Este debate sobre o Estatuto do Nascituro é a prova incontestável de como o discurso abortista, apesar de contar com o apoio midiático,não sustenta seus argumentos dentro do tema proposto. O debate começa com alguns minutos de lucidez de ambas as partes, discutindo pontos fortes e fracos importantes sobre o Estatuto, mas diante da discussão sobre o início da vida humana surgem rapidamente os mecanismos de defesa e os artifícios automáticos da argumentação abortista, com os quais conseguiram aprovar o aborto em diversos países:

1. Insensibilizar a sociedade diante da constatação de que um embrião é vida humana.

2. Utilizar completamente aberrantes (usaram as mesmas fontes levadas ao programa “Na Moral” da Rede Globo, chegando ao absurdo de dizer que morrem 200 mil mulheres no Brasil por aborto, enquanto o número TOTAL de mulheres que morrem POR TODAS AS CAUSAS no Brasil é de 66 mil)…

3. A centralidade do discurso unicamente nos direitos da mulher, exemplificando com casos aberrantes, como gravidez fruto de estupro (incidência raríssima em qualquer país do mundo).

4. Desviar COMPLETAMENTE o assunto para incisivos ataques à Igreja Católica, a ponto do padre falar sobre o sistema nervoso do embrião e do DNA e ser absurdamente contra argumentado com a justificativa de que isso É ASSUNTO RELIGIOSO!!! Um artifício que, apesar de desonesto, é tão sem sentido que só gera descrédito para os abortistas. 

O debate serve perfeitamente de exemplo de como um debate racional, com fundamentos dentro da lógica científica tornou-se IMPOSSÍVEL para os abortistas, não é a toa que não querem mais debater publicamente e a ONU está pressionando o governo brasileiro para que o mais rapidamente possível a aprovação do aborto seja feita diretamente pelo STF, pois no Congresso não passou e não passará.

 

TROIA

Você acha mesmo que essa epidemia midiática apelando em favor do aborto é um movimento espontâneo fruto de um justo desejo do cidadão comum? Obviamente não, mas, como as pessoas não tem acesso à fontes seguras e ninguém explica a verdade, tudo parece muito justo e natural. No entanto, esta reengenharia social NADA tem de natural. Dias atrás publicamos um artigo introduzindo o tema sobre o aborto e as fundações internacionais. Este segundo artigo é uma continuação de uma série de postagens que o Blog Vida sem Dúvida fará sobre este tema visando esclarecer as pessoas sobre a atuação orquestrada pela ONU e as fundações internacionais que desejam implantar a qualquer custo o aborto no Brasil até 2015.

Como sabemos: o acaso não produz ordem! Essa premissa básica no pensamento de Santo Tomás de Aquino tem sobrevivido a todas as épocas e culturas porque se baseia numa análise da realidade que não pode ser refutada. Nunca se ouviu dizer que um bolo de cenoura com calda de chocolate tivesse sido produzido sem que uma pessoa, dotada de inteligência, não seguisse a risca uma receita, organizando ingredientes e tempos, a fim de alcançar o ponto certo da massa e a doçura exata da calda. Tampouco se ouviu dizer que um livro fosse publicado sem que uma cadeia inteira de inteligências, desde o escritor, passando pelo editor, diagramador e produtor gráfico, não tivessem se debruçado com afinco para a realização de tal obra por um determinado tempo.

Nada acontece por acaso. Mas infelizmente, quando adentramos no mundo político, muitas pessoas realmente acreditam que determinados efeitos de certas leis são fruto do mero acaso, criadas ao léu por gente muito bem intencionada, como se nada daquilo houvesse sido pacientemente planejado e pensado. Um exemplo disto foi a recente sanção da presidente Dilma ao famigerado PLC03/2013 – agora batizada de Lei Nº 12.845/2013 – que para imensa maioria das pessoas representa apenas uma lei amiga das pobres mulheres vítimas de estupro, mas que na realidade, tratava de um passo decisivo num longo caminho, iniciado há 25 anos com a vinda da fundação MacArthur ao Brasil, para a implementação do aborto total e irrestrito em nosso país. 

Para quem ignora o desenvolvimento da história, os agentes dos acontecimentos, as fontes primárias nas cadeias dos eventos, tudo se torna Teoria da Conspiração. Contudo, quando um agente diz que vai conduzir um processo para atingir determinado fim, quando esse mesmo agente diz que está atingindo suas metas e por fim torna público sua satisfação no trabalho concluído, acreditar em Teoria da Conspiração é agir como um avestruz que enterra a própria cabeça no buraco. Quando afirmamos que a Lei Nº 12.845/2013 pode também ser chamada de Lei Cavalo de Tróia, estamos apenas constatando a realidade tal qual ela se apresenta a quem quer que preste atenção ao próprio executor dos eventos.

No ano de 2004, a Fundação MacArthur, publicou um relatório chamado “Lessons Learned 1990-2002” confessando sua atuação como agente de legalização do aborto no Brasil desde 1988, através do financiamento de ONGS que trabalhariam como lobbystas para aprovação de políticas públicas para o atendimento de mulheres “vítimas de violência de gênero”, celebrando a criação da Norma Técnica para o aborto e a criação de uma legislação mais liberal que incluía outras tantas exceções para a aplicação do aborto total e irrestrito no nosso país. O eixo desse trabalho, anunciado de antemão por essa fundação seria sempre através da capitalização das vítimas de violência sexual, e assim foi feito desde o começo da década de 90, sendo o PLC 03/2013, a Lei Cavalo de Tróia, apenas mais uma etapa nessa empreitada.

Não por acaso a Lei Cavalo de Tróia, aprovada como PLC 03/2013, se tratava de uma alteração de projeto de lei que tramitava na casa desde 1991, a então PL 20-1991, criada 3 anos após a entrada da Fundação MacArthur no Brasil, e que pretendia a obrigação de se realizar abortos em todos os hospitais do SUS para casos de violência segundo as normas internas criadas pelo Hospital do Jabaquara – o primeiro hospital brasileiro com tecnologia e atendimento para o abortamento previsto para os casos de estupro conquistada pela então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina do PT em 1989. A Lei Cavalo de Tróia é o ressurgimento do projeto de lei de 1991, criada pelo PT de São Paulo e Minas Gerais (na época, assinadas pelos deputados Eduardo Jorge e Sandra Starling) e a Norma Técnica que acaba de ganhar força de lei na Lei Cavalo de Tróia e que prevê o abortamento para qualquer mulher em qualquer tempo ou época da gestação, é nada mais do que a extensão a todo o país da norma interna do Hospital do Jabaquara, que foi o grande laboratório do movimento pró-aborto no Brasil.

Quem realmente defende que a PLC03/2013, recentemente sancionada pela presidente Dilma, trata apenas de um instrumento de defesa de pobres mulheres vítimas de estupro, ou está tão mal informado que merece desconfiança ou padece de profunda má-fé. Apresentamos abaixo um estudo que documenta e prova que a aprovação do PLC03/2013 foi uma grande vitória dentro de um longo caminho de tentativas insistentes ocorridas em solo nacional por fundações internacionais, associadas a partidos de esquerda – como PT e PSDB – e ONGS feministas financiadas por dinheiro estrangeiro,  para a aprovação total e irrestrita do aborto no Brasil. Eles disseram que iam fazer, disseram que estavam fazendo, e agora, que a auto-estrada para a prática do aborto no Brasil está feita, não podemos culpar o acaso e a aleatoriedade para com essa triste e quase acabada obra da cultura de morte em nosso país.

Divulgue esse documento entre sua família, seus amigos, sua rede de contatos, e ajude a abrir os olhos de tantos quantos ainda não abriram os olhos para o fato de que o Brasil está sendo assaltado por fundações internacionais associadas a partidos de esquerda e ONGs feministas a olhos vistos, contra a expressa vontade de 87% da população contrárias a prática do aborto. Não adianta mais ligar e enviar emails a nossos representantes políticos para pedir que não aprovem o aborto no Brasil através do veto de um outro projeto de lei abortista, é preciso denunciar TODO o esquema fabricado há 25 anos, o envolvimento de políticos com os investimentos de fundações internacionais como a MacArthur, Ford, Rockfeller, deixando claro a todos os políticos brasileiros que nós sabemos o que estão fazendo, suas intenções e projetos, e que ninguém mais pode alegar inocência e ignorância. Esse documento deve ser lido em escolas, paróquias, Igrejas, associações, clubes, e a todas as pessoas de bem desse país.

Cronologia da Leia Cavalo de Tróia, clique aqui para acessar ou copie e cole no seu navegador:

http://www.documentosepesquisas.com/cavalodetroia.pdf

Fonte: http://culturadavida.blogspot.com.br

Aborto1

Este artigo pode ter cheiro de teoria da conspiração! Eu também pensava assim até começar a ler e estudar livros e centenas de documentos que comprovam irrefutavelmente cada uma das afirmações contidas neste artigo.

Há muito que se falar sobre o tema e a sua abrangência é gigantesca, no entanto, ele é apenas o primeiro de muitos que pretendo publicar para que os seguidores do Blog Vida sem Dúvida estejam atentos às raízes dos fatos e não se deixem induzir ou seduzir pelas discussões e argumentações da cultura de morte que desviam o olhar dos defensores da vida para pontos de conflito que em nada tem a ver com o ponto chave da discussão. A insensibilização das pessoas sobre a vida embrionária, a discussão sobre o início da vida humana, os direitos reprodutivos, os direitos da mulher, a liberdade sexual, a moralidade católica…tudo isso é desvio de foco! Se queremos tocar no cerne da questão do aborto, precisamos de uma vez por todas interpretar a história, enxergar os fatos e constatar que a epidemia pró-aborto que vivemos está longe de ser uma reação natural da sociedade. Entenda um pouquinho mais sobre o assunto lendo este pequeno artigo

O aborto é uma prática de controle populacional planejada e financiada ao redor do mundo pelas fundações Ford, Rockefeller, MacArthur, Kellogg… essas fundações são controladas pelas mesmas famílias que controlam grande parte da economia mundial.

É preciso entender isso: Por que as grandes corporações empresariais estrangeiras financiam o aborto?

Numa economia livre (onde não há regulação do Estado), cada um pode crescer e se desenvolver à medida de suas capacidades, talentos e esforços próprios. A economia livre propicia a concorrência, a concorrência à inovação e a inovação à geração de riquezas. O papel do Estado é apenas garantir a sobrevivência da concorrência do livre mercado.

Grandes corporações internacionais (indústrias e banqueiros), entretanto, temem perder o controle econômico porque numa economia livre as empresas têm que se renovar, e há cada vez mais concorrência. O Estado não tem concorrência porque é uma figura jurídica única. Então uma forma de driblar a competição natural da economia é misturar a propriedade privada com a propriedade pública.Para se dominar poder econômico eternamente deve-se dominar também o poder político. (1)

Mas o que o aborto tem a ver com isso? O aborto é uma prática de controle populacional (2) planejada e financiada ao redor do mundo pelas fundações Ford, Rockefeller, MacArthur, Kellogg… essas fundações são controladas pelas mesmas famílias que controlam grande parte da economia mundial. Nos EUA(3) há cerca de 300 famílias que sempre estiveram de uma forma ou de outra no poder – e obviamente não querem largar esse poder.(4) A única forma de se manterem lá é evitando a concorrência, ou seja, aliando-se ao Estado e fazendo-o cada vez mais poderoso; dominar a vida íntima das pessoas é um exemplo de estado super-poderoso. Propagar políticas abortistas também.

Qual a intenção dessas fundações ao propagarem o aborto pelo mundo?(5) As intenções são sempre as melhores. Seus ideólogos acreditam que o ser-humano pode se tornar um super-homem(6), que poderá evoluir com melhoramentos genéticos. Tal proposta nos trouxe o nazismo e sua idéia de supremacia racial.(7) Vergonhosamente, hoje em dia, a Fundação Ford tenta esconder que financiou parte do programa eugênico(8) nazista.Experiências sociais também foram financiadas pelos meta-capitalistas(9): como a experiência do comunismo na União Soviética e do nazismo na Alemanha.(10)

Então aborto, “casamento” homossexual, cotas raciais, legalização das drogas… são todos temas e experiências que servem apenas para a separação de pessoas a fim de melhor controlá-las.(11) Não adianta atacarmos apenas a militância abortista, LGBT, as cotas ou a legalização das drogas; precisamos atacar também quem financia tudo isso. Os que financiam esse tipo de coisa são os mesmos que financiam, no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, o Movimento dos Sem Terra e quaisquer movimento de matiz esquerdista que visa separar as pessoas em grupos pequenos.(12)

Se você quiser saber a verdade de uma proposta, não pergunte quais são os interesses, e sim quem a financia.

Você não é obrigado a acreditar nesta carta, mas se deseja procurar a verdade, é obrigado a procurar obras dos grandes estudiosos do tema:

Professor Olavo de Carvalho, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr., Júlio Severo (articulista e blogueiro), Professor José Monir Nasser, Professor Antony Sutton, Yuri Bezmenov (ex-agente da KGB), Professor Doutor Thomas Woods Jr. e Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (Exército Brasileiro).

Notas:

(1) Note que na China, os líderes do Partido Comunista Chinês dominam tanto a economia quanto a política. A dominação econômica é feita por alianças entre os líderes políticos e grandes multinacionais.

(2) O controle populacional foi proposto por Thomas Malthus.

(3) Os EUA são o principal centro, porém há outros: Inglaterra e Bélgica também são importantes.

(4) Essas famílias chegaram ao poder através do crescimento econômico, mas não querem mais ficar sujeitas às incertezas da economia.

(5) Entre o ano de 2009 a 2011 o C-FEMEA (maior organização abortista do Brasil) recebeu 400 mil dólares da Fundação Ford –http://www.fordfoundation.org. Outra organização “premiada” foi a Católicas Pelo Direito de Decidir, organização falsamente católica que luta pela promoção do aborto, que recebeu 200 mil dólares em 2010.

(6) Idéia promovida pelo filósofo ateísta Friedrich Nietzsche.

(7) O nazismo pregava que judeus, ciganos, homossexuais e afins não eram seres-humanos dignos de viver. Defensores do aborto dizem o mesmo sobre o bebê que está no útero materno.

(8) Eugenia: nome dado ao ideal de melhoramento da espécie humana através da seleção artificial – ou seja, com uso da ciência.

(9) Meta-capitalismo: um termo cunhado pelo filósofo Olavo de Carvalho para se referir às pessoas que de tão ricas que se tornaram já ultrapassam os limites que separam o bem público e o privado.

(10) Ver obra de Antony Sutton, “Wall Street e a ascenção de Hitler”.

(11) Quando as pessoas são separadas e se brigam é preciso criar um mediador: o Estado. Estratégias como a divisão de classes, gênero e raça são elaboradas para que as pessoas briguem e para que o Estado possa interferir como bem entender na vida delas com o “nobre” propósito de apaziguar.

(12) A separação das pessoas em grupos é simplesmente a idéia marxista de “separação das classes”.

Fonte: UFSCON

 

ppabortoeutanasiabrasil070312

O texto abaixo é uma pequena cartilha que contém algumas informações básicas sobre aborto, eutanásia e esterilização em massa, que tem sido distribuída nas Caminhadas pela Vida e pela Família. No entanto, qualquer pessoa pode fazer uso dela para qualquer ocasião em sua cidade. 

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABORTO E EUTANÁSIA

Você já se perguntou por que ultimamente tem havido uma campanha tão grande pela legalização do aborto?  Você acredita que seria uma ideia que nasceu espontaneamente? Pois saiba que:

1. Toda a ideologia em defesa do aborto, da eutanásia e da esterilização em massa provém das ideias de Thomas Malthus (1766-1834) e Charles Darwin (1809-1882). A teoria malthusiana propõe que a produção de alimentos não acompanhará o crescimento da população, e a teoria darwiniana defende que os mais fortes devem sobrepujar os mais fracos. Ambas as teorias, absolutamente anticristãs, formaram a base pretensamente científica das ideologias mais cruéis da humanidade, como o nazismo e o comunismo.

2. O aborto, a eutanásia e até mesmo a esterilização em massa, por meio de substâncias adicionadas às vacinas, tem sido uma política da ONU, que pretende instituir um governo mundial, e de grandes organizações internacionais de índole coletivista (socialista), entre as quais a Fundação Ford, a Fundação Soros, a Fundação Rockfeller, entre outras, mas especialmente, da fundação Planned Parenthood (“Paternidade Planejada”).

3. Margaret Sanger, uma ativa militante eugenista é a fundadora da fundação Planned Parenthood, que a criou com o objetivo explícito de reduzir a população de raças por ela consideradas inferiores, bem como crianças com deficiência física ou mental.

4. A instituição Católicas pelo Direito de Decidir (“Catholics for a free choice”)  nada tem de católica nem de cristã: trata-se de um grupo tático criado pela Planned Parenthood, para confundir os católicos e infiltrar heresias dentro da Igreja, com a finalidade de destruí-la.

5. Os abortistas, que contam com muito dinheiro (centenas de milhões de dólares só no Brasil) e têm a simpatia da mídia, fazem uso de argumentos enganosos e divulgam estatísticas escandalosamente inverídicas e sem fontes idôneas.

6. Ultimamente, em uma tentativa de diminuir a reação negativa popular, têm divulgado que eles não defendem o aborto, mas sim apenas a legalização do aborto. Isto não é verdade! A Planned Parenthood e a Católicas pelo direito de decidir ativamente realizam abortos em vários países, e têm à disposição navios que se posicionam fora das águas territoriais para promover abortos em massa, principalmente nos países mais pobres.

7. Em 1995, o Supremo Tribunal das Filipinas descobriu que as vacinas usadas numa campanha de vacinação antitetânica do UNICEF continham o B-hCG, que quando dado numa vacina, destrói permanentemente a capacidade de uma mulher sustentar uma gravidez. Aproximadamente três milhões de mulheres já haviam tomado a vacina.

8. Os velhinhos da Holanda estão fugindo para a Alemanha, com medo que seus filhos autorizem a eutanásia para livrarem-se de cuidar deles e pegarem a herança.

9. O atual governo do Partido dos Trabalhadores está completamente envolvido com a causa abortista, tendo a presidente Dilma Roussef nomeado uma feroz militante abortista e aborteira, Eleonora Menicucci, que já havia realizado centenas de abortos na Colômbia.

10. Em 2012, o Ministério da Saúde mandou imprimir uma cartilha com o título “Protocolo Misoprostol” (Cytotec), com as instruções para o uso desse medicamento abortivo, de comercialização proibida. O responsável pela publicação é o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas da Secretaria de Atenção à Saúde. O texto se encontra na Biblioteca Virtual do Ministério.

Saiba mais em libertatum.blogspot.com e midiasemmascara.org

 

Klauber Cristofen Pires

Neste vídeo é abordado que somente as ciências biológicas tem competência científica para definir quando um indivíduo tem independência genética e biológica para ser considerado um ser vivo diferente de seu pai e de sua mãe, ou seja, quando o indivíduo possui seu próprio corpo.
Isto não é baseado apenas no ponto de vista genético, mas também no que diz respeito às interações moleculares no interior do embrião e dele com o exterior que são de alta complexidade, totalmente independentes da mãe e determinam progressivamente a diferenciação do organismo. Há sinalizações químicas que o embrião envia para a mãe que garantem a manutenção das condições favoráveis à sobrevivência do novo ser humano tanto na tuba uterina como dentro do útero.
Um estudo dos primeiros dias de vida de um embrião revelam um processo de desenvolvimento ininterrupto na diferenciação progressiva do indivíduo, com a sua própria identidade e segundo suas próprias características. Observa-se uma crescente complexidade de interação celular e molecular dentro do embrião e não uma desorganização sem sentido. Não há atividades celulares isoladas, mas as células do embrião são estreitamente integradas em um único processo dinâmico de evolução e crescimento, constituindo um único ser.

A partir de uma série de informações científicas, é possível afirmar que a vida humana começa na concepção e nada que ocorre mais tarde com o embrião pode ser usado como argumento científico para justificar o início da vida.

 

O Código Penal brasileiro está sendo reformado sob a alegação de que os tempos mudaram e o ordenamento jurídico precisa acompanhar a “nova sociedade”.

O pensamento não seria de todo mau, caso o que se pretendesse não fosse a consolidação da Cultura da Morte no Brasil. Por meio da utilização de novas palavras e conceitos novos imbuídos em vocábulos usuais a população poderia dormir em paz. Porém, não é isso que ocorre. Da simples leitura do texto provisório é possível perceber a catástrofe que se instalará no país, caso seja aprovado.

A defesa da vida sofrerá um duro golpe, pois o aborto passará a ser um “direito reprodutivo” da mulher. A proteção à vida desde a sua concepção até o seu fim natural, como tão firmemente pediram os papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco será solenemente ignorada em detrimento de uma sociedade estimulada desde a mais tenra infância à satisfação sexual e quando as consequências ‘indesejadas’ dessa mesma satisfação se transformarem num problema, a solução será exercer o “direito ao corpo”. O novo Código garantirá a licitude do aborto e, até mesmo, o seu financiamento pelo Estado.

Garantirá também a legalização das drogas consideradas “leves” , não aumentará as penas dos traficantes, mas tão-somente daqueles que forem considerados “terroristas” e que forem contra o ecologismo. A proteção aos animais será mais rigorosa que à vida humana.

Por fim, o novo Código se prestará a consolidar uma das maiores aberrações trazidas pela Cultura da Morte: a ideologia de gênero. Ela pretende excluir as diferenças naturais entre os sexos, colocando homem e mulher no mesmo patamar, ao afirmar que o sexo é uma construção pessoal, que independe da carga biológica.

Aos menos desavisados, igualar homem e mulher pode parecer uma boa medida, tendo em vista tantas disparidades que realmente se vêem todos os dias. Ocorre que nada é tão simples assim. Ao afirmar que o sexo é construído e que a pessoa tem o direito de exercer sua sexualidade como melhor lhe aprouver, sem ater-se a meros detalhes biológicos como ter nascido com aparelho genital masculino ou feminino, decreta-se uma guerra contra a Criação, contra o próprio Deus. Aqueles alicerces queridos por Ele que estão acima das sociedades e que não foram conferidos ao homem por desejo meramente humano, mas sim por algo superior, os chamados “direitos humanos”, que diferenciam os homens dos animais, estarão para sempre sepultados.

Aceitar a chamada ideologia de gênero implica também em jogar uma pá de cal sobre o matrimônio, sobre a família, sobre os valores intrínsecos à humanidade que a mantém como tal.

Esses motivos, evidentemente resumidos neste texto, são suficientes para que cada cidadão brasileiro, cada eleitor consciente de seu papel, cada católico que sabe que deverá prestar contas a Deus de sua ação ou omissão durante a sua peregrinação nesta Terra, deve estar atento. Deve inteirar-se e, caso seja necessário, cobrar de seu senador, de seu deputado, um voto também consciente e de acordo com a autoridade que lhe foi conferida não por homens de carne e de sangue, mas pelo próprio Deus a quem ele também terá de prestar contas no Dia Final.

Padre Paulo Ricardo dentro de sua pedagogia de esclarecer as pessoas à luz da Igreja, esclarece os pontos mais obscuros do texto do novo Código Penal e chama a todos ao compromisso de participar desse novo rumo que a nação está prestes a tomar.

Por: padrepauloricardo.org

Assista o Vídeo:

criana_no_nascida_t2

Muitos que defendem o aborto dizem que é brutal e desumano permitir que uma mulher tenha o filho produto de uma violação, por isso, para estes casos, deveria ser legalizado o aborto chamado “sentimental”.

Mas a verdade é que as gravidezes seguidas de uma violação são extremamente raras! Nos EUA, por exemplo, a violação é um sério problema, aproximadamente 78.000 casos foram notificados em 1982. Esta cifra é mais importante se tem-se em conta que 40% a 80% das violações não são denunciadas.

Nestes casos as gravidezes são extraordinariamente raras, por várias causas. Por exemplo, as disfunções sexuais em seus violadores, cuja taxa é extremamente alta. Em três estudos foram constatados que 39, 48 e 54% das mulheres vítimas do ataque não tinham ficado expostas ao esperma durante a violação.

Em outro estudo foi comprovado que 51% dos violadores experimentaram disfunções que não lhes permitiam terminar o ato sexual. Outra causa pela qual são extremamente raras as gravidezes por violação: a total ou temporal infertilidade da vítima. A vítima pode já estar grávida ou pode ter outras razões naturais para a infertilidade. Neste mesmo estudo, 43% das vítimas encontrava-se nestas categorias.

Além disso, a vítima pode estar fazendo uso de medicamentos contraceptivos, ter um DIU ou ter realizado laqueadura, 20% das mulheres situavam-se nesta categoria.

Assim, somente uma minoria das vítimas tem um potencial de fertilidade.

Além da infertilidade natural, algumas vítimas estão protegidas da gravidez pelo que é conhecido como “estresse de infertilidade”; uma forma de infertilidade temporal como reação ao estresse extremo. O ciclo menstrual, controlado por hormônios, é facilmente distorcido por um estresse emocional e pode atuar demorando a ovulação; ou se a mulher já ovulou a menstruação pode ocorrer prematuramente.

Um estudo americano determinou que registraram somente 0,6% de gravidez em 2190 vítimas de violação. Em uma série de 3.500 casos de violação em 10 anos no Hospital São Paulo de Minneapolis, não houve um só caso de gravidez.

Construir uma legislação baseada em exceções em vez de regra é totalmente equivocado do ponto de vista jurídico. É óbvio que o espantoso crime da violação é utilizado para sensibilizar o público a favor do aborto, ao apresentar o fruto inocente de uma possível concepção brutal como um agressor da própria mãe.

É claro que a mulher sofreu uma primeira espantosa agressão, a da violação. Apresentar o aborto como uma “solução” é dizer que um veneno deve ser combatido aplicando-se outro. O aborto não vai tirar nenhuma dor física ou psicológica produzida em uma violação. Ao contrário, vai acrescentar as complicações físicas e psíquicas que o abortamento tem por si mesmo.

Por outro lado, o fruto deste ato violento é uma criança inocente, que não carrega para nada com a brutal decisão de seu pai biológico. Por outro lado, os legisladores especialistas na área afirmam que legalizar o aborto “sentimental” fatalmente abre as porta para sérias complicações jurídicas: praticamente qualquer união, inclusive consensual, poderia ser apresentada como contrária à vontade da mulher, e portanto, uma violação, como temos visto tramitar na PLC 3/2013.

Finalmente, o argumento mais importante, é que o aborto por violação não é comumente aceito sequer pelas verdadeiras vítimas, as mulheres violadas. Apesar de haver pressão para mulheres violentadas recorrerem ao aborto, podemos ler testemunhos reveladores de vítimas de estupro sobre o desejo de levar a frente a gestação.

Trecho extraído de uma reportagem da ACI digital

Massacre dos Santos Inocentes Notre Dame de Paris
Massacre dos Santos Inocentes Notre Dame de Paris

O projeto, tramitado com velocidade surpreendente e sob um silêncio antidemocrático, configura uma violência. O brasileiro é a favor da vida!

Em pouco mais de dois meses, sob a proteção de um gritante silêncio, foi aprovado um projeto que abre portas para a ampliação do aborto no Brasil. Segundo informação do jornal interno da Câmara dos Deputados, a iniciativa partiu do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Em reunião com o deputado Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, em fevereiro deste ano, Padilha pediu que, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, fosse votado no plenário da Câmara, em regime de urgência, o Projeto de Lei 60/1999. O projeto trata do atendimento prioritário nos hospitais à mulher vítima de violência.

 Como resultado do acordo entre o ministro da saúde e o presidente da Câmara, o deputado José Guimarães, irmão do deputado José Genoíno e líder do PT na Câmara, pediu a tramitação do projeto em regime de urgência. Na ausência por motivo de viagem do deputado Henrique Eduardo Alves, a presidência da Câmara foi assumida pelo deputado André Vargas, secretário nacional de comunicação do PT. O regime de urgência foi, então, aprovado por uma reunião de líderes das bancadas dos diversos partidos. Em seguida, no mesmo dia, o projeto foi emendado e apresentado ao Plenário da Câmara. O projeto foi aprovado no dia 5 de março. Três dias depois foi encaminhado para ser apreciado pelo Senado. Velocidade incomum para os padrões parlamentares.

 No dia 10 de abril, já renomeado como Projeto de Lei Originário da Câmara 3/2013, ou PLC 3/2013, o texto foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, após leitura de relatório favorável da Senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo. No dia 19 de junho, após relatório favorável da Senadora Angela Portela, do PT de Roraima, o projeto foi também aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Finalmente, no dia 4 de julho, sem que houvesse sido apresentado um único pedido de emenda, o PLC 3/2013 foi aprovado no Plenário do Senado e, em seguida, encaminhado à Presidência da República para ser sancionado.

 O texto, estrategicamente, evita mencionar a palavra aborto, mas abre atalhos para sua ampla ampliação. O projeto, na sua formulação conceitual e na sua tramitação política, foi conduzido com muita esperteza, mas também com notável autoritarismo. Um tema sensível foi conduzido de costas para a sociedade. Vamos analisar o texto, amigo leitor.

 O artigo primeiro afirma que os hospitais, – todos os hospitais, sem que aí seja feita nenhuma distinção -, “Devem oferecer atendimento emergencial e integral decorrentes de violência sexual, e o encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social”.

 Atendimento emergencial significa o atendimento que deve ser realizado imediatamente após o pedido, não podendo ser agendado para uma data posterior. Colocou-se no mesmo pacote o aborto terapêutico e o aborto por estupro. O atendimento integral significa que nenhum aspecto pode ser omitido, o que por conseguinte subentende que se a vítima de violência sexual estiver grávida, deverá ser encaminhada aos serviços de aborto. Os serviços de assistência social aos quais a vítima deve ser encaminhada, que não eram mencionados no projeto original, são justamente os serviços que encaminharão as vítimas aos serviços de aborto ditos legais. É todo um jogo malandro de palavras que conduz a um objetivo bem determinado: escancarar janelas para o aborto no Brasil. Portanto, uma vez o projeto sancionado, todos os hospitais do Brasil serão obrigados a encaminhar as vítimas de violência à prática do aborto. O projeto não contempla a possibilidade da objeção de consciência.

 O artigo segundo define que, para efeitos desta lei, “Violência sexual é qualquer forma de atividade sexual não consentida”. A expressão “Tratamento do impacto da agressão sofrida”, constante do artigo primeiro do texto original, foi suprimida e substituída por “Agravos decorrentes de violência sexual”, para deixar claro que a violência sexual não necessita ser configurada por uma agressão comprovável em um exame de corpo de delito. Uma vez que o projeto não especifica nenhum procedimento para provar que uma atividade sexual não tenha sido consentida, e o consentimento é uma disposição interna da vítima, bastará a afirmação da vítima de que ela não consentiu na relação sexual para que ela seja considerada, para efeitos legais, vítima de violência e, se ela estiver grávida, possa exigir um aborto ou o encaminhamento para o aborto por parte de qualquer hospital.

 O inciso quarto do artigo terceiro menciona, ainda, como obrigação de todos os hospitais, em casos de relação sexual não consentida, “a profilaxia da gravidez“.  O termo é novo. Foi estrategicamente plantado neste projeto de lei. Terá que ser regulamentado ou interpretado.

 O projeto, tramitado com velocidade surpreendente e sob um silêncio antidemocrático, configura uma violência. O brasileiro é a favor da vida. Não se trata apenas de uma opinião, mas de fato medido em reiteradas pesquisas. A defesa da vida, da liberdade e dos direitos das minorias, tão duramente conquistados, compõem o mosaico da nossa cidadania. A presidente Dilma Rousseff, em 2010, empenhou sua palavra ao rejeitar qualquer iniciativa do seu governo em favor da implantação do aborto. Compete-lhe, agora, vetar o projeto, sobretudo garantir a objeção de consciência do médico e da instituição. É o mínimo.  As passeatas mostram o nascimento de um novo Brasil. Os cidadãos exigem transparência dos seus governantes e liberdade para manifestar seus pontos de vista. E o que está em jogo não é coisa pequena. É a preservação de um valor fundamental: o direito à vida.

*Diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com)