Vida Sem Dúvida

Olimpíadas e a Ideologia de Gênero: a hora da verdade!

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Se não fosse a capacidade da ideologia de gênero de tornar muitas pessoas infelizes, vivendo em uma trágica confusão, a verdade é que ela seria fonte de momentos memoráveis, dignos de uma antologia de humor. O papo-furado dos ideólogos de gênero se presta a piadas de todo o tipo. Eles se empenham em impor um autêntico disparate: os sexos não existem, são construções culturais e, por isso, podemos redefinir a nossa identidade sexual como quisermos.

Essa loucura, uma alucinação completamente desconectada da realidade, é chamada por eles de direito. É como se alguém se empenhasse em dizer que a lei da gravidade é uma construção cultural, uma imposição do “terrenismo” que não quer nos deixar voar, e então defender o direito de abrir a janela e sair passeando pelo ar, se assim quisermos. Mas é claro: quem sofre as previsíveis consequências de abrir a janela e dar um passo no ar nunca é o sisudo teórico, mas algum desavisado que lhe deu crédito.

Um dos âmbitos que acabou de deixar ainda mais claro a falta de sentido da ideologia de gênero são os Jogos Olímpicos. Uma nova normativa do Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que atletas “transgêneros” participassem das competições do sexo com qual dizem se identificar, sem necessidade de cirurgia. Não entraremos na questão da cirurgia (como se uma operação, que mutile ou acrescente algo, somada à ingestão de alguns hormônios, fosse capaz de transformar por mágica um homem em uma mulher ou vice-versa).

Porém, alguém percebeu que as competições femininas poderiam acabar inundadas de homens que, devido à diferença de compleição física, conquistassem a maioria das medalhas. Então, o COI teve que acrescentar as letrinhas pequenas do contrato: para que Rio 2016 não seja uma piada, as mulheres que dizem se sentir homens poderão competir nas provas masculinas, mas o caso contrário ganhou restrições adicionais. Os homens que dizem se sentir mulheres deverão manter, por exemplo, os níveis de testosterona dentro de certos limites, pelo menos durante um ano antes da competição. Ou seja: iguais, mas não tanto. O sexo é uma construção cultural… Exceto se você for homem e quiser competir em categorias femininas.

A realidade acaba se impondo sobre a ideologia de gênero. Os homens que alimentaram o sonho de ganhar uma medalha olímpica, mesmo que fosse em uma categoria feminina, podem tirar o cavalinho da chuva.

Jorge Soley, presidente de European Dignity Watch

Tradução: Felipe Koller

A versão original deste artigo publicado em espanhol está disponível no site Actuall.

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/ 

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