Quem é o homem? Qual a sua origem e seu destino? Qual o sentido da vida humana?

Perguntas tão importantes não podem ser respondidas de forma superficial, nem a partir de uma visão utilitarista e materialista do homem! Diante de questões tão decisivas é preciso ter uma visão integral do homem, olhar para suas verdadeiras aspirações e anseios. Sendo o homem um ser de natureza material e espiritual, olhá-lo apenas a partir de uma dessas duas dimensões é reduzi-lo e comprometê-lo em suas mais altas aspirações à felicidade.

Na origem da natureza humana uma sábia e essencial opção do Criador – FAZÊ-LO HOMEM E MULHER PARA VIVEREM NUMA UMA SÓ CARNE!

Isso não é um detalhe! Isso não é acidental, nem opcional! É uma escolha de Deus que aponta seu desígnio de amor para nossa natureza. Deus nos fez para o casamento! Em primeiro lugar para um casamento eterno com Ele, as núpcias do Cordeiro do Apocalipse, e para que compreendêssemos essa vocação altíssima, Deus nos criou vocacionados a um outro casamento, o casamento de Gênesis, de ordem natural, elevado em Cristo à sacramento entre os batizados. Não podemos ignorar que Deus inscreveu em nossa alma a esponsalidade, a inclinação à comunhão de vida, ESSA É UMA BELEZA QUE SÓ ENCONTRAMOS NO AMOR HUMANO! O casamento da terra aponta para o casamento do Céu e de certa forma é uma prefiguração dele.

Por que isso é tão importante? Simples… porque se não entendemos esse plano, essa analogia, faremos do casamento algo infinitamente mais baixo e mais rasteiro, mais mundano e superficial, mais natural e menos edificante do que ele é chamado a ser na sua origem.

O Papa Paulo VI, muito corajosamente, escreveu em 1968, uma encíclica magnífica e absurdamente importante para casados e não casados! Ela se chama Humanae Vitae e fala sobre a Vida Humana e o Controle da Natalidade. Diz o Papa:

O problema da natalidade, como de resto qualquer outro problema que diga respeito à vida humana, deve ser considerado numa perspectiva que transcenda as vistas parciais – sejam elas de ordem biológica, psicológica, demográfica ou sociológica – à luz da visão integral do homem e da sua vocação, não só natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna.“(Humanae Vitae, n.7)

O Papa começa o documento falando sobre a origem do amor conjugal, do amor de um casal e revela coisas maravilhosas…

Esse é o primeiro de uma série de publicações e vídeos sobre esse documento tão importante!

Assista, compartilhe!

 

Por Renato Varges

Ontem foi a festa de premiação do Globo de Ouro 2017. De forma esperada ou não, a festa teve polêmicas e manobras ideológicas (como é de costume)!

 

 

Além do discurso de Meryl Streep atacando Trump, outra cena chamou atenção. O beijo de Andrew Garfield em Ryan Reynolds. Ryan tinha acabado de “perder o prêmio” de melhor ator de comédia e foi “consolado” por Garfield com um beijo na boca! O que está por trás dessa atitude aparentemente inocente? É o que chamando de COLONIZAÇÃO IDEOLÓGICA!

A ideologia de Gênero tem uma agenda a ser implantada e usa da mídia para se impor. Casos como este são clássicos e esperados por quem conhece a agenda deles.

A nós, cabe lutar contra esta ideologia conscientizando as pessoas de que trata-se de uma manobra, de uma imposição cultural. É preciso livrar nossos filhos e nossas famílias das garras desta teoria mortal.

Por Renato Varges

Para quem afirma que a “ideologia de gênero” não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário. Essa teoria não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

Para realizar a sua “colonização ideológica” – como denunciou o Papa Francisco –, um passo importante no avanço da agenda de gênero é conquistar os ambientes de educação e de comunicação: as escolas e a mídia. É decisivo para esses ideólogos conseguir o dinheiro público para entrar nos institutos escolares e formar as mentes de gerações e mais gerações de jovens e crianças na sua cartilha. Cursos e seminários sobre a “igualdade de gênero” ou a “homofobia” não passam, pois, de Cavalos de Troia, cuidadosamente introduzidos nas escolas e nas universidades para modelar e (de)formar as almas dos mais frágeis.

Ao mesmo tempo, ocupando papéis-chave nos meios de comunicação, os ideólogos de gênero visam influenciar mais massivamente a opinião pública, enunciando os seus princípios como uma ideia avançada de liberdade e descrevendo os seus opositores como retrógrados perigosos, que, motivados por pura maldade, querem limitar a liberdade dos outros. Descrições maniqueístas desse tipo estão espalhadas em toda a sociedade ocidental: constituem uma característica do plano de ação da ideologia de gênero, que pretende criar ícones homossexuais e transexuais, em oposição à ainda resistente opinião pública. Quem discorda é abertamente intimidado e atacado em sua liberdade de expressão. Daí a necessidade de criar leis criminais para punir os adversários e acabar com a objeção de consciência, promovendo, por outro lado, o linchamento midiático de quem não se adequa à nova ditadura ideológica.

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Resistir pressupõe, em primeiro lugar, conhecer os princípios que regem essa “colonização ideológica” ainda em curso. Será realmente verdade que a ideologia de gênero não existe? Cada um, observados os fatos, pode julgar por si só. A realidade pode ser admitida ou negada. Podemos permanecer de pé e enfrentar com coragem a batalha que está por vir ou, ao contrário, podemos fingir que nada está acontecendo, ficar de braços cruzados e deixar que a caravana passe. A escolha é individual. Cada um deve escolher se quer deixar para os seus filhos um mundo construído sobre a verdade, ou sobre a falsidade de uma ideologia.

Leia aqui os posts sobre o, , e mandamentos da ideologia de gênero.

Com informações de Tempi.it

Para quem afirma que a “ideologia de gênero” não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário. Essa teoria não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

Se a família natural não passa de um estereótipo, a consequência inevitável é a dessexuação da paternidade. Os filhos deixam de ser frutos da relação sexual entre um homem e uma mulher para serem gerados artificialmente por qualquer grupo social. Promove-se a fecundação in vitro e sustentam-se práticas objetivamente brutais, como a da “barriga de aluguel”.

 

 

Falar do direito de uma criança ser educada por um pai e uma mãe é considerado ofensivo. Os homossexuais não só passam a ter o “direito” de adoção, como as suas relações são alçadas à categoria de “modelo”, não obstante as sérias e abalizadas objeções de quem viveu na pele o drama de ser criado por pares do mesmo sexo:

“A maior parte das crianças criadas por ‘pais gays’ tem dificuldades com sua identidade sexual, está se recuperando de abusos emocionais, lutando contra o vício nas drogas, ou estão tão feridas por sua infância, que lhes falta a estabilidade de vir a público e encarar os ataques de um lobby gay cada vez mais totalitário, que recusa a admitir que haja algo errado em tudo isso.”

 

Veja os posts sobre o, e o mandamentos da Ideologia de Gênero.

Para quem afirma que a “ideologia de gênero” não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário. Essa teoria não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

 

Este post é a terceira parte de uma série de 5 publicações sobre os 5 mandamentos da ideologia de gênero. O terceiro mandamento da Ideologia de Gênero afirma que a família natural é uma invenção cultural do homem, um estereótipo.

Família natural? Um estereótipo.

Para os ideólogos de gênero, a família natural, composta por pai, mãe e filhos, não passa de um estereótipo cultural baseado na antiga opressão do homem sobre a mulher – agora superada pela liberação sexual feminina e pelas várias definições abstratas de gênero. Superado o esquema homem-mulher, até mesmo a ideia tradicional de família vem abaixo. O plural passa a ser obrigatório: não existe mais “a” família, mas “as” famílias, que incluem todo agregado social fundado sobre um conceito genérico de “amor”. Entram na lista, obviamente, até mesmo os relacionamentos chamados “poliafetivos”, que constituem o mais novo objeto de reivindicações políticas e sociais.

Da Holanda, por exemplo, vem o curioso caso de Jaco e Sjoerd, Daantje e Dewi, dois pares homossexuais que decidiram formar, os quatro, uma só “família”. Ambos os “casais” já têm os seus relacionamentos registrados no civil, mas, agora, anseiam pelo reconhecimento de um “quinteto amoroso”. Tudo porque Jaco e Sjoerd decidiram compartilhar a sua “união” com outro homossexual, Sean. Agora, Daantje está esperando um filho de inseminação artificial e quer ver os seus parceiros como pais da criança. “Cinco genitores com iguais direitos e deveres, divididos em duas famílias”, ela diz. “São essas as condições do contrato que todos nós assinamos e submetemos ao cartório.”

Leia também os posts sobre o 1º Mandamento e o 2º Mandamento da Ideologia de Gênero

Este post é a segunda parte de uma série de 5 publicações sobre os 5 mandamentos da ideologia de gênero. Aqui você pode ver o primeiro post sobre o 1º mandamento da ideologia de gênero que afirma não haver diferença entre homens e mulheres.

II. O sexo biológico é modificável

A ideologia de gênero vê o sexo biológico como um dado transitório e maleável, que pode ser tranquilamente transformado pela escolha de um “gênero” diferente, não importando a idade em que a pessoa se encontre. Comportamentos como a transexualidade são encorajados e vistos como demonstração de liberdade e emancipação individuais. ( Embora, na verdade, não seja nada disso.)

A própria definição de ser humano, ainda que a nível burocrático, passa a ir além dos dois sexos biológicos universalmente reconhecidos (masculino e feminino), adaptando-se a infinitas e fantasiosas nuances de gênero. As redes sociais já se adequaram a essa ditadura ideológica. No formulário de cadastro do Facebook, por exemplo, constam 56 diferentes formas de uma pessoa definir a própria sexualidade. Enquanto isso, as legislações de alguns países afora já reconheceram, além dos sexos masculino e feminino, um fantasmagórico gênero “neutro”.

 

Para quem afirma que a “ideologia de gênero” não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário. Essa teoria não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

O Brasil não é o único país a lutar contra a ideologia de gênero. Na Itália, as escolas reabriram recentemente o debate sobre o assunto, graças ao protesto da ministra da educação, Stefania Giannini, para quem todo esse alvoroço não passa de ” truffa” (em bom português, uma fraude).

Um regime autoritário não poderia fazer melhor. De fato, o que unem a ministra italiana, a comunidade LGBT e as grandes manchetes é a negação das evidências. Para o movimento gay, “a ideologia gender não existe”, “é uma invenção do Vaticano”. Para La Repubblica, “é um fantasma que ronda a Itália”. Para a BBC, “é só uma invenção retórica, um ídolo polêmico cheio de nada”. Junto a esses grandes veículos de comunicação, está uma multidão de programas de TV, blogs e pequenos jornais, todos alinhados com a causa negacionista.

Mas, será mesmo a “ideologia de gênero” uma “invenção de católicos”?

Os “estudos de gênero” (gender studies) – que começaram a surgir nas universidades ainda na década de 1960, evoluindo nos anos 80 para a proteção das chamadas “minorias LGBT” – não nos deixam mentir. A teoria gender não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

Para entender como funciona essa ideologia, seguem aqui alguns dos seus principais “mandamentos”, princípios sem os quais toda a farsa desmorona e não se pode ir adiante no processo revolucionário.
I. Não há diferenças entre homens e mulheres

A finalidade original dos “estudos de gênero” ( gender studies) nos anos 60 era afirmar a absoluta igualdade entre homem e mulher, a fim de libertar e emancipar esta última da “discriminação”. Era preciso negar a distinção entre masculino e feminino, contestando, por exemplo, a existência de profissões tipicamente masculinas e outras tipicamente femininas, além de negar as especificidades dos papéis materno e paterno na educação dos filhos. Para a ideologia de gênero, homem e mulher são intercambiáveis em qualquer função. A importância do papel da mulher, particularmente no âmbito familiar, não passaria de uma convenção social e de uma opressão histórico-cultural, da qual ela se deveria libertar.

Curiosamente, um dos países com as mais altas taxas de “igualdade de gênero”, a Noruega, sempre viu a engenharia civil repleta de homens e a enfermagem repleta de mulheres, não obstante os múltiplos esforços educacionais para incutir na cabeça dos jovens que não há nada de diferente entre os sexos. Foi o que observou o documentário Hjernevask (“Lavagem Cerebral”), exibido pelo comediante nórdico Harald Eia. Há alguns anos, ele gravou um documentário expondo ao ridículo os “estudos de gênero”. O resultado pode ser acompanhado abaixo:

Veja aqui a 2ª parte

 

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Psicóloga Marisa Lobo traz um histórico do controverso conceito, fala sobre seus efeitos negativos na infância e ensina pais e professores a reagirem.

 

O histórico e os principais problemas decorrentes da imposição ideológica do conceito de “gênero” na educação brasileira estão compilados no livro “A Ideologia de Gênero na Educação”, da psicóloga Marisa Lobo, que pretende ser um auxílio a pais e professores que lidam com o tema. Palestrante conhecida em todo país por sua atuação em defesa de pautas pró-família, a psicóloga faz em seu livro uma reflexão sobre as motivações por traz de um tema que é insistentemente imposto aos brasileiros, apesar de toda a rejeição popular que gera.

No texto, a autora lembra que não é dever da escola a educação religiosa e moral, mas sim dos pais, que devem proteger seus filhos de qualquer que seja o abuso, “mesmo aquele que é cometido pela escola ou professor, quando algum tipo de ensino ou exigência afronta as tradições religiosas e morais do aluno”.

Para ela, o professor deve agir com sabedoria diante das situações diárias que podem gerar conflitos entre eles, a escola e a família, para que possa transitar entre esses núcleos sem interferir com tanta ênfase no lar dos estudantes, a menos que sejam casos de violência contra o direito e a integridade física, por exemplo. Assim, o livro vem com o objetivo de apontar alguns problemas sociais, culturais, políticos, religiosos e outros que possam auxiliar o professor a enfrentar as pressões geradas pelo novo Plano Nacional de Educação, por conselhos educacionais e militâncias feministas e LGBTTs sobre a igreja e família.

O livro é ainda uma crítica à maneira como o Ministério da Educação tem conduzido a educação no Brasil – em especial durante os anos em que o PT esteve no poder -, e é também um trabalho feito a partir da constatação de Marisa, de que os professores têm a necessidade de um contraponto que estimule a visão crítica, para que nem eles e nem seus alunos se tornem massa de manobra em um sistema de ensino que está aos poucos buscando a reorientação dos valores morais das crianças.

Para facilitar o entendimento da ideologia de gênero, Marisa traz a definição de sexualidade, sexo e gênero, apontando quais são os quatros tipos de orientação afetivo-sexual (heterossexual, bissexual, homossexual e assexual) e explicando rapidamente como cada um se define.  Na sequência, ele trata sobre a identidade de gênero, que de acordo com o que os promotores da ideologia afirmam, diz respeito à maneira como as pessoas se reconhecem dentro dos padrões de gênero estabelecidos pela sociedade.

Ela fala ainda do transtorno de gênero infantil, mostrando que a confusão de conceitos em relação à identidade sexual, presente hoje na sociedade, gera no indivíduo suspeitas que fazem com que ele duvide de si mesmo e passe a se preocupar em contentar determinados grupos sociais. Esse transtorno é muito maior em meninos, de acordo com pesquisas, o que remete segundo a autora à teoria queer, que se concentra na desconstrução do poder do sexo masculino pelo movimento feminista.  Tudo isso pode gerar um conflito e interferir no complexo de Édipo que se não for tratado de maneira positiva pode acarretar em uma confusão psicológica de gênero sexual e sexo, da criança em desenvolvimento. O complexo de Édipo fala sobre a elaboração da identidade da criança.

Outro fator que influencia os conflitos de identidade sexual na criança, e que é trazido no livro de Marisa, é a exposição a temas que eram antigamente de discussão do mundo adulto. As redes sociais e os temas transversais apresentados ainda no Ensino Fundamental podem causar confusão às crianças que ainda estão na primeira infância. A precocidade e às vezes a falta de cuidado em tratar desses assuntos com os pequenos alunos, segundo ela, podem erotizá-las.

De acordo com a psicóloga, também, a estratégia que a ideologia de gênero tem de desestabilizar a família, e o intuito dos doutrinadores políticos de desconstruir os valores familiares com o auxilio da educação vem camuflado no discurso de “luta contra a homofobia, generofobia e transfobia”. Na escola, as crianças são o alvo principal, porque nessa idade elas ainda estão em desenvolvimento e o pensamento construtivista dos professores as influencia. Elas não têm maturidade moral para discernir o que é ou não correto e ao querer respeitar alguns, as instituições de ensino estão desrespeitando o direito de ser criança, de muitos estudantes.

A escola brasileira, segundo a autora, é hoje mais política do que acadêmica, e isso é perceptível quando se vê que os promotores da ideologia de gênero estão tentando arregimentar os alunos, como soldados, para um exercito de pessoas que tratam fé, sexualidade e família, de forma pejorativa. Por não terem um repertório que seja suficiente para que ele questione e interaja com determinados assuntos, a criança em idade escolar pode assumir comportamentos para os quais ainda não está preparada. O professor exerce a autoridade de educador e pode manipular aluno e seu pai, com o discurso de que a criança se tornará um cidadão respeitoso, quando na verdade ela pode estar cometendo uma violência psíquica contra essa pequena, ainda em formação. E se a criança já tiver problemas com sua sexualidade, essa exposição inadequada no ambiente escolar pode alterar ainda mais seu comportamento.

A ideologia de gênero, segundo Marisa, é uma ameaça ao ambiente escolar. Por tratar-se objetivamente der uma ideologia, ela chega à escola pela imposição, sem se preocupar com os efeitos nocivos que podem provocar nos alunos. A doutrinação de gênero se infiltra no ambiente escolar por meio das mais diversas disciplinas, já que os Parâmetros Nacionais Curriculares (PCN) prevê que vários temas sejam ensinados de modo interligado. Para exemplificar essa situação, a psicóloga traz vários casos que aconteceram no país, e em que a questão foi apresentada em aulas de português, história, biologia e redação.  Ainda, a autora apresenta alguns dos livros didáticos e paradidáticos, recomendados pelo MEC, e utilizados por professores doutrinadores dessa ideologia.

Nos últimos capítulos ela apresenta sugestões para pais e professores reagirem quando se depararem com tal doutrinação ideológica no ambiente escolar. Ela traz o que a legislação vigente diz sobre educação infantil, responsabilidade da família e os direitos que a lei lhe garante.

Todo o livro funciona como um esclarecedor de dúvidas para quem tem filhos em idade escolar e para professores que buscam compreender a melhor maneira de tratar temas delicados, sem ferir a integridade da criança e nem os valores de suas famílias.

Fonte: Sempre Família

O que é a Ideologia de Gênero e quais são suas armadilhas?

Nos dias de hoje temos ouvido isso mais comumente. Isso é um movimento considerado anticatólico, que diz o seguinte: a criança nasce sem um sexo definido. Quando a criança nasce não deve ser considerada do sexo masculino ou sexo feminino; depois ela fará esta escolha. Essa é a chamada Identidade de gênero ou Ideologia de gênero.

Inclusive, já existem escolas para crianças na Suécia e na Holanda, onde não se pode chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças, porque eles devem decidir quando crescerem se serão homens ou mulheres, o que é antinatural.

Neste vídeo, prof. Renato Varges explica as raízes e as armadilhas desta ideologia.

 

 

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Você já ouviu falar sobre a “Ideologia de gênero”?

 

Conheça esta ideologia e entenda o PERIGO que está correndo você e seus filhos. Você sabia que existem pessoas que estão trabalhando para confundir a cabeça de seus filhos? Você sabia que estão investindo milhares de reais, tirados dos cofres públicos, para modificarem o comportamento sexual de nossas crianças? Você sabia que estão querendo transformar nossas escolas em laboratórios para a manipulação da personalidade dos seus filhos?

Por isso, você precisa saber o que é e como está sendo introduzida em nosso país a “Ideologia de Gênero”.

O que é a “Ideologia de Gênero”?

A “Ideologia de Gênero” afirma que ninguém nasce homem ou mulher, mas deve construir sua própria identidade, isto é, o seu gênero, ao longo da vida.

O que significa “gênero”, então?

“Gênero” seria uma construção pessoal, auto-definida, e ninguém deveria ser identificado como “homem” ou “mulher”, mas teria de inventar sua própria identidade.

Quer dizer que essas pessoas acham que “ser homem” e “ser mulher” são papéis que cada um representa como quiser?

Exatamente. Para eles, não existe “homem” ou “mulher”, é cada um que deve inventar sua própria personalidade, como quiser.

MAS ISSO É UMA LOUCURA! POR QUE ALGUÉM IRIA QUERER ISSO?

Talvez você já tenha visto na televisão alguém dizer que a família é uma instituição antiquada, e que os tempos mudaram, que precisamos “abrir a cabeça”?

Existem organizações muito ocupadas em destruir nossas famílias. Dizem que o povo é muito fora de moda e que precisamos deixar os ensinamentos dos antigos e nos abrirmos às novidades. E que novidades!

Como não estão conseguindo mudar a cabeça da população, inventaram novos recursos para nos sabotarem. O mais disfarçado e perigoso é a “Ideologia de Gênero”.

Somente desde o ano de 2012, mais de quinze “Projetos de Lei” foram apresentados no “Congresso Nacional” tentando introduzir o termo “gênero”. E garanto que você não estava sabendo disso!!!

Em 2014, grupos de estudantes, professores e muitos pais, conseguiram convencer nossos deputados a retirarem a “Ideologia de Gênero” do “Plano Nacional de Educação”.

Foi uma batalha difícil. E não foi transmitida pelos telejornais, pois não interessa aos poderosos.

Contudo, neste ano de 2015, o atual governo não desiste de seus planos.

A Lei 13.005, de 25 de junho de 2014, estipula que o Distrito Federal e todos os Estados e Municípios do Brasil façam seu “Plano Estadual de Educação” e seu “Plano Municipal de Educação”, incluindo aí, novamente, a “Ideologia de gênero”.

Como isso acontecerá?

Em todas as “Assembleias Legislativas” dos Estados e nas “Câmaras de Vereadores” dos Municípios os deputados estaduais e vereadores terão de aprovar estes Planos.

Por isso, você precisa comparecer junto aos deputados estaduais e vereadores solicitando que eles não coloquem o termo “gênero” e “orientação sexual” em nenhum artigo ou parágrafo da lei, e nem nas metas do Plano de Educação Estadual ou Municipal.

Caso contrário, todas as Escolas, de ensino público e privado, terão de adotar a “Ideologia de Gênero”.

O que acontecerá, caso aprovem a “Ideologia de Gênero” nas Escolas?

Acontecerá que todas as nossas crianças deverão aprender que não são meninos ou meninas, e que precisam inventar um gênero para si mesmas. Para isso, receberão materiais didáticos destinados a deformarem sua identidade. E isso seria obrigatório, por lei. Os pais que se opuserem, poderiam ser criminalizados, por isso.

O que fazer, então?

Procure a Câmara de Vereadores de seu Município e a Assembleia Legislativa de seu Estado, converse com os vereadores e com os deputados estaduais. Eles foram eleitos com seu voto. Mais do que nunca, eles precisam defender nossas crianças.

As famílias do Brasil lhe agradecem!!!

 

Fonte: http://biopolitica.com.br