Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral ou fragilizar a relação conjugal? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

Existem parâmetros que nos auxiliam a nortear a decisão sobre quando ter filhos e o casal tem absoluta autonomia para decidir sobre essa questão, desde que guarde a justa medida da generosidade.

Veja o vídeo, curta e compartilhe!

Clique aqui e se inscreva em nosso canal

 

A encíclica humanae vitae nos ajuda a entender esses aspectos:
Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos graves e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento.” Humanae Vitae, n.10

É indiscutível que a maior vocação de um casal é ter filhos e educá-los! Os filhos são o maior dom na vida de um casal. Eles nos alegram, dão novo sentido a nossa vida, mudam nossas perspectivas, nos fazem mergulhar num profundo auto-conhecimento e elevam enormemente nossa capacidade de amar e sermos amados!

Mas filhos são dons que recebemos por meio de um ato próprio que nos foi dado por Deus para gerá-los. Não somos seus donos, mas somos responsáveis por sua chegada e esse discernimento passa pelo que chamamos de PATERNIDADE RESPONSÁVEL.

Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

A encíclica Humanae Vitae diz o seguinte em seu parágrafo 10:
“Em relação às tendências do instinto e das paixões, a paternidade responsável significa o necessário domínio que a razão e a vontade devem exercer sobre elas.”

Como lidar com as paixões? Como colocar ordem em nossos instintos para que não nos tornemos escravos deles? É preciso ser LIVRE!

Como viver a liberdade diante de nossas paixões e sermos donos de nós mesmos?

Assista e entenda!

Compartilhe!

 

Por Renato Varges

Clique aqui e assine nosso canal

 

Quando ter filhos? Quantos filhos ter? Como fazer para manter o controle sobre isso sem agir de forma imoral? É o exercício da paternidade responsável que nos ajuda nessa vivência.

A encíclica Humanae Vitae diz o seguinte em seu parágrafo 10:

Em relação com os processos biológicos, paternidade responsável significa conhecimento e respeito pelas suas funções: a inteligência descobre, no poder de dar a vida, leis biológicas que fazem parte da pessoa humana.” (HV,10)

Como colocar isso em prática? Que leis biológicas são essas e para que servem? Como usar bem a minha inteligência para viver a paternidade responsável?

Assista a mais um vídeo de nossa série sobre a Paternidade Responsável:


Inscreva-se em nosso canal

Curta nossa página no Facebook clicando aqui

Quantos filhos devemos ter? Quando ter? Se a decisão é espaçar um pouco os nascimentos, como fazer para viver a necessária e sadia vida sexual de forma lícita e moral, mas evitando a chegada de novos herdeiros?
Quando o assunto é filhos, entra em cena o que chamamos de PATERNIDADE RESPONSÁVEL. É por meio dela que o casal determina os meios e as ações que lançarão mão para decidir a respeito dos filhos, evitando a contracepção e as armadilhas da mentalidade contraceptiva.

 

 

Neste vídeo daremos início a uma sequência onde falaremos sobre a paternidade responsável e tudo aquilo que a envolve para que seja vivida corretamente pelo casal.

A encíclica Humanae Vitae começa sua explicação sobre a Paternidade responsável da seguinte maneira:

Sendo assim, o amor conjugal requer nos esposos uma consciência da sua missão de “paternidade responsável”, sobre a qual hoje tanto se insiste, e justificadamente, e que deve também ela ser compreendida com exatidão. De fato, ela deve ser considerada sob diversos aspectos legítimos e ligados entre si.Humanae Vitae, n.10

Por Renato Varges

Inscreva-se em nosso canal!

Quando nos casamos, sem dúvida queremos ser felizes e o matrimônio é, por excelência, um caminho de comprovada felicidade e realização para quem é chamado a vivê-lo. Fazer quem nós amamos feliz é um projeto de vida nobre e excelente.

Quando homem e mulher prometem mutuamente uma aliança de amor por toda vida, este compromisso é sacramentado diante de Deus e dos homens e os dois tornam-se UMA SÓ CARNE!

 

Mas, quando é que se consuma o SER UMA SÓ CARNE do casal? No ato conjugal! Ali os esposos se unem, afirmam, renovam, fortalecem e edificam o amor prometido no altar. No entanto, o amor de um casal, na sua expressão mais bela e elevada, realizada por meio do ato conjugal, não está apontado apenas um ou para outro, mas para os frutos desse amor e dessa união. O SER UMA SÓ CARNE DE UM CASAL se concretiza e se expressa na geração e educação dos filhos. Eles são o maior dom na vida de um casal.

A encíclica Humanae Vitae diz no parágrafo 9:
“O matrimônio e o amor conjugal estão por si mesmos ordenados para a procriação e educação dos filhos. Sem dúvida, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos pais”.

Neste vídeo explico por que os filhos são este dom tão maravilhoso e excelente. Falo também do sentido que os filhos dão ao matrimônio, à vida conjugal e motivo aos casais que não tenham medo de se abrir aos filhos, pois foi pra isso que se uniram em santo matrimônio!

 

Por Renato Varges
Inscreva-se: https://goo.gl/I6JO66
Facebook – https://www.facebook.com/vidasemduvida

Se criássemos uma máquina para calcular a qualidade do amor de um casal, o que programaríamos essa máquina para procurar na vivência a dois de cada casal?

O matrimônio é escolha de compartilhar a vida com outra pessoa. Mas não podemos selecionar o que e o quanto vamos compartilhar de nossa vida e o quanto e o que acolher da vida do outro! Santa Teresinha do Menino Jesus dizia: “Quem ama não sabe calcular”.

A encíclica Humanae Vitae diz:
“É depois, um amor total, quer dizer, uma forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte, não o ama somente por aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, por poder enriquecê-lo com o dom de si próprio.”

Assista o vídeo e entenda como medir a qualidade do amor!

De fato, o amor cresce em nós e através de nós quando fazemos o exercício de amar sem calcular, sem esperar nada em troca, sem pensar primeiro em nós mesmos, ou seja, quando amamos simplesmente pela necessidade de amar o outro e não pelo que o outro tem para nos retribuir.

Por isso, podemos afirmar que o amor conjugal cresce na medida que o casamento cumpre a sua missão de santificar os cônjuges e a família inteira.

Por Renato Varges

A construção do relacionamento de um casal poderia ser comparado à forma como acendemos uma lareira. Por baixo a palha, por cima a madeira mais grossa. A palha acende fácil, rápido e eleva fortemente o fogo, mas rapidamente apaga e sequer aquece o ambiente; a lenha mais grossa não acende rápido nem tão fácil, nem eleva tanto o fogo, mas quando é acesa pela palha, é capaz de manter a lareira aquecida por horas e horas levando calor para todo ambiente.

Por analogia, a palha seriam os sentimentos, o amor seria a madeira mais grossa! Qual a importância de cada um na construção de um relacionamento?

O matrimônio precisa de investimento, o amor conjugal maduro e duradouro não nasce pronto. É preciso o sentimento para aquecer a relação em vista de um amor que sustenta o matrimônio.

Veja o que diz a Encíclica Humanae Vitae:

“É, antes de mais, um amor plenamente humano, quer dizer, ao mesmo tempo espiritual e sensível. Não é, portanto, um simples ímpeto do instinto ou do sentimento; mas é também, e principalmente, ato da vontade livre, destinado a manter-se e a crescer, mediante as alegrias e as dores da vida cotidiana, de tal modo que os esposos se tornem um só coração e uma só alma e alcancem juntos a sua perfeição humana.” (HV, n.9)

Portanto, a dimensão física e afetiva do relacionamento é de extrema importância. No início do namoro é comum aquele amor apaixonado, aquele friozinho na barriga, aquele desejo de se encontrar e fazer tudo na companhia do outro. Com o tempo, isso arrefece um pouco, mas não acaba, apenas se transforma.

Como o passar dos anos, vamos conhecendo melhor o outro e da mesma forma que vem os encantos, vem também as decepções, as desilusões, os desentendimentos e tantos outros desafios que as paixões facilmente escondiam. Essa não é a hora de desistir, ao contrário, é a hora de amar! Se com o passar dos anos vamos perdendo aquele sentimento que aquece, não podemos perder as oportunidades que a vida oferece para deixarmos que o amor sustente o relacionamento.

Esse amor não nasce pronto, ele se constrói às custas de nossa decisão de escolher e reescolher o outro a quem nós demos a nossa vida e prometemos um amor fiel, total e para sempre. Se nas primeiras crises e dificuldades nós abandonamos o barco e desistimos, estamos fazendo como aquelas crianças que não tem paciência, perseverança, persistência e nem um olhar de esperança sobre si e acham que jamais aprenderão a fazer algo que hoje lhes parece impossível e irrealizável.

Que a decisão de amar nos cative e nos impulsione a determinadamente reinvestir em nossos relacionamentos de amor. Deixemo-nos surpreender pela alegria de ver o outro sendo alvo de nosso amor! Qua saibamos cultivar os sentimentos e os momentos que nos levam a eles, mas que nossas famílias não vivam levadas pelos ventos das paixões e dos sentimentos, mas sim pela firmeza de um amor maduro e decidido que tudo espera e tudo suporta.

Por Renato Varges

 

Se criássemos um dispositivo para medir a qualidade do amor de um casal, o que esse dispositivo estaria programado para procurar na vivência a dois do casal?

A Encíclica Humanae Vitae, no parágrafo 09 diz:

É depois, um amor total, quer dizer, uma forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte, não o ama somente por aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, por poder enriquecê-lo com o dom de si próprio.

Quando um casal decide se casar, os esposos passam a viver uma comunhão de vida e não de coisas, ou seja, não dá para excluir da vida de alguém algo que não me agrada e ficar só com o que me convém. O amor verdadeiro sempre escolhe tudo! Se amo meu esposo ou minha esposa somente por causa do que recebo em troca, meu amor por ele (a) ainda me coloca em primeiro lugar e não está preparado para as grandes renúncias e exigências que a vida conjugal traz.

Neste vídeo podemos entender melhor como medir a qualidade do amor:

A grande transformação que o amor realiza em nosso coração é a libertação de nossa inclinação egoísta de querer usar o outro como instrumento de nossa auto-realização. Quando conseguimos reverter essa tendência, nos libertar do egoísmo, de querermos compensações pelo amor e pela vida que estamos dando, ai sim o amor conjugal nos forma para a santidade e se torna sólido como o amor de Cristo pela Igreja.

A arte da vida e do amor conjugal exige de nós um esforço para sempre nos colocarmos em último lugar. Sempre ensino aos homens a fazer a seguinte pergunta a si mesmo (ela também serve para as mulheres) na vida cotidiana quando as situações nos exigem tomar alguma decisão ou julgar alguma questão: “E ela, como é que fica?”. Isso também deve valer pros filhos e para todos que nos cercam.

Quando chegamos ao ponto de amar o outro não querendo nada em troca, até mesmo aquilo que antes me causava repulsa, dor, mágoa, ressentimento e raiva, passa a se transformar em combustível para alimentar meu amor. Essa é a única e mais santa forma de solidificar a vida conjugal e fazer crescer na família essa atmosfera de caridade que é capaz de levar a todos para o céu.

Por Renato Varges

Como viver o matrimônio sem saber seus reais objetivos? Quando sabemos a finalidade e o objetivo de uma coisa, não nos enganamos sobre a melhor forma como deve ser utilizada para que cumpra sua função. Não utilizamos para outra finalidade, nem destruímos querendo adaptar à outros objetivos.

Sobre os objetivos do matrimônio, a encíclica Humanae Vitae nos ensina que:

“Mediante a doação pessoal recíproca, que lhes é própria e exclusiva, os esposos tendem para a comunhão dos seus seres, em vista de um aperfeiçoamento mútuo pessoal, para colaborarem com Deus na geração e educação de novas vidas.”

  • Matrimônio é fundado no amor conjugal, portanto, na doação pessoal recíproca dos esposos. Esse é um ponto de partida essencial para quem deseja constituir uma família. Quem se propõe a viver a dois, deve crescer na alta vocação humana de doar-se por amor ao outro! Essa é a base da construção de um amor duradouro que não se deixa corromper e enferrujar pelo egoísmo, pelo individualismo, pela auto-centralização. A doação de si é o primeiro e mais importante para a comunhão dos esposos na vida matrimonial.
  • Quando vivemos nessa dinâmica oferta, de abertura ao outro e esquecimento de nós mesmos, cresce no casal e na vida dos esposos o aperfeiçoamento pessoal mútuo, ou seja, a santidade pessoal e familiar. Se engana quem pensa que o casamento é uma instituição natural, voltada apenas para o cumprimento de funções biológicas e de papeis sociais. Matrimônio e família são realidades queridas por Deus e que apontam para o Céu, para a eternidade, para a realização do Homem e da Mulher integralmente em suas mais altas aspirações.
  • A geração e a educação dos filhos são uma continuidade, uma extensão, uma obvia consequência do casal que se dispõe a amar sem medidas. O SER UMA SÓ CARNE se cumpre e realiza no ato conjugal do casal, que é o ápice da expressão amorosa do casal, da mútua doação e acolhimento dos esposos que foi prometido no altar. Este amor sem reservas, sem fechamento, sem egoísmo, sem restrições é logicamente expresso no ato conjugal vivido desta mesma forma – ABERTO A VIDA! Os filhos são dons, frutos do amor e não intrusos que vem de fora para usurpar do casal seu conforto e suas benesses. A geração é só o primeiro passo para o início da formação e educação dos filhos, tarefa nobre e prioritária do casal.

 

Por Renato Varges

Apesar dos apelas para a aceitação dos novos modelos de família, é preciso entender que o matrimônio e a família não são meras invenções humanas, sociais, nem frutos do acaso.

 

A Encíclica Humanae Vitae fala da origem do matrimônio dizendo:

O matrimônio não é, portanto, fruto do acaso, ou produto de forças naturais inconscientes: é uma instituição sapiente do Criador, para realizar na humanidade o seu desígnio de amor.

Portanto, existe uma finalidade, um objetivo, um propósito específico por parte de Deus para nos fazer desta forma e nos criar HOMEM E MULHER, imagem e semelhança Dele e chamados a AMAR! A família é uma consequência do plano de Deus para a sexualidade humana, uma extensão inescapável do ser UMA SÓ CARNE de um casal.

A família foi desejada por Deus do Genesis ao Apocalipse, portanto, não se trata de uma construção social em vista de uma passageira realização neste mundo, mas uma realidade sobrenatural, que deve ter como meta última e suprema o Céu, pois só assim, cumprirá seu objetivo e alcançará sua altíssima vocação pensada e querida por Deus.

 

Assista e compartilhe:

 

Por Renato Varges