KelseyGrammerVencedor do prêmio Emmy como melhor ator, Kelsey Grammer, em uma entrevista à publicação britânica do The Times, fulminou contra o eufemismo de chamar o aborto como “direitos reprodutivos”. Ele classificou isso como “desonesto” e ainda lamentou a prática de matar crianças antes de nascerem por terem sido concebidos num estupro.

É um tanto desonesto chamar algo de ‘direitos reprodutivos’ quando você claramente tem uma escolha bem antes do bebê ser concebido”, disse Grammer.

Ele falou sobre os casos de estupro e disse “se alguém tem que morrer como resultado do estupro, então devemos matar o estuprador – não o feto.”

Conforme Grammer, a “injustiça” é uma das poucas coisas que o deixa louco.

Famoso por seu papel nos seriados Cheers e Frasier do canal NBC, por interpretar o personagem Dr. Hank McCoy/Fera no X-Men 3 – O Confronto Final e por ser a voz  do Sideshow Bob (inimigo do Bart) em Os Simpsons; Grammer participou com a esposa na Marcha pela Vida 2016, em Washington D.C..

Em julho do ano anterior, ele esteve na Convenção Nacional pelo Direito à Vida (National Right to Life Convention) em Nova Orleans. Em outubro de 2015, a esposa de Grammer postou no Instagram uma foto do marido vestindo uma camiseta do grupo Abort73, com a pergunta “Nos incomodaria mais se eles usassem armas?” em alusão à repugnância dos liberais ao uso de armas mas total aceitação do aborto. A camisa foi elogiada por ativistas pró-vida e recebeu extensivo criticismo de ativistas pró-aborto e da mídia liberal.

No passado, Grammer se identificava como pró-aborto, mas ele se converteu à causa pró-vida cerca de seis anos atrás.

Com informações do LifeSiteNews

Tradução e adaptação: Tathiane Locatelli

Não é fácil ser pró-vida em Hollywood, o ambiente é manifestadamente liberal e politicamente correto. Apesar disso, algumas celebridades não se intimidam e se posicionam publicamente contra o aborto. Conheça algumas delas:

jack_nicholsonJack Nicholson

Quando era uma dançarina de bar e com apenas 17 anos, June, mãe de Jack Nicholson, engravidou. Apesar de pressionadas pelos colegas a abortar, ela preferiu dar à luz ao bebê que mais tarde seria o ganhador de três Oscar, incluindo o de melhor ator com os filmes “Um Estranho no Ninho” e “Melhor é Impossível”.

June deixou o menino com seus pais e este cresceu pensando que era filho de seus avós e que a mãe biológica era sua irmã. Foi somente na vida adulta, após a morte de June, que Nicholson descobriu a própria história.

“Vou muito contra o meu círculo em relação ao aborto porque sou positivamente contra. Não tenho direito a nenhum outro ponto de vista. Minha única emoção é gratidão, literalmente, pela minha vida”, disse Nicholson.


jim_caviezelJim Caviezel

Caviezel, famoso por interpretar Jesus em “A Paixão de Cristo”, contou a Catholic Digest que um colega pró-aborto o desafiou dizendo: “Você é pró-vida? Se você realmente acredita no que você diz, adote uma criança – mas não qualquer criança, adote uma que tenha uma séria deficiência física!” Caviezel disse que ficou aterrorizado com a ideia de adotar uma criança com necessidades especiais, mas, no fundo, sabia que Deus queria isso para ele. Então adotou Bo, um menino chinês com um grande tumor cerebral, e mais tarde LeLe, uma menina chinesa também com tumor cerebral. O ator disse que isso não mudou a opinião do colega, mas fortaleceu sua convicção de que toda vida é preciosa.

Caviezel ainda afirmou: “Eu sou a favor de ajudar as mulheres, mas eu não vejo que o aborto as ajuda. Não amo a minha carreira tanto ao ponto de dizer ‘vou ficar calado sobre isso.’ Eu defendo cada bebê que nunca nasceu… Como vamos saber se não matamos a criança que poderia ter criado o exato tipo de medicamento que salvaria outras vidas?!”

Kelsey GrammerKelsey Grammer

O ator Kelsey Grammer, que interpreta o personagem principal do seriado Frasier, nem sempre foi pró-vida. Apesar de no passado se descrever como pró-escolha, o seu posicionamento mudou. Em julho de 2015 o ator compareceu e foi fotografado no evento National Right to Life, em Nova Orleans; e em outubro postou no Instagram de sua esposa uma foto vestindo a camiseta do grupo Abort 73 com a frase: “Te incomodaria mais se eles usassem armas?” em alusão ao tema do aborto e do uso de armas. Além disso, Grammer esteve presente com a esposa na última Marcha pela Vida, em Washington D.C., enfrentando corajosamente o frio e a neve. O casal postou no Instagram fotos no evento e outras fotos feitas pelos fãs circularam pelo Twitter.

Kathy IrelandKathy Ireland

Kathy participou de vários filmes e seriados de televisão, sendo Melrose Place e Cosby os mais populares; porém, foi na carreira de modelo onde ela fez fortuna. Foi capa de revistas como Vogue, Cosmopolitan, Forbes, entre outras.

Kathy se considerava pró-escolha até começar a ler os livros de medicina do marido, um médico de plantões de emergência. As razões científicas que encontrou, a fizeram mudar de opinião. Apesar de orientada a não tornar isso público, quando esteve no programa Politically Incorrect, da HBO,(em que os convidados discutem atualidades), ela argumentou contra o aborto e defendeu o direito à vida do não nascido.

Em uma entrevista à FOX, perguntaram se o posicionamento pró-vida afetou a sua carreira, a beldade respondeu que teve vários shows e eventos cancelados em razão de suas declarações. Entretanto, classificou isso como “absolutamente irrelevante, quando estamos falando de uma vida humana”.

Martin SheenMartin Sheen

O ator Martin Sheen, que tem o nome na Calçada da Fama e é ganhador de vários prêmios, declarou em uma entrevista a RTE que sua esposa foi concebida num estupro e que se a mãe dela tivesse abortado na época ou jogado o bebê no rio Ohio (como chegou a cogitar), sua mulher Janet não existiria hoje. Além disso, Sheen, que é pai de quatro filhos, contou que três de seus netos foram concebidos quando seus filhos não estavam casados. “Eles [os filhos de Sheen] não ficaram felizes no momento, mas depois vieram a amar essas crianças. Nós temos três netos adultos, dois deles já estão casados. Eles são algumas das grandes alegrias das nossas vidas”, afirmou.

Mel GibsonMel Gibson

Em uma entrevista feita no auge de sua fama, Gibson declarou que “nenhum de nós pode decidir quem vem ao mundo e quem não vem. Essa decisão não nos pertence.” Deixando clara a sua posição em relação ao tema.

Em 2004, quando houve uma batalha na Califórnia sobre a Prop 71, que propunha pesquisas com células tronco embrionárias com dinheiro público, Gibson apareceu em um comercial pedindo oposição à medida. “Criar uma vida para simplesmente destruir é errado, particularmente quando existem alternativas efetivas prontamente disponíveis”, disse Gibson, que acrescentou que as pesquisas com células tronco adultas já produziu mais de 140 curas e tratamentos, enquanto as células tronco embrionárias não tratou um único paciente humano sequer.

Shari RigbyShari Rigby

Foi durante as filmagens do filme “Bebê de Outubro” que Shari revelou um segredo há muito tempo escondido: no início de sua carreira, ela engravidou; envergonhada e com medo, decidiu fazer um aborto – situação muito parecida com a da personagem que interpretou. “Muitas vezes, especialmente quando se é uma mulher jovem, carregamos o fardo de que [se engravidamos] seremos vistas como fracassadas, o que é vergonhoso”, disse.

Além de tornar público o próprio aborto, a atriz disse que encontrou cura nas gravações: “Nós entramos em cena e me lembro das câmeras rodando e eu, assim que entrei na sala, só sabia que o Senhor estava comigo e isso era simplesmente a cura completa… que eu não estava atuando, que esse era o meu momento com Deus e d’Ele comigo dizendo: ‘está tudo bem, isso passou, e você está perdoada.’”

Desde então, a atriz tem falado de sua experiência com o aborto e participado de eventos pró-vida.

Patricia HeatonPatricia Heaton

Patricia Heaton, vencedora de dois Emmys e atual protagonista do seriado The Middle, disse ao The Blaze que sua convicção pró-vida e sua fé crista “andam de mãos dadas”, e que depois que se tornou mãe tomou ainda mais paixão pela causa.

“Acho impossível concordar com uma filosofia que acredita que a destruição da vida humana é uma solução legítima para um problema que é majoritariamente social, econômico e psicológico”, disse Heaton. “Na realidade, a maioria das mulheres que ‘escolhem’ o aborto o fazem porque acreditam que não têm nenhuma outra escolha.”

phil-robertsonPhil Robertson

Famoso pelo programa de televisão Duck Dinasty, o patriarca Phil Robertson é um pró-vida assumido. A estrela do reality show declarou que “a multidão do politicamente correto já matou 55 milhões de fetos dentro do útero de suas mães. Assassinato legal, é isso que o aborto é.”

Apesar do incrível sucesso da série (que bateu recordes de audiência), as declarações contra o aborto e o comportamento homossexual despertaram críticas dos ativistas gays e liberais, o que levou à suspensão do programa. Entretanto, a reação massiva dos fãs de Duck Dinasty fez com que a A&E retirasse a suspensão e 9 dias depois, o programa voltou ao ar.

eduardo-verasteguiEduardo Verástegui

Por se recusar a participar de filmes que conflitassem com sua fé católica, disseram ao ator que ele nunca teria trabalho. Então ele decidiu criar a própria companhia e fundou Metanoia Films, e sua primeira produção, Bella, foi um sucesso!

Verastegui também é fundador da Organização Manto de Guadalupe e do Centro Médico Guadalupe, uma clínica pró-vida de atendimento a gestantes em crise, localizada em Los Angeles.

Marvel's "Thor: The Dark World," Marvel's "Captain America: The Winter Soldier" And Marvel's "Guardians Of The Galaxy" Red Carpet - Comic-Con International 2013Sua carreira arranca suspiros e algumas mulheres dizem que ele é ainda mais quente de outras formas; mas se elas querem ver Chris Pratt sem roupa, precisarão de uma máquina do tempo. A imprensa das celebridades noticiou que Pratt não vai mais fazer cenas de amor efervescentes – porque isso viola a sua fé cristã.

A história surgiu com o National Enquirer – não exatamente um expoente da moralidade tradicional – quando um informante contou o furo, “Chris se recusa sequer a considerar qualquer coisa que envolva uma cena de sexo!”

“Não é o tipo de imagem pública que ele quer projetar – e não é algo que ele considera compatível com a sua fé”, a fonte não identificada afirmou.

Se for verdade, essa decisão de procurar ser modesto na tela é a última etapa em sua transformação de seu passado selvagem: A estrela não esconde o passado de drogas, que viveu em uma van e fazia dinheiro extra como stripper na juventude. Mas hoje o herói de “Guardiões da Galáxia” é um benfeitor na vida real que visita crianças no hospital e cita as Sagradas Escrituras no Facebook.

A carreira de Pratt decolou junto com a sua crescente fé religiosa. Ele estava em “Parks and Recreation” e nos filmes “Moneyball” e “Zero Dark Thirty” antes dos megahits “Guardiões da Galáxia” e “Jurassic World.”

Pratt, que tem 36 anos, está casado com a atriz e comediante Anna Farris desde 2009. Sua fé deu uma guinada quando seu filho, Jack, nasceu em agosto de 2009 – prematuro de nove semanas. O menino passou um mês inteiro na UTI Neonatal. Pratt disse mais tarde:

“Rezamos muito. Isso restaurou a minha fé em Deus – não que precisasse ser restaurada, mas isso realmente a redefiniu.”

Portanto, mesmo que as mulheres queiram ver carne, a estrela está determinada em salvar o universo da forma mais casta possível.

O galã de Hollywood descreveu como ele e Farris mantêm o relacionamento vivo em Hollywood.

Chris-Pratt-Anna-Faris“A forma que temos para fazer funcionar é tomando pelo menos um momento todos os dias para estar presente um com o outro”, disse. “Estando ou não no mesmo lugar, no mesmo estado, ou até no mesmo país, nós nos encontramos.”

A notícia da decisão de Pratt da tela veio em razão de rumores de que ele estaria traindo Farris na cena de seu último filme, um remake de “The Magnificent Seven”. “Nós temos um relacionamento incrível”, disse Farris, chamando os rumores de uma “punhalada sem sentido”.

A decisão da Pratt de recusar traquinagens românticas e cenas de nudez pode lhe custar alguns papéis em Hollywood, mas parece que ele descobriu que fazer essas cenas poderia lhe custar algo muito mais importante.

E ele aprendeu isso depois que junto com  sua esposa quase perderam a coisa mais importante da vida deles.

Imagine o que aconteceria se cada estrela seguisse o seu exemplo. O que aconteceria se, de repente, as estrelas aprofundassem o seu relacionamento com Jesus Cristo e se recusassem a estrelar em filmes que minam a fé, a pureza e a vivência de uma vida virtuosa?

Mesmo que filmes românticos estejam fora de jogo, vamos esperar que quando se trate de descartar imoralidades sexuais, Pratt seja verdadeiramente um homem de liderança.

Fonte: LifeSiteNews

Tradução e Adaptação: Tathiane Locatelli

Todos que assistiram o filme A Paixão de Cristo o tem como um referencial sobre as últimas horas de Cristo, e muitos pensaram ser este o filme definitivo para o cristianismo, mas chegam notícias de uma nova produção que pode ser tão grande e importante quanto o filme de Mel Gibson. Leia esta reportagem e pode começar a esperar o filme:

SERÁ “RISEN” O GRANDE FILME SOBRE A RESSURREIÇÃO DE CRISTO, ASSIM COMO O DE GIBSON FOI SOBRE A PAIXÃO?

RisenEm 22 de janeiro de 2016 será a estreia de “Risen” [Ressuscitado]; o filme é precedido por um potente trailer (veja abaixo vídeo) que expõe rapidamente o núcleo da trama.

Clavius ​​é um oficial do exército romano que supervisiona a crucificação de Jesus e ordena a um dos soldados que o perfure com a lança uma vez morto. Em seguida, Pôncio Pilatos o encarrega para vigiar o corpo e, quando se espalha a notícia de que o corpo desapareceu, de encontrá-lo para evitar que haja uma insurreição. Começa então sua busca para saber quem levou o cadáver e como (visto que é isso que ele acredita que aconteceu). Clavius, um cético e acostumado em mil batalhas aos horrores da guerra, terá um companheiro na investigação: Lucius.

A Fidelidade às Escrituras

“Assista ao evento mais importante da história da humanidade através dos olhos de um incrédulo”, “Descubra o maior mistério de todos os tempos”, “Acredite em milagres”, “Acredite na oração”, dizem as mensagens promocionais do filme no Facebook.

Avaliando por elas e por algumas cenas que estão revelando (como a que apresentou o Santo Sudário ou com aquela que termina o trailer), parece ser um filme que reconhece o fato histórico da ressurreição de Cristo fiel ao espírito do relato evangélico (não, obviamente, na trama central ou em seus protagonistas, que é pura ficção).

Os produtores afirmam que, excluindo essas concessões, o script segue “conforme a história nas Escrituras”; e que eles buscarão os formadores de opinião católicos e protestantes para que os respaldem e cheguem a um público mais vasto. Talvez tão vasto quanto o que viu “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson, do qual quer ser a continuação.

RisenAtoresBons negócios e o respaldo da grande indústria de Hollywood

Risen” foi dirigido por Kevin Reynolds (Robin Hood em O Príncipe dos Ladrões, Waterworld, O Conde de Monte Cristo). Clavius ​​é Joseph Fiennes (Shakespeare in Love, The Red Baron, Hercules), dá vida a Lucius é o ator Tom Felton (Draco Malfoy em Harry Potter) e Peter Firth (Amizade, Pearl Harbor) faz Pôncio Pilatos.

O papel de Jesus é para Cliff Curtis (Rapa Nui, Dia de Treinamento), embora suas aparições sejam sempre fugazes. “Mas, nas poucas vezes em que você o vê, você percebe que durante todo o filme estava esperando por esse momento”, ​​diz Mickey Liddell, produtor do filme. Liddell tem a sua própria companhia de produção independente e fez uma parceria com a Sony e Tristar para esta aventura, que é a culminação de um projeto que idealizou há dez anos. O roteiro original é de Kevin Reynolds e Paul Aiello sobre em uma história original deste último.

Clavius ​​tem que fazer, portanto, um “trabalho de detetive”, nas palavras de Joseph Fiennes, e acrescenta: “A história é extraordinária e conhecida por todos, porém nos conduz por essa viagem através dos olhos de um incrédulo.”

Será que Clavius deixará de ser um determinado servidor de César quando conclua as suas investigações? Oferecerá “Risen” a essa pergunta uma resposta cristã? Tudo aponta que sim, porém, temos que esperar ainda sete meses para saber com certeza.

Trailer

Fonte: Religión en Libertad

Tradução: Tathiane Locatelli

cff mud premiere 3 260512O ator Matthew McConaughey foi criado como Metodista, mas hoje diz que não está ligado a nenhuma religião em específico, embora deixe claro que é cristão e quando é questionado sobre sua fé: É baseada na fé que Jesus é o filho de Deus, que ele morreu por nossos pecados.

Seu retorno à fé cristão se deu com o nascimentos dos seus 3 filhos com a brasileira Camila Alves, e em tempos em que o casamento tradicional não tem sido levado a sério, serve como um bom exemplo que poderia inspirar tantas outras pessoas famosas. O casamento do ator com a brasileira foi na Igreja Católica.

Um detalhe interessante que podemos citar também é que o ator não é conhecido por defender a união civil homossexual, nem mesmo quando interpretou um personagem homossexual no filme “Clube de compras Dallas”.

Bom, vamos ao posicionamento do ator sobre o casamento.

MATTHEW MCCONAUGHEY TOMA UMA POSIÇÃO CORAJOSA PELO CASAMENTO BÍBLICO

O ator Matthew McConaughey falou em uma recente entrevista com GQ discutindo sua visão sobre o matrimônio. McConaughey é bem conhecido pelo seu charme sulino, formidáveis qualidades de ator e sua recente indicação ao Oscar onde ele agradeceu a Deus e disse que as bênçãos em sua vida vieram de Deus.

O ator e sua família
O ator e sua família

Matthew está casado com sua esposa Camila Alves desde 2012 e eles possuem três filhos juntos – Levi, Vida e Livingston. Pela sua entrevista McConaughey aparentemente não aceitou algumas crenças populares em Hollywood. Ele leva muito a sério a sagrada instituição do matrimônio.

“Nós conversamos sobre espiritualidade. Nós lemos muito e conversamos com muitas pessoas que passaram por divórcios, várias pessoas que vivem felizes em seus casamentos. Nós conversamos com nosso pastor,” ele disse. “No final, nosso entendimento foi, ‘Vamos fazer um trato entre você, eu e Deus’”.

Atualmente é raro encontrar um ator de Hollywood que esteja disposto a falar publicamente sobre o papel vital que Deus e a fé possuem em nossas vidas. Matthew e Camila acreditam que o casamento tradicional vale a pena ser defendido e abertamente compartilham sua visão pró-casamento e sua devoção a Bíblia.

Fonte: ConservativePost

Tradução: Marcos Feijó Felipe

Não custa lembrar o que o ator falou quando ganhou o Oscar, mostrando que a religiosidade faz parte da sua vida. Vamos rezar para que não seja algo passageiro e que seu encontro com Cristo seja definitivo e fortalecido na fé católica em que seu casamento foi celebrado.

MatthewMcConaughey

ChrisPrattO astro de Jurassic World talvez possa correr de dinossauros, mas ele não está correndo da opinião pública.

O treinador e especialista em velociraptores é um cristão sincero, partidário do porte de armas de fogo e não está caçando desculpas por suas convicções políticas e religiosas.

É surpreendente para um ator que está ganhando a vida na quase sempre liberal (entenda-se esquerdopata, N.T.) Hollywood.

Muitos conservadores se escondem no porão e aguardam para expressar suas crenças durante os encontros secretos da “Amigos de Abe”, um grupo político privado fundado há dez anos e que mantém a sua listagem de membros em segredo para evitar perseguições por parte da famosa indústria de apoio esquerdista, conforme informa o New York Times.

Pratt, contudo, é um orgulhoso portador de arma. O ator temente a Deus que não receia em expressar suas convicções políticas e religiosas, e permite que o mundo saiba como ele se sente. Talvez seja por isso que as pessoas o amam tanto.

Quando a esposa de Pratt, a atriz Anna Faris, deu a luz prematuramente ao filho do casal, nascido nove semanas antes do tempo, o médico estava temeroso que o bebê passasse a vida com sequelas.

Chris, Anna e seu filho
Chris, Anna e seu filho

Apesar de a criança ter passado o primeiro mês de vida numa Unidade de Terapia Intensiva, Chris e Anna ficaram ao lado de seu filho e rezaram a Deus para atravessar aquela provação, Pratt falou para a ABC News:

Isso reavivou minha fé em Deus. Não que minha fé precisasse ser restaurada, mas foi redefinida. O bebê era tão lindo para nós; revejo as fotos dele e isso devia ser perturbador para outras pessoas que vinham vê-lo, mas para nós ele era lindo e perfeito.”

O filho de Chris e Anna sobreviveu a seu nascimento prematuro e um belo vídeo disponível no YouTube mostra Pratt ensinado seu filho o Voto de Lealdade (à bandeira americana).

Após estrelar a série “Parks e Recreation”, Pratt arrebentou nas bilheterias com seu desempenho em Guardiães da Galáxia e em “Lego Movie”.

A meta de Pratt é fazer tantos filmes grandes quanto puder antes de, eventualmente, sair de Los Angeles para viver em uma pequena comunidade. Chris falou para “A Tribuna Conservadora”: 

“O cenário é este: minha esposa, meu filho e eu vivendo em algum lugar que não Los Angeles, me preocupando apenas em ser líder escoteiro, beber cerveja nos sábados, ir à Igreja domingo, divertir-me.”.

Talvez esse seja o motivo que levou Pratt a assinar contrato para a sequência de “Jurassic World”, de acordo com a “inquistr”. Com a estreia de “Jurassic World” batendo todos os recordes de venda de ingressos – com 204,6 milhões de dólares nos EUA e 511,8 no resto do mundo em seu primeiro fim de semana – a franquia promete ser um bom pé de meia para Chris e sua família.

Fonte: Inquisitr

Tradução: Paulo Ricardo Costa Pinto

Revisão: Pedro Gontijo Menezes

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Tomei conhecimento da notícia de que Jane Fonda e seu irmão, Peter Fonda, são sobreviventes do aborto. Sua mãe, que foi abusada sexualmente por um afinador de piano quando criança e que também foi abusada fisicamente por seus dois maridos, George Brokaw e Henry Fonda; teve nove abortos antes de Jane nascer e, finalmente, tirou a própria vida.

Em um de seus livros e em um evento no mês passado, Jane disse que ao saber dos abusos sexuais que começaram quando sua mãe era apenas uma criança, foi capaz de perdoá-la pelo suicídio que a deixou sem mãe aos 12 anos de idade.

Jane tem menos entendimento do que pensa sobre os nove abortos, exceto para reconhecer o papel que eles desempenharam no ato final de desespero de sua mãe, Francis Fonda.

Talvez seu quase-silêncio sobre os abortos de sua mãe podem ser explicados pelo apoio vocal de Jane Fonda ao aborto ao longo das últimas décadas. Se ela está defendendo o acesso livre e aberto exatamente àquilo que contribuiu para o suicídio de sua mãe, isso é uma clara indicação de que ela está em negação.

Pró-abortistas adoram dizer que não há ligação entre o aborto e o suicídio, e apesar de terem reprimido severamente a pesquisadora Priscilla Coleman quando esta descobriu um vínculo substancial, isso não pode ser escondido para sempre.

Em um estudo de 2010, pesquisadores do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia – que trabalha lado a lado com os Institutos Nacionais de Saúde – constatou que o aborto foi associado a um aumento da probabilidade de diversos transtornos mentais, incluindo a ansiedade, o abuso de substâncias, o pensamento suicida e a tentativa de suicídio.

Porém, além da ligação entre o aborto e o suicídio, os abortos múltiplos de Francis Fonda têm certamente alimentado os problemas que Jane Fonda passou e tem discutido frequentemente: a baixa auto-estima, a pobre imagem corporal, os distúrbios alimentares e outros problemas.

Dr. Philip Ney, um psiquiatra canadense especialista na síndrome do sobrevivente após o aborto, escreveu que as crianças sobreviventes – incluindo aquelas que sabem intuitivamente que perderam irmãos pelo aborto – podem desenvolver uma mentalidade de “desejados” que faz com que eles se vejam como objetos e não como pessoas. Eles se tornam posses, e, como tal, são esperados para atender as expectativas dos que os rodeiam. Estas crianças estão tentando ser o filho perfeito, a fim de provar o seu valor para os seus pais.

O ativismo pró-aborto de Jane pode ser um resultado direto dos nove abortos de sua mãe e do subsequente suicídio. Pesquisadores do aborto há muito tempo sugerem que a alta taxa de abortos de repetição é um resultado pós-traumático de reencenação, isto é, um mecanismo de enfrentamento inconsciente que leva a pessoa a repetir uma experiência, mesmo que isso seja terrível, como uma maneira de justificá-lo, ou de normalização do ato.

Talvez a forma que Jane tentou para dar sentido ao passado torturado de sua mãe foi tentando normalizá-lo, defendendo o aborto como uma coisa boa, como um direito de que toda mulher esta autorizada.

Reflexões recentes de Jane Fonda, incluindo um blog que ela mantém em seu site, indicam que, conforme envelhece, Jane se torna mais introspectiva. Ela pediu desculpas por seu encontro polêmico com soldados norte-vietnamitas durante a guerra do Vietnã e até defende a abstinência sexual em seu livro “Being a Teen”. Talvez podemos esperar pelo dia em que Jane mudará a sua visão pró-aborto e falará honestamente sobre qual foi a sensação ao saber que ela não era uma de dois filhos, mas uma de 11.

Quando ela estiver pronta para dar esse passo, espero que ela busque por cura e finalmente encontre a paz que tanto buscou.

FonteThe Catholic View for Women

Tradução e Adaptação: Tathiane Locatelli

DavidHenrie
Selfie logo após a Missa das Cinzas, em 18/02/15

Este texto mostra que as boas influências podem evitar que as pessoas caiam nas ciladas da vida… basta querer. E, neste caso, vemos que se trata de um ator que “foge” do estereótipo da “estrela que perde a cabeça com o sucesso”, tanto pela influência dos amigos quanto pela fé.

O ator veio ao Brasil para acompanhar a Jornada Mundial da Juventude e é comum vê-lo em eventos católicos, sendo mais um que não esconde a sua fé mesmo diante de um grande preconceito por parte da indústria de Hollywood, como é o caso do ator mexicano Eduardo Verástegui, a quem o Papa Francisco pediu para “não se esquecer dos jovens“.

A foto ao lado é uma demonstração de que publicamente se expõe, e no seu Facebook podemos conferir outros exemplos disso.

Que outros sigam o mesmo exemplo.

David Henrie, ex-colega de Selena Gomez na Disney, afirma que sua fé católica o salva de cair na loucura de Hollywood.

Por Jessica Martinez, Repórter do CP 

24 de Julho de 2014

Ex-astro do Disney Channel, David Henrie lançou seu filme de curta-metragem “Catch” em junho de 2014.

O ator David Henrie, que estrelou com Selena Gomez na série “Os Feiticeiros de Waverly Place” e em outros shows de televisão, facilmente poderia ter abraçado o conhecido estilo de vida festeiro e descontrolado de Hollywood. No entanto, ele reconhece em sua fé católica a força para sobreviver em Tinseltown com seus valores morais intactos.

Henrie, 25, fez sua estreia como diretor recentemente no curta “Catch“, e admite que não é fácil ser parte do showbiz por causa das tentações constantes.

“Tenho sorte de ter amigos que não estão no show business, que não entram nesse estilo de vida louco que muitas vezes se tem em Hollywood… acho que as pessoas de Hollywood que estão sempre trabalhando na sua arte são mais bem-sucedidas, porque elas não acompanham esse estilo de vida que vem junto”, disse Henrie numa entrevista com Billy Hallowell e Raj Nair publicada no site The Blaze.

Henrie, católico devoto, admite que é muito mais fácil “ir para a farra toda noite e fazer coisas ridículas” e destaca a diferença entre “um cara virtuoso e um cara que só satisfaz suas emoções ou paixões”.

Minhas morais e minha crença são muito importantes para mim e sempre terão impacto nas escolhas que faço“, disse.

Quando era estrela-mirim, Henrie nunca soube como Hollywood seria difícil, especialmente a parte de evitar os aspectos negativos da indústria de entretenimento. Segundo Henrie, foi graças à sua fé, família e amigos que ele manteve os pés no chão, e reconhece a realidade de várias celebridades, que muitas vezes se perdem pelo caminho porque a tentação está em todo lugar.

“Algumas vezes você começa algo com intenções nobres, mas a partir do momento que você passa a ganhá-las, as coisas mudam quando a tentação aparece”, disse Henrie.

Estrelas como ele são raridade em Hollywood, principalmente em uma geração que inclui celebridades como Miley Cyrus e Selena Gomez, que despedaçaram suas personagens Disney para apresentar uma imagem mais provocadora e picante.

Quando os entrevistadores perguntam se Cyrus e Gomez são exemplos da essência do estilo de vida hollywoodiano, Henrie responde que elas vivem suas vidas sem se preocupar com o fato de que outras pessoas as veem como exemplos.

“Não sei dizer o que elas pensam disso ou como se sentem, mas, na minha experiência pessoal, eu não pedi às pessoas que me vissem como exemplo ou que eu tivesse um público quando comecei a atuar. Eu só queria ser ator. Muitos atores dizem: ‘Não pedi este peso nos ombros, não pedi para ser um modelo a se seguir, então vou fazer tudo o que eu quiser’ “, disse Henrie.

Fonte: The Christian Post.

Trad. e Adapt.: Pedro Gontijo.

Pedro-Sarubbi

Pedro Sarubbi é um homem apaixonado e não tinha medo dos desafios da atuação. Quando ainda adolescente, fugiu de casa e se juntou a uma companhia circense. Assim, seguiu em turnê pelo mundo, acreditando – diz ele – que “em algum lugar poderia preencher aquele vazio espiritual” que o afligia.

Ele tentou, ao entrar no mosteiro de Shaolin na província de Henan (China) para treinar as artes marciais. Mas não estava lá o que procurava. Em seguida, foi para o Tibete, agarrando-se a um voto auto-imposto de silêncio, por seis meses, para alcançar o anelo budista da iluminação. Porém, apesar dos esforços, sua angústia existencial continuava inabalável.

Praticou meditação na Índia e, quase à beira da exaustão, mais tarde permaneceu na Amazônia brasileira, onde aprendeu a falar Português. Em paralelo, entre viagens, ele continuou sua carreira de ator.

Ele tinha 18 anos quando começou a trabalhar no teatro, comerciais e cinema italiano independente. Especializou-se em comédia, mas sempre sentia uma ligeira sensação de fracasso, porque o seu desejo era de dirigir. “Eu me sentia um tigre de Bengala em uma jaula de circo preparado para o show”, diz ele. Hollywood lhe pareceu sorrir quando o chamou para um papel coadjuvante no filme “O Capitão Corelli” (2001), mas o seu momento de glória não apareceu e nem o vazio existencial o deixou. 

Identificando-se com Barrabás

Meses depois desse filme, o ator conta que “um dia o telefone tocou com a oferta de colaborar em um filme de Mel Gibson. Nos filmes anteriores sempre tinha desempenhado papeis mais obscuros, então pensei que este seria um outro filme de ação”. Mas o filme narraria a paixão, morte e ressurreição de Jesus. Ficou surpreso. “Nunca imaginei que poderia atuar em um filme sobre a Paixão de Cristo, mesmo porque estava muito longe da Igreja”, lembra ele.

Ele queria encarnar o apóstolo Pedro e não escondeu sua decepção quando Mel Gibson disse que o procurava para interpretar Barrabás. “Na verdade queria atuar como o apóstolo Pedro, não por uma razão espiritual, mas porque pagavam melhor por dia trabalhado e Barrabás aparecia pouco tempo. Então argumentei que eu era uma pessoa famosa e eles não podiam me dar um papel pequeno.” Mas ao final terminou como Barrabás e algo mais aconteceria durante as filmagens, breve, mas crucial para o resto de sua vida.

Poucos dias antes de sua atuação, o ator destaca que teve uma conversa com Mel Gibson, que queria lhe dar mais detalhes sobre o personagem: que Barrabás não era simplesmente um bandido, que pertencia à casta dos “Zelotes”. E acrescentou um detalhe que penetrou profundamente Sarubbi: Barrabás esteve preso por anos, foi torturado e levado ao limite “começou a tornar-se uma besta, que não tem mais palavras. Ele expressa com seus olhos. Por isso eu escolhi você… depois de investigar, você parece encarnar bem esse animal selvagem e, ao mesmo tempo, refugiar no fundo do coração o olhar de um homem bom”, disse Gibson.

O Olhar de Jesus

Poucos dias depois, Sarubbi estava no set, e durante alguns minutos, permaneceu absorvido ao ver o seu colega Jim Caviezel, que interpretou Jesus. Dentre uns poucos minutos iriam gravar a cena em que o povo perdoou a Barrabás e condenou o Messias… e, de repente, Pedro Sarubbi e Barrabás, na alma do ator, eram apenas um. A cena avançava e ele já não mais atuava: vivia, vibrava os acontecimentos em todo seu ser. Por fim, os gritos da multidão tinham alcançado o seu desejo, ele, Barrabás, estava livre! Ele desceu os degraus e seus olhos se encontraram com a ternura infinita dos olhos de Jesus… “Foi um grande impacto. Senti como se corresse uma corrente elétrica entre nós. Eu vi o próprio Jesus“.

A partir desse momento, o ator italiano diz que tudo em sua vida mudou. Que a paz que, durante anos tinha procurado em dezenas de viagens, havia visitado sua alma. “Ao olhar para mim, seus olhos não tinham ódio nem ressentimento contra mim, apenas misericórdia e amor.”

Esta conversão explosiva de Pedro Sarubbi, que conta em seu livro “Da Barabba para Gesù – Convertito dá um sguardo” (De Barrabás a Jesus – Convertido por um olhar), deu início a uma fase da vida em que o dom da fé toca todo o âmbito de sua vida. No final, com uma exegese pessoal da história bíblica, mostra sua gratidão ao personagem Barrabás que, inicialmente, resistiu em encenar: “É o homem que Jesus salvou de ser crucificado. É ele que representa toda a humanidade”.

Trad. Adapt.: Tathiane Locatelli

Fonte: Catholic.net

Veja este especial em dois vídeos em que o ator dá o seu testemunho

Eduardo_Verastegui_EWTN_US_Catholic_News_1_27_12Na conclusão de uma audiência concedida no dia 11 de Abril de 2013, pelo Papa Francisco à ‘The Papal Foundation‘, o ator mexicano Eduardo Verastegui recebeu um pedido especial do pontífice para se concentrar na juventude.

Quando ele estava prestes a sair da Sala Clementina, onde a audiência papal havia ocorrido, o Papa Francisco se afastou de sua comitiva e se aproximou de Verastegui, dizendo-lhe: “Não se esqueça dos jovens!”

Em entrevista à EWTN Notícias, Verastegui reconheceu que estas palavras o tocaram.

“Faço muitas viagens ao redor do mundo e eu, frequentemente, vou às faculdades e institutos para dar meu testemunho. Vinha pensando em fazer uma pausa para me dedicar mais ao cinema e focar o apostolado mais nessa direção”, disse ele. “Eu já tinha tomado essa decisão mas, de repente, ouvir esse apelo do Papa gerou um grande impacto em mim”.

O ator disse que o encontro com o Papa Francisco foi “incrível”, porque ele pôde falar com o Santo Padre em sua língua materna.

“Nós nos sentimos firmemente ligados um ao outro, desde o início”, disse Verastegui. “Eu queria dizer um milhão de coisas para ele, mas não havia tempo suficiente. Pedi-lhe que rezasse por nós e pelo nosso apostolado de fazer filmes para curar os corações”.

Ele perguntou ao Santo Padre se ele poderia quebrar o protocolo e dar-lhe um abraço.

“Ele me disse: “Claro!” Eu o abracei e ele me deu alguns tapinhas nas costas e sussurrou: “Ore por mim!” e me deu sua bênção. Foi um momento muito mágico para mim”.

Eduardo e Papa Francisco

O ator mexicano passou quatro dias em Roma, mas disse que o encontro com o Papa Francisco foi o momento mais especial da viagem.

“Seu exemplo nos arrasta e um exemplo fala mais que mil palavras. Cada ação sua traz uma mensagem, e você pode sentir o legado do desapego das coisas materiais. Vemos as coisas materiais como um fim para ajudar os necessitados e, a maneira como ele lida com as coisas, com simplicidade e humildade, toca as pessoas e mexe com a suas consciências, ao mesmo tempo em que leva a pensar no que é realmente importante”.

“Às vezes o mundo o engole e ver, de repente, um exemplo tão fresco e livre faz com que você fique na vontade de Deus, unido a Cristo, em todos os momentos”, disse o ator.

Verastegui disse que admira o Papa por ter escolhido o nome de Francisco, pois “ao seguir o legado de São Francisco de Assis, torna-se também uma espécie de revolucionário dos dias atuais, numa uma sociedade que é tão materialista, consumista e superficial”.

O ator mexicano disse que os jovens precisam aprender o que é a essência de ser cristão, que “é lutar até a morte, pois, a cada dia, precisamos levar ordem ao que está desordenado, purificar o que é impuro em nossos corações e deixar que Deus cure todas as feridas e as impurezas que temos”.

Verastegui está na Europa promovendo seu mais recente filme, “Cristiada“. Seu filme anterior, “Bella“, foi muito bem aceito e ele está, atualmente, trabalhando em um novo filme intitulado “Little Boy“.

Nos últimos sete anos, o ator é membro da “Papal Foundation” que auxilia o Santo Padre em projetos que ele considera necessários, tais como a criação de seminários, de escolas, ou de esforços dedicados à nova evangelização e ao serviço para com os mais necessitados.

A “Papal Foundation” se reúne anualmente em Roma para renovar a sua fidelidade ao Papa e no ano de 2013 destinou U$ 8.600 para vários projetos.
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Fonte: EWTN Notícias.

Trad.: Elena Arreguy Sala.
Adapt.: Cleiton Robsonn.