manipulação  genética
A engenharia genética é uma área de estudo que, no decorrer dos últimos anos, vem permitindo que seja possível manipular, identificar e multiplicar genes de um organismo, podendo modificar o DNA das células vivas. Com isso, a vida tornou-se “manipulável”.
Estudos futuros talvez possibilitem a criação de formas que descartem ou diminuam os efeitos de genes que codificam uma doença, dando liberdade aos pais de escolherem entre ter o filho ou não.
Fátima Oliveira, sem seu livro “Engenharia Genética: o sétimo dia da criação”, alega que as manipulações genéticas e seus produtos já existem, e mostra que manipular o DNA e modificar o código da vida é uma forma de conceber muito poder aos seres humanos.
Citando princípios de John Locke, Kant e John Stuart a respeito da autodeterminação – a autonomia do ser humano sobre si próprio, seu corpo e mente – podemos fazer uma analogia com o código genético: como propriedade individual, este indivíduo e somente ele, seria responsável pela escolha na modificação dos genes, decisão que poderia acarretar em uma mudança no curso natural da vida.
Lucien Sfez, professor de Ciências Políticas da Universidade de Paris I, alerta para o risco de essas manipulações poderem transformar a espécie humana em “desconhecida, monstruosa, anormal”. Esta ideia de suscetibilidade ainda levantou outras afirmações, como a de Joaquim Clotet, professor de Bioética da Pontifica Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul, de que “o genoma (código genético, DNA), ainda que propriedade de cada um, é componente de um patrimônio de toda a humanidade, já que o indivíduo está nela inserido”. Uma manipulação no genoma do indivíduo traria efeitos sobre seus descendentes e, consequentemente, sobre a humanidade.
Dentro de uma sociedade, a criação do código genético de um ser humano traz mais uma vez à tona, também, a discussão da eugenia – criar alguém como “bem-nascido” – prática que foi comum durante o nazismo. Bebês geneticamente “planejados” in vitro teriam seus genes alterados, a fim de retirar-lhes os causadores de doenças ou selecionar a ele as melhores condições físicas e mentais. Seguindo o raciocínio de preservação dos “bem-nascidos”, o padrão especificado pela sociedade (embrião alterado) seria mantido e os não utilizados seriam descartados.
E os poucos embriões que nascessem pela maneira convencional? Seriam eles considerados “inválidos”, já que apresentariam todos o histórico de doenças e problemas, não eliminados pela manipulação do DNA?
Atualmente, já existem testes genéticos capazes de prever a chance de certas doenças graves se manifestarem, e futuramente, a engenharia genética pode se desenvolver até que seja possível prevenir o aparecimento de certas doenças ou mesmo erradicá-las do genoma de nossos filhos (o que já ocorre com doenças ligadas ao cromossomo X, através da reprodução assistida).
Do mesmo modo, com o avanço da engenharia genética, talvez seja possível controlar as características codificadas pelos genes, podendo assim gerar indivíduos com características pré-determinadas como, por exemplo, pigmentação da pele, dos olhos e, quem sabe, até a inteligência.
Porém, a grande questão é: se pudermos manipular nossos genes para evitar doenças e outros problemas genéticos, o que evitará a manipulação de todas as outras características, simplesmente por conveniência e beleza?
Será isso, então, uma nova evolução da espécie humana, em que ela atua mais como um fator selecionador, do que como um indivíduo selecionado, gerando descendentes “perfeitos”, com as características mais desejáveis, elevando a humanidade a um estado evolucionário ainda mais superior? Ou estaremos transformando nossos filhos em nada mais que produtos, com características mais agradáveis a nós e à sociedade, criando uma nova forma de preconceito com os que não tem acesso a tal tecnologia ou mesmo não desejam se utilizar dela?
Será também que nossa humanidade, nossa identidade, nossa singularidade, não são resultados do acaso genético, do imprevisto, e a partir do momento que passamos a manipular os genes visando às características que eles codificarão, não estaremos “silenciando” o acaso e, por consequência, a nossa identidade e singularidade?

Fonte: UNESP Rio Claro – Biosferas: Artigos sobre Biotecnologia

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Se não fosse a capacidade da ideologia de gênero de tornar muitas pessoas infelizes, vivendo em uma trágica confusão, a verdade é que ela seria fonte de momentos memoráveis, dignos de uma antologia de humor. O papo-furado dos ideólogos de gênero se presta a piadas de todo o tipo. Eles se empenham em impor um autêntico disparate: os sexos não existem, são construções culturais e, por isso, podemos redefinir a nossa identidade sexual como quisermos.

Essa loucura, uma alucinação completamente desconectada da realidade, é chamada por eles de direito. É como se alguém se empenhasse em dizer que a lei da gravidade é uma construção cultural, uma imposição do “terrenismo” que não quer nos deixar voar, e então defender o direito de abrir a janela e sair passeando pelo ar, se assim quisermos. Mas é claro: quem sofre as previsíveis consequências de abrir a janela e dar um passo no ar nunca é o sisudo teórico, mas algum desavisado que lhe deu crédito.

Um dos âmbitos que acabou de deixar ainda mais claro a falta de sentido da ideologia de gênero são os Jogos Olímpicos. Uma nova normativa do Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que atletas “transgêneros” participassem das competições do sexo com qual dizem se identificar, sem necessidade de cirurgia. Não entraremos na questão da cirurgia (como se uma operação, que mutile ou acrescente algo, somada à ingestão de alguns hormônios, fosse capaz de transformar por mágica um homem em uma mulher ou vice-versa).

Porém, alguém percebeu que as competições femininas poderiam acabar inundadas de homens que, devido à diferença de compleição física, conquistassem a maioria das medalhas. Então, o COI teve que acrescentar as letrinhas pequenas do contrato: para que Rio 2016 não seja uma piada, as mulheres que dizem se sentir homens poderão competir nas provas masculinas, mas o caso contrário ganhou restrições adicionais. Os homens que dizem se sentir mulheres deverão manter, por exemplo, os níveis de testosterona dentro de certos limites, pelo menos durante um ano antes da competição. Ou seja: iguais, mas não tanto. O sexo é uma construção cultural… Exceto se você for homem e quiser competir em categorias femininas.

A realidade acaba se impondo sobre a ideologia de gênero. Os homens que alimentaram o sonho de ganhar uma medalha olímpica, mesmo que fosse em uma categoria feminina, podem tirar o cavalinho da chuva.

Jorge Soley, presidente de European Dignity Watch

Tradução: Felipe Koller

A versão original deste artigo publicado em espanhol está disponível no site Actuall.

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/ 

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Grupo de estudo para implantar o aborto

Já em 2007, foi criado o GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto) que diz em seu próprio site, que é “uma entidade multidisciplinar que reúne médicos, juristas, antropólogos, movimentos de mulheres, psicólogas, biólogos e outras atividades. Não é uma OnG e não tem verbas próprias. Conta com inestimável apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Seu foco é capilarizar a discussão do tema ABORTO sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime.”.

Ainda em 2010, o coordenador do Grupo de Estudos para legalizar o aborto no Brasil, constituído pelo governo brasileiro, pago com recurso público, disse que a intenção não é apenas despenalizar o aborto, mas “a ideia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime”. Grupo este formado por militantes e OnGs que promovem o aborto no Brasil, inclusive fez parte o Dr. Adson França, representante do Ministério da Saúde.

A reeleição de Dilma e as últimas cartadas

Em 26 de agosto de 2010, a Comissão Episcopal Representativa do Regional Sul 1 da CNBB acolheu e recomendou a “ampla difusão” do documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, alertando a população sobre a agenda abortista do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, o documento recebeu o pleno apoio de diversos bispos, entre eles Dom João Wilk, Bispo Diocesano de Anápolis.

Mas, infelizmente a candidata do PT foi eleita presidente da República e pudemos presenciar quatro anos de investidas da cultura da morte. Foi durante o seu governo que o Supremo Tribunal Federal (cujos ministros em sua maioria foram nomeados por Lula ou Dilma), usurpando função do Congresso Nacional, legalizou a “união estável” de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas. Foi durante o governo Dilma (junho de 2012) que o Ministério da Saúde anunciou que iria “restringir os danos” do aborto através da oferta às mulheres do abortivo misoprostol (Cytotec) e do atendimento hospitalar às gestantes após terem provocado aborto em si mesmas. O plano, porém, foi barrado pela bancada pró-vida do Congresso Nacional, que solicitou ao Ministério da Saúde informações sobre o contrato celebrado – e várias vezes prorrogado – com a Fundação Osvaldo Cruz para “despenalizar o aborto no Brasil”.

Em 1º de agosto de 2013, logo após a saída de Papa Francisco do nosso país, Dilma sancionou a Lei 12.845/2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. Essa lei, que ficou conhecida com Lei Cavalo de Tróia, tinha sido proposta em 1999 pela deputada petista Iara Bernardi (PT/SP), mas foi o Ministro da Saúde Alexandre Padilha que em 20/02/2013 pediu ao presidente da Câmara deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) que votasse e aprovasse a proposta em regime de urgência, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O texto foi aprovado às pressas, tanto na Câmara como no Senado, sem que os parlamentares pudessem perceber que, na verdade, o único objetivo da proposição era expandir o aborto ilegal por todo o país[1]. Com a lei agora em vigor, “todos os hospitais da rede integrante do SUS” deverão fornecer às (supostas) vítimas de violência a informação falsa de que elas têm direito ao aborto e deverão indicar “todos os serviços sanitários” disponíveis para praticá-lo.

Para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal, o Ministério da Saúde, editou a Portaria n. 415, de 21 de maio de 2014, que “inclui o procedimento interrupção da gestação / antecipação terapêutica do parto previstas em lei (!?) e todos os seus atributos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS”[2]. Para cada aborto ilegal a portaria prevê o financiamento de R$ 443,40, a serem extraídos dos nossos impostos.

Talvez percebendo o impacto negativo dessa portaria sobre a população neste ano eleitoral, o governo resolveu revogá-la por meio da Portaria 437, de 28 de maio de 2014[3].

Comentando sobre a Lei 12.845/2013, que continua em vigor, Dilma disse que ela passou a garantir que o “atendimento” (que inclui o abortamento) seja “imediato e obrigatório” em todos os hospitais do SUS[4].

Em caso de reeleição, porém, o Ministério da Saúde deve editar uma nova portaria para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal. É o que pensa a União de Juristas Católicos de São Paulo:

A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) previu que após as eleições de 2014, caso Dilma fosse reeleita, os brasileiros seriam surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS.

Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”.

E foi o que aconteceu, em 21 de maio de 2014, Dilma Rousseff publicação a Portaria nº 415, que sancionou a Lei 12.845, abrindo assim brechas para a prática do aborto no sistema SUS, com recurso público.

Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. ‘Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público’, explicou o jurista[5].

O deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), depois de ter pedido publicamente perdão por ter votado pela aprovação da Lei 12845/2013, apresentou um projeto para revogá-la. É o Projeto de Lei 6033/2013. O deputado Givaldo Carimbão (PROS/AL) apresentou um requerimento de urgência para a votação do PL 6033/2013.

No dia Internacional das Mulheres deste ano, um ato com o tema: “Mulheres nas ruas por liberdade, autonomia e democracia para lutar pela legalização do aborto, contra o ajuste fiscal e reforma da previdência e o fim da violência” foi amplamente apoiado e promovido pelo PT. Mas, felizmente, o tema sequer foi novamente adiado para votação na Câmara dos Deputados.

Em 2015, o O deputado federal Victório Galli (PSC) denunciou que o Governo do PT patrocinava o ativismo de extrema-esquerda. “Além de defender a legalização de drogas, o desarmamento civil e a liberdade sexual, incluem como bandeira a legalização do aborto”, disse o parlamentar mato-grossense que vê no governo a defesa de um lado só do debate.

“Estão patrocinando a destruição de valores que permearam a construção da civilização ocidental”, disparou Galli. O deputado denuncia que muitos destes movimentos patrocinados pelo governo usam do direito de se manifestar para agredir a sociedade. O último caso grave foi produzido pela Parada Gay, “que debochou do próprio Deus, Jesus Cristo”, disse.

Segundo ele, “perderam a noção”. Galli denuncia ainda que estão usando de crianças nestes manifestos, como ocorrido na “marcha das vadias”. O parlamentar afirmou que atitudes como estas contrariam o próprio estatuto da criança e do adolescente. Estes movimentos defendem a legalização de drogas, do aborto e da prostituição. “Isso destrói lares, famílias e vai contra os princípios cristãos”, disparou.

O parlamentar denuncia que o governo do PT está apoiando, financiando e patrocinando ONGs ligadas a grupos abortistas internacionais, como Cfemea; Instituto Patrícia Galvão; Cunhã Coletiva Feminista entre outras.

Galli lembrou que a maioria esmagadora dos brasileiros é contra o aborto. Pesquisas de opinião avaliaram diversas bandeiras ideológicas do PT e, mesmo o Governo apoiando instituições abortistas, tendo diversos veículos de comunicação na mesma linha de pensamento, a população continua firme na proteção da vida e dos valores cristãos. “Recentemente tivemos uma propaganda onde atores da Rede Globo declaram apoio a causa abortista e anti-cristã, além de debochar de Maria, mãe de Jesus Cristo, o vídeo postado no Youtube foi um dos mais rejeitados, pelos internautas, no ano de 2015, com mais de 206 mil cliques de repúdio contra 35 mil curtidas”, informou.

Um decreto pró-totalitarismo

A agenda abortista do PT seria muito mais facilmente posta em prática se não houvesse a oposição do Congresso Nacional. O Decreto 8243, assinado pela Presidente Dilma em 23 de maio de 2014, pretende, na opinião do jurista Ives Gandra, tornar inexpressivo o Congresso Nacional e aparelhar o Executivo com movimentos sociais aliados do governo (por exemplo, o MST e a UNE)[6]. Esse decreto institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS)[7]. Tudo isso para “consolidar a participação social como método de governo” (art. 4º, I), fortalecendo a “atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil” (art. 1º, caput). No conceito de “sociedade civil” estão incluídos os “movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados” (art. 2º, I). Serão criados “conselhos” e “comissões” de políticas públicas, compostos por “representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil” (art. 10, I; art. 11, I). Não se diz o modo como se dará essa eleição ou indicação, mas certamente não será pelo “sufrágio universal” nem pelo “voto direto e secreto, com valor igual para todos” (art. 14, caput, CF), como prevê nossa Constituição. Segundo editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável”[8].

Com a intenção de sustar os efeitos desse decreto pró-totalitarismo, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) apresentou em 2 de junho de 2014 o Projeto de Decreto Legislativo n. 117 (PDS 117/2014). O relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Senador Pedro Taques (PDT/MT), deu parecer favorável ao projeto. Aguarda-se a entrada na pauta para votação.

A Ideologia de Gênero e a luta do Governo para destruir a família brasileira

Além da luta para aprovar amplamente o aborto no Brasil, o Governo trabalhou com afinco em busca da criação de leis que ameaçam a família, exemplo disso é o Projeto de Lei da Câmara n. 122/2006, conhecido nos meios cristãos como lei da “mordaça gay”e originariamente apresentado pela deputada Iara Bernardi (PT-SP) modificando várias normas do Direito brasileiro e criminalizando a chamada “homofobia”, recebeu um substitutivo, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS).

O relatório do parlamentar petista pretende colocar panos quentes em toda a discussão gerada pelo projeto original. “Ouvimos todos e não entramos na polêmica da homofobia. Essa foi a primeira mudança para elaboração desse relatório”[9], diz o texto do novo projeto. No entanto, mesmo sem entrar “na polêmica da homofobia”, o novo PLC 122 traz uma arma perigosa e ainda mais letal: a ideologia de gênero. O instrumento para ludibriar a população continua sendo a manipulação da linguagem, pelo qual é inoculado em termos aparentemente inofensivos um conteúdo ideológico e revolucionário. Assim, se o antigo texto disfarçava sob a expressão “homofobia” qualquer discordância da agenda homossexual, o novo texto esconde a ideia de que as pessoas não apenas recebem sua sexualidade como um dado biológico, mas são responsáveis por construir sua “identidade de gênero” – o termo aparece 5 vezes no substitutivo do senador Paulo Paim. Ou seja, embora a ênfase tenha mudado, a perversão continua.

As modificações introduzidas no texto do projeto de lei integram um script pré-concebido para desestabilizar totalmente a família tradicional. Ao contrário do que os meios de comunicação mostram, este processo de subversão não é algo “automático”, como se o reconhecimento de “novas configurações” de família fosse uma expressão do zeitgeist (“espírito dos tempos”) ou do “progresso” da civilização. Trata-se de um programa de ação sistemática idealizado justamente para destruir a família, já que esta, da forma como é concebida pela moral judaico-cristã, é um empecilho para que aconteça a revolução comunista tanto querida por Karl Marx. Para identificar isto, basta que se leia o famoso “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, iniciado por Marx, mas concluído por Engels; basta que se procurem as obras dos ideólogos de gênero, para descobrir quais são seus verdadeiros intentos.

Já que a família tradicional não está tragicamente fadada a desaparecer, a menos que os seus defensores fiquem de braços cruzados, é importante que os cristãos e conservadores deste país se juntem neste esforço político comum: combater a implantação da agenda de gênero na sociedade brasileira.

O que os socialistas realmente querem é a destruição da moral judaico-cristã, e não o reconhecimento de supostos “direitos homossexuais”. Os marxistas estão a utilizar os homossexuais como “ponta de lança”, pois é sabido que, nos regimes comunistas de Stálin, Mao e Fidel Castro, foram justamente os homossexuais os primeiros a morrer, ora fuzilados em “paredões”, ora oprimidos em campos de concentrações. Isto explica por que, diante de padres e pastores tentando ser fiéis à sua religião, o movimento gayzista faz um alarde, mas, diante dos crimes perpetrados pelas ditaduras socialistas contra os homossexuais, eles se calam: o movimento LGBT é amplamente subvencionado pelo marxismo cultural.

Em resumo, muitas foram as ações do governo e dos partidos aliados da esquerda para promover uma cultura contra a vida e contra a família. Continuaremos nossa luta em favor da vida contra toda e qualquer influência política e ideológica que deseje promover a nefasta cultura de morte em nosso país e no mundo inteiro.

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[1] Falo em aborto ilegal por redundância, uma vez que no Brasil, todo aborto é proibido por lei. O artigo 128, II do Código Penal contém apenas uma escusa absolutória, ou seja, uma não aplicação da pena após o delito consumado quando a gravidez resulta de estupro, mas nunca uma permissão prévia para abortar.
[2]http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=22/05/2014& jornal=1&pagina=60&totalArquivos=104
[3]  http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=40&
data=29/05/2014
[4] http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-defende-aborto-na-saude-publica-por-motivos-medicos-legais-12712379
[5] Padre Michelino ROBERTO. União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: ‘Teremos surpresas após as eleições’, O São Paulo, Edição 3006 – 10 a 16 de junho de 2014, p. 11.
[6] http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1467665-ives-gandra-da-silva-martins-por-um-congresso-inexpressivo.shtml
[7] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm
[8] http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,mudanca-de-regime-por-decreto-imp-,1173217

[9] Substitutivo do Projeto de Lei da Câmara nº 122, de 2006 – Senado

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Grupo de médicos dos EUA emite declaração explicando, cientificamente, por que ideologia de gênero é nociva para as crianças.

Uma associação de pediatras dos Estados Unidos declarou, no último dia 21 de março, através de seu site na Internet, que “a ideologia de gênero é nociva às crianças” e que “todos nascemos com um sexo biológico”, sendo os fatos, e não uma ideologia, que determinam a realidade.

A declaração da American College of Pediatricians expõe 8 razões para os “educadores e legisladores rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem” a teoria de gênero. A iniciativa dos médicos se soma a inúmeras outras, provindas das mais diversas áreas de informação, para conter o que o Papa Francisco chamou de “colonização ideológica”. Em 2010, por exemplo, um importante documentário conseguiu desmontar, pelo menos em parte, a estrutura universitária que financiava essa ideologia na Noruega. O programa trouxe o parecer de vários especialistas, dos mais diversos campos científicos, que expuseram a farsa da teoria de gênero.

Agora, a medicina vem respaldar mais uma vez a verdade sobre a família.

A íntegra da nota escrita pelos pediatras norte-americanos pode ser lida a seguir.

A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade.

1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentindo do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.

7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?

8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero”, onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras

Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico

Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital

transex

A verdade nua e crua, desde o início

Os primórdios do movimento transgênero perderam-se hoje em meio à campanha pela aceitação, tolerância e direitos dos transgêneros. Se mais pessoas tivessem consciência da sombria e problemática história da cirurgia de mudança de sexo, talvez não seríamos tão rápidos em pressionar as pessoas para que a fizessem.

As primeiras cirurgias de mudança de sexo (a maioria do masculino para o feminino) foram realizadas em clinicas universitárias; começaram na década de 1950 e progrediram ao longo das décadas de 1960 e 1970. Quando os pesquisadores contabilizaram os resultados e não encontraram prova objetiva de que a prática era bem-sucedida – e, na verdade, encontraram evidência de que era prejudicial -, as universidades deixaram de realizar a cirurgia de mudança de sexo.

Desde então, cirurgiões da rede privada começaram a ocupar o lugar das universidades. Sem nenhuma análise minuciosa ou sem responsabilizar-se pelos resultados, a prática cresceu, deixando como resultado a vergonha, o arrependimento e o suicídio.

Os Pais Fundadores do Movimento Transgênero

O movimento transgênero começou como a invenção de três homens que compartilhavam o mesmo vínculo: os três eram ativistas da pedofilia.

A história começa com o infame Dr. Alfred Kinsey, um biólogo e sexólogo cujo legado perdura até hoje. Kinsey acreditava que todos os atos sexuais eram legítimos – inclusive a pedofilia, a bestialidade, o sadomasoquismo, o incesto, o adultério, a prostituição e o sexo em grupo. Ele autorizou experiências desprezíveis com crianças e bebês a fim de reunir informação para justificar sua opinião de que crianças de qualquer idade gostavam de manter relações sexuais. Kinsey defendia a normalização da pedofilia e fazia lobby contra leis que protegiam crianças inocentes e puniam predadores sexuais.

O transexualismo foi acrescentado ao repertório de Kinsey quando lhe apresentaram o caso de um garoto afeminado que queria se tornar uma menina. Kinsey consultou um conhecido, um endocrinologista chamado Dr. Harry Benjamin. Travestis, homens que se vestiam como mulheres, eram bem conhecidos. Kinsey e Benjamin viram aquilo como oportunidade de transformar um travesti fisicamente, muito além do vestuário e da maquiagem. Kinsey e Benjamin tornaram-se colaboradores profissionais do primeiro caso do que Benjamin chamaria mais tarde de “transexualismo”.

Benjamin pediu que vários psiquiatras avaliassem o garoto para possíveis procedimentos cirúrgicos que pudessem tornar sua aparência feminina. Eles não entraram em consenso sobre a conveniência de uma cirurgia que tornasse sua aparência feminina. Isso não parou Benjamin. Por conta própria, ele começou a realizar uma terapia com hormônio feminino no garoto. Ele foi à Alemanha para uma cirurgia parcial, e Benjamin perdeu o contato com ele, impossibilitando qualquer acompanhamento de longo prazo.

A trágica história dos gêmeos Reimer

O terceiro co-fundador do atual movimento transgênero foi o psicólogo Dr. John Money, um dedicado discípulo de Kinsey e membro de uma equipe de pesquisa sobre transsexualismo coordenado por Benjamin.

O primeiro caso transgênero de Money ocorreu em 1967, quando um casal canadense, os Reimers, lhe pediu para reparar circuncisão mal feita em seu filho de dois anos, David. Sem qualquer justificação médica, Money realizou uma experiência para fazer sua fama e impulsionar suas teorias sobre gênero, sem se importar com as consequências na vida da criança. Money disse aos pais perturbados que a melhor maneira de garantir a felicidade de David era transformar cirurgicamente sua genitália masculina em feminina e cria-lo como menina. Como muitos pais fazem, os Reimers seguiram a ordem do médico, e David tornou-se Brenda. Money garantiu aos pais que Brenda se adaptaria à vida como menina e que ela jamais saberia a diferença. Ele disse aos pais que eles deveriam manter segredo sobre isso, e assim o fizeram – ao menos durante um tempo.

Médicos ativistas como o Dr. Money sempre aparentam ser brilhantes inicialmente, principalmente se controlam a informação que a mídia divulga. Money fez um jogo hábil de “pegue-me se for capaz”, relatando o sucesso da mudança de sexo do menino à comunidade médica e científica e construindo sua reputação como o maior especialista no emergente campo da mudança de sexo. Passariam décadas antes que a verdade fosse revelada. Na realidade, a “adaptação” de David Reimer para a vida como menina foi completamente diferente dos entusiasmados relatos forjados por Money em artigos acadêmicos. Aos 12 anos, David estava severamente deprimido e recusou-se a ver Money novamente. Seus pais, desesperados, romperam o segredo e contaram-lhe a verdade sobre a mudança de sexo. Aos 14 anos, David escolheu desfazer a mudança de sexo e viver como garoto.

No ano 2000, com 35 anos, David e seu irmão gêmeo finalmente divulgaram o abuso sexual que o Dr. Money lhes havia infligido na privacidade do seu escritório. Os dois contaram como o Dr. Money tirou fotos deles nus quando eles tinham apenas sete anos de idade. Mas fotografias não eram suficientes para Money. O médico pedófilo também forçou os meninos a realizarem atividades sexuais incestuosas.

As consequências do abuso de Money foram trágicas para os dois meninos. Em 2003, apenas três anos após a divulgação do seu passado dolorido, o irmão gêmeo de David, Brian, morreu de overdose provocada voluntariamente. Pouco tempo depois, David também cometeu suicídio. Money finalmente havia sido denunciado como uma fraude, mas isso não ajudou os pais sofredores cujos gêmeos agora estavam mortos.

A revelação dos resultados e tendências fraudulentos das pesquisas de Money também veio tarde demais para pessoas que sofriam de problemas sexuais. Naquele momento, a cirurgia [de mudança de sexo] já estava bem estabelecida, e ninguém se importou com o fato de que um dos seus criadores havia sido desacreditado.

Resultados da Universidade Johns Hopkins: a cirurgia não traz nenhum alívio

O Dr. Money tornou-se o co-fundador de uma das primeiras clínicas universitários de mudança de sexo nos Estados Unidos, na Universidade Johns Hopkins, onde a cirurgia de mudança de sexo era realizada. Depois que a clínica já operava já muitos anos, o Dr. Paul McHugh, diretor de psiquiatria e ciência comportamental em Hopkins, queria mais do que as garantias de sucesso que Money havia dado imediatamente após a cirurgia. McHugh queria mais evidências. No longo prazo, os pacientes estavam realmente melhores depois da cirurgia?

McHugh designou ao Dr. Jon Meyer, presidente da clínica em Hopkins, a tarefa de avaliação dos resultados. Meyer escolheu cinquenta pessoas dentre as que havia sido tratadas na clínica, tanto aqueles que se submeteram à cirurgia de mudança de sexo como aqueles que não fizeram a cirurgia. Os resultados desse estudo refutaram completamente as alegações de Money sobre os resultados positivos da cirurgia de mudança de sexo. O relatório objetivo não mostrou nenhuma necessidade médica para a cirurgia.

Em 10 de agosto de 1979, o Dr. Meyer anunciou seus resultados: “É errado dizer que esse tipo de cirurgia cura um distúrbio psiquiátrico. Agora temos evidências objetivas de que não há diferença real na adequação do transexual à vida em termos de emprego, realização educacional, ajuste marital e estabilidade social”. Posteriormente, ele disse ao The New York Times: “Minha impressão pessoal é que a cirurgia não é um tratamento adequado para uma desordem psiquiátrica, e está claro para mim que esses pacientes têm problemas psicológicos graves que não desaparecem depois da cirurgia”.

Menos de seis meses depois, a clínica de mudança de sexo da Universidade Johns Hokins foi fechada. Outras clínicas do mesmo tipo filiadas a universidades em outros lugares do país também seguiram o mesmo caminho, abandonando completamente a realização da cirurgia de mudança de sexo. Os resultados positivos não eram relatados em lugar algum.

Resultados do Colega Benjamin: Muitos Suicídios

Não foi apenas a clínica da Johns Hopkins que relatou falta de resultados da cirurgia. Mais ou menos na mesma época, sérios questionamentos sobre a eficácia da mudança de sexo foram feitos por um colega do Dr. Harry Benjamin, o endocrinologista Charles Ihlenfeld.

Ihlenfeld trabalhou com Benjamin durante seis anos e ministrou hormônios sexuais a 500 transexuais. Ihlenfeld deixou Benjamin chocado ao anunciar publicamente que 80% das pessoas que queriam mudar de sexo não deveriam fazê-lo. Ihlenfeld disse: “Há muita infelicidade nas pessoas que fizeram a cirurgia… Muitas delas acabam se matando”. Ihlenfeld deixou de ministrar hormônios a pacientes que sofriam de disforia sexual, mudou de especialidade e tornou um psiquiatra, a fim de oferecer a esses pacientes o tipo de ajuda do qual, acreditava, eles realmente precisavam.

Devido ao estudo realizado na Universidade Johns Hopkins, ao fechamento de sua principal clínica e ao alerta dado por Ihlenfeld, os defensores da cirurgia de mudança de sexo precisavam de uma nova estratégia. Benjamin e Money procuraram seu amigo, Paul Walker, PhD, um ativista homossexual e transgênero que, eles sabiam, compartilhava de sua paixão pela disponibilização de hormônios e pela cirurgia. Sob a direção de Paul Walker, formou-se um comitê com o objetivo de delinear padrões de tratamento para transgêneros os quais promovessem a agenda dos três. O comitê incluía um psiquiatra, um ativista da pedofilia, dois cirurgiões plásticos e um urologista, e todos se beneficiariam financeiramente por manterem disponível a cirurgia de mudança de sexo a todos os que quisessem fazê-la. “Os Padrões Internacionais de Tratamento Harry Benjamin” foram publicados em 1979 e deram nova vida à cirurgia de mudança de sexo.

Minha experiência com o Dr. Walker

Eu mesmo sofri bastante para acertas as contas com o meu sexo. Em 1981, procurei o Dr. Walker para pedir-lhe ajuda, o homem que havia escrito os padrões de tratamento. Walker disse que eu sofria de disforia sexual. Apenas dois anos depois de tanto o estudo da Johns Hopkins como as declarações públicas de Ihlenfeld terem chamado a atenção para o elevado risco de suicídio associado à mudança de sexo, Walker, embora tivesse pleno conhecimento dos dois relatórios, assinou minha carta de aprovação para tomar hormônios e realizar a cirurgia.

Sob a orientação dele, eu fiz a cirurgia de mudança de sexo e vivi durante oito anos como Laura Jensen. Ao fim e ao cabo, tomei coragem para admitir que a cirurgia não havia resolvido nada – ela apenas encobriu e exacerbou problemas psicológicos mais profundos. A decepção e a falta de transparência pelas quais eu passei na década de 1980 até hoje circundam a cirurgia de mudança de sexo. Pelo bem de outros que lutam contra a disforia sexual, não posso ficar calado.   

É intelectualmente desonesto ignorar os fatos de que a cirurgia nunca foi um procedimento médico necessário para tratar a disforia sexual e de que o uso de hormônios sexuais pode ser prejudicial. Os ativistas transgênero de hoje, descendentes de Kinsey, Benjamin e John Money, mantêm viva a prática medicamente desnecessária da cirurgia de mudança de sexo por meio do controle do fluxo de informações publicadas e do silenciamento de pesquisas e histórias pessoais que falam do arrependimento, infelicidade e suicídio experimentados por aqueles que fazem essa cirurgia. Resultados negativos só são reconhecidos como uma maneira de culpar a sociedade por sua transfobia.

Os clientes transgênero que se arrependem de ter tomado esse caminho muitas vezes são tomados pela vergonha e pelo remorso. Em mundo de ativismo pró-transgênero, aqueles que se arrependem de sua decisão têm poucos lugares aos quais recorrer. No meu caso, foram necessários anos para reunir a coragem de erguer-me e falar sobre o arrependimento.

Apenas gostaria que o Dr. Paul Walker fosse obrigado a me falar sobre os dois relatórios quando eu o consultei: o estudo da Universidade Johns Hopkins mostrando que a cirurgia não aliviava problemas psicológicos graves, e a observação de Ihlenfeld sobre a permanente infelicidade dos transgêneros e a alta incidência de suicídio após o uso de hormônios e a realização da cirurgia. Talvez essa informação não tivesse me impedido de tomar aquela decisão desastrosa, mas ao menos eu teria tomado conhecimento dos riscos e da dor que me esperavam.

Walt Heyer é um autor e conferencista que deseja ajudar a todos os que se arrependem de terem feito a cirurgia de mudança de sexo. Por meio de sua página de internet, SexChangeRegret.com, e seu blog,WaltHeyer.com, Heyer traz a público a incidência de arrependimento e as trágicas consequências da realização da cirurgia. Publicado com a permissão do Witherspoon Institute.

Fonte: NOTIFAM.COM

familia alvo

Na sua base estão atores «com grande poder político e financeiro» que se regem por uma «agenda extremamente secular», diz Marguerite Peeters.

Marguerite Peeters, consultora do Vaticano para as áreas dos Leigos e da Cultura, diz que existe hoje uma estratégia de ataque à família, promovida por atores “com grande poder político e financeiro que puxam os cordelinhos da liderança global”.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, a especialista em Diálogo Intercultural, que há mais de 20 anos monitoriza a atividade das Nações Unidas, fala num “sistema corrompido” cujas decisões são determinadas por “parceiros de uma agenda extremamente secular”.

A responsável diz que o que está em causa é uma nova ética, pós-cristã, que vai contra os valores que a Igreja Católica defende para a família, e que se expressa na atuação de organizações não estatais que gozam hoje de grande influência no plano internacional.

Organizações como a Federação Internacional do Planeamento Familiar, na área do planeamento familiar, da contraceção, do aborto; corporações ligadas à indústria farmacêutica, que tem procurado “abrir o mercado de contracetivos em África e em outros países em desenvolvimento”.

“Se nós atentarmos à agenda desta nova ética, que propõe por exemplo a saúde reprodutiva, o acesso universal aos métodos contracetivos, o chamado aborto seguro, seguro para a mulher mas não para o bebé, são todo um tipo de questões que desconstroem a família, a moralidade, a cultura, a fé”, realça Marguerite Peeters.

Para a consultora da Santa Sé, o que realmente deveria ser salvaguardado “é o desenvolvimento integral das pessoas, o que não está a acontecer porque existem outros interesses que se sobrepõem e que são ideológicos”.

“Nós tivemos agora o Sínodo dos Bispos dedicado à Família e não é segredo nenhum para ninguém que as famílias estão envoltas numa crise muito séria, não apenas por causa dos números de divórcios mas pelos jovens que já não casam, pelos novos estilos de vida que temos, a agenda gay, por conceitos como a igualdade de género”, acrescenta.

Marguerite Peeters considera esta questão ainda mais “dramática” quando o que se está a verificar é que “se estão a exportar estilos de vida ocidentais para sociedades que ainda valorizam a família”.

Para a investigadora belga, a Igreja Católica tem um duro trabalho pela frente, no “apoio e proteção” às famílias católicas.

“É essencial que as crianças possam crescer num ambiente cristão forte, e depois temos o desafio dos jovens, que já vêm de famílias desfeitas e que não têm uma base de fé sólida, portanto, há um trabalho de misericórdia mas também de evangelização desses jovens e de tentar reforçar esta ligação entre a felicidade e o compromisso”, complementa a consultora do Vaticano.

Marguerite Peeters lançou recentemente, a propósito destas questões, uma obra intitulada “A Globalização da Revolução Cultural Ocidental”, já à venda em Portugal.

Fonte original

vale-tudo-genero-nas-escolas-terrivel-blog

Para destruir a lei natural dos corações humanos, nada melhor do que começar com a infância: quanto mais cedo as mentes humanas recebem as ideias, tanto mais elas se arraigam e mais difícil se torna tirá-las.

Este é, sem dúvida, um fato assustador, mas, de todas as cartilhas e livros produzidos para a instrução infanto-juvenil, praticamente nenhum material é capaz de tratar o tema “sexo” sem ofender o pudor das crianças ou desvirtuar a conduta moral dos jovens.

As apostilas distribuídas nas escolas e colégios do século XXI têm praticamente de tudo. Falam de como evitar uma DST ou uma gravidez – o que, na concepção antinatalista moderna, é quase a mesma coisa; ensinam a usar toda sorte de anticonceptivos; incentivam abertamente a prática da “masturbação”; e algumas chegam mesmo a ilustrar o ato sexual – isso quando não se recorre diretamente a materiais pornográficos para uma “aula experimental”. Criminosamente, porém, no meio de tudo isso, não se pronuncia uma palavra sequer a respeito da família. No sexo, vale tudo – exceto ter filhos. Ter sexo, de qualquer jeito – menos dentro da família. Parecem ser os lemas dos manuais produzidos pelos pedagogos e educadores contemporâneos.

Diferentemente do que muitos supõem, entretanto, nada disso é por acaso ou parte normal do “progresso” e “evolução” da sociedade. Métodos para alterar a moral sexual e remodelar o conceito de família fazem parte de uma estratégia meticulosamente traçada para manipular as consciências, reduzir o índice populacional e instaurar um governo totalitário no mundo inteiro. Para atingir tal objetivo, nada melhor do que começar com a infância [1]: assim como a cera mole pode ganhar qualquer forma que se queira imprimir-lhe, quanto mais cedo as mentes humanas recebem as ideias, tanto mais elas se arraigam e mais difícil se torna tirá-las.

É isso o que explica, por exemplo, os pedidos frenéticos de “especialistas” por uma “escola em tempo integral”. A meta é tirar as crianças do seio familiar e transferir ao Estado a responsabilidade de educá-las – algo que o governo brasileiro cunhou sob a expressão sintomática de “Pátria Educadora”. Esse projeto corresponde perfeitamente aos anseios do filósofo alemão Friedrich Engels, o qual pedia, ainda no século XIX, que a educação das crianças se tornasse “um assunto público” [2]. O comentário da feminista Kate Millett a esse respeito é revelador:

“A partir do momento em que se manifestam os primeiros poderes cognitivos da criança, seria preferível confiá-la a profissionais de ambos os sexos, que se dedicam a essa tarefa por vocação, do que deixá-la ao cuidado de pessoas preocupadas e por vezes infelizes, com pouco tempo e gosto para lhe educar o espírito. A tese radical da análise de Engels é a de que a família, tal como é hoje encarada, deve desaparecer.” [3]

Neste ponto, mais do que acusar os engenheiros sociais de sequestrar as futuras gerações e torná-las reféns de um projeto educacional absolutamente arbitrário, também seria necessário fazer um alerta aos pais. Quando muitos deles têm “pouco tempo ou gosto” para educar as crianças que eles mesmos trouxeram ao mundo – sendo, na maioria das vezes, os primeiros a engrossar os pedidos por “escolas integrais” –, o que se pode dizer, senão que eles estão deliberadamente vendendo os próprios filhos ao Estado? Sem corrigir as coisas dentro de casa – devolvendo às famílias a sua “vocação natural” de “educar os filhos” –, dificilmente se pode mudar o atual estado das coisas.

“Gênero” nas escolas

 

Outro exemplo de como a infância é o alvo principal dos gurus da “nova era” são os recentes debates sobre a teoria de gênero, que as prefeituras municipais têm conseguido barrar com sucesso de seus planos de educação. Apesar da aparente vitória da família brasileira nessa matéria, os ideólogos estão dispostos a tudo para levar a cabo os seus planos sórdidos – ainda que isso signifique derrubar a própria base democrática das instituições brasileiras.

Os pais não querem o “gênero” nas escolas? Não faz mal, diz a filósofa e psicanalista Viviane Mosé. “Quem dá aula é o professor”, ela afirma. “Nós não precisamos de que os vereadores decidam isso, nem nos intimidar com o que os vereadores decidem, nem esperar que os vereadores decidam, (…) eles não dizem respeito a nós. (…) Questão de gênero não precisa ter este nome em nenhum lugar para que seja discutida.”

As famílias são contra doutrinação ideológica nos colégios? Não faz mal, disse o sociólogo Richard Miskolci, durante o I Seminário Queer, realizado recentemente em São Paulo. Segundo ele, a exclusão do termo “gênero” dos PMEs não impedirá que os professores abordem o tema. “A forma geral de condução da educação exige o respeito aos direitos humanos. Isso não foi tirado dos planos e, portanto, essas discussões ocorrerão na sala de aula”.

Em resumo, os chamados “especialistas” já se sentem os responsáveis pela educação das crianças. Pouco importa que os pais sejam a favor ou contra a ideologia de gênero; que eles tenham lotado as câmaras legislativas do Brasil para protestar contra essa teoria perversa. Os “especialistas” acham que sabem o que é melhor para os nossos filhos e vão colocar a matéria dentro das salas de aula, queiram ou não as famílias. Se isso já não é uma espécie de totalitarismo, estamos bem próximos de chegar lá.

A falsa propaganda de Judith Butler

 

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Também a filósofa Judith Butler, que estava no Brasil, disse durante coletiva de imprensa, em tom de desdém, que a exclusão do termo “gênero” dos PMEs “não é o fim da história”. Na sequência da discussão, diz ela, “haverá ativistas, haverá educadores, haverá organizações internacionais” – todas prontas para tornar o tema “altamente debatível” entre as crianças.

Mas, atentem-se para a astúcia da pensadora norte-americana. Tirando o foco dos conflitos em torno do assunto, ela diz que não vê nada disso como um “debate”, mas como “algo com que nós lidamos o tempo todo”, e explica:

“Como você vive o seu corpo sexuado no mundo (…) é algo que as pessoas vivem todos os dias, quando perguntam: Que tipo de mulher eu quero ser? Com isso, pressupõe-se que você pode, em algum grau, participar na construção do seu gênero. Que tipo de homem eu quero ser? Quero ser um homem que violenta as mulheres e as mata? Não, eu não quero. Certo, isso significa que você acha que seu gênero pode ser remodelado de uma maneira ética. Isso significa que a categoria de homem está sendo refeita para o debate público. Isso é bom.”

Ora, quem pode ser a favor da violência e do assassinato de mulheres, não é mesmo? Ninguém! O problema é que o discurso de Butler não passa de falsa propaganda para vender a sua ideologia.

Que as pessoas devem mudar o seu comportamento; que devem se esforçar por ser justas e virtuosas, é coisa que a moral cristã já ensina há dois mil anos. Que os seres humanos devem se respeitar; que matar o próximo é um crime hediondo e reprovável em todos os tempos e lugares, é lição que todo pai de família minimamente honesto deveria passar aos seus filhos.

Para ensinar ética, não é preciso inventar novas teorias filosóficas ou categorias psicológicas mirabolantes. Para formar os indivíduos, não é necessário dizer, por exemplo, que “homem e mulher podem facilmente significar tanto um corpo feminino como um corpo masculino, e mulher e feminino podem significar tanto um corpo masculino como um corpo feminino” [4], como escreve Butler, em seu livro Problemas de Gênero o qual foi reeditado pela editora Civilização Brasileira, no mês de agosto. Sem máscaras ou disfarces, o que realmente intenta a teoria de gênero é subverter a sexualidade e remodelar o próprio ser humano. Ninguém precisa dessa ideologia fajuta para aprender o amor e o respeito ao próximo.

Destruir a lei natural

 

A pergunta que sempre vem a calhar é: como os ideólogos de gênero vão remodelar o ser humano, se está inscrita na sua própria natureza a distinção entre os sexos masculino e feminino? Pode aquilo que os pensadores antigos reconheceram como a “lei natural” ser abolida do coração humano?

Para Santo Tomás de Aquino, os princípios naturais mais comuns jamais poderão ser apagados da humanidade como um todo. Com relação a preceitos mais secundários, porém, ele admite que “a lei natural pode ser deletada dos corações dos homens, seja por causa de más persuasões, assim como, nas ciências especulativas, ocorrem erros acerca das conclusões necessárias; seja também por causa de costumes depravados e hábitos corruptos, como aqueles que não consideravam pecado nem o roubo, nem os vícios contra a natureza (cf. Rm 1, 24s).” [5]

Para os teóricos do gênero, porém, não há natureza e, ainda que ela existisse, não constituiria nenhum empecilho para a “revolução” já em curso. É o que admite a feminista Shulamith Firestone, em seu livro A Dialética do Sexo:

“O ‘natural’ não é necessariamente um valor ‘humano’. A humanidade já começou a transcender a natureza: nós não podemos mais justificar a manutenção de um sistema discriminatório de classes sexuais com base em suas origens na natureza. Na verdade, por simples razões pragmáticas, começa a parecer que nós devemosnos livrar dela.” [6]

Para implantar a sua utópica sociedade andrógina – na qual “as diferenças genitais entre os seres humanos não mais importariam culturalmente” [7] –, essas pensadoras estão dispostas a abolir não só a religião, mas a própria lei natural dos corações humanos. Não há verdade de nenhum tipo que as limite: apenas a sua vontade, e nada mais.

Como responder a essa ideologia perversa? A solução está dentro das famílias, nas escolhas que os homens e mulheres de nosso tempo fizerem para esta e para as futuras gerações. Seremos capazes de sacrificar o nosso egoísmo e as nossas comodidades para viver o casamento cristão e educar os nossos filhos? Estamos dispostos a dizer “sim” ao maravilhoso projeto de Deus para o ser humano?

Corruptio optimi pessima, diz um adágio latino. Nenhuma matilha de cachorros é tão desordenada e violenta quanto um bando de pessoas afundadas nos vícios – e das quais foi abolida a própria verdade natural das coisas. Assim é, porque o ser humano, “a criatura mais nobre que Deus colocou sobre a terra” [8], foi chamado às alturas do Céu. Quando ele cai, a sua queda é a pior de todas: desce até as profundezas do inferno.

De que cidade queremos ser cidadãos? Para qual delas queremos mandar os nossos filhos? Eis a pergunta que devem responder os pais brasileiros, todos os dias, na intimidade de seu lar. Seja nosso modelo a santa família de Nazaré.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Cf. Platão, A República, II, 377b.
  2. ENGELS, Friedrich. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado (trad. Leandro Konder). 9. ed. Civilização Brasileira: Rio de Janeiro, 1984, p. 82.
  3. MILLETT, Kate. Política Sexual (trad. Alice Sampaio, Gisela da Conceição e Manuela Torres). Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1974, p. 100.
  4. BUTLER, Judith. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. Routledge: New York and London, 1999, p. 10.
  5. Suma Teológica, I, II, q. 94, a. 6.
  6. FIRESTONE, Shulamith. The Dialectic of Sex: the Case for Feminist Revolution. Farrar, Straus and Giroux: New York, 2003, p. 10.
  7. FIRESTONE, op. cit., p. 10.
  8. Catecismo de São Pio X, n. 48.

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Kirsten Dunst, atriz americana de 31 anos, pronunciou algumas “blasfêmias” pelas quais as feministas não pretendem em absoluto perdoá-la. A atriz, que recebeu a Palma de Ouro em Cannes 2011, por “Melancolia”, já passou por situações constrangedoras, como, por exemplo, quando o diretor Lars von Trier, sentado ao seu lado na coletiva de imprensa de apresentação do filme, disse “compreender” Adolf Hitler. Kirsten, uma germano-americana, expressou grande incômodo, mas saiu ilesa, pois as culpas dos diretores raramente recaem sobre os atores.

Mas, neste caso, é ela a responsável pelo “problema”. Entrevistada pelo Harper’s Bazaar, disse  algumas coisas que podem lhe custar o ostracismo definitivo de Hollywood, onde ela já não é tão bem vista, precisamente por ter opiniões diversas da maioria.

Kirsten provocou a ira da escritora feminista Erin Gloria Ryan, que escreveu em seu blog: “A Kirsten Dunst certamente não é paga para escrever sobre a teoria do gênero, e por isso não é de se estranhar que diga estas bobagens quando fala”.

Outra feminista, Stacey Ritzen, também critica as declarações da atriz, com uma frase lapidária: “Segundo ela, as mulheres deveriam estar em seu lugar, em casa”. Ariane Sommer, unindo-se às acusações, disse à Fox News que, “atualmente, as pessoas precisam chegar ao fim do mês, e nenhuma mulher pode simplesmente passar o dia inteiro em casa”.

Contrariamente aos comentários das feministas, na página de Kirsten Dunst no Facebook, que não costuma ser tão visitada, estão aparecendo muitas mensagens de agradecimento, por parte de cidadãos americanos comuns, famílias, fãs e pessoas que nunca ouviram falar dela, ou que só a viram em “O Homem Aranha”, filme no qual interpreta Mary Jane.

Mas afinal, o que Kirstes Dunst disse de tão importante e escandaloso? A atriz, entre outras coisas, é conhecida por suas anteriores posturas progressistas e por ser uma liberal convicta. Mas, em sua última entrevista, disse: “Eu acho que a feminilidade está sendo subestimada”.

Sobre o papel da mulher, afirmou que “todas nós precisamos procurar um emprego e ganhar dinheiro, mas estar em casa, criar os filhos, ser mães, cozinhar, são coisas de grande valor que minha mãe fez por mim”. Com relação ao papel do casal: “Às vezes, você precisa do seu cavaleiro em sua armadura brilhante. Sinto muito, mas precisamos de um homem por ser homem, e de uma mulher por ser mulher. É assim que as coisas funcionam”.

Há algo de errado nisso? Não. São apenas frases ditadas pela experiência e pelo sentimento de uma mulher jovem – e, por isso mesmo, afastadas dateoria do gênero, que é completamente artificial, ao defender que se é homem ou mulher segundo a educação recebida ou segundo a própria decisão.

Como disse indiretamente Erin Gloria Ryan, é preciso ser pagos para acreditar em uma ideologia assim, porque a realidade mostra que Kirsten Dunst tem razão.

(Artigo publicado originalmente por La Nuova Bussola)

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Por Thácio Siqueira

O Brasil tem protagonizado nas últimas semanas a tentativa de implantação da ideologia do gênero por meio da Votação do Plano Nacional de Educação.

Nessa última quarta-feira houve a terceira tentativa de votação na câmara dos deputados, embora mais uma vez adiada, à causa, dessa vez, de bate-boca e provocação de deputados contra os manifestantes pró-vida e pró-família presentes na sala.

“Muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero”, disse à ZENIT o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, sacerdote da Diocese de Osasco – SP, pároco da Igreja São Domingos (Osasco), doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz e professor de Teologia Moral. Confira a entrevista:

Temos visto nas últimas semanas um crescente debate sobre a questão de “gênero” no contexto do Plano Nacional de Educação. Como o sr. avalia estas discussões?

Pe. José Eduardo: Tenho acompanhado de perto os diferentes discursos e percebo que, embora a questão esteja cada dia mais clara, muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero, talvez até como um recurso para não enfrentarem um tema tão absurdo. Trata-se de um deslocamento para sabotar o discurso.

Em que consiste, então, a “ideologia de gênero”?

Pe. José Eduardo: Sintetizando em poucas palavras, a ideologia de gênero consiste no esvaziamento jurídico do conceito de homem e de mulher. A teoria é bastante complicada, e uma excelente explicação desta se encontra no documento “Agenda de gênero”. Contudo, a ideia é clara: eles afirmam que o sexo biológico é apenas um dado corporal de cuja ditadura nos devemos libertar pela composição arbitrária de um gênero.

Quais as consequências disso?

Pe. José Eduardo: As consequências são as piores possíveis! Conferindo status jurídico à chamada “identidade de gênero” não há mais sentido falar em “homem” e “mulher”; falar-se-ia apenas de “gênero”, ou seja, a identidade que cada um criaria para si.

Portanto, não haveria sentido em falar de casamento entre um “homem” e uma “mulher”, já que são variáveis totalmente indefinidas.

Mas, do mesmo modo, não haveria mais sentido falar em “homossexual”, pois a homossexualidade consiste, por exemplo, num “homem” relacionar-se sexualmente com outro “homem”. Todavia, para a ideologia de gênero o “homem 1” não é “homem”, nem tampouco o “homem 2” o seria.

Então aqueles que defendem a “ideologia de gênero” em nome dos direitos homossexuais estão equivocados?

Pe. José Eduardo: Exatamente! Eles não percebem que, uma vez aderindo à ideologia de gênero, não haverá sequer motivo em combater à discriminação. Nas leis contra a discriminação, eles querem discriminar alguns que consideram mais discriminados. Contudo, pela ideologia de gênero, não há mais sentido em diferenciar condições e papeis, tudo se vulnerabiliza! Literalmente, eles caíram no conto do gênero.

Para defender a identidade homossexual, estão usando uma ideologia que destrói qualquer identidade sexual e, por isso, também a família, ou qualquer tipo de família, como eles mesmos gostam de dizer.

Em poucas palavras, a ideologia de gênero está para além da heterossexualidade, da homossexualidade, da bissexualidade, da transexualidade, da intersexualidade, da pansexualidade ou de qualquer outra forma de sexualidade que existir. É a pura afirmação de que a pessoa humana é sexualmente indefinida e indefinível.

Então a situação é muito pior do que imaginamos…

Pe. José Eduardo: Sim. As pessoas estão pensando em “gênero” ainda nos termos de uma “identidade sexual”. Há outra lógica em jogo, e é por isso que ninguém se entende.

Para eles, a ideia de “identidade sexual” é apenas um dado físico, corporal. Não implica em nenhuma identidade. Conformar-se com ela seria “sexismo”, segundo a própria nomenclatura deles. A verdadeira identidade é o “gênero”, construído arbitrariamente.

Todavia, este “gênero” não se torna uma categoria coletiva. É totalmente individual e, portanto, indefinível em termos coletivos. Por exemplo, alguém poderia se declarar gay. Para os ideólogos de gênero isso já é uma imposição social, pois a definição de gay seria sempre relativa a uma condição masculina ou feminina mormente estabelecida. Portanto, uma definição relativa a outra, para eles, ditatorial.

Não existiria, tampouco, a transexualidade. Esta se define como a migração de um sexo para outro. Mas, dirão os ideólogos de gênero, quem disse que a pessoa saiu de um sexo, se aquela expressão corporal não exprime a sua identidade construída? Portanto, para eles, não há sequer transexualidade.

Gênero, ao contrário, é autorreferencial, totalmente arbitrário.

Alguém dirá que não há lógica isso. Realmente, a lógica aqui é “ser ilógico”. É o absurdo que ofusca nossa capacidade de entender.

O que dizer, então, de quem defende a ideologia de gênero no âmbito dos direitos feministas?

Pe. José Eduardo: Os ideólogos de gênero, às escondidas, devem rir às pencas das feministas. Como defender as mulheres, se elas não são mulheres?…

Qual seria o objetivo, portanto, da “agenda de gênero”?

Pe. José Eduardo: Como se demonstra no estudo que mencionei, o grande objetivo por trás de todo este absurdo – que, de tão absurdo, é absurdamente difícil de ser explicado – é a pulverização da família com a finalidade do estabelecimento de um caos no qual a pessoa se torne um indivíduo solto, facilmente manipulável. A ideologia de gênero é uma teoria que supõe uma visão totalitarista do mundo.

Como a população está reagindo diante disso?

Pe. José Eduardo: Graças a Deus, milhares de pessoas têm se manifestado, requerendo dos legisladores a extinção completa desta terminologia no Plano Nacional de Educação. Pessoalmente, tenho explicado a muitas pessoas a gravidade da situação nestes termos: 1) querem nos impor uma ideologia absurda pela via legislativa; 2) querem fazê-lo às custas do desconhecimento da população, o que é inadmissível num Estado democrático de direito; 3) e querem utilizar a escola como um laboratório, expondo nossas crianças à desconstrução de sua própria personalidade. E ainda querem que fiquemos calados com isso! Não!, o povo não se calará!

Falando em “Estado democrático de direito” e vendo a manifestação de tantos cristãos, evangélicos e católicos, inclusive de bispos, alguns alegam a laicidade do Estado como desculpa para desprezar os seus argumentos. O que dizer sobre isso?

Pe. José Eduardo: Esta objeção é tão repetitiva que se torna cansativo respondê-la. Numa discussão democrática, não importa se o interlocutor é religioso ou não. O Estado é laico, não laicista, anti-religioso. Seria muito divertido, se não fosse puro preconceito – e às vezes, verdadeiro discurso de ódio anti-religioso –, a insistência com a qual alguns mencionam a Bíblia, os dogmas, os preceitos… como se nós estivéssemos o tempo todo alegando argumentos teológicos. Como se pode ver acima, nossos argumentos aqui são simplesmente filosóficos, racionais. Aliás, são tão racionais a ponto de mostrar o quanto a proposta deles é totalmente irracional, posto que contradizem as sua próprias bandeiras ideológicas.

No final das contas, a única coisa que lhes resta é a rotulação – na audiência de ontem, chamaram aos gritos um deputado de “machista”, em outra ocasião de “patricarcalista” –, mas a rotulação é a arma dos covardes, daqueles que não têm honestidade e liberdade intelectuais. Como digo sempre, nestas discussões, precisamos nos comportar como filósofos, e não como maus advogados, que estão dispostos a negar até as evidências.

Fonte: Zenit

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Livro narra o drama brutal dos gêmeos Reimer, mártires da loucura da ideologia de gênero.

Dois gêmeos e um futuro de dor

Uma grande alegria tomou conta da família Reimer em 22 de agosto de 1965, data em que nasceram os gêmeos homozigotos Bruce e Brian, dois lindos meninos idênticos que, como todos os bebês, vieram ao mundo com o ar inocente de quem nem imagina as aventuras, alegrias e dores que teriam que enfrentar na vida.

Ninguém, naquele momento, podia vislumbrar o futuro doloroso e terrível que esperava os dois pequenos recém-nascidos de Winnipeg, no Canadá.

O que arruinaria a vida dos dois irmãos seria um erro cirúrgico grotesco, digno dos piores casos de negligência médica, além da intervenção devastadora de um médico louco, mais interessado em realizar seus devaneios científicos do que em garantir o bem-estar dos seus pacientes: o psicólogo e sexólogo neozelandês John William Money.

Um erro trágico

Cerca de sete meses depois do nascimento, os gêmeos foram diagnosticados com fimose, o que uma pequena operação poderia resolver sem quaisquer problemas. O que era para ser uma simples cirurgia de circuncisão virou tragédia quando, por erro do médico ou por mau funcionamento do cauterizador, o órgão sexual do pequeno Bruce foi queimado e ficou comprometido irremediavelmente. Foi assim que o pequeno garoto perdeu o uso do pênis e começou a trilhar o seu doloroso calvário.

O encontro com o monstro

Desesperados com a situação de Bruce, os pais acabaram topando naquele momento com o fundador da chamada “teoria do gênero”, o Dr. John William Money (sim, seu sobrenome, em inglês, significa exatamente isso: “Dinheiro”). Em fevereiro de 1967, os pais dos gêmeos viram o médico participando de um programa de televisão. O psicólogo se apresentava como um verdadeiro astro, um pioneiro do campo da mudança de sexo e um dos primeiros a cunhar a diferenciação entre “gênero” e “sexo biológico”: o Dr. Money afirmava, com pretensões de rigor científico, que a cultura e a educação poderiam imprimir no indivíduo um projeto diferente do estabelecido pela natureza.

Em outras palavras: enquanto a natureza definiria o chamado sexo biológico, quem decidiria o gênero seria a própria pessoa, que poderia “criá-lo” prescindindo do patrimônio sexual genético, através de cirurgias, tratamentos hormonais e, principalmente, de uma reeducação social e cultural para “consolidar” o “gênero” escolhido. Depois de cuidar de pessoas hermafroditas, Money começou a fazer experimentações das suas teorias mediante a realização de cirurgias de mudança de sexo. Ele se tornou o especialista número um na “reconfiguração sexual” e abriu a primeira clínica do mundo dedicada a esse tipo de intervenção.

Uma ideia doentia

Desesperados com o futuro de Bruce e impressionados com a confiança exibida pelo Dr. Money, os pais do bebê mutilado decidiram procurar o médico e confiar o caso dos gêmeos à “experiência” dele.

A necessidade de ajuda do casal Ron e Janet coincidiu com a necessidade de novas experiências e de realização profissional do Dr. Money, que não perdeu a grande oportunidade de pôr as suas teorias em prática no pobre Bruce.

Money sugeriu uma “reconfiguração sexual” e começou a “trabalhar” no bebê (que tinha dois anos de idade!). Primeiro, mudou o nome de Bruce para Brenda. Depois, começou um tratamento hormonal. Finalmente, impôs a Bruce/Brenda uma vida de menina, com o uso de roupas, brinquedos e comportamentos femininos. Em julho de 1967, Bruce foi operado: o Dr. Money construiu cirurgicamente no menino uma vagina rudimentar. Foi assim que o corpo do pequeno Bruce (de dois anos!) foi transformado em um corpo feminino. O médico também decidiu encontrar os gêmeos uma vez por ano para avaliar o andamento da sua experiência. Anos mais tarde, foi o próprio Bruce quem afirmou: “Aquilo foi como uma lavagem cerebral” (“Bruce, Brenda e David”, edição italiana, Ed. San Paolo, 2014).

O mundo aplaude enquanto Bruce enfrenta um drama solitário

Em 1972, num livro intitulado “Man&Woman, Boy&Girl”, o Dr. Money expôs, com orgulho e triunfalismo, os resultados das suas experimentações com seres humanos: ele teria conseguido criar, “com sucesso”, uma identidade feminina em um bebê nascido com o sexo masculino. Money fornecia com isto a suposta “prova conclusiva” de que “um indivíduo não nasce homem nem mulher: torna-se” (pág. 95*).

Seus estudos e experimentos atraíram a atenção e os aplausos do mundo acadêmico e da imprensa não especializada: o mundo admirava as “descobertas sensacionais” do Dr. Money; vários setores progressistas, como o movimento feminista e os círculos homossexuais, acreditaram ter achado uma base científica para as suas “lutas pela libertação do esquema tradicional de masculino e feminino” estabelecido pela natureza.

Por trás de todo esse aparente sucesso, porém, o drama vivido por Bruce/Brenda desmentia os resultados alardeados pelo Dr. Money. Brenda se comportava como menino. Sentia-se desconfortável nas roupas femininas. Queria brincar com os brinquedos do irmão. Sua voz era masculina. Continuava fazendo xixi em pé. Com o passar dos anos, percebia que era diferente, que algo “nela” era estranho, que havia algo que não tinham lhe contado. Seu irmão Brian, ao falar de Brenda, viria a declarar: “Quando eu digo que não havia nada de feminino em Brenda, eu quero dizer exatamente isso: nada” (pág. 81*).

A situação se agravou e a verdade emergiu. De nada serviram os conselhos de Money: a situação de Bruce/Brenda continuou a piorar. Os encontros entre o Dr. Money e seu pequeno paciente foram se tornando cada vez mais invasivos (págs. 107-126*): o médico adotava um linguajar sexualmente explícito, usava imagens e filmes pornográficos e até mesmo simulava relações sexuais (!). Os gêmeos eram obrigados a se despir, para compararem os corpos um do outro. O médico propôs que os pais fizessem visitas psiquiátricas e diagnosticou que Brenda sofria de depressão: ele afirmou que Brenda tinha tendências bissexuais ou homossexuais, já que sentia atração por mulheres. Money aconselhou os pais dos gêmeos a praticarem o nudismo em casa e em clubes de naturismo.

Quando Bruce/Brenda tinha 12 anos, começou o bombardeio hormonal para desenvolver nele os caracteres femininos, mas o menino, além de rejeitar a medicação, começou a comer desesperadamente para tentar disfarçar os quadris e os seios que começavam a crescer (págs. 159-161*). Em 1978, depois que Money organizou um encontro de Brenda com um transexual, o adolescente, que já sofria de surtos de pânico e ansiedade e dava indícios de tender ao suicídio, decidiu acabar com as sessões e com os testes e ameaçou se matar se fosse forçado a se encontrar novamente com o Dr. Money (págs. 169-172*).

“Eu quero voltar a ser homem”

Os pais de Bruce/Brenda finalmente revelaram a ele o segredo. Depois de ouvir a verdade sobre a sua história, Bruce/Brenda decidiu voltar a ser como a natureza o tinha feito: um homem.

Diversas operações reconstituíram os seus órgãos sexuais e eliminaram os seus seios. Ele mudou novamente de nome: em 1980, Brian começou uma nova vida com o nome de David.

David se casou e, com a esposa, Jane, adotou filhos. Durante toda a vida, porém, ele carregou consigo os conflitos internos e as feridas atrozes que aquela triste infância lhe tinha imposto.

Mártires da ideologia de gênero

No dia 5 de maio de 2004, David tirou a própria vida, disparando-se um tiro enquanto dirigia seu carro.

O estopim da tragédia foi a morte repentina do irmão, Brian, encontrado morto em seu apartamento na primavera de 2002, depois de tomar uma mistura letal de antidepressivos e álcool. A depressão fizera Brian perder o emprego, separar-se da mulher e refugiar-se na bebida.

A tragédia deu fim à vida dos gêmeos de Winnipeg, imolados no altar da teoria de gênero, usados ​​como cobaias para os experimentos macabros do Dr. Money e para a sua batalha sócio-política, vítimas inocentes de uma ideologia que, hoje, em pleno 2014, está de volta à moda e é promovida como modelo por políticos, professores e doutores da nossa sociedade.

Um livro incômodo

Foi graças ao empenho do jornalista canadense John Colapinto (Toronto, 1958) que a verdadeira história dos gêmeos Reimer foi revelada ao público sem fantasias nem vícios ideológicos, pela primeira vez, num artigo publicado em 1998 pela revista “Rolling Stone”, trinta anos depois do início da tragédia.

O artigo provocou celeuma no mundo todo porque contava uma versão da história diferente da versão “oficial” do Dr. Money. Antes disso, porém, o Dr. Milton Diamond já tinha demonstrado o fracasso da experiência feita com Bruce, num artigo especializado publicado na revista “Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine”.

Todos os detalhes da história de Bruce foram recopilados e apresentados a um público mais amplo através do livro “As Nature Made Him” (“Do jeito que a natureza o fez”), publicado por John Colapinto em 2000.
O livro é um documento essencial para o debate sobre a ideologia do gênero, ressuscitada com força nos nossos dias.

(*) As referências de páginas mencionadas ao longo deste artigo vêm da tradução italiana do livro de John Colapinto, “As Nature Made Him” (na Itália, “Bruce, Brenda e David”, pela Editora San Paolo, 2014).

Fonte: aleteia.org