocupar com as conseqüências, sejam para ele ou para outras pessoas. Passa a buscar o prazer pelo prazer, assim como passa a usar as pessoas como instrumentos de prazer.
Deixamos claro que se forem assistir este filme, deve-se ter a consciência que ele tem várias cenas eróticas e até mesmo “pesadas”, e não vale a pena passar num retiro ou no grupo de jovens. Achamos que realmente precisamos rezar depois de ver, e nos questionar muitas coisas, mas por ter um conteúdo muito denso pode tirar o foco de um retiro.

No entanto, a obra nos apresenta algo que não conseguimos ver: um raio-x da alma de uma pessoa. Como colocado anteriormente, a pintura passa a assumir todas as dores físicas e da alma do Dorian Grey, e por isso ele se torna uma pessoa fria e decidida quanto a sua busca pelo prazer, podendo ver no quadro o que sua alma se tornou: um monstro. Todos os seus atos em busca do prazer trouxeram conseqüências profundas em seu ser, destruindo a imagem daquele homem que no início do filme se mostrava belo física e moralmente.

Podemos destacar a brilhante interpretação de Colin Firth no papel daquele que muito influenciou Dorian Grey a mudar a sua vida. Ele é a personificação daquela vozinha que fica nos tentando, desafiando e impulsionando a irmos por um caminho errado, em geral um caminho de facilidades e prazeres sem o menor escrúpulo. 

O retrato de Dorian Grey é igual ao de muitos homens e mulheres de hoje que antes de terem suas fisionomias mudadas, distorcidas, esticadas pelo botox em uma busca interminável pela juventude sem fim e uma beleza constante, tem suas almas deformadas e destruídas pelo pecados de intemperança, tudo muito, com muita intensidade, hoje e agora. Esquecem que “Há coisas que são preciosas por não durarem.” (Dorian Grey) e do clamor de Santo Agostinho: “De que serve viver bem, se não nos é dado viver para sempre?” (Tratado sobre o Evangelho de João, 45, 2 (PL,  35, 1720) o do Senhor ele mesmo “Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida? Ou que dará o homem em troca da sua vida?” (Mc 8, 36-37).
Algumas falas do filmes são muito interessantes e nos marcaram de forma especial, pelo significado atribuído a elas:
A única maneira de livrar-se da tentação é ceder a ela.” A esta grande besteira respondemos com Santo Tomás de Aquino:

Cristo quis ser tentado, primeiro, para nos dar auxílio contra as tentações. Segundo para nossa cautela: a fim de que ninguém, por santo que seja, se julgue seguro e imune da tentação Terceiro, para nos dar o exemplo de como devemos vencer as tentações do diabo. Quarto, para nos excitar à confiança na sua misericórdia” (Suma teológica IIIa Q41 a.1)

“Posso assegurar-lhe, o prazer é muito diferente de felicidade.” Em relação a isso o Papa João Paulo II referia-se incisivamente na audiencia geral de 19 de junho de 1991:

“Não é difícil, mesmo para um observador que fique apenas no nível da psicologia e da experiência, descobrir que a degradação no campo do prazer e do amor é proporcional ao vazio que deixam no homem as alegrias que enganam e defraudam, procuradas naquilo que São Paulo chamava as «obras da carne»: Fornicação, impureza, libertinagem […], bebedeiras, orgias e coisas semelhantes (Gál 5, 19.21). A estas alegrias falsas podem acrescentar-se, e às vezes vão juntas, as que se procuram na posse e no uso desenfreado da riqueza, no exibicionismo do luxo e na ambição de poder” (Não há no site do Vaticano versão em português aqui está a mesma audiencia em espanhol).

Enfim, o filme é uma oportunidade de vermos que nossos atos podem causar danos invisíveis à nossa alma, e que mesmo que não os vejamos eles existem e marcam profundamente.

ASSISTA POR SUA CONTA E RISCO

FICHA TÉCNICA

Diretor: Oliver Park

Elenco: Ben Barnes, John Hollingworth, Cato Sandford, Pip Torrens, Fiona Shaw, Ben Chaplin, Caroline Goodall, Maryam d’Abo, Michael Culkin, Colin Firth, Emilia Fox, Nathan Rosen, Jeff Lipman, Louise Kempton, Douglas Henshall, Rachel Hurd-Wood, Johnny Harris, George Potts, Grant Cook, David Sterne, Louise Rose, Aewia Huillet, Lisa Marie Cooke, Jo Woodcock, Robert Johnston, Max Irons, Julian Birch, Lily Garrett, Rebecca Hall, Kit Derbyshire, Seon Rogers, Emily Phillips, Tina Rath, Guillaume Grange, Hugh Ross, Andrew Harrison
Produção: Barnaby Thompson

Roteiro: Toby Finlay
Fotografia: Roger Pratt
Trilha Sonora: Charlie Mole
Duração: 112 min.
Ano: 2009
País: Reino Unido
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Europa Filmes
Estúdio: Ealing Studios / Fragile Films / Alliance Films / UK Film Council / Aramid Entertainment Fund / Prescience
Classificação: 16 anos

TRAILER
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Mru54k4cgg4]
Texto de Rodrigo Salem [Folha de São Paulo]

O último musical indicado ao Oscar de melhor filme foi “Chicago”, em 2002. Os últimos grandes musicais (“Nine”, “Burlesque” e “Rock of Ages”) naufragaram em público e recepção da crítica.

Não é um cenário animador para “Os Miseráveis”, adaptação cinematográfica de Tom Hooper (“O Discurso do Rei”) para o musical homônimo, sucesso nos teatros americanos e ingleses há 28 anos. E o próprio protagonista do filme sabe disso.

“Adoraria dizer que teria coragem de investir meu dinheiro em um projeto assim, mas não é o caso”, brinca Hugh Jackman, indicado ao Globo de Ouro de melhor ator pelo papel de Jean Valjean, homem preso por roubar migalhas para garantir a sobrevivência da família.

“Sabia que era um projeto arriscado. No primeiro dia em que entrei no set de filmagens, pensei: ‘Que loucura. O que estamos fazendo?’.”
A perplexidade se deu por causa do aparato mobilizado por Hooper na França. O cineasta levou uma pequena equipe para Gourdon, uma cidade incrustada nas montanhas, onde o personagem criado pelo escritor Victor Hugo (1802- 1885) se esconde para começar uma nova vida.

O ator conta que a cidade parecia um cenário de ficção científica. “Você olhava para o céu e via fios de captação de som à sua volta.”

A razão de tanta tecnologia é o fato de Hooper ter decidido que, no musical de US$ 65 milhões (cerca de R$ 130 milhões), os atores precisariam cantar ao vivo. Não haveria mixagem de som na pós-produção, como a maioria dos musicais faz, convocando os atores para gravar as canções em estúdio.

“O set parecia um manicômio. Pessoas cantavam sozinhas, porque ouvíamos o piano só nos pontos eletrônicos. Mas Tom bateu o pé e disse que filmaria ao vivo”, conta Jackman, que só cantou uma sequência em estúdio –a de abertura, quando, preso, ajuda a puxar um galeão para o porto supervisionado pelo policial Javert (Russell Crowe).

“Era impossível cantar com galões d’água sendo jogados em mim. Nenhum microfone resistiria”, justifica.

ATUAÇÃO OSCARIZADA

À medida que Jean Valjean abre caminho entre a sociedade francesa, novos tipos surgem. Anne Hathaway vive Fantine, trabalhadora demitida quando se descobre que ela é mãe solteira.

Na tentativa de alimentar sua filha pequena, Fantine vira prostituta e vende não apenas o sexo, mas os dentes e o cabelo. A tragédia não apenas conduz a “I Dreamed a Dream”, a canção mais famosa do musical, como coloca Anne no topo das favoritas para o Oscar de coadjuvante.

“Fico feliz que as pessoas estejam reagindo assim à cena”, conta a atriz, que perdeu 12 quilos para o papel. “Estava assustada em fazê-la, mas o processo foi mais fácil porque a personagem sofre e eu pude extravasar um pouco o sentimento de fragilidade que eu tinha de verdade.”

Em seguida, “Os Miseráveis” muda de tom: mergulha em reflexão sobre liberdade e amor liderada por Cosette (Amanda Seyfried), a filha de Fantine, e o revolucionário Marius (Eddie Redmayne).

O longa perde força ao migrar da tragédia para o épico político. Na transição, os números passam a ser mais grandiosos –vale ressaltar que o filme não tem diálogos que não sejam cantados.

A mudança de tom não compromete o resultado final. “Os Miseráveis” deve estar na lista do Oscar e concorre ao Globo de Ouro em quatro categorias. Os prêmios podem ajudá-lo a superar a desconfiança do público.

“Não há nada pior do que um musical ruim”, afirma Jackman. “Ficarei feliz se alguém disser: ‘Odeio musicais, mas adorei ‘Os Miseráveis’.”
Não poderíamos deixar a data em branco e para tanto usamos as profundas palavras proferidas pelo nosso Padroeiro, Papa João Paulo II.

E que todos ganhem ótimos filmes como presentes de Natal!!!

“Nada do que não é eterno terá valor na eternidade” (C. S. Lewis)

“A Igreja ensina que cada alma espiritual é diretamente criada por Deus – não é “produzida” pelos pais – e é imortal: ela não perece quando da separação do corpo na morte e se unirá novamente ao corpo na ressurreição final”. (CIC 366).

Sinopse

Alegre, bem-sucedida e solteira por opção: em poucas palavras esta poderia ser a descrição da personagem Marley, vivida por Kate Hudson. Em Pronta para Amar, essa mulher independente só faz jus ao título do filme depois de ser diagnosticada com câncer.
Conhecer Julien (Gael García Bernal) também foi responsável pela mudança de pensamento da moça. Com ele, que é seu médico, Marley vê a possibilidade de ser feliz no amor e ainda superar a grave doença. Tudo isso com uma ajudinha, literalmente, vinda dos céus, já que Whoopy Goldberg interpreta Deus e aconselha a moça nessa fase de descobertas. 
Ficha Técnica
Direção: Nicole Kassel
Elenco: Kate Hudson, Kathy Bates, Lucy Punch, Gael García Bernal e Whoopi Goldberg
Original: A Little Bit of Heaven
Duração: 117 minutos
Ano: 2010
País: Estados Unidos
É um filme que ensina, sobretudo, a enxergar um pouco mais a vida com os olhos de quem já contempla o céu.
O título original é “A Little bit of Heaven”. Durante um procedimento médico, Marley (Kate Hudson) encontra-se com Deus (Whoopi Goldberg) no céu. Lá, em conversa com o Todo- Poderoso, faz dois pedidos. Mas quando volta à realidade, e conta a seus amigos e pais a gravidade de sua doença, ela passa a perceber que o que viu no céu, passa a ser verdade aqui na terra. E é a partir dessa visão, que Marley passa a encarar sua possível morte. 
Seus amigos tentam ajuda-la a passar por isso do jeito que ela quer: sem tantos sentimentos tristes! Contudo, para Renee, sua amiga, que está grávida, esse modo de passar pela doença não a agrada e principalmente, não a convence. Renne sofre pela morte iminente da amiga, com quem viveu momentos incríveis. A certeza da morte não parece incomodar Marley tanto quanto incomoda sua amiga Renee, que esta grávida, em contraponto ao drama principal, vive seu próprio drama com a iminência de perder uma amiga. As dores todas devem ser respeitadas, mas a de Renne, talvez bem pouco percebida, é uma das mais cortantes. Perder quem sem ama, mesmo com a certeza do reencontro, invade o coração e o arrebenta por dentro de sobremaneira! E talvez, só talvez, não estar presente na hora da partida, deve causar um sofrimento indizível. 
Como cristãos, acreditamos nas palavras de Cristo sobre a vida eterna. O filme não é nenhum primor de religiosidade; pelo contrário: Whoopi interpreta Deus!!! (Oh, For God sake!). A comédia até tenta encontrar espaço neste filme, contudo, o que predomina, é a sensibilidade característica dos dramas. 
A protagonista desvenda os mistérios da partida todos os momentos. Todo o egoísmo vai dando espaço, dia a dia, para a verdade da história: ela vai morrer e os seus a quem ama, ficarão aqui. 
O grande mote do filme é, além da despedida, aprender a se despedir. A morte sempre causará em nós, ou pelo menos na maioria, medo e desassossego. Mas, diante de pessoas que nos ensinam a encará-la de modo natural, o coração vai aprendendo, um pouco por dia, a recebe-la como amiga. Não dizia São Padre Pio de Pietrelccina: “ Desejo a morte apenas para me unir com laços indissolúveis ao celeste Esposo”? Ou mesmo São Francisco de Assis: “A irmã morte, nossa amiga”?
É diante dessa certeza, que o filme se torna ainda mais comovente. Em todos os momentos, as menções a Deus são típicas dos filmes americanos, mas são capazes de incitar à reflexão: como vivemos, o que amamos, o que desejamos. Imprime em nós um olhar mais sereno, mas ainda assim, mais apaixonante sobre a vida e sobre as pessoas que são-nos dadas para o caminho em busca do céu!
Marley só pôde mudar seu modo de viver, e em outros momentos, continuar com sua alegria tão característica, mesmo diante da morte, porque um dia contemplou, mesmo que por entre nuvens de sonhos, o céu com o Dono dele. 
O título original diz muito sobre o que faz aquele que olha para a vida com o coração que sente saudades do céu! De um céu que é logo, mas que as paixões, como diriam os Padres do Deserto, nos são, muitas vezes, mais fáceis de abraçar!
Assistir ao filme deu-me a possibilidade de rezar e perceber o quão distante estou de encarar a morte à maneira dos santos. E por isso mesmo, rezar e alcançar a intimidade com Deus tal qual Marley e Whoopi (God) é o melhor caminho a seguir!
Intimidade com Deus, contemplar o céu com nossas orações é o caminho para que possamos voltar para os braços do Pai. 
A little bit of heaven é o que temos sempre, como católicos, durante nossos momentos de intimidade com o Dono de Tudo! 
A little bit of heaven é o título original do filme com Kate Hudson que simula o encontro com Deus de uma pessoa que está prestes a ficar com ELE para sempre!
A little bit of heaven é o que desejo a todos nós!
Que a Virgem Santíssima nos ensine a viver a intimidade com o Senhor!
Trailer
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=FMAqKPbOOVM]
Mais um excelente trabalho começa a ser desenvolvido, com o intuito de evangelizar. Trata-se do “Knacktado”, em que jovens ligados à Comunidade Católica Shalom, resolveram comentar e recomendar não somente filmes, mas também jogos e outros meios de entretenimento, via YouTube. Aqui, pode-se acessar o seu Canal e sua Fã Page no Facebook.
Para iniciar, uma análise de “O Hobbit”:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=T_WDhC_vlXQ]
O retorno aos cinemas de um dos mais célebres heróis dos quadrinhos deverá ser carregado de emoção. O tom apresentado no segundo trailer de Superman: O Homem de Aço, divulgado pela Warner Bros, na terça-feira (11/12), parece fugir do ritmo alucinante de blockbusters como Homem de Ferro 3, que também chegará aos cinemas em 2013.

Com 2:33 minutos de duração, o vídeo mostra poucas cenas de ação que, apesar de impressionantes, colocam as cenas de luta em um segundo plano. Aqui, o que importa é a história do kryptoniano adotado pelo casal de fazendeiros Martha e Jonathan Kent.
Dirigido por Zack Snyder (300 e Watchmen), Homem de Aço trará uma abordagem mais sombria do super-herói, seguindo os padrões propostos pela franquia Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan – que faz aqui as vezes de produtor. Com estreia prevista para julho de 2013, Superman conta com Henry Cavill, Russell Crowe, Kevin Costner e Amy Adams no elenco.
Trailer
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=KVu3gS7iJu4]
Na tentativa de chocar o público e a crítica, a atriz e estreante como diretora Leslye Headland foi infeliz em seu primeiro trabalho.
Sinopse
Três ex-populares garotas do colégio são convidadas pra serem damas de honra da menos popular da turma, que fica noiva de um dos solteirões mais cobiçados de Nova York. Elas decidem aceitar o convite para se divertirem um pouco com a situação, mas acabam se deparando com muito mais.
Análise
O filme tenta repetir o enredo de “Missão Madrinhas de Casamento” e “Se beber, não case”, ambos recheados do tradicional besteirol americano. Até aí, tudo bem. Entretanto, a linguagem, como bem fala o crítico Paulo Cintra, “é um vocabulário digno de uma pornochanchada brasileira, algo como se a Regina Casé, de Sete Gatinhos, se transvestisse de Patricinha de Beverly Hills”.
Toda a trama é baseada na inveja que três amigas têm da menina menos popular do colégio, Becky, uma gordinha que está prestes a se casar com um dos rapazes mais cobiçados da cidade. A notícia gera inveja, indignação e raiva nas amigas, que são, esteticamente, mais bonitas que ela.
Becky tem sua despedida de solteira programada pela personagem de Kirsten Dunst. Após uma discussão (as madrinhas drogadas atrapalham a festa), Becky se retira da festa, e as três, zombando da amiga, tentam vestir seu vestido de noiva, e o rasgam. Daí começa a grande maratona para tentar arrumar a roupa em menos de 8 horas. As moças entram em diversas situações que entram no enredo sem a menor cerimônia.
O roteiro é cansativo, e embora tente arrancar algumas risadas, o faz somente pelos recursos “cômicos” implícitos nos palavrões.
Pela crítica de Cintra e assistindo ao filme, percebi o quanto essas comédias “politicamente incorretas” têm virado febre no mundo, e o Brasil as aceita de braços abertos, e mentes completamente escancaradas.
Como cristãos, não significa que não devamos rir, ou ver comédias. Pelo contrário, São Thomas Morus nos ensina a pedir o bom humor. Contudo, é importante que pensemos no que estamos assistindo e a quais valores estamos sendo apresentados.
De qualquer forma, é um filme que não indico pelo tom subversivo e desonesto, principalmente no que tange ao sensível tema das drogas.
Acredito que com maior difusão desse tipo de filmes e assuntos, a juventude vê-se representada de uma maneira, que embora saibamos caricata demais, normal nas telas. Tudo o que fazemos na arte, o fazemos com uma intenção: recriamos um ambiente, um cenário, um contexto. E a intenção de toda essa recriação é atingir alguém; alguém que, de alguma maneira, encontrar-se-á refletido ali.
A arte remonta ao belo, e “Quatro amigas e um casamento” está longe do que conhecemos como beleza, ou que traga algum tipo de valor implícito em suas cenas.
Ficha técnica
Elenco: Kirsten Dunst, Isla Fisher, Lizzy Caplan, Rebel Wilson
Direção: Leslye Headland 
Gênero: Comédia Romântica 
Duração: 87 min. 
Distribuidora: Imagem Filmes 
Classificação: 16 Anos
Trailer
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Chama-se “Christaayan” e é o primeiro filme sobre Jesus Cristo ambientado na Índia e falado na língua hindi. Tem 6 horas de duração e será transmitido nacionalmente, em capítulos, pela televisão. A apresentação do filme realizou-se na Miriam School, de Indore.
Dirigido por Padre Geo George da Sociedade Verbo Divino e produzido pela Satprakashan Sanchar Kendra, a película teve a participação de 200 atores não profissionais, 80% deles não-cristãos. O ator que interpreta Jesus, Ankit Sharma, é hindu. No filme eles aparecem vestindo saris coloridos, em um contexto típico da tradição indiana. O filme foi realizado em sete anos e filmado em vários estados indianos.
Segundo o Arcebispo de Bhopal, Dom Leo Cornelio, “filmes como “Christaayan” são de grande inspiração, pois não dizem respeito somente à comunidade cristã, mas a cada membro da sociedade”. Já o Padre José Arayathek, que interpreta o apóstolo André, enfatiza que no filme “Jesus se preocupa com o meio-ambiente, defende os oprimidos, dá lições de otimismo. Enfim, se preocupa com os aspectos sociais, políticos e econômicos sob o qual vivem as categorias mais marginalizadas da comunidade: mulheres, jovens e crianças”. (JE)
Fonte: Rádio Vaticano, via Blog do Carmadélio
Trailer
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Era o ano de 1944.  Vivia-se num mundo devastado pela guerra e sequioso de um sentimento que parecia cada vez mais escasso na vida humana da primeira metade do século XX: a esperança.  É nesse contexto que devemos analisar O Bom Pastor (“Going My Way”, no original), que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1945.
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A crítica laica – composta de 98% de pessoas sem noção de fé – acusa o filme de “não ter envelhecido bem”. Na verdade, essa sublime e tocante história é uma filha de seu tempo.

O Bom Pastor é um filme para a família, que mostra um padre como um ser humano e com dramas existenciais como qualquer humano, mas com bom gosto e sem apelação.  Acho que é isso que deixa a crítica como aquele deputado de São Paulo: tiririca.

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É bem verdade que o filme é uma passarela para Bing Crosby desfilar seu talento, mesmo assim o roteiro não é assim tão pueril. Nele, Crosby é o padre Chucky, que chega a uma paróquia para substituir um velho padre que está há 45 anos à frente da mesma igreja, que (pra variar) está falida. A ideia é apresentar-se na igreja sem que o velho saiba que ele será o líder.
O filme mostra as boas ações do jovem padre, o fato de ele ser falido também, uma mulher do passado, o seu relacionamento com o velho padre, com os garotos levados do bairro que ele consegue levar para formar um coral, entre outras coisas que mostram a bondade de O’Malley e o seu jeito mais “progressista” e alegre de ser em comparação ao velho turrão.
O Bom Pastor é item de videoteca básica para quem ama cinema e uma lição de vida tocante e profunda. Assista com a família e lembre-se: não seja um mandrião! Alugue ou compre o DVD!!!



Ficha Técnica:

Diretor: Leo McCarey
Elenco: Porter Hall, Jean Heather, Barry Fitzgerald, Gene Lockhart, Bing Crosby, Frank McHugh, James Brown, Fortunio Bonanova.
Produção: Leo McCarey
Roteiro: Leo McCarey, Frank Butler, Frank Cavett
Fotografia: Lionel Lindon
Trilha Sonora: Robert Emmett Dolan
Duração: 130 min.
Ano: 1944
País: EUA
Gênero: Comédia Dramática
Cor: Preto e Branco
Estúdio: Paramount Pictures

Trailer
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PRÊMIOS:
  • Oscar de Melhor  Filme, Diretor, Canção original, Ator (Bing Crosby), Ator Coadjuvante (Barry Fitzgerald), Roteiro e História original.
  • Indicação ao Oscar de Melhor Ator (Barry Fitzgerald), Fotografia preto e branco e Montagem.
  • Globo de Ouro de Melhor Diretor, Filme Drama e Ator Coadjuvante (Barry Fitzgerald).

[Zenit] Não é uma estratégia publicitária, nem apenas um boato qualquer! A Odeon Film anunciou em Mônaco da Baviera uma produção internacional sobre a vida e a obra do Papa, baseada na biografia de Peter Seewald, que deverá sair em 2014. 
Os produtores afirmaram, de fato, a assinatura do acordo entre a H & V Entertainment e Peter Weckert para a “produção internacional de um filme sobre a extraordinária vida e obra de Joseph Ratzinger, desde o seu nascimento em 1927 ao seu pontificado”, como indicado em um comunicado.
Peter Weckert não é novo em produções sobre o Papa Bento. Além do documentário em 2011, intitulado “Francisco e o Papa“, sobre a história de um jovem cantor de um coral selecionado para fazer um solo na frente do Santo Padre, a sua equipe tem acompanhado e filmado as viagens apostólicas do Papa na África e em Israel.
A Odeon Film declarou, além do mais, que a produção sobre Bento XVI estará baseada na biografia de Ratzinger, escrita pelo jornalista alemão Peter Seewald, que será publicada na primavera do 2014.
Também Seewald é uma personalidade conhecida pelo Santo Padre, como autor de vários livros de entrevistas com Joseph Ratzinger – Bento XVI: “O sal da terra”, “Deus e o mundo” e o mais recente “Luz do Mundo”, publicado em 2010 e traduzido em 30 idiomas.
De acordo com o informado pelo comunicado, o jornalista estará envolvido, de fato, como consultor na escrita do roteiro.
Nosso Blog ainda é novo, acabamos de começar, mas já temos tantos leitores fiéis, tantos amigos que fizemos nesses quase 4 meses de viagem nesse fantástico mundo do cinema.
Decidimos escrever uma postagem de revisão, tanto pra que os leitores fieis lembrem conosco o que já vivemos juntos como para os que conheceram “a nossa poltrona” agora possam se achegar trazendo a pipoca e o refrigerante e se divertir conosco à luz da Fé.
Nesses dias pudemos partilhar as novidades com os posts “o que vem por ai”, alguns nem são mais novidade como Les Miserables (e ai o que achou deles?) mas tem coisa boa vindo por ai ainda como o Oz: Mágico e Poderoso e O Hobbit.
Nesse mesmo intuito de fazer você conhecer melhor os católicos que trabalham no universo da sétima arte trouxemos pra você posts sobre diretores muito conhecidos e consagrados como Robert Zemeckis e Martin Scorsese que muitos nem sabiam que eram católicos, sem contar com alguns atores de primeiro escalão como Liam Neeson e Gregory Peck que são católicos e muito felizes por isso.
Dentro do universo Cristão, trouxemos boas sugestões de filmes de cunho ou plano de fundo religioso como Irmão Sol, Irmã Lua, que influenciou muitos (um deles Moysés Azevedo fundador da Comunidade Católica Shalom), As Chaves do Reino que inclusive foi a nossa primeira postagem publicada no Zenit, sem jamais esquecer do nosso queridíssimo patrono João Paulo II com filmes e posts, e do Musical Godspell.
Mergulhamos em boas aventuras no campo da ficção científica e da fantasia, o que você achou da analogia que fizemos entre Matrix e a realidade invisível? E o drama de Blade Runner? O que mais faltou dizer de Constantine? Lembrando que realmente esperamos a sua resposta seja por e-mail seja com um comentário nesse post.
O mundo das séries não ficou de fora. Foram posts muito comentados e lidos os que falaram de Criminal Minds e Once Upon a Time, mas claro que The Big C e Good Luck, Charlie também são ótimas series e não puderam passar despercebidas.
Mas nem só de filme bom vive nosso Blog. Mesmo que artisticamente, O Poderoso Chefão seja muito bom ele foi colocado como ruim você entendeu por quê? Os filmes de terror ainda vão ter mais atenção mas nós já contamos alguns “causos” aqui, você assiste ou gosta desse tipo de filme? Tem mais filme ruim como O Bebê de Rosemary.
Tudo junto e misturado colocamos para o final Casablanca não por que não merece mas é difícil categorizar todo mundo. Aqui vão outros muito bons: Gonzaga: de Pai para Filho, A Felicidade não se compra e Jogos Vorazes.
Espero que como nós você tenha se divertido. Esperamos que muitas horas de filmes nos unam. Pedimos um favor, entre amigos, se você é católico praticante e quer viver uma diversão sadia com seus amigos compartilhe nossos posts nas redes sociais, mande o link pra os seus amigos que gostam desse ou daquele tipo de filme, assim podemos trazer a fé de maneira concreta para o cotidiano.

Estamos acompanhando um certo frisson de muitas pessoas (grupo no qual me incluo) acerca do lançamento do filme O Hobbit, ainda que seja o primeiro de três. Diante de tamanho barulho na internet, devemos nos perguntar qual a importância desta obra e o que esperar dela.

Primeiro, vamos à SINOPSEdo filme: 
O Hobbit segue a jornada de Bilbo Bolseiro, que é levado para uma aventura épica para recuperar o tesouro dos anões, que há muito tempo foi roubado por um dragão chamado Smaug. Convidado de repente pelo mago Gandalf, o Cinzento, a entrar na aventura com mais 13 anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin. Sua viagem vai levá-los para a vida selvagem; por terras traiçoeiras cheio de goblins e orcs, wargs e aranhas gigantes, metamorfos e magos e até que finalmente Bilbo Bolseiro encontra Sméagol, onde ele ganha a posse do anel “precioso”, um anel de ouro simples que está ligado ao destino de toda a Terra Média.
PASSADA esta parte, vamos pensar nos questionamentos feitos acima.
O filme não é necessariamente uma adaptação do livro de JRR Tolkien, pois quem conhece a obra literária e está acompanhando a produção, logo nota que as diferenças serão muitas. E que se fazem necessárias.
O livro foi escrito para um público infantil e lançado em 21/09/1937, na Inglaterra. Ou seja, a princípio tinha público específico para um determinada época, mas acabou se tornando uma das mais importantes obras de literatura de fantasia, que mesmo com a característica infantil é uma aventura empolgante e emocionante que durante muitos anos divertiu e ainda diverte muitos leitores.
Seu estilo não pode ser comparado com a trilogia O Senhor dos Anéis (ainda que esta seja a sequência daquele), mas no cinema tudo é diferente. Obras que têm relação entre si devem seguir a mesma linha… e como já lançaram três fantásticos filmes de O Senhor dos Anéis, com um estilo de juvenil para adulto, não poderiam deixar de fazer algo no mínimo semelhante com O Hobbit.
Seremos apresentados a uma turma animada de anões liderada por Thorin Escudo de Carvalho, um anão orgulho em busca de vingança; veremos novamente os elfos, Gandalf e Gollum; e o mais importante: veremos o jovem Bilbo Baggins sendo interpretado por um ator que parece ter sido feito para o papel – Martin Freeman (O Guia do Mochileiro das Galáxias). E mais adiante conheceremos Smaug, um dragão poderoso, inteligente e intrigante.
O cenário escolhido foi o mesmo que de O Senhor dos Anéis, mostrando que a Terra Média realmente fica na Nova Zelândia. Além de termos belas paisagens na tela do cinema, essa situação vem a comprovar a intenção do diretor Peter Jackson em manter a qualidade e continuidade da produção, pois a mudança de alguns locais já consagrados nos filmes anteriores com certeza geraria muita crítica dos fãs.
O retorno de Ian McKellen como Gandalf, Andy Serkis como Gollum, Hugo Weaving como Elrond, Cate Blanchet como Galadriel, Christopher Lee como Saruman, Orlando Bloom como Legolas, Ian Holm como o velho Bilbo e Elijah Wood como Frodo, são provas de que os atores de O Senhor dos Anéis não só apostam na produção, como assinam embaixo.
A produção original previa o lançamento de dois filmes, mas o diretor conseguiu negociar um terceiro filme. As estreias estão previstas para 14/12/12 o primeiro filme (O Hobbit – Uma Jornada Inesperada), 13/12/13 o segundo filme (O Hobbit – A Desolação de Smaug), e o terceiro filme (O Hobbit – Lá e de Volta Outra Vez) com previsão de estreia para 18/07/14.
A trilogia O Senhor dos Anéis empolgou muitas pessoas, a tanto que arrecadou cerca de 3 bilhões de dólares no mundo todo e alavancou as vendas do consagrado livro de J.R.R. Tolkien, e se espera um efeito semelhante em relação ao filme O Hobbit. 
Personagens apaixonantes, aventura e muita diversão, é isso que poderemos esperar dos três filmes. Eu estarei no cinema, com certeza. E você?
Confiram o TRAILER
Vejam as imagens, ouçam a música cantada pelos anões … e sintam-se novamente na Terra Média
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O filme é uma adaptação do livro de Yann Martel, que conta a história de um indiano que tem um conhecimento enciclopédico do comportamento de animais e que ao sobreviver a um naufrágio, se vê em um bote em alto mar ao lado de uma hiena, um orangotango, uma zebra ferida e um tigre de Bengala.
Não se trata de Panteísmo. Ao contrário, trata da relação entre humanos e animais, de modo amistoso, o que nos remonta à Criação (Cf. Gn 1, 26-30), em que viviam em perfeita harmonia. Isso, sem contar os valores familiares e humanos, tão desgastados que, de certa forma, são enfatizados no filme (conferir o Trailer), como o amor, a obediência, a amizade…
Sinopse
Pi Patel (Suraj Sharma) é o filho do zelador de um zoológico localizado em Pondicherry, na Índia. Sua família decide se mudar para o Canadá, viajando a bordo de um imenso cargueiro. Quando o navio naufraga, Pi consegue sobreviver em um barco salva-vidas. Perdido em meio ao oceano Pacífico, ele precisa dividir o pouco espaço disponível com uma zebra, um orangotango, uma hiena e um tigre de bengala chamado Richard Parker. 
Com direção de Ang Lee e roteiro de David Mage, o filme tem no elenco Rafe Spall, Irrfan Khan, Adil Hussain e o grande Gerard Depardieu.
As Aventuras de Pi” estreia no Brasil no dia 25 de Dezembro.

Trailer
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Oz: Mágico e Poderoso (Oz: The Great and Powerful) é um filme americano dirigido por Sam Raimi, com previsão de lançamento em 2013. É uma adaptação do romance The Wonderful Wizard of Oz, de 1900, do escritor americano L. Frank Baum. É estrelado por James Franco no papel de Oscar Diggs, também conhecido como o “Mágico de Oz”, bem como Mila Kunis, Michelle Williams e Rachel Weisz. Será lançado pela Walt Disney Pictures na versão tradicional (2D), bem como nos formatos Disney Digital 3D, Real D 3D e IMAX 3D.

Podemos ver no trailer (siga o texto até o fim … e além) que a produção seguiu as características do filme O Mágico de Oz (1939), com o início em preto e branco (ainda no Kansas) e depois já colorido, quando somos apresentados ao mundo de Oz.

Tudo isso com uma belíssima fotografia que nos deixa com vontade de também conhecer Oz.


Sinopse

Filme de Sam Raimi, é definido antes dos acontecimentos de 1939 do filme e do livro original. Oz (James Franco) é o dono de um circo mambembe, que tem uma ética um tanto quanto questionável. Transportado para um mundo mágico e desconhecido, ele precisa lidar com a batalha entre três bruxas locais: Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glenda (Michelle Williams). Prelúdio de O Mágico de Oz e dirigido por Sam Raimi (trilogia Homem-Aranha).

Elenco

James Franco como Oscar Diggs / The Wizard of Oz
Mila Kunis como Theodora
Michelle Williams como Glinda
Rachel Weisz como Evanora
Zach Braff como Frank e Finley
Joey King como China Girl
Abigail Spencer como Sra. Hamilton
Ted Raimi como Skeptic, Tinker
Bruce Campbell como Gore, o Dark Wizard
Tony Cox como Knuck
Tim Holmes como O Homem Forte
Martin Klebba como Nikko
Trailer
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