Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral ou fragilizar a relação conjugal? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

Existem parâmetros que nos auxiliam a nortear a decisão sobre quando ter filhos e o casal tem absoluta autonomia para decidir sobre essa questão, desde que guarde a justa medida da generosidade.

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A encíclica humanae vitae nos ajuda a entender esses aspectos:
Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos graves e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento.” Humanae Vitae, n.10

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Os fundamentos utilizados pelo movimento pró-aborto, na tentativa de legalização desta prática no Brasil, estão se configurando cada vez mais esdrúxulos, a cada dia que passa. Parece que os bilhões de dólares investidos na engenharia abortista não são o suficiente para virar o jogo para o lado pró-aborto. A população brasileira continua defensora da vida, mesmo com o escasso acesso a informações científicas corretas, muitas delas falsificadas pelos abortistas. Então, já que não conseguem conscientizar a sociedade civil que o aborto é algo benéfico à mulher e à própria sociedade, concentram seus esforços no Judiciário, e é lá que as atrocidades jurídicas e argumentativas acontecem, para espanto geral.
 
Na última investida pela legalização do aborto, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) encaminhou ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a descriminalização do aborto nos casos de gravidez de até 12 semanas. Uma das alegações utilizadas nesta ação (ADPF 442) protocolada pelo PSOL, é que o bebê em gestação não teria o amplo direito à vida pois NÃO SERIA PESSOA CONSTITUCIONAL. Menos tecnicamente, a ideia por trás desta alegação é que POR AINDA NÃO TER NASCIDO, O BEBÊ EM GESTAÇÃO NÃO ESTARIA PROTEGIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, ou seja, não devendo ser considerada PESSOA CONSTITUCIONAL, consequentemente não tendo acesso ao direito constitucional à vida. Mas notem como esta lógica é totalmente equivocada.
 
Sabe-se que o bebê em gestação é um ser humano em desenvolvimento, inclusive este ponto sendo afirmado na própria ação protocolada pelo PSOL. Estando em desenvolvimento físico e psicológico, o bebê em gestação encontra-se em momento único de sua vida inicial em que, por aspectos inerentes ao seu próprio estágio de desenvolvimento intrauterino, deva ser tratado juridicamente de forma diversa em relação aos seres humanos já nascidos. Mas aos afirmarmos que o bebê em gestação deva ser tratado de forma diferente dos seres humanos já nascidos, não estamos sequer cogitando que ele seja desprovido de suas principais proteções legais. Aqui aplica-se um velho ditado do Direito, que corresponde à equidade: tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual.
 
Este tratamento diferenciado ocorre em diversas situações em nossa sociedade, diariamente. Como exemplo, temos os menores de idade (crianças e adolescentes), que não são responsabilizados, como os maiores de idade, em diversos atos civis e criminais. Da mesma forma, o servidor público militar, que por sua condição específica não pode, por exemplo, se candidatar a cargo eletivo. Outro caso é o do Juiz de Direito e do Promotor de Justiça que, em face de suas funções ocupadas, não podem advogar, tendo suspenso seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Outro exemplo é o do preso ou do estrangeiro não naturalizado, que por suas condições específicas não podem se utilizar de alguns direitos civis, como votar e ser votado, respectivamente. Assim se repetem em diversos outros exemplos, todos os dias!
 
Vejam nestes casos exemplificados que TODOS os personagens são seres humanos (iguais), mas são tratados de modo desigual, por sua peculiar e temporária situação de vida em determinado momento da sua existência. Mas do tratamento desigual, da restrição de direitos diversos, um permanece intacto, sem qualquer limitação: o direito à vida. Nem para o caso de criminosos em estado de prisão pode-se limitar o seu direito à vida. O Estado, em face da proteção constitucional a ser dada ao ser humano que cumpre pena de prisão, por sua situação de vulnerabilidade e dependência, deve garantir que lhe sejam assegurados direitos mínimos de sobrevivência e que sua vida seja preservada, a todo custo.
Então por que esta mesma proteção estatal não se aplica A TODOS OS BEBÊS EM GESTAÇÃO, como outro ser humano em condição temporária de vulnerabilidade e dependência? Por uma situação específica de sua existência, os bebês em gestação devem ser tratados de modo diferente dos demais, com algumas situações civis limitadas, obviamente, MAS SEM QUE TENHAM SEU DIREITO MAIS NATURAL RESTRINGIDO, por qualquer fundamento jurídico ou outro direito, seja constitucional ou não!
 
É natural que um bebê em gestação não possa usufruir de vários direitos civis aplicados aos seres humanos já nascidos, como votar em eleições, candidatar-se a cargo público, ser responsabilizado por crime, ou mesmo julgar seus pares. Mas seu DIREITO NATURAL À VIDA DEVE SER USUFRUÍDO POR COMPLETO, SEM QUALQUER RESTRIÇÃO ESTATAL. Assim como não se admite a limitação do direito à vida do militar, do estrangeiro, do menor de idade, do juiz, do promotor, do preso, por suas condições peculiares e passageiras, não se pode limitar o direito à vida dos bebês em gestação, por sua condição peculiar e passageira. O Estado (leia-se Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário) deve realizar todos os esforços para proteger este período peculiar do desenvolvimento do ser humano, ainda em gestação. Desse modo, não há outro caminho que não tratar os seres em gestação como PESSOAS CONSTITUCIONAIS, COM AMPLA PROTEÇÃO LEGAL e detentores do principal direito existente: o direito à vida!
 
Pensar diferente é fazer uso de um discurso vazio da morte para encher os bolsos de dinheiro com a indústria abortiva.
Por George Mazza – http://www.georgemazza.com.br

Aborto é mesmo uma questão de saúde pública? Legalizar o aborto diminui mesmo a mortalidade materna? As brasileiras estão mesmo morrendo nas clínicas de aborto clandestino? Qual é a verdade sobre esse assunto? O que temos de fato observado em nosso país?

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Confira abaixo vídeos e reportagens que mostram a verdade sobre o que de fato mata as mulheres por morte materna no Brasil:

“Chorava de dor, diz viúvo de mulher morta após parto em maternidade na Zona Leste.”
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/chorava-de-dor-diz-viuvo-de-mulher-morta-apos-parto-em-maternidade-na-zona-leste-de-sp.ghtml

Rede pública de saúde fecha mais de 10 mil leitos pediátricos em seis anos
http://globoplay.globo.com/v/5757976/

Os números reais sobre as mortes por aborto no Brasil.

MORTALIDADE MATERNA NO BRASIL: UMA REALIDADE QUE PRECISA MELHORAR – Revista Baiana
de Saúde Pública, v.36, n.2, p.527-538
abr./jun. 2012
http://inseer.ibict.br/rbsp/index.php/rbsp/article/viewFile/474/pdf_150

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É indiscutível que a maior vocação de um casal é ter filhos e educá-los! Os filhos são o maior dom na vida de um casal. Eles nos alegram, dão novo sentido a nossa vida, mudam nossas perspectivas, nos fazem mergulhar num profundo auto-conhecimento e elevam enormemente nossa capacidade de amar e sermos amados!

Mas filhos são dons que recebemos por meio de um ato próprio que nos foi dado por Deus para gerá-los. Não somos seus donos, mas somos responsáveis por sua chegada e esse discernimento passa pelo que chamamos de PATERNIDADE RESPONSÁVEL.

Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

A encíclica Humanae Vitae diz o seguinte em seu parágrafo 10:
“Em relação às tendências do instinto e das paixões, a paternidade responsável significa o necessário domínio que a razão e a vontade devem exercer sobre elas.”

Como lidar com as paixões? Como colocar ordem em nossos instintos para que não nos tornemos escravos deles? É preciso ser LIVRE!

Como viver a liberdade diante de nossas paixões e sermos donos de nós mesmos?

Assista e entenda!

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Por Renato Varges

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Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

A encíclica Humanae Vitae diz o seguinte em seu parágrafo 10:

Em relação com os processos biológicos, paternidade responsável significa conhecimento e respeito pelas suas funções: a inteligência descobre, no poder de dar a vida, leis biológicas que fazem parte da pessoa humana.” (HV,10)

Como colocar isso em prática? Que leis biológicas são essas e para que servem? Como usar bem a minha inteligência para viver a paternidade responsável?

Assista a mais um vídeo de nossa série sobre a Paternidade Responsável:


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Quantos filhos devemos ter? Quando ter? Se a decisão é espaçar um pouco os nascimentos, como fazer para viver a necessária e sadia vida sexual de forma lícita e moral, mas evitando a chegada de novos herdeiros?
Quando o assunto é filhos, entra em cena o que chamamos de PATERNIDADE RESPONSÁVEL. É por meio dela que o casal determina os meios e as ações que lançarão mão para decidir a respeito dos filhos, evitando a contracepção e as armadilhas da mentalidade contraceptiva.

 

 

Neste vídeo daremos início a uma sequência onde falaremos sobre a paternidade responsável e tudo aquilo que a envolve para que seja vivida corretamente pelo casal.

A encíclica Humanae Vitae começa sua explicação sobre a Paternidade responsável da seguinte maneira:

Sendo assim, o amor conjugal requer nos esposos uma consciência da sua missão de “paternidade responsável”, sobre a qual hoje tanto se insiste, e justificadamente, e que deve também ela ser compreendida com exatidão. De fato, ela deve ser considerada sob diversos aspectos legítimos e ligados entre si.Humanae Vitae, n.10

Por Renato Varges

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Quando nos casamos, sem dúvida queremos ser felizes e o matrimônio é, por excelência, um caminho de comprovada felicidade e realização para quem é chamado a vivê-lo. Fazer quem nós amamos feliz é um projeto de vida nobre e excelente.

Quando homem e mulher prometem mutuamente uma aliança de amor por toda vida, este compromisso é sacramentado diante de Deus e dos homens e os dois tornam-se UMA SÓ CARNE!

 

Mas, quando é que se consuma o SER UMA SÓ CARNE do casal? No ato conjugal! Ali os esposos se unem, afirmam, renovam, fortalecem e edificam o amor prometido no altar. No entanto, o amor de um casal, na sua expressão mais bela e elevada, realizada por meio do ato conjugal, não está apontado apenas um ou para outro, mas para os frutos desse amor e dessa união. O SER UMA SÓ CARNE DE UM CASAL se concretiza e se expressa na geração e educação dos filhos. Eles são o maior dom na vida de um casal.

A encíclica Humanae Vitae diz no parágrafo 9:
“O matrimônio e o amor conjugal estão por si mesmos ordenados para a procriação e educação dos filhos. Sem dúvida, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos pais”.

Neste vídeo explico por que os filhos são este dom tão maravilhoso e excelente. Falo também do sentido que os filhos dão ao matrimônio, à vida conjugal e motivo aos casais que não tenham medo de se abrir aos filhos, pois foi pra isso que se uniram em santo matrimônio!

 

Por Renato Varges
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Se criássemos uma máquina para calcular a qualidade do amor de um casal, o que programaríamos essa máquina para procurar na vivência a dois de cada casal?

O matrimônio é escolha de compartilhar a vida com outra pessoa. Mas não podemos selecionar o que e o quanto vamos compartilhar de nossa vida e o quanto e o que acolher da vida do outro! Santa Teresinha do Menino Jesus dizia: “Quem ama não sabe calcular”.

A encíclica Humanae Vitae diz:
“É depois, um amor total, quer dizer, uma forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte, não o ama somente por aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, por poder enriquecê-lo com o dom de si próprio.”

Assista o vídeo e entenda como medir a qualidade do amor!

De fato, o amor cresce em nós e através de nós quando fazemos o exercício de amar sem calcular, sem esperar nada em troca, sem pensar primeiro em nós mesmos, ou seja, quando amamos simplesmente pela necessidade de amar o outro e não pelo que o outro tem para nos retribuir.

Por isso, podemos afirmar que o amor conjugal cresce na medida que o casamento cumpre a sua missão de santificar os cônjuges e a família inteira.

Por Renato Varges

A construção do relacionamento de um casal poderia ser comparado à forma como acendemos uma lareira. Por baixo a palha, por cima a madeira mais grossa. A palha acende fácil, rápido e eleva fortemente o fogo, mas rapidamente apaga e sequer aquece o ambiente; a lenha mais grossa não acende rápido nem tão fácil, nem eleva tanto o fogo, mas quando é acesa pela palha, é capaz de manter a lareira aquecida por horas e horas levando calor para todo ambiente.

Por analogia, a palha seriam os sentimentos, o amor seria a madeira mais grossa! Qual a importância de cada um na construção de um relacionamento?

O matrimônio precisa de investimento, o amor conjugal maduro e duradouro não nasce pronto. É preciso o sentimento para aquecer a relação em vista de um amor que sustenta o matrimônio.

Veja o que diz a Encíclica Humanae Vitae:

“É, antes de mais, um amor plenamente humano, quer dizer, ao mesmo tempo espiritual e sensível. Não é, portanto, um simples ímpeto do instinto ou do sentimento; mas é também, e principalmente, ato da vontade livre, destinado a manter-se e a crescer, mediante as alegrias e as dores da vida cotidiana, de tal modo que os esposos se tornem um só coração e uma só alma e alcancem juntos a sua perfeição humana.” (HV, n.9)

Portanto, a dimensão física e afetiva do relacionamento é de extrema importância. No início do namoro é comum aquele amor apaixonado, aquele friozinho na barriga, aquele desejo de se encontrar e fazer tudo na companhia do outro. Com o tempo, isso arrefece um pouco, mas não acaba, apenas se transforma.

Como o passar dos anos, vamos conhecendo melhor o outro e da mesma forma que vem os encantos, vem também as decepções, as desilusões, os desentendimentos e tantos outros desafios que as paixões facilmente escondiam. Essa não é a hora de desistir, ao contrário, é a hora de amar! Se com o passar dos anos vamos perdendo aquele sentimento que aquece, não podemos perder as oportunidades que a vida oferece para deixarmos que o amor sustente o relacionamento.

Esse amor não nasce pronto, ele se constrói às custas de nossa decisão de escolher e reescolher o outro a quem nós demos a nossa vida e prometemos um amor fiel, total e para sempre. Se nas primeiras crises e dificuldades nós abandonamos o barco e desistimos, estamos fazendo como aquelas crianças que não tem paciência, perseverança, persistência e nem um olhar de esperança sobre si e acham que jamais aprenderão a fazer algo que hoje lhes parece impossível e irrealizável.

Que a decisão de amar nos cative e nos impulsione a determinadamente reinvestir em nossos relacionamentos de amor. Deixemo-nos surpreender pela alegria de ver o outro sendo alvo de nosso amor! Qua saibamos cultivar os sentimentos e os momentos que nos levam a eles, mas que nossas famílias não vivam levadas pelos ventos das paixões e dos sentimentos, mas sim pela firmeza de um amor maduro e decidido que tudo espera e tudo suporta.

Por Renato Varges

 

Se criássemos um dispositivo para medir a qualidade do amor de um casal, o que esse dispositivo estaria programado para procurar na vivência a dois do casal?

A Encíclica Humanae Vitae, no parágrafo 09 diz:

É depois, um amor total, quer dizer, uma forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte, não o ama somente por aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, por poder enriquecê-lo com o dom de si próprio.

Quando um casal decide se casar, os esposos passam a viver uma comunhão de vida e não de coisas, ou seja, não dá para excluir da vida de alguém algo que não me agrada e ficar só com o que me convém. O amor verdadeiro sempre escolhe tudo! Se amo meu esposo ou minha esposa somente por causa do que recebo em troca, meu amor por ele (a) ainda me coloca em primeiro lugar e não está preparado para as grandes renúncias e exigências que a vida conjugal traz.

Neste vídeo podemos entender melhor como medir a qualidade do amor:

A grande transformação que o amor realiza em nosso coração é a libertação de nossa inclinação egoísta de querer usar o outro como instrumento de nossa auto-realização. Quando conseguimos reverter essa tendência, nos libertar do egoísmo, de querermos compensações pelo amor e pela vida que estamos dando, ai sim o amor conjugal nos forma para a santidade e se torna sólido como o amor de Cristo pela Igreja.

A arte da vida e do amor conjugal exige de nós um esforço para sempre nos colocarmos em último lugar. Sempre ensino aos homens a fazer a seguinte pergunta a si mesmo (ela também serve para as mulheres) na vida cotidiana quando as situações nos exigem tomar alguma decisão ou julgar alguma questão: “E ela, como é que fica?”. Isso também deve valer pros filhos e para todos que nos cercam.

Quando chegamos ao ponto de amar o outro não querendo nada em troca, até mesmo aquilo que antes me causava repulsa, dor, mágoa, ressentimento e raiva, passa a se transformar em combustível para alimentar meu amor. Essa é a única e mais santa forma de solidificar a vida conjugal e fazer crescer na família essa atmosfera de caridade que é capaz de levar a todos para o céu.

Por Renato Varges