manipulação  genética
A engenharia genética é uma área de estudo que, no decorrer dos últimos anos, vem permitindo que seja possível manipular, identificar e multiplicar genes de um organismo, podendo modificar o DNA das células vivas. Com isso, a vida tornou-se “manipulável”.
Estudos futuros talvez possibilitem a criação de formas que descartem ou diminuam os efeitos de genes que codificam uma doença, dando liberdade aos pais de escolherem entre ter o filho ou não.
Fátima Oliveira, sem seu livro “Engenharia Genética: o sétimo dia da criação”, alega que as manipulações genéticas e seus produtos já existem, e mostra que manipular o DNA e modificar o código da vida é uma forma de conceber muito poder aos seres humanos.
Citando princípios de John Locke, Kant e John Stuart a respeito da autodeterminação – a autonomia do ser humano sobre si próprio, seu corpo e mente – podemos fazer uma analogia com o código genético: como propriedade individual, este indivíduo e somente ele, seria responsável pela escolha na modificação dos genes, decisão que poderia acarretar em uma mudança no curso natural da vida.
Lucien Sfez, professor de Ciências Políticas da Universidade de Paris I, alerta para o risco de essas manipulações poderem transformar a espécie humana em “desconhecida, monstruosa, anormal”. Esta ideia de suscetibilidade ainda levantou outras afirmações, como a de Joaquim Clotet, professor de Bioética da Pontifica Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul, de que “o genoma (código genético, DNA), ainda que propriedade de cada um, é componente de um patrimônio de toda a humanidade, já que o indivíduo está nela inserido”. Uma manipulação no genoma do indivíduo traria efeitos sobre seus descendentes e, consequentemente, sobre a humanidade.
Dentro de uma sociedade, a criação do código genético de um ser humano traz mais uma vez à tona, também, a discussão da eugenia – criar alguém como “bem-nascido” – prática que foi comum durante o nazismo. Bebês geneticamente “planejados” in vitro teriam seus genes alterados, a fim de retirar-lhes os causadores de doenças ou selecionar a ele as melhores condições físicas e mentais. Seguindo o raciocínio de preservação dos “bem-nascidos”, o padrão especificado pela sociedade (embrião alterado) seria mantido e os não utilizados seriam descartados.
E os poucos embriões que nascessem pela maneira convencional? Seriam eles considerados “inválidos”, já que apresentariam todos o histórico de doenças e problemas, não eliminados pela manipulação do DNA?
Atualmente, já existem testes genéticos capazes de prever a chance de certas doenças graves se manifestarem, e futuramente, a engenharia genética pode se desenvolver até que seja possível prevenir o aparecimento de certas doenças ou mesmo erradicá-las do genoma de nossos filhos (o que já ocorre com doenças ligadas ao cromossomo X, através da reprodução assistida).
Do mesmo modo, com o avanço da engenharia genética, talvez seja possível controlar as características codificadas pelos genes, podendo assim gerar indivíduos com características pré-determinadas como, por exemplo, pigmentação da pele, dos olhos e, quem sabe, até a inteligência.
Porém, a grande questão é: se pudermos manipular nossos genes para evitar doenças e outros problemas genéticos, o que evitará a manipulação de todas as outras características, simplesmente por conveniência e beleza?
Será isso, então, uma nova evolução da espécie humana, em que ela atua mais como um fator selecionador, do que como um indivíduo selecionado, gerando descendentes “perfeitos”, com as características mais desejáveis, elevando a humanidade a um estado evolucionário ainda mais superior? Ou estaremos transformando nossos filhos em nada mais que produtos, com características mais agradáveis a nós e à sociedade, criando uma nova forma de preconceito com os que não tem acesso a tal tecnologia ou mesmo não desejam se utilizar dela?
Será também que nossa humanidade, nossa identidade, nossa singularidade, não são resultados do acaso genético, do imprevisto, e a partir do momento que passamos a manipular os genes visando às características que eles codificarão, não estaremos “silenciando” o acaso e, por consequência, a nossa identidade e singularidade?

Fonte: UNESP Rio Claro – Biosferas: Artigos sobre Biotecnologia

O hospital do câncer Amaral Carvalho em Jahu no interior de São Paulo inventou um ursinho diferente com tecnologia própria para ajudar as crianças internadas no hospital a não se sentirem tão solitárias.

Os ursinhos com tecnologia inovadora levam mensagens de familiares e amigos às crianças com câncer. Isoladas de seus círculos afetivos, as crianças internadas diminuem a solidão recebendo mensagens de voz via WhatsApp a qualquer hora. Basta apertar a mão do ursinho “Elo”.

 

 

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Aborto ilegal de bebês do sexo feminino é comum em certas partes do país. Número de garotas com menos de 6 anos caiu pela quinta década seguida.

 

O declínio no número de garotas indianas, causado pelo aborto ilegal de milhões de bebês, alcançou “proporções de emergência”, motivando um aumento de crimes como sequestros e tráfico de pessoas, alertou a ONU (Organização das Nações Unidas) nesta terça-feira (22).

Apesar de leis que proíbem pais de realizar testes para determinar o gênero de seus filhos ainda em gestação, o feticídio feminino permanece uma prática comum em partes da Índia, onde a preferência por filhos homens é muito maior.

“É tragicamente irônico que o mesmo gênero que cria a vida tenha negado o direito de nascer”, disse Lakshmi Puri, vice-diretora-executiva da ONU Mulheres, durante lançamento de um novo estudo sobre proporções de sexos e seleção orientada por gênero.

A cultura da Índia, tradicionalmente dominada por homens, vê garotos como ativos — provedores que irão sustentar a família, carregar o nome da família e realizar os últimos rituais para seus pais, algo importante em muitas religiões.

As garotas, no entanto, são frequentemente vistas como um passivo, e suas famílias precisam buscar consideráveis recursos para pagar o dote para que tenham um casamento desejável. Em uma cultura que enxerga o sexo antes do casamento, por parte de uma mulher, como uma vergonha para a família, os pais também se preocupam com a segurança delas.

Números
O censo de 2011 da Índia mostrou que, embora a proporção geral entre mulheres e homens tenha melhorado marginalmente desde o último censo, realizado há uma década, nasceram menos meninas do que meninos, e o número de garotas com menos de 6 anos caiu pela quinta década seguida.

“A aguda queda da proporção dos sexos na Índia alcançou proporções de emergência, e ação urgente deve ser tomada para aliviar essa crise”, disse Puri.

Um estudo de maio de 2011 publicado no periódico de medicina britânico “Lancet” descobriu que houve aborto de cerca de 12 milhões de fetos do sexo feminino nas últimas três décadas, resultando em uma proporção de 918 garotas para cada 1.000 garotos em 2011, ante 962 em 1981.

Ativistas culpam a ultrassonografia pelo aumento nos abortos, dizendo que a tecnologia é utilizada para descobrir o sexo dos filhos, o que é proibido.

Mas é um crime difícil de fiscalizar, dizem eles, resultando em poucas condenações. Houve 221 casos de feticídio registrados em 2013, enquanto em 2012 eram 210, segundo a Agência Nacional de Registro de Crimes.

Fonte: G1

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O site EWTN Noticias publicou nesta segunda-feira (14/07/14), a história de Melanie Pritchard, uma mulher norte-americana que havia sido dada como morta, mas sobreviveu durante o parto de sua filha Gabriella, há quatro anos, escreveu uma carta a sua filha para que lesse quando fosse mais velha, na qual recorda que “a vida é um presente; não é algo que nos devem”.

Em um texto publicado no site LifeSiteNews, Melanie, que é fundadora do programa de formação para meninas católicas Vera Bella, recordou que teve uma “morte súbita por uma embolia de líquido amniótico”.

Previamente, Melanie escolheu para dar à luz um hospital com um médico ginecologista obstetra pró-vida “que eu sabia que valorizava a vida em todas as etapas”, pois sabia que “nem todos os hospitais e seus médicos veem o nascituro igualmente humano e valioso como suas mães”.

Três dias depois do parto, a mãe de Gabriella acordou na UTI de outro hospital, ainda lutando por sua vida, com o apoio de seu marido, Doug.

Quatro anos depois, na carta escrita para sua filha, Melanie lhe relatou que “morri durante o seu nascimento e depois da maior luta pela minha vida, Deus, trabalhando através das mãos dos médicos, salvou a minha vida”.

“Voltar da morte me fez ver que é necessário estar sempre certa de que nunca deixou de dizer nada àqueles que ama. Você é muito nova para que eu te diga todas as coisas que eu quero que conheça sobre a vida, por isso estou escrevendo esta carta para que tenha as minhas palavras impressas no papel para que sempre possa lê-las ”.

Melanie continuou dizendo a sua pequena que “dois dias depois do seu nascimento eu ainda não tinha te conhecido e a lembrança disso ainda é confusa. Não ter clareza sobre este momento me ensinou a nunca dar por certo cada momento que tenho com as pessoas que amo, pois poderia ser o último.  O tesouro cada momento que tenho contigo”.

“Quando você sorri, ilumina o quarto. Nunca perca essa alegria infantil”, pediu a Gabriella.

Melanie assegurou a sua filha que “papai e eu faremos o melhor que possamos para criar você, para que seja santa e busque o céu, e te mostraremos a beleza que Deus criou para você, mas ao final, você deve aceitar essa proposta”.

“Você poderá ter a tentação de vestir-se, falar e agir como os outros, mas Deus te fez diferente de todos por algum motivo. Você deve saber quando liderar e quando seguir. Saber quando falar e quando calar. Buscar a liberdade do bem sobre os limites do mal”.

“Recorda”, continuou Melanie em sua carta para Gabriella, “Cristo morreu numa cruz por você, para te libertar. Agarre-se a Ele, seu Salvador, em tempos de sofrimento e luta, e quando sofrer, não deixe que se desperdice. Ofereça-o como uma oração por aqueles que o necessitam. Abraça o sofrimento como Cristo o fez”.

“Pode ser que você perca pessoas na vida, quase me perde no seu nascimento. Confia sempre no plano de Deus inclusive quando não está de acordo. Convida Jesus nos tempos difíceis e permita que Ele lhe mostre a sua presença”.

Melanie recordou a sua pequena que “a vida é curta e papai e eu não estaremos sempre perto, mas se Deus for o centro de sua vida, Ele será suficiente para ti… suficiente para satisfazer cada desejo do seu coração”.

“E se há algo que devo destacar mais que tudo, reza. A oração é poderosa e salvou nossas vidas durante o seu nascimento. Faça de cada dia uma conversa com Deus”.

Para concluir a sua carta, Melanie disse a Gabriella que “você pode pensar que fazer todas as coisas que disse aqui é impossível, mas só te peço que tente, peça a Deus que te ajude e procure ser a mulher que Deus criou para ser. Você merece o melhor que a vida possa te oferecer, minha filha linda!”.

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O testemunho de Nicoletta e a ajuda que um centro assistencial italiano lhe deu em um momento de desespero.

Disseram-me: “o que não entendo é como as pessoas chegam ao Centro de Ajuda à Vida (um centro assistencial na Itália) sem ter nem mesmo alimento para colocar no prato”. Pareceu-me óbvio responder que se uma pessoa trabalha em uma pequena empresa, com seu salário precisa manter o núcleo familiar (pagamento de aluguel incluso). No momento em que a pequena empresa fecha (atualmente situação que não é improvável), naquela família não entra mais nada, quem sabe apenas o mínimo para sobreviver.

Assim aconteceu com Nicoletta, em um dia comum de trabalho do Centro de Ajuda à Vida, chegou uma jovem moça que já era mãe há aproximadamente um ano. “Como se chama o bebê?”. “André, tem dez meses e é um belo bebê!”.

“Eu me chamo Paula – disse para a mãe – e estou muito feliz em ver este menino simpático. E o seu nome?”. “Nicoletta, tenho 25 anos e aqui está o André, que me dá bastante trabalho. Ele quer sempre atenção e ri bastante. A minha mente, porém, não me deixa descansar: estou grávida e meu marido perdeu o trabalho. Sinto que não posso ter este novo bebê e isto me leva a um mal-estar. Não vejo saída. É como se fosse um túnel, mas não vejo a luz. Tudo está escuro e, nesta escuridão, minha ânsia aumenta”.

Senti uma grande compaixão dor aquela moça, mas também por seu pequenino bebê que corria o risco de nunca ver a luz do dia. O túnel mencionado por Nicoletta me levava simbolicamente ao seu útero. É escuro ali dentro, mas se trata de uma escuridão confortável, húmida e quente que não traz medo. Naquela escuridão existe conforto, o batimento do coração materno faz companhia e tranquiliza. Que compaixão! Ter concebido uma vida num túnel que não pode encontrar a saída. Que compaixão por aquele irmãozinho, por aquele pai. Ele se perdoará por não ter sido capaz de tutelar a existência dos seus familiares?

Com uma voz um pouco ofegante disse: “Nicoletta, e sua família?”. “Minha família está distante. Meus pais moram em Gênova, eu não posso nem pensar em poder contar com eles”.

Mas, um pouco de cada vez, dou-me o trabalho de tentar desfazer o nó. Mostro a possibilidade de um projeto de ajuda: uma participação começando com os serviços de apoio psicológico e de um subsídio mensal, porém é preciso um encontro periódico para acompanhar o processo. Ela me olha e diz: “entendo como é boa a sua proposta e sinto a possibilidade de aceitar este desafio da vida”.

Finalmente respiramos! O projeto que aconselho a ela prevê compromissos a serem respeitados. Foram dados os passos em direção à família de origem, eles procuraram emprego e o que fazer. Surgiu uma oferta de trabalho para Marco: período de experiência e depois um contrato indeterminado. O casal não vive mais em Milão, por causa do trabalho de Marco, em Savona; eles precisaram se transferir.

Chegou o tempo do parto e um telefonema alegre anunciou a chegada de Martina. Mãe e filha estavam muito bem. O acerto, porém, era que continuaríamos a manter a situação monitorada e, da nossa parte, todas as ajudas prometidas. Marina tinha um mês e meio quando Nicoletta voltou para uma entrevista. Contou do parto e dos primeiros momentos.

“Nicoletta, sinto um pouco de tensão. Quer contar algumas coisa?”. “Fico feliz de contar o que pensamos. O trabalho do Marco está muito bom. A casa onde moramos não é grande, mas estamos bem. Minha família agora está perto e meu pai aposentou. Meus pais nos visitam regularmente e levam o que serve para as crianças. Estou feliz. Com Marco estou pensando que as coisas foram a nosso favor e não apenas com a chegada da nossa pequena. Sendo assim, decidimos que não nos serve mais a ajuda preciosa de vocês. Ter-nos oferecido a ajuda fez com que a esperança despertasse em nós e nos deu coragem. Agora, porém, sabemos que vocês podem fazer nascer a esperança em outros que estejam desesperados como estávamos”.

Não fui capaz de dizer outra coisa a não ser “Obrigada!”. Abracei-a em um abraço repleto de todo o reconhecimento, estima e afeto que não gostaria que fossem dispersos.

Fonte: Aleteia

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Claudia Burkill lutou contra um pineoblastoma metastático desde os cinco anos. Tumor cerebral daria a ela pouco tempo de vida, mas há alguns dias os pais receberam a notícia da cura: “Claudia está livre”.

A mensagem emocionada de uma mãe, divulgada no Facebook, marcou o fim de um verdadeiro calvário vivido pela família de Claudia Burkill, uma menina de oito anos, que obteve a cura de um câncer considerado inoperável. Há três anos, ela havia sido diagnosticada com um tumor cerebral, conhecido como pineoblastoma metastásico, que, segundo os médicos que a tratavam, lhe dariam pouco tempo de vida.
Mais de 160 mil pessoas curtiram o relato emocionado de Annie Burkill, postado no sábado (7/6). “Cláudia está limpa. Claudia está livre do câncer. Claudia não está mais classificada como uma doente terminal”, comemorou a mãe da menina ao relatar o momento em que recebeu a chamada telefônica “mais aterrorizante” de sua vida, quando foi informada que sua filha não tinha mais a doença.

A doutora Sophie Wilne havia comunicado, naquele momento, os resultados oficiais dos últimos exames realizados em Claudia. A doença terminal, detectada em junho de 2011, não se manifestava mais. “Um milagre aconteceu”, concluiu Annie Burkill, que demonstrou todo o carinho a todos os que haviam apoiado a campanha feita pela internet para tentar salvar a filha.

 
Além das redes sociais, a família de Claudia havia feito um site, onde contavam em textos e imagens todo o drama vivido pela garotinha. De acordo com os pais dela, o câncer era incrivelmente raro e muito agressivo, com uma taxa de sobrevivência de apenas 5% em todo o mundo.
A menina passou por quimio e radioterapia por diversas vezes, além de um transplante de médula óssea. Em abril de 2012, eles chegaram a acreditar em alguma chance de cura para a jovem, mas em julho do mesmo ano a família recebeu a devastadora notícia de que ela apresentava dois novos tumores cerebrais no cerebelo, além de um grande tumor em uma das vértebras.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

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A menina de apenas 13 anos, mas com uma consciência quase adulta, escreveu 3000 palavras no espelho do seu quarto: este foi o testamento espiritual de Athena Orchard, falecida por causa de um tumor nos ossos.

Um hino à felicidade

É uma exaltação sincera à felicidade, à força e ao amor. Os pais da menina, como escreveu o Huffington Post dia 5 de junho, encontraram a mensagem enquanto, com imensa dor, organizavam os pertences dela no quarto.

“É muito doloroso e ao mesmo tempo surpreendente descobrir os pensamentos mais íntimos da Athena”, contaram ao Daily Mail. “A felicidade (…) talvez não seja o fim do percurso, mas o próprio percurso”, foram as primeiras palavras da carta. “A felicidade é uma direção, não um destino”, completou a menina.

Suas palavras têm grande espaço para o amor. O objetivo, o significado da vida: o amor. “O amor é raro, é como o vento: se pode sentir, mas não se pode ver. A vida é um jogo para todos e o amor é o prêmio”, escreveu Athena.

“Vocês são felizes, são livres: é o único modo para permanecer sempre jovens”. E conclui: “Não é preciso chorar, porque sei que estarão sempre ao meu lado”. Certamente, agora ela reza pelos seus lá do céu.

Athena, como Stephen Sutton

Este tocante testemunho relembra a história de Stephen Sutton, o jovem que comoveu o mundo inteiro por sua sensibilidade humana.

“Vou usar o tempo que me resta como uma oportunidade para enriquecer a minha vida e, mais importante ainda, para tentar melhorar a dos outros por meio da arrecadação de recursos e da prevenção do câncer nos adolescentes”, disse ele, poucas semanas antes de falecer também por causa de um câncer.

Fonte: aleteia.org

Roberto Gómez Bolaños, criador e protagonista do seriado Chaves, conquistou tantos e tantos com a simplicidade e criatividade de seu humor saudável e envolvente. Se você é fã do seriado tem ainda mais razões para agradecer. Por que? Neste pequeno vídeo Chaves testemunha a gratidão por sua mãe não tê-lo abortado mesmo estando com a vida em risco. Assista, compartilhe!

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Descubra quais são as melhores opções de filmes na hora de falar sobre casamento para as crianças.

  • Nos dias atuais a mídia tem sido uma das maiores fontes de influência e tem estado dentro de todos os lares de todo o mundo, participando ativamente das famílias em todas as partes do planeta, através de aparelhos de televisão, internet, aparelhos de celular, cinema, teatro, etc.

    Em contrapartida, temos os pais e outros interessados em ensinar valores importantes às crianças e jovens que tentam selecionar os melhores conteúdos para que as crianças aprendam esses valores. E sabemos que essa não é uma tarefa fácil.

    Às vezes precisamos fazer conforme foi dito certa vez por Joseph B. Wirthlin, um empresário americano, “renunciar a algumas coisas boas, em prol de outras muito boas ou excelentes, pois elas desenvolvem nossa fé (…) e fortalecem a família”. Ao pensar nos valores a serem ensinados a nossos jovens, devemos sim renunciar a alguns programas da mídia, mesmo que alguns sejam considerados bons, mas precisamos ter a coragem de escolher o excelente.

    Um dos valores preciosos tem sido a instituição do casamento. O modo como a mídia expõe as relações matrimoniais nos dia de hoje tem causado muitas inquietações naqueles que acreditam na importância sagrada da união entre um homem e uma mulher na formação de uma família.

    Pensando nessas inquietações, separamos algumas opções de filmes para transmitir à criança a beleza esplendorosa do valor do casamento.

    1. Prova de Fogo

    O filme retrata um casal que está passando por uma crise em seu relacionamento conjugal, causada por vários fatores do dia a dia, tais como: família, egoísmo, orgulho, dinheiro, machismo, entre outros. A parte mais importante é como o marido, mesmo resistindo no início, vai até as últimas circunstâncias para manter o seu casamento.

    2. Compromisso Precioso

    Apresenta a história de um casamento desde quando o casal se conhece, o compromisso do matrimônio, os filhos, até quando eles passam por uma crise de saúde. A mulher adquire mal de Alzheimer e o marido permanece fiel ao compromisso matrimonial e a sua família.

    3. Encontros de casais

    Três casais, desiludidos com o rumo de seus casamentos, decidem participar de um encontro de casais em um resort em um lugar paradisíaco nas montanhas. Enquanto as mulheres acham que podem provocar uma mudança radical em seus companheiros, os homens estão à procura apenas de um pouco de diversão. No entanto, ao chegar lá, seus anfitriões desafiarão cada um deles a enfrentar os dilemas pessoais para curar os problemas conjugais, utilizando alguns métodos não muito convencionais.

    4. Não é Tarde para Recomeçar

    Essa linda história retrata a realidade de um relacionamento desgastado pelo tempo. Jenni (personagem principal) está desesperada por ver seu casamento com Gabriel (personagem principal) desmoronar. Tudo o que eles farão é fazer uma viagem ao passado para tentar reconstruir o amor entre eles, e assim encontrar a solução pra recomeçar!

    5. Eu, Você, Nós para Sempre

    O filme é baseado em fatos reais, Eu, Você, Nós para Sempre conta a história de Dave (Michael Blain-Rozgay), um homem que sente muito a dor de um divórcio não desejado. Em busca de respostas que amenizem seu sofrimento e tragam algum sentido para sua vida, ele começa a participar de um grupo de apoio a pessoas divorciadas.

    6. As Estrelas me Mostram Você

    Esse filme mostra a importância de um amor puro que ficou no passado e reforça a ideia de que as escolhas de hoje irão resultar em consequências para o futuro. O casal aprende a superar suas diferenças olhando pra o alto. Irão saber que as estrelas mostram muito mais do que um lindo céu: “As Estrelas Me Mostram Você”.

    7. A Bela e a Fera

    Animação da Disney que mostra que as aparências, apesar de importantes na escolha do cônjuge, não é o fator primordial. Esse clássico belíssimo tem viajado no tempo para mostrar os caminhos para um matrimônio.

    8. Ponto de decisão

    Um acidente de carro obriga a esposa a suspender temporariamente as suas atividades, e o casal tem que lidar com tentações carnais, problemas financeiros e desafios emocionais que ameaçam o amor que um sente pelo outro.

    9. Doze é Demais

    Uma comédia que conta a história de um casal com 12 filhos que, mesmo com a confusão do dia a dia, quando a mãe precisa viajar e o pai se descobre com os 12 em casa, as aventuras de estarem juntos são emocionantes.

    10. O livro de Rute

    Conta em detalhes a história de Rute, quase como a história de Cinderela. Depois de ficar viúva, Rute decide seguir a sogra na mudança para Israel, até que um romance acontece e ela toca o coração de um homem rico.

    11. O Outro Lado do Céu

    John Groberg (Christopher Gorham) é um jovem missionário que, nos anos 50, embarca em uma longa viagem juntamente com os nativos da ilha Tonga, deixando para trás a noiva e sua família. Ao longo de sua viagem ele escreve cartas para sua noiva relatando suas aventuras para sobreviver em uma terra desconhecida. Ao mesmo tempo, Groberg conhece a cultura local e faz amigos nos 3 anos que passa longe de casa.

    12. Up: Altas Aventuras

    Mostra de forma fácil e dinâmica o lindo relacionamento entre um casal apaixonado. Mostra as dificuldades que eles enfrentam através do tempo. E as dificuldades que o homem enfrenta quando viúvo.

    Agora preparem uma sessão cinema em casa e aproveitem para ensinar alguns valores para a criançada e os filhos baseados nos filmes acima.

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Debby Elnatan é mãe de uma garotinha com paralisia cerebral, o que significa que a menina não pode andar com as próprias pernas. Mas para não ver sua filha crescer frustrada por não conseguir se movimentar como as outras crianças, Debby criou um dispositivo muito simples.

Trata-se de uma espécie de cinto que prende a criança às pernas da mãe, permitindo que a menina fique ereta e tenha a sensação insubstituível de dar seus próprios passos. O mais legal é que essa ideia deu tão certo, que Debby resolveu compartilhar essa inovação com outras mães e crianças que se encontram nessa mesma situação.
Com o nome de “The Firefly Upsee”, o dispositivo será lançado no mercado e estará disponível a partir do dia 7 de abril, por aproximadamente U$ 500,00 (ou cerca de R$ 1.100, no câmbio atual).

Aprovado

Alguns pais já testaram o cinto com seus filhos e só têm a elogiar a invenção.

“Ele nos permite fazer muitas coisas e ir a muitos lugares que não podíamos ir antes”, disse Stacy Warden, mãe de um menino de 5 anos de idade que também tem paralisia cerebral.

E, para ela, o Upseen também traz benefícios emocionais para as crianças. Seu filho, por exemplo, não parar de rir e gargalhar enquanto está se movimentando com a ajuda do aparelho, o que faz com que os primeiros passos sejam ainda mais emocionantes.

Maura McCrystal, que também é mãe de uma criança com paralisia cerebral, contou que usou o Upseen para fazer com que seu filho pudesse jogar bola com o pai e os irmãos pela primeira vez. “Ver ele jogar bola como qualquer outro menino de 5 anos de idade foi realmente muito emocionante”, conta.

Está aí mais um bom exemplo de como a criatividade e a inovação podem mudar, e muito, a vida de muitas pessoas.

 

 

 

Fonte: http://hypescience.com/