O texto abaixo mostra que algumas personalidades do show business tem raízes católicas, e de uma forma ou de outra isso influencia em suas vidas e carreiras. É importante destacar que a imensa maioria dos artistas se colocam como budistas, agnósticos ou ateus, e poucos afirmam serem cristãos ou seguir uma igreja específica. Este texto tem como objetivo mostrar aqueles que declaram ter alguma relação com a Igreja Católica, ainda que alguns de seus atos possam dizer o contrário. Confiram:

Mark_WahlbergPara quem cresceu durante a década de 1980 e início de 1990, é impossível olhar para o ator indicado ao Oscar Mark Wahlberg e não pensar “Marky Mark.” Tem sido uma longa e estranha viagem para Wahlberg, que estava envolvido em drogas e violência na adolescência, tornou-se uma sensação de rap e, em seguida, estranhamente, um dos atores mais populares de Hollywood.

Ele também é um católico devoto com uma família que ama, de acordo com esta entrevista em vídeo com a CBS. Nessa entrevista ele fala que sempre leva consigo um dicionário, e que ele sabe o que a palavra significa “consubstancial”.

É interessante ver um ator casualmente partilhar o seu conhecimento e experiência católica durante uma entrevista nacional. Em entrevista ao The Catholic Herald, em 2010, Wahlberg ofereceu esta visão interessante sobre sua vida:

Ser católico é o aspecto mais importante da minha vida“, me disse o ator com firmeza quando nos encontrarmos para tomar chá em um hotel de luxo perto de sua casa em Beverly Hills. “A primeira coisa que eu faço quando começo o meu dia, é ficar de mãos postas e de joelhos e dar graças a Deus. Sempre que saio da minha casa, a primeira coisa que faço é parar na igreja. As crianças ficam bravas comigo. ‘Papai! Demora muito tempo! ‘ Eu digo: “São apenas 10 minutos e isso é algo que eu realmente preciso fazer.” Porque eu faço. Se eu posso começar o meu dia por dizer minhas orações e ficar focado, então eu sei que estou fazendo a coisa certa. Que 10 minutos me ajudam em todos os sentidos durante todo o dia.”

Fonte: The Welcome Matt

Steve-CarellSteve Carell nasceu em Concord, Massachusetts e cresceu em Acton, Massachusetts. Foi criado como católico e ele é frequentemente citado ainda como devoto até hoje.

Quando se trata de falar sobre os seus pontos de vista religiosos, Carell reconhece seu catolicismo e rapidamente fala sobre o tema. Quando perguntado se ele optou por motivos religiosos por viver o famoso personagem bíblico Noé, no filme A Volta do Todo Poderoso, Carell respondeu:

Eu sou católico, nascido e criado. É interessante, porque isso realmente não entra em jogo quando se faz o filme. Eu não decidir fazê-lo porque eu sou católico, eu apenas pensei que tinha uma bela mensagem. E eu não vejo isso como um filme religioso, é um filme sobre a bondade e estar ciente da terra e do meio ambiente.

Claramente a religião desempenha um papel muito pequeno na sua vida pública e profissional. Mas Carell é uma pessoa tão humilde e respeitosa que exigiu que ele respondesse a pergunta direta sobre suas crenças, mas ele é sempre rápido a reconhecer a possível validade de outros sistemas de crenças. Ele disse uma vez:

Espero que Deus me dê orientação e que ele me orienta a fazer boas escolhas, e que ele me ajuda com a minha família. Mas isso é uma coisa tão pessoal e eu acho que todo mundo tem uma ideia diferente do que é Deus e o que ele representa.

Fonte: The Hollowverse

Jessica_AlbaA sex symbol de Hollywood, Jessica Alba, “nunca” vai ficar nua para um filme, porque suas raízes católicas a impedem. Alba acredita que é importante respeitar as rígidas crenças religiosas, mesmo que isso signifique perder em papéis em filmes de grande sucesso.

A atriz diz:

“Eu nunca vou fazer uma cena de nudez em um filme – nunca. Posso agir sexy e posso vestir roupas sexy, mas eu não posso ir à nudez. Acho que sempre foi muito desconfortável sobre a maneira como meu corpo se desenvolveu. Eu venho de uma família católica e isso não era visto como bom, expor a si mesmo. Eu posso lidar com ser sexy com roupas, mas não sem elas. “

Fonte: Cinema Blend

selena-gomezSelena Gomez nasceu e foi criada no Texas, uma verdadeira beleza do sul. Seu pai é mexicano e sua mãe é de herança italiana – ambas as nacionalidades tradicionalmente católicas, embora ela parece identificar-se mais com as suas raízes latino-americanos. Acredita que ser latino-americano nos Estados Unidos é um pouco mais rentável. Ela disse:

Sou mexicana, então é uma coisa impressionante que o meu show é o primeiro show latino [da Disney] que já teve.

Ela falou brevemente sobre sua educação religiosa, dizendo:

Minha família tem Quincenaras, e vamos para a comunhão na igreja. Nós fazemos tudo o que é católico, mas nós realmente não temos nada tradicional, exceto ir ao parque e ter churrascos aos domingos, depois da missa.

Há mais uma coisa. Gomez tem usado e falado sobre um anel de compromisso. Usar este tipo de anel significa que ela prometeu não fazer sexo até que ela seja casada.

Eu disse: ‘Pai, eu quero um anel de compromisso’. Ele foi até a igreja e pediu para que fosse abençoado. Na verdade, uso como um exemplo para outras crianças. Eu vou manter minha promessa a mim mesmo, à minha família e a Deus.

Fonte: The Hollowverse 

josh-duhamelJosh Duhamel nasceu e cresceu em Minot, Dakota do Norte. Ele é católico.

Ele certamente não é o tipo de louvar publicamente a Deus Todo-Poderoso ou de dar crédito por seu sucesso no mundo do entretenimento. No entanto, ele não é avesso a mencionar a sua fé durante as entrevistas, principalmente em relação a sua esposa, a cantora pop Fergie, que também é católica. Ele disse:

Nós dois somos católicos. Havia um monte de coisas que eram realmente compatíveis entre nós. Mas no final das contas, ela é apenas uma garota incrível.

Os dois se casaram em uma cerimônia católica, dois vão à igreja aos domingos, quando eles não estão ocupados demais trabalhando e ele falou de querer levantar uma clássica grande ninhada Católica com sua esposa, dizendo:

Nós dois somos de famílias católicas que gostamos de procriar!

Fonte: The Hollowverse

Muitos desses exemplos não são comentados ou explorados pela grande mídia, mas o PdF está de olho para trazer estas informações para vocês. Esperamos que gostem. ·

E aí, meus amigos do PdF!!!
Hoje eu venho dividir com vocês minha experiência “carnavalesca”.  Minhas experiências sensoriais. Antes de mais nada; sim, sou brasileiro e não, não gosto de carnaval. Mas deixemos isso para outro momento. Nosso papo aqui, apesar de não ser coisa de proctologista, tem que ser reto. Então vamos falar de cinema.
Minha esposa e eu, há anos, estamos fartos de, nessa época do ano, ficarmos reféns da festa pagã que mina o bom senso de grande parte de habitantes de Pindorama. Sempre buscamos alternativas para nos apartar dessa loucura.  A Graça de Deus não tardou e surgiu a solução! Vamos ao Cinema! Maratona cinematográfica momesca!! Foi o que fizemos.
Como estamos às vésperas da “entrega do sujeito pelado em cima de um pedestal mais cobiçado do mundo”, fomos atrás dos dignos concorrentes. Sem tecer análises mais profundas, vou colocar para vocês como é andar pelos cinemas de Botafogo, aqui, na Cidade Maravilhosa, em dias de folia e sem dar a mínima para essa dita.

1º dia – Sexta-feira:
Iniciamos com o multi-indicado “O Lado Bom da Vida” em cartaz no Itaú Artplex – antigo  Unibanco – o cinema que já considerado o melhor da cidade sendo um dos poucos que não se rendeu aos shopping centers. Está passando por uma “repaginada” atualmente, mas suas confortáveis salas ainda estão entre as melhores do Rio de Janeiro. Foi, podemos dizer, uma segunda casa para mim e minha esposa, sendo a sala que mais vezes visitamos. Sobre o filme? Bom, “O Lado Bom da Vida” não é meu favorito ao Oscar, mas foi muto bom ver o “I´m back” do velho Robert de Niro.
2º Dia – Sábado:
E voltamos ao Artplex para um programa duplo: “O Voo” e, em seguida, “O Mestre“. Sobre “O Voo” tenho a dizer que, a magistral interpretação do fabuloso Denzel Washington e a presença esporádica na tela de John Goodman – inspiradíssimo – levam esse filme desnecessariamente longo (2h e 20 min) nas costas. Vale o ingresso, sem dúvida, mas tirou um fino em voo rasante, passando a milímetros de tornar-se um filme chato. Vale o ingresso com certeza.
Entre um filme e outro, um intervalo para visitar a livraria que funciona dentro do cinema  e que é especializada em livros de cinema (claro!) – a Blooks. Lá se vão mais uns caraminguás.
E vem o estupefaciente “O Mestre”. Nota: se houver  bom senso na Academia o Oscar já tem dono – Daniel Day-Lewis. Mas convenhamos, o Sr. Lewis deveria ser concorrente de honra já que está furos acima de todos os outros na arte da interpretação. Chega a ser covardia, o cara só sai de casa para ser o melhor – é uma espécie de Michael Schumacher do cinema (nos tempos áureos e sem o espírito “Dick Vigarista”), que só entra na pista para ganhar.   Fora isso, só vejo uma concorrência possível e aceitável ao big Daniel: Joaquim Phoenix. Para ele uma palavra; maravilhoso. Se big Daniel não estivesse na área “Ecce Homo!”. Para complementar, tem ainda o único outro ator que sobe pelas escadarias da glória no mercado atual que Daniel: Phillip Seymour-Hoffmann (acho que o segredo são esses nomes duplos).
3º dia – Domingo
Foi o único dia em que tivemos companhia além da nossa recíproca. Trocamos o Roxy de Copacabana pelo Artplex (Novamente) e fomos com os amigos Alexandre e Viviane do blog “O Catequista” assistir ao espetacular “Os Miseráveis“.
Pintou o campeão minha gente! Pelo Menos na minha opinião. A imorredoura obra de Victor Hugo – as peripécias de Jean Valjean e sua louca escapada do “pai de todos os exterminadores” Javert em forma de musical nunca chegou ás telas de forma tão rebuscada, delicada e inteligente. Amy Harthaway está perfeita e  o Wolverine mostrou que não precisa sacar as  garras e enfiar no bucho de alguém para ser notado. O brigão Russell Crowe também está muito bom, sua voz é que ficou um pouquinho esquisita e dissonante, mas não chega a comprometer.  Filme para a eternidade.
Depois desse espetáculo grandioso (som THX) fomos comer comida árabe e beber cerveja de laranja que ninguém é de ferro.
4º dia – Segunda-feira
Outro programa duplo, mas dessa vez vamos andar pelas ruas e não vamos ao artplex. Infelizmente, o filme mais bomba da minha lista surge aqui: o famigerado “O Amante da Rainha“. Trata-se de um filminho ateu, anticlerical, iluminista e muito do nojento. Pra lá de dispensável, além de todas essas “qualidades” é absurdamente chato e um tanto quanto cafona. Vimos no Estação Rio. Para compensar esse desperdício de dois bons pedaços de papel fomos tomar “micheladas” no “Taco & Wraps” que fica logo em frente. As ruas, durante esses dias, estavam bem tranquilas.
Partimos em direção ao Estação Botafogo, pequeno e com fama de sala “cult”, é a única na cidade que ainda  passa o multi-indicado (também) “Argo“. Salvou o dia. Como ator Ben Affleck não compromete, mas sua direção vez por merecer, realmente, o Globo de Ouro. Senti-me dentro de um filme (dos bons!) de Steve McQueen. Alan Arkin merece muito o Oscar de coadjuvante. John Goodman, assim como em “O Voo” está muito bem e é a cereja do bolo desse filmaço. Argo é azarão? Com certeza. Mas não seria uma injustiça se ganhasse.
Último dia –  Terça-feira:
O único não oscarizável dessa lista é esse nosso amiguinho aqui. Mas “Notas de Rodapé” não fica a dever a nenhum dos outros filmes mencionados (eu disse filmes, estou começando a desconsiderar “O Amante da Rainha” como tal). Foi a primeira vez que vi um filme israelense no cinema e não me arrependo. Esse tipo de cinema, outrora chamado de “cine-bureka”, rende coisas como essa pequena joia. A história de dois  sujeitos pesquisadores do “Talmud”, pai e filho e os conflitos nascidos a partir da concessão de um prêmio dado pela Academia Israelense são o ponto de partida desse pequeno grande filme. O nível de nerdice do pai beira o autismo, fazendo dele um impagável Sheldon Cooper judeu.
Terminamos nossa aventura com o também multi-indicado “Amour“. E estávamos de volta ao Artplex, nada mais justo do que terminar onde tudo começou. Sobre esse filme quero falar muito pouco. Para falar a verdade, quero deixá-los apenas com uma imagem: frequento cinema desde os meus quatro anos de idade. Nunca, na minha vida, vi uma platéia retirar-se ao fim de uma sessão de cinema em tão profundo e sepulcral silêncio quanto ao final da sessão deste filme, nem tampouco vi tantos semblantes tristes e carregados.
Para terminar, todas as sessões estavam lotadas, o que confortou-me o espírito. Meu desprezo pelo carnaval, ao que parece, é compartilhado por muitos.
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