Neste vídeo é abordado que somente as ciências biológicas tem competência científica para definir quando um indivíduo tem independência genética e biológica para ser considerado um ser vivo diferente de seu pai e de sua mãe, ou seja, quando o indivíduo possui seu próprio corpo.
Isto não é baseado apenas no ponto de vista genético, mas também no que diz respeito às interações moleculares no interior do embrião e dele com o exterior que são de alta complexidade, totalmente independentes da mãe e determinam progressivamente a diferenciação do organismo. Há sinalizações químicas que o embrião envia para a mãe que garantem a manutenção das condições favoráveis à sobrevivência do novo ser humano tanto na tuba uterina como dentro do útero.
Um estudo dos primeiros dias de vida de um embrião revelam um processo de desenvolvimento ininterrupto na diferenciação progressiva do indivíduo, com a sua própria identidade e segundo suas próprias características. Observa-se uma crescente complexidade de interação celular e molecular dentro do embrião e não uma desorganização sem sentido. Não há atividades celulares isoladas, mas as células do embrião são estreitamente integradas em um único processo dinâmico de evolução e crescimento, constituindo um único ser.

A partir de uma série de informações científicas, é possível afirmar que a vida humana começa na concepção e nada que ocorre mais tarde com o embrião pode ser usado como argumento científico para justificar o início da vida.