“O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro”, afirmam os bispos.

cnbb aborto

Na tarde desta terça-feira, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu Nota Oficial “Pela vida, contra o aborto”. Os bispos reafirmam posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural” e, desse modo lembra condenam “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”.

“O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu”, sublinham os bispos.

Os bispos ainda lembram que “o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto”.  E afirmam: “A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade”.

Atitudes antidemocráticas

Na Nota, os bispos afirmam: “Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar”.

A CNBB pede: “O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado”. E conclama: as “comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana”.

Leia a Nota:

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Presidência

NOTA DA CNBB PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”

(Didaquê, século I)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural . Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.

O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início. Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.

A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência  e o arcabouço moral  do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo . As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores . O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis” .

O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo egoísta. ‘Indivíduo’ quer dizer ‘que não se pode dividir’. As mães, em vez disso, se ‘dividem’ a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer” .

Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar.

O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado.

Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente; “causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto” . São imorais leis que imponham aos profissionais da saúde a obrigação de agir contra a sua consciência, cooperando, direta ou indiretamente, na prática do aborto.

É um grave equívoco pretender resolver problemas, como o das precárias condições sanitárias, através da descriminalização do aborto. Urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil. Espera-se do Estado maior investimento e atuação eficaz no cuidado das gestantes e das crianças. É preciso assegurar às mulheres pobres o direito de ter seus filhos. Ao invés de aborto seguro, o Sistema Público de Saúde deve garantir o direito ao parto seguro e à saúde das mães e de seus filhos.

Conclamamos nossas comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana.

Neste Ano Mariano Nacional, confiamos a Maria, Mãe de Jesus, o povo brasileiro, pedindo as bênçãos de Deus para as nossas famílias, especialmente para as mães e os nascituros.

Brasília-DF, 11 de abril de 2017.

Cardeal Sergio da Rocha

 Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

             Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ

 Arcebispo de São Salvador

Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo U. Steiner, OFM

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

Fonte: http://www.movida.org.br/

STF está pronto para impor a nós a descriminalização do aborto

Em 29 de novembro de 2016, quando a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal julgava um habeas corpus (HC 124.306-RJ)impetrado contra a prisão preventiva de uma quadrilha que praticava abortos em uma clínica em Duque de Caxias – RJ, o Ministro Luís Roberto Barroso, aproveitando-se da ocasião, fez em seu voto-vista um tratado de “direitos humanos” e concluiu que os réus deveriam ser soltos não apenas por razões processuais, mas por haver “dúvida fundada sobre a própria existência do crime” (sic). Segundo ele, os artigos 124 e 126 do Código Penal (que incriminam o aborto), deveriam ser interpretados “conforme a Constituição” (sic), a fim de excluir o aborto praticado nos três primeiros meses de gestação.

Barroso

Mas a Constituição não protege o nascituro? Sem dúvida protege, admite Barroso. Mas protege do mesmo modo como protege a fauna, a flora e os monumentos históricos, ou seja, de maneira objetiva, como um bem a ser preservado, não como uma pessoa sujeito de direitos. Segundo o (des)entendimento do ministro, o nascituro não goza de proteção subjetiva da qual gozamos nós, pessoas, mas de uma proteção puramente objetiva. E mesmo essa proteção objetiva não é completa, mas varia ao longo da gestação. A proteção é maior quando a gestação está avançada e o “feto” (assim ele chama o nascituro) adquire “viabilidade extrauterina”. No início da gestação, porém, a proteção é ínfima. Tão pequena que Barroso considera um absurdo obrigar a gestante a não matar um bebê de poucas semanas (!). A proibição do aborto no primeiro trimestre feriria o direito da mulher à sua “autonomia”, à sua “integridade física e psíquica”, os seus direitos “sexuais e reprodutivos” e a sua igualdade com o homem (igualdade de “gênero”).

O lamentável voto de Luís Barroso foi acompanhado por Rosa Weber e Edson Fachin. Marco Aurélio e Luiz Fux também votaram pela soltura dos acusados, mas não se pronunciaram sobre a não existência do crime de aborto. Ou seja, a Primeira Turma do STF decidiu, por maioria, que não há crime se o aborto é praticado até o terceiro mês de gestação. No entanto, essa era uma declaração puramente incidental de inconstitucionalidade, e valia apenas para os acusados. Faltava estender essa declaração para todos os praticantes de aborto no primeiro trimestre e dar a ela um efeito vinculante.

Com este fim, no dia internacional da mulher (8 de março de 2017), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) propôs diante da Suprema Corte a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442 (ADPF 442). Os argumentos são os mesmíssimos já usados pelo ministro Barroso, e o pedido refere-se exatamente aos artigos do Código Penal por ele citados (arts. 124 e 126). Pede-se que seja declarada a “não recepção parcial” de tais artigos pela Constituição de 1988, “para excluir do seu âmbito de incidência a interrupção da gestação induzida e voluntária realizada nas primeiras 12 semanas”.

rweber

O que o PSOL fez foi imitar o que Barroso fizera em 2004, quando, ainda como advogado, ajuizou uma ADPF junto ao Supremo (a triste ADPF 54) para obter a descriminalização do aborto de anencéfalos “com eficácia geral e efeito vinculante”.

Adivinhe quem foi sorteada como relatora da ADPF 442: a ministra Rosa Weber, a mesma que já havia acompanhado o voto-vista de Barroso no habeas corpus julgado em 29 de novembro de 2016. Pode-se assim prever que o voto da relatora será pela procedência do pedido.

 

“Não devemos satisfação a ninguém”

Em 5 de dezembro de 2016, durante o 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado na sede do TSE, o Ministro Luiz Fux, respondendo ao jornalista William Waack, assim se pronunciou sobre o “ativismo judicial”:

https://www.youtube.com/watch?v=oE2zklZTHFE

O Parlamento não quer pagar o preço social de decidir sobre o aborto, sobre a união homoafetiva ou sobre outras questões [a] que nos faltam capacidade institucional. Então, como eles não querem pagar o preço social, e como nós não somos eleitos, nós temos talvez um grau de independência maior porque não devemos satisfação, depois da investidura, a absolutamente mais ninguém. […] O Judiciário decide porque há omissão do Parlamento[1].

Ao contrário do que disse Fux, o Parlamento (o Congresso Nacional) não se tem omitido em decidir sobre o aborto. A decisão ao longo dos anos tem sido constante: uma sonora negativa ao aborto.

Na verdade, o que o ministro lamenta é que o Congresso não tenha decidido a favor do aborto. A falta de uma decisão favorável é chamada por ele de “omissão”. Fux deveria corrigir sua frase e dizer: “o Judiciário descriminaliza o aborto por que há recusa do Parlamento em descriminalizá-lo”. E, convenhamos, é muito mais prático usar o STF para descriminalizar o aborto, uma vez que nenhum dos onze ministros foi eleito pelo povo nem representa os cidadãos. A frase de Fux é sintomática: “não devemos satisfação, depois da investidura, a absolutamente mais ninguém”.

Palhaço

Se os outros dez ministros também pensam assim, então eles acham que não devem satisfação à Constituição, nem à consciência, nem aos cidadãos, nem a Deus. Estamos, portanto, diante de uma verdadeira ditadura da Suprema Corte.

Neste espetáculo circense, os onze ministros não são palhaços. Palhaços somos nós, os cidadãos. Os juízes sentam-se na arquibancada e riem de nós quando nos manifestamos contra o aborto. Riem e dizem: “não devemos satisfação a ninguém”.

 


O parecer de Michel Temer

Diante de toda essa orquestração para se descriminalizar o aborto, é consolador saber que o presidente Michel Temer, intimado pela ministra Rosa Weber a se manifestar, tenha-se posicionado contra o aborto e favorável ao direito do nascituro à vida:

Michel Temer

Não se ignoram as angústias e os sofrimentos das gestantes que não desejam prosseguir em uma gravidez, mas o valor social protegido é a vida do nascituro.

[…]

A mulher deve ser protegida e acolhida, jamais acossada. Mas a vida do nascituro deve prevalecer sobre os desejos das gestantes[2].

Palavras como essas seriam impensáveis em um presidente petista. O PT saiu do governo, mas deixou como herança sete ministros do Supremo indicados por Lula ou Dilma. São eles: Carmen Lúcia, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Rosa Weber, Roberto Barroso e Edson Fachin. Somente três ministros são anteriores à era petista: Celso de Mello, Marco Aurélio e Gilmar Mendes. E um único ministro foi indicado por Michel Temer: Alexandre de Moraes. Pode-se perceber como a atual composição facilita a perpetuação da ditadura da Suprema Corte.

Anápolis, 10 de abril de 2017.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

feto 2
Os fundamentos utilizados pelo movimento pró-aborto, na tentativa de legalização desta prática no Brasil, estão se configurando cada vez mais esdrúxulos, a cada dia que passa. Parece que os bilhões de dólares investidos na engenharia abortista não são o suficiente para virar o jogo para o lado pró-aborto. A população brasileira continua defensora da vida, mesmo com o escasso acesso a informações científicas corretas, muitas delas falsificadas pelos abortistas. Então, já que não conseguem conscientizar a sociedade civil que o aborto é algo benéfico à mulher e à própria sociedade, concentram seus esforços no Judiciário, e é lá que as atrocidades jurídicas e argumentativas acontecem, para espanto geral.
 
Na última investida pela legalização do aborto, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) encaminhou ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a descriminalização do aborto nos casos de gravidez de até 12 semanas. Uma das alegações utilizadas nesta ação (ADPF 442) protocolada pelo PSOL, é que o bebê em gestação não teria o amplo direito à vida pois NÃO SERIA PESSOA CONSTITUCIONAL. Menos tecnicamente, a ideia por trás desta alegação é que POR AINDA NÃO TER NASCIDO, O BEBÊ EM GESTAÇÃO NÃO ESTARIA PROTEGIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, ou seja, não devendo ser considerada PESSOA CONSTITUCIONAL, consequentemente não tendo acesso ao direito constitucional à vida. Mas notem como esta lógica é totalmente equivocada.
 
Sabe-se que o bebê em gestação é um ser humano em desenvolvimento, inclusive este ponto sendo afirmado na própria ação protocolada pelo PSOL. Estando em desenvolvimento físico e psicológico, o bebê em gestação encontra-se em momento único de sua vida inicial em que, por aspectos inerentes ao seu próprio estágio de desenvolvimento intrauterino, deva ser tratado juridicamente de forma diversa em relação aos seres humanos já nascidos. Mas aos afirmarmos que o bebê em gestação deva ser tratado de forma diferente dos seres humanos já nascidos, não estamos sequer cogitando que ele seja desprovido de suas principais proteções legais. Aqui aplica-se um velho ditado do Direito, que corresponde à equidade: tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual.
 
Este tratamento diferenciado ocorre em diversas situações em nossa sociedade, diariamente. Como exemplo, temos os menores de idade (crianças e adolescentes), que não são responsabilizados, como os maiores de idade, em diversos atos civis e criminais. Da mesma forma, o servidor público militar, que por sua condição específica não pode, por exemplo, se candidatar a cargo eletivo. Outro caso é o do Juiz de Direito e do Promotor de Justiça que, em face de suas funções ocupadas, não podem advogar, tendo suspenso seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Outro exemplo é o do preso ou do estrangeiro não naturalizado, que por suas condições específicas não podem se utilizar de alguns direitos civis, como votar e ser votado, respectivamente. Assim se repetem em diversos outros exemplos, todos os dias!
 
Vejam nestes casos exemplificados que TODOS os personagens são seres humanos (iguais), mas são tratados de modo desigual, por sua peculiar e temporária situação de vida em determinado momento da sua existência. Mas do tratamento desigual, da restrição de direitos diversos, um permanece intacto, sem qualquer limitação: o direito à vida. Nem para o caso de criminosos em estado de prisão pode-se limitar o seu direito à vida. O Estado, em face da proteção constitucional a ser dada ao ser humano que cumpre pena de prisão, por sua situação de vulnerabilidade e dependência, deve garantir que lhe sejam assegurados direitos mínimos de sobrevivência e que sua vida seja preservada, a todo custo.
Então por que esta mesma proteção estatal não se aplica A TODOS OS BEBÊS EM GESTAÇÃO, como outro ser humano em condição temporária de vulnerabilidade e dependência? Por uma situação específica de sua existência, os bebês em gestação devem ser tratados de modo diferente dos demais, com algumas situações civis limitadas, obviamente, MAS SEM QUE TENHAM SEU DIREITO MAIS NATURAL RESTRINGIDO, por qualquer fundamento jurídico ou outro direito, seja constitucional ou não!
 
É natural que um bebê em gestação não possa usufruir de vários direitos civis aplicados aos seres humanos já nascidos, como votar em eleições, candidatar-se a cargo público, ser responsabilizado por crime, ou mesmo julgar seus pares. Mas seu DIREITO NATURAL À VIDA DEVE SER USUFRUÍDO POR COMPLETO, SEM QUALQUER RESTRIÇÃO ESTATAL. Assim como não se admite a limitação do direito à vida do militar, do estrangeiro, do menor de idade, do juiz, do promotor, do preso, por suas condições peculiares e passageiras, não se pode limitar o direito à vida dos bebês em gestação, por sua condição peculiar e passageira. O Estado (leia-se Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário) deve realizar todos os esforços para proteger este período peculiar do desenvolvimento do ser humano, ainda em gestação. Desse modo, não há outro caminho que não tratar os seres em gestação como PESSOAS CONSTITUCIONAIS, COM AMPLA PROTEÇÃO LEGAL e detentores do principal direito existente: o direito à vida!
 
Pensar diferente é fazer uso de um discurso vazio da morte para encher os bolsos de dinheiro com a indústria abortiva.
Por George Mazza – http://www.georgemazza.com.br

“Meus bíceps agradecem quando o composto químico funciona, para matar o feto antes de retirá-lo”, disse a médica em um vídeo flagrante, explicando que o desmembramento de um bebê “exige força”.

Um novo vídeo flagrante, divulgado pelo Centro de Progresso Médico, mostra a diretora médica de uma clínica da ‘Planned Parenthood’ (rede abortista dos EUA) descrevendo graficamente como coletar as partes do corpo de um bebê durante um aborto tardio.

A Dra. DeShawn Taylor confirmou que faz abortos eletivos em fetos saudáveis de até 24 semanas. Ela disse ao investigador disfarçado que quando o bebê é retirado, ela tem que se preocupar sobre como sua equipe e outras pessoas se sentem diante de um aborto tardio, porque muitas vezes o corpo da criança já está em boa parte formado.

Taylor explicou que, no Arizona, se um feto sai da barriga da mãe com qualquer sinal de vida, ele deve ser transportado para um hospital. No entanto, quando questionada pelo investigador se há um procedimento padrão para verificar a existências de sinais vitais no bebê, o Dr. Taylor responde: “Bem, a coisa é, quero dizer, a chave é, você precisa prestar atenção em quem está na sala”.

Uma substância química chamada digoxina é frequentemente usada em abortos, para garantir que o bebê morra ainda dentro da barriga da mãe. No entanto, quando partes do corpo fetal são coletadas para venda – crime cujo funcionários da ‘Planned Parenthood’ já foram flagrados praticando – o produto químico não pode ser usado, pois danifica os membros do feto. Taylor observou que prefere usar a digoxina porque não requer tanta força muscular.

“Meus bíceps agradecem quando o composto químico funciona, para matar o feto antes de retirá-lo. Eu me lembro de quando eu era uma funcionária da ‘Planned Parenthood’ e estava em treinamento. Eu pensava: ‘Nossa! Eu tenho que frequentar a academia e fazer musculação para terminar isso”, disse Taylor ao investigador que usava uma câmera escondida.

A compra ilegal de tecido fetal humano (partes de corpos de bebês abortados) é considerada um crime federal nos EUA, punível com até 10 anos de prisão ou multa de até US$500.000.

O líder do projeto pró-vida ‘Centro de Progresso Médico’, David Daleiden, disse que esta filmagem recente mostra faz parte de uma investigação sobre médicos da ‘Planned Parenthood’, dispostos a vender partes dos corpos de bebês abortados para centros de pesquisas (para cosméticos e outras finalidades) e lucrarem com isso. Para ganhar mais dinheiro, os profissionais das clínicas se propõem a usar ferramentas especiais para deixar os membros dos bebês intactos.

“As autoridades do país devem parar de forçar os contribuintes a subsidiarem a indústria criminosa do aborto que é a ‘Planned Parenthood’, e o Departamento de Justiça deve abrir imediatamente uma investigação completa e processar esta rede abortista até o máximo da lei”, disse Daleiden.

O senador James Lankford, de Oklahoma, falou sobre os vídeos sobre a ‘Planned Parenthood’ nas mídias sociais.

“A ciência mostrou que as crianças de 20 semanas de idade já podem sentir dor, mas essas mesmas crianças são submetidas a abortos horríveis, sendo esmagadas e desmembradas. Alguns bebês, embora milagrosamente, sobrevivam a um aborto, em vez de receberem cuidados de salvamento, são abandonados em morrem em uma nas clínicas. É hora de aprovar a Lei de Proteção da Criança Não-Nascida e a Lei de Proteção aos Sobreviventes de Aborto Nascidos Vivos. Não podemos ser uma nação que faz isso com nossos filhos”, declarou.

Clique no vídeo abaixo para conferir o flagrante (em inglês):

FONTE: guiame.com.br

Aborto é mesmo uma questão de saúde pública? Legalizar o aborto diminui mesmo a mortalidade materna? As brasileiras estão mesmo morrendo nas clínicas de aborto clandestino? Qual é a verdade sobre esse assunto? O que temos de fato observado em nosso país?

Assista, curta e compartilhe!

Confira abaixo vídeos e reportagens que mostram a verdade sobre o que de fato mata as mulheres por morte materna no Brasil:

“Chorava de dor, diz viúvo de mulher morta após parto em maternidade na Zona Leste.”
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/chorava-de-dor-diz-viuvo-de-mulher-morta-apos-parto-em-maternidade-na-zona-leste-de-sp.ghtml

Rede pública de saúde fecha mais de 10 mil leitos pediátricos em seis anos
http://globoplay.globo.com/v/5757976/

Os números reais sobre as mortes por aborto no Brasil.

MORTALIDADE MATERNA NO BRASIL: UMA REALIDADE QUE PRECISA MELHORAR – Revista Baiana
de Saúde Pública, v.36, n.2, p.527-538
abr./jun. 2012
http://inseer.ibict.br/rbsp/index.php/rbsp/article/viewFile/474/pdf_150

Inscreva-se em nosso Canal
Curta nossa Fanpage

Em mais uma investida para a legalização do aborto no Brasil o Psol, partido ultra esquerdista, protocolou ação junto ao Superior Tribunal Federal -STF para que o crime seja permitido até a décima segunda semana de gestação. A relatora será a ministra Rosa Weber.

Movimento em favor da vida -Movida lançou um vídeo baseado em um experimento social que reflete a vontade da maioria dos brasileiros. A peça “A vida não tem defeito” foi desenvolvida pela Delantero Comunicação, uma das agências de publicidade mais premiadas do país. 

 

 

“É senso comum que a sociedade precisa tratar melhor as pessoas com deficiência. Neste sentido, já existem vagas de estacionamento reservadas, rampas de acesso, elevadores. Curiosamente, algumas pessoas que defendem corretamente esta causa querem cercear o direto mais básico das pessoas com deficiência: o direito à vida. É o chamado aborto eugênico. Pretende-se matar crianças no ventre da mãe, caso os bebês não sejam perfeitos.

É uma medida preconceituosa, de uma sociedade esquizofrênica que, ao mesmo tempo que diz defender as minorias, quer esmagá-las antes de nascer“, explica o diretor de criação da agência, Marcel Pinheiro.  A produção do vídeo é da Black Jack Films.

 

Fonte: http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/

 

O que é a Ideologia de Gênero e quais são suas armadilhas?

Nos dias de hoje temos ouvido isso mais comumente. Isso é um movimento considerado anticatólico, que diz o seguinte: a criança nasce sem um sexo definido. Quando a criança nasce não deve ser considerada do sexo masculino ou sexo feminino; depois ela fará esta escolha. Essa é a chamada Identidade de gênero ou Ideologia de gênero.

Inclusive, já existem escolas para crianças na Suécia e na Holanda, onde não se pode chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças, porque eles devem decidir quando crescerem se serão homens ou mulheres, o que é antinatural.

Neste vídeo, prof. Renato Varges explica as raízes e as armadilhas desta ideologia.

 

 

esquerda

Outro dia desses bombou no Twitter a hashtag #PrecisamosFalarSobreAborto. A temática do aborto deixou de ser periférica ou juízo de valor em meio a propostas mais concretas, por seu apelo popular quase nulo, para estar sob os principais holofotes dos debates políticos. A esquerda empurrou a agenda progressista do aborto para o proscênio, dando a impressão hoje de que não há tema político mais urgente na boca do povo do que a legalização do aborto.

O maior filósofo político de todos os tempos, Eric Voegelin, recomendava o exercício da Anamnese, o “esquecimento” das nossas próprias convicções e idéias estabelecidas, para conseguirmos enxergar a realidade de maneira mais pura, buscando a origem de nossos pensamentos – aquilo que Thomas Sowell demonstra bem sobre idéias de direita e de esquerda em Conflito de Visões. Parece que o caso com o aborto nunca foi feito no Brasil.

Proletários vendem a prole

A esquerda surge da idéia de que a Revolução Industrial permitiu um avanço em relação à aristocracia feudal, mas gerou uma nova classe social: os proletários, pessoas que só tinham a prole para “vender” como força de trabalho, na miséria associada à Revolução Industrial.

O mundo anterior à industrialização, contudo, era um mundo em que tais crianças nasciam e morriam às pencas no ambiente agrário e de “harmonia com a natureza” sem penicilina e tantas invenções da Revolução Industrial, sem as quais uma simples infecção ou virose geraria uma morte lenta e dolorosa.

A mortalidade infantil pré-Revolução Industrial em algumas regiões européias ultrapassava os 80%. Aquelas crianças que vemos em filmes que formam nosso imaginário (e, por conseguinte, nossos sentimentos) sobre o “horror” da Revolução Industrial eram, na verdade, sobreviventes. A industrialização e suas benesses permitia que a tradicional extensa prole campesina sobrevivesse, o que nunca foi esperado pelas camadas desassistidas da população.

É a primeira lição que Ludwig von Mises, o maior economista do mundo, ensina em suas palestras para não economistas, compiladas no opúsculo As Seis Lições. Com a definição correta dos termos, a mágica do sentimentalismo da visão até hoje ainda derivada do marxismo se obnubila. Ao contrário do apocalipse profetizado por Marx, ao invés de os ricos ficarem mais ricos e os pobres mais pobres com o capitalismo, a renda média do trabalhador inglês foi multiplicada por 40 em um século de Revolução Industrial.

Contudo, o apelo psicológico em falar de “proletários”, mesmo quando eles rapidamente deixaram de existir (não sendo sinônimo de “pobres”), permanece. Até Ernesto Laclau, marxista argentino envolvido nos modelos de agitação política como junho de 2013, hoje preconiza que é o discurso que cria a classe, já que elas não existem na vida real. Assim, qualquer rico pode se considerar “proletário” para manter a propaganda.

Mas como uma ideologia que nasceu com o apelo ao sofrimento da prole pode, no golpe seguinte, defender o aborto como uma causa progressista?

O Estado se torna maior do que a família

Mesmo naquilo que foi chamado de Absolutismo pelos historiadores, o núcleo da sociedade permaneceu sendo a família. Já no Manifesto Comunista, Karl Marx e Friedrich Engels diagnosticam que a nova sociedade progressista precisa retirar o poder da família, com todos os seus valores tradicionais, para transferir toda a organização social para o Estado. Os filhos não seriam mais criados por pai e mãe, amando avós e parentes, mas sim em barracões, coletivamente, como “companheiros”.

O “modelo de gestão” tentou ser aplicado já no início da Revolução Russa: Orlando Figes, talvez o maior estudioso contemporâneo do período soviético, conta em Sussurros: A vida privada na Rússia de Stalin, que a tentativa de aplicar o socialismo na Rússia agrária sempre esbarrava na família, famélica, mas rigorosamente contrária ao totalitarismo socialista:

Como viam os bolcheviques, as famílias eram o maior obstáculo à socialização das crianças. “Por amor a criança, a família a torna um ser egotista, encorajando-a a ver-se como o centro do universo”, escreveu a pensadora educacional soviética Zlata Lilina. Teóricos bolcheviques concordavam com a necessidade de substituir esse “amor egotista” pelo “amor racional” de uma “família social” mais ampla. O ABC do comunismo (1919) vislumbrava uma sociedade futura na qual os pais deixariam de utilizar a palavra “eu” em referência a um filho, pois se importariam com todas as crianças na comunidade. (…)

A noção pedagógica de hoje, como o debate público brasileiro escancarou, voltou ao modelo soviético que nem mesmo a União Soviética conseguiu consubstanciar. Pedagogos do porte de Marilena Chaui repetem o que apenas a China maoísta e a Coréia Norte dos Kim conseguiu consubstanciar.

Em uma sociedade em que o Estado, e não o núcleo familiar, é controlador e diretor, a empatia pelos entes e pelos infantes e mais fracos, o “amor egotista”, é substituída pelo pragmatismo do planejamento central, o “amor racional”. Nesta sociedade, o valor do indivíduo não é mais sentimental, como na aristocracia ou no romantismo: o indivíduo é visto como peça de uma engrenagem, pela sua utilidade para o sistema.

Se um indivíduo não poderia ser produtivo – por exemplo, nascesse com deficiências de mobilidade – seu destino era ser abortado da sociedade. Ao invés da empatia, do pathos – a paixão cristã, o “Vinde a mim, todos cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei” (Mt 11:28) –, tratava-se antes de auferir o indivíduo pelo seu valor para o Estado, como ser produtor e trabalhador para a sociedade comum.

O racionalismo da Revolução Francesa até a Revolução Russa esquece-se que racionalmente, há argumentos para mandar deficientes físicos, filhos indesejados, idosos e doentes para a vala comum. O que os mantém vivos nas sociedades judaico-cristãs não são argumentos: é a empatia.

Da mesma forma que a escravidão permitia condições sub-humanas para os escravos negando sua vida, o Estado diretor pode negar o valor de “vida” a qualquer “amontoado de células” que julgar conveniente, escorraçando a família a uma cria do capitalismo – para Marx, a família só existe para proteger a propriedade; a Escola de Frankfurt que nota o erro e inverte a noção marxista de infra-estrutura e superestrutura, passando a atacar a família, e não a propriedade, ao perceber corretamente que esta que só existe para proteger aquela.

Rapidamente, com a noção de sagrado e profano imiscui-se em uma só, a vida se torna matéria-prima (“força de trabalho”), gerenciada em planilhas e os Estados totalitários e seu controle social absoluto legalizam o aborto com rapidez espantosa. Esta é uma das críticas de Nassim Nicholas Taleb em Antifrágil: coisas que ganham com o caos: sistemas baseados em alma, e não apenas em pele, acabam possuindo uma moralidade e um arranjo social incrivelmente superior.

Nossa pedagogia, que de Zlata Lilina a Marilena Chaui (ambas ainda em nível pré-Escola de Frankfurt) se foca tão fortemente na destruição da família para o controle estatal absoluto, acha estranho a noção de que o nazismo, mesmo sendo abreviação de nacional-socialismo, seja uma espécie de socialismo (foi apelidado a posteriori de “extrema-direita” justamente por socialistas como E. P. Thompson, um dos que notou ser impossível distinguir na realidade proletários de burgueses).

O nazismo, “gêmeo heterozigoto” do socialismo, segundo feliz expressão do historiador Pierre Chaunu, praticou exatamente o mesmo que o socialismo com sua sociedade dirigida, apenas seguindo o “princípio do nacionalismo”, como explica o fascista convertido do socialismo Robert Michels.

Para os nazistas, os “elementos estrangeiros”, como judeus e ciganos, seriam uma não-vida, algo inútil e improdutivo (ciganos) ou êmulo do sistema (judeus e seu capitalismo mercantil burguês). Como mesmo “arianos” com deficiências físicas, no sistema de guerra, eram vistos como pouco menos do que cartas a serem descartadas, a “solução final” para judeus e ciganos não poderia ser muito diferente de um aborto coletivo, uma eutanásia en masse.

Socialistas e nacional-socialistas, voltando à adoração aos rituais de sacrifício de Moloch, passam à admiração exabundante do corpo. Uma das primeiras medidas de ambos é a legalização do sacrifício de “fetos”, considerados “não pessoas” para o sistema. O aborto, ao contrário do que a propaganda de esquerda tenta fazer crer, nasce como uma proposta racista.

Aborto e racismo

Se o Estado deve gerir a sociedade, e não mais o “amor egotista” da família e seus valores ultrapassados geridos pelo “capital” e pelo “ópio do povo”, a pragmática de uma “vida profissional” se sobrepõe à sacralidade de uma vida. Além dos argumentos hedonistas, que determinam a tônica do debate político contemporâneo, o argumento é defendido pela ótica de que uma mulher não é obrigada a dar continuidade a uma gravidez indesejada.

É a linguagem totalitária, como estudada por Viktor Klemper sobre a Linguagem do Terceiro Reich, com um eufemismo forçoso para “matar uma criança no útero”, transmutada para um agradável e singelo “interromper uma gravidez”, como se interrompe uma música desagradável no rádio.

O paradigma para o aborto no Ocidente, contudo, não poderia se espelhar no totalitarismo socialista ou nacional-socialista. Prefere-se então olhar para o mundo livre, usando-se sempre como exemplo da “normalidade” do aborto a sua prática no coração do capitalismo: a América.

O aborto nos Estados Unidos é permitido até qualquer momento até o nascimento. Estima-se que mais de 1 milhão de abortos são realizados anualmente. Como lembra a página Escolástica da Depressão,

O aborto foi extensamente legalizado depois da farsa Doe x Bolton e Roe x Wade, onde Mary Doe, que era de origem humilde e sem instrução, foi pressionada pela advogada e por sua mãe a abortar seu quarto filho. Já Jane Roe mentiu ter sido violentada e foi militante abortista por anos, hoje trabalha para esclarecer as mulheres sobre as conseqüências de se fazer um aborto.

Roe x Wade é um caso estudado no mundo inteiro não pelo seu conteúdo, mas pela forma: foi o maior caso de ativismo judicial da História, quando juízes inventam leis de estro próprio, que não foram debatidas, eleitas e decididas pela população.

O que pouco se comenta é que a farsa, nunca “desfeita” mesmo depois de o público descobrir a tramóia que permitiu a jurisprudência para o aborto ser legalizado, tinha como objetivo o aborto de negros, para que se diminuísse seu percentual na população. Continua a página:

A Planned Parenthood é a maior clinica de aborto do mundo e foi acusada recentemente de vender as partes do corpo de bebês abortados, inclusive preferiam abortos cujo crânio do feto fosse preservado, pois o valor era mais alto.

A Planned Parenthood foi criada pela feminista Margareth Sanger. Sanger era membro da Klu Klux Klan, declaradamente racista, tinha como objetivo em fundar a clinica de abortos para reduzir a população negra americana. Hoje a maioria das clinicas da PP se encontra nas periferias onde predomina negros.

A esquerda americana, com o mesmo vezo pelo controle da sociedade que os soviéticos ou os nazistas e suas ganas pelo aborto, também queria controlar a população.

Sem os floreios “multiculturalistas” que a propaganda revolucionária ganha no exótico Terceiro Mundo, a esquerda americana, que já foi contra o fim da escravidão (o Partido Republicano foi criado para abolir a escravidão, o que conseguiu com Abraham Lincoln), os indivíduos “improdutivos” da sociedade dirigida, do “amor racional” e da “causa social” eram reconhecidos como a população negra, sempre se focando na alta criminalidade encontrada em bairros negros.

Para a massa falante brasileira, acostumada a associar “racismo” imediatamente à direita conservadora (sem perceber que Lincoln aboliu a escravidão na América e o maior conservador brasileiro, Joaquim Nabuco, foi o líder abolicionista no Brasil), ainda acreditando que o nazismo é uma “extrema-direita” (como se eles próprios assim se enxergassem e se definissem), é chocante perceber que a Ku Klux Klan era e é, na verdade, um braço paramilitar do Partido Democrata, que enxerga nos negros “parasitas” de um sistema social, algo como “não merecedores do Bolsa Família” que querem para si. Tal como os nazistas, são chamados de “extremistas de direita”, sem terem qualquer conexão com a direita, os conservadores ou o Partido Republicano.

O historiador George C. Rable define que a KKK só foi “descartada” pelo Partido Democrata quando falhou como braço armado para derrotar os sulistas Republicanos, e sua apreciação por God, Family, Country.

O historiador Eric Foner declara sem meias palavras que a Ku Klux Klan é “uma força militar servindo aos interesses do Partido Democrata”. O líder da KKK Nathan Bedford Forrest declarou ainda no século XIX que os principais inimigos da Ku Klux Klan eram as Union Leagues do Partido Republicano na Guerra Civil ou o governador republicano William Gannaway Brownlow. Desconhecendo completamente a verdadeira história, a esquerda brasileira, que tanto grita “vá estudar História”, acredita que basta associar “racismo” à direita e crer que a KKK é um grupo de extrema-direita, a um só tempo em que defende o aborto, a tônica da própria KKK.

Para a moralidade esquerdista, dessacralizada e racionalista (ao contrário do que seus críticos usualmente afirmam, a esquerda é mais “intelectual” do que a direita, mas tenta intelectualizar e “problematizar” até o valor indiscutível da vida), tudo se resume a uma injustiça de poderosos privilegiados contra oprimidos explorados. Daí surge a grita por feminismo, ou contra preconceitos, cada vez menos delimitados.

É normal hoje ver o movimento negro, anti-racista, gritar que o aborto deve ser legalizado pois muitas mulheres negras morrem fazendo abortos clandestinos. Sem notar que ignoraram a vida de seus filhos, acabam comprando uma propaganda que veio diretamente da Ku Klux Klan para fazer o controle populacional da população negra, aquela que seria “mais criminosa” por ter mais filhos.

Entre o feminismo e o racismo, quando colocados na realidade lado a lado, como fica o discurso progressista para defender o aborto?

Aborto e o globalismo de George Soros

A idéia da sociedade dirigida e controlada pelo Leviatã moderno em escala global não é estudada no Brasil. Trata-se do globalismo, que já apresentemos no 10.º episódio de nosso podcast: Não é você que pensa o que pensa – George Soros pensa por você.

Uma hashtag como #PrecisamosFalarSobreAborto não dispara para o primeiro lugar dos Trending Topics do dia para a noite sem planejamento, pela “horizontalidade” das redes. Basta ver quem teve um planejamento estratégico para usá-la e repeti-la, para o público em geral crer que ele próprio é que pensou na questão e foi protagonista de seu destino e dono de suas próprias idéias. Mais uma vez, a página Escolástica da Depressão:

George Soros, um metacapitalista americano, financiador a PP, da candidata à presidenda dos EUA Hillary Clinton, financia também grupos militantes pela legalização do aborto, como “Católicas” pelo direito de decidir, Mídia “Independente” Ninja e Quebrando o Tabu. Qual o interesse dele na legalização do aborto no Brasil?

Sob argumentos “científicos” como “se não há sistema nervoso desenvolvido, pode abortar”, pesquisas financiadas por fundações globalistas, como a Open Society, sempre chancelam a prática do aborto como normal, natural e mesmo saudável. Seu linguajar é sempre eufemístico, ultrapassando as raias do ridículo, como falar em “controle geracional” para não usar a temível palavra aborto. Suas “conclusões” científicas são aquelas que aparecem coincidentemente em sites e blogs progressistas antes de qualquer publicação científica onde possa haver debate.

Por fim, mais um parágrafo da Escolástica da Depressão:

Dr. Bernard Nathason, conhecido o Rei do Aborto, responsável por mais de 50.000 abortos nos EUA, ele afirmou que eles mentiam dados, inflavam o número de aborto para afirmar que era caso de saúde pública.

A sociedade de controle total pode não ter mais a forma soviética: planificação total da economia (George Soros não é senão um hiperinvestidor), Gulags e o totalitarismo aberto. Mas basta analisar a linguagem moderna, “livre”, que sabe o quão ridículo é se definir como “comunista”, mas defende ainda o mesmo que os pedagogos soviéticos cada vez mais desabridamente na sociedade para pregar rigorosamente o mesmo.

É uma nova forma de 1984, de George Orwell. O ministério da Verdade de 2016 é feito pela própria Rede Globo, para que a esquerda grite no segundo seguinte que “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, que divulga o mesmo globalismo de George Soros.

Enquanto a esquerda usa pais de família pobres como propaganda, prega entre os seus a destruição da família para seu objetivo de controle social total.

Enquanto a esquerda grita contra o racismo, prega um modelo de controle populacional para diminuir o percentual de negros, até apoiando-se no argumento racista da criminalidade futura.

Enquanto a esquerda fala em “feminismo”, ignora a feminilidade mais suprema: a maternidade e a empatia por um filho.

Enquanto a esquerda prega a defesa do oprimido sem privilégio, prega a matança da minoria mais desprotegida que existe: uma criança na barriga da mãe, enxergada apenas como um “amontoado de células”, como os nazistas enxergam os judeus.

 

Flavio Morgenstern

sensoincomum.org

como eu era

ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS

O escritor tetraplégico Francesco Clark não gostou de ver seu nome e obra usados no filme “Como Eu Era Antes de Você”. O melodrama romântico cita o livro de Clark, “Walking Papers”, numa cena-chave. O motivo de sua reclamação é spoiler do final do longa-metragem.

“Eu fiquei surpreso ao descobrir que, em uma cena importante do filme, o destaque é meu livro ‘Walking Papers’, que eu escrevi sobre minha experiência depois de ter sofrido uma lesão na medula espinhal, após um acidente de mergulho”, contou Clark ao site Page Six. “Não me perguntaram se meu livro poderia ser incluído no filme, nem me avisaram sobre essa inclusão. Embora a história seja baseada em uma ficção, meu livro e minha vida não são”, ele protestou.

francesco
O escritor tetraplégico Francesco Clark

O filme conta a história de Will Trainor (Sam Clafin), um homem rico, muito ativo e atlético. Depois de sofrer um acidente de moto, ele fica tetraplégico e passa a viver de forma amargurada. A vida dele muda quando a mãe contrata Louise (Emilia Clarke) para ser a cuidadora. A trama aborda, entre outras questões, a possibilidade do suicídio assistido. Grupos ativistas dizem que o filme passa uma mensagem equivocada de que é melhor morrer que viver em uma cadeira de rodas.

O que revoltou Clark é que o filme mostra o oposto do que ele se esforça para transmitir. “Eu trabalhei incansavelmente para mostrar para todo mundo que ser tetraplégico não é o fim da vida de ninguém, é um novo começo”, disse o escritor ao site. “Não estou tomando um posicionamento contra o suicídio assistido, estou dizendo que fiquei revoltado por me associarem a uma história que diz que a única ou a melhor saída para pessoas como eu é a morte”.

Clark disse que vai continuar espalhando uma mensagem de positividade e esperança para as pessoas que sofreram ferimentos como os seus ou que conhecem e amam alguém que sofreu. “Sou um perfeito exemplo de que a vida não só continua como se torna melhor a cada dia”.

Leia também: – Leia uma visão crítica e entenda porque o filme é moralmente questionável!

Ex-presidente da Associação Médica mundial afirma: a eutanásia é sempre ato claramente ilícito, sob o ponto de vista da Moral Médica.

Balanço internacional revela: eutanásia está se tornando uma catástrofe humana!

Eutanásia: direito ou violação da dignidade humana?

Em entrevista, a escritora Jojo, autora do livro que virou o filme, que ela própria adaptou em roteiro de cinema, disse também ter se inspirado numa história real. “Li nos jornais a história de um jovem atleta que decidiu pelo suicídio assistido depois de ficar tetraplégico. Para mim, foi muito chocante. Eu não conseguia entender por que ele tinha tomado a decisão e por que os pais haviam aceitado. Então, fiz o exercício de me colocar no lugar de cada um envolvido nessa história: o jovem, os pais, a pessoa que tenta fazê-lo mudar de ideia”, ela justificou.

Por

624

Apesar do insistente lobby, documento sobre combate a aids foi aprovado sem considerar a eliminação de bebês em gestação como medida que todas as nações deveriam adotar.

O movimento pró-vida do mundo todo comemora a conquista obtida na ONU com a versão aprovada da Declaração Política sobre o HIV e a Aids, documento que frustrou, mais uma vez, a insistente tentativa do poderoso lobby para que sejam contemplados como “direitos humanos” seus alegados “direitos sexuais” ou “reprodutivos”, que incluiriam a prática do aborto como algo a ser necessariamente aceito por todas nações que compõe a entidade. Com isso, põe-se um freio na agenda ideológica que atenta contra o direito à vida, a família e a liberdade, ao mesmo tempo em que se protege a soberania dos Estados em uma matéria que escapa à competência da ONU.

A Declaração Política sobre o HIV e a Aids foi aprovada em 8 de junho na ONU, dentro da Reunião de Alto Nível 2016 sobre a Erradicação da Aids, um dos encontros mais influentes da comunidade internacional sobre a questão do HIV, que ocorre a cada cinco anos.

Para entender o que essa declaração tem a dizer no que se refere aos valores inegociáveis, o site Actuall solicitou a análise da ADF Internacional, organização internacional perita no desenvolvimento de estratégias legais integrais para proteger o direito à vida, o casamento, a família e a liberdade religiosa no mundo inteiro.

“Manifestamos nosso pleno respaldo ao objetivo subjacente da Declaração Política aprovada neste ano, isto é, pôr um fim à epidemia de Aids”, disse a diretora de promoção da ADF Internacional junto às Nações Unidas, Elyssa Koren.

Os “direitos reprodutivos” não são direitos humanos

Ao mesmo tempo, porém, Koren alerta que esse fim “não exime do fato de que a UNAIDS, os Estados Unidos e alguns outros países tiveram a oportunidade de incluir pontos polêmicos”, com o fim de abalizar “agendas ideológicas” em matérias relacionadas ao direito à vida, à família e à sexualidade, com repercussões também sobre a liberdade religiosa, “promovidas às custas do sofrimento humano de milhões de pessoas que sofrem com a Aids”.

Dessa maneira, Koren lamenta as alusões do texto à “anticoncepção de emergência” independentemente da idade e ao “aborto seguro” e a ausência de uma linguagem relacionada à abstinência ou à fidelidade conjugal, “que continuam sendo nossos grandes cavalos de batalha”.

Por outro lado, a ADF Internacional celebra que “mesmo que alguns Estados tenham lutado novamente sem descanso pela inclusão de referências aos ‘direitos reprodutivos’ vinculadas aos direitos humanos, tudo isso foi rechaçado ao fim, por entender que os ‘direitos reprodutivos’ não são de nenhuma maneira competência do organismo internacional nem matéria de direitos humanos”.

Aborto, comportamento sexual e educação

Esse êxito foi conquistado especialmente “pela resistência dos países árabes, africanos e alguns outros, que insistiram que o foco deveria permanecer na no objetivo de acabar com o HIV e a Aids”, diz a ADF Internacional, que ao mesmo tempo lamenta que “infelizmente, esses países não demonstraram a mesma vontade política para excluir as referências ao aborto”.

Mesmo assim, todas as referências ao aborto são feitas com a correspondente referência às legislações nacionais, como é norma nos documentos da ONU, “o que serve precisamente para proteger os Estados membros que dão proteção ao direito à vida em suas leis”, comemora Koren.

Outra conquista que a ADF Internacional destaca é a referência no texto a “uma conduta sexual responsável”. “Nesse sentido, os Estados membros compartilham o fato de que o comportamento sexual responsável afirma a dignidade inata de cada pessoa e demonstra ser a via de maior êxito para deter a Aids em cada contexto nacional”, analisa a perita.

Koren afirma, porém, que “lamentavelmente os inexperientes conseguiram evitar qualquer referência à abstinência ou à fidelidade na declaração, afirmando de forma incorreta que esses termos representam um ‘experimento social falido’”.

Finalmente, Koren celebra que mesmo que o texto modifique a sua formulação em relação à educação sexual, obteve-se uma clara vitória diante da doutrinação ideológica na escola, “por incluir a referência aos pais e pela ausência de uma linguagem ‘sexual’ vinculada à educação”.

Com informações de Actuall.

Colaborou Felipe Koller.

Por Jônatas Dias Lima (Blog da Vida)

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/blog-da-vida/